Após oito rodadas da Superliga Masculina 22/23, com base nos dados da CBV, é possível traçar um panorama do desempenho individual dos atletas. Neste momento da competição, o oposto Franco do Vôlei Guarulhos lidera na pontuação, com folga. Ao todo, ele já marcou 202 pontos. Na vice-liderança, aparece o oposto Darlan do Sesi/SP, com 161 pontos. Em 3º lugar, outro oposto, dessa vez, Felipe Roque do Campinas, com 153 pontos. Em 4º lugar, Daniel Oliveira do Suzano, com 147 pontos. Fechando o top 5 na pontuação, o campeão olímpico Wallace do Cruzeiro, com 129 pontos. Confira abaixo o desempenho dos atletas da Superliga Masculina 22/23, nos outros fundamentos.
MÉDIA DE PONTOS POR SET
1º – Franco do Vôlei Guarulhos, com 6,12 de média por set
2º – Felipe Roque do Campinas, com 5,67 de média por set
3º – Darlan do Sesi/SP, com 5,37 de média por set
4º – Birigüi do Sesi/SP, com 4,56 de média por set
5º – Daniel Oliveira do Suzano, com 4,45 de média por set
Pela segunda temporada consecutiva da Superliga Masculina, Franco, em destaque, lidera os números da pontuação das estatísticas da competição/Divulgação/Vôlei Guarulhos
ATAQUE
1º – Pietro do Araguari, com 72% de eficiência no ataque
2º – Pingo do Cruzeiro, com 71% de eficiência no ataque
3º – Álvaro do Araguari, com 71% de eficiência no ataque
4º – Judson do Suzano, com 69% de eficiência no ataque
5º – Lucão do Cruzeiro, com 68% de eficiência no ataque
BLOQUEIO
1º – Judson do Suzano, com 28 pontos de bloqueio
2º – Kelvi do Minas, com 22 pontos de bloqueio
3º – Matheus Alejandro do Vôlei Guarulhos, com 21 pontos de bloqueio
4º – Thiery do Sesi/SP, com 20 pontos de bloqueio
5º – Álvaro do Araguari, com 19 pontos de bloqueio
SERVIÇO
1º – López do Cruzeiro. com 22 pontos diretos no serviço
2º – Felipe Roque do Campinas, com 19 pontos diretos no serviço
3º – That do São José dos Campos, com 13 pontos diretos no serviço
4º – Bruno Henrique do Araguari, com 12 pontos diretos no serviço
5º – Wallace do Cruzeiro, com 12 pontos diretos no serviço
O cubano López, em ação de bloqueio, é o melhor sacador da atual temporada da Superliga Masculina/Reprodução Twitter Sada/Cruzeiro
RECEPÇÃO
1º – Tiago do Sesi/SP, com 70% de eficiência no passe
2º – Maique do Minas, com 68% de eficiência no passe
3º – Renato do Vôlei Guarulhos, com 67% de eficiência no passe
4º – Ale do Vôlei Renata, com 67% de eficiência no passe
5º – Arthur Bento do Minas, com 67% de eficiência no passe
Terminada a sexta rodada da Superliga Feminina 22/23, apenas o Praia Clube ainda mantém invencibilidade na competição. A equipe do Triângulo Mineiro venceu os sete jogos disputados até agora. O mesmo não se pode afirmar do rival Minas. O time de Belo Horizonte já foi derrotado duas vezes no torneio, em seis jogos, uma delas inclusive para o Praia, por 3×2. Apesar da invencibilidade do time de Uberlândia, dá para afirmar com clareza, que está é a edição de Superliga Feminina com mais altos e baixos das equipes, em seu começo. O blog apontou os motivos que explicam a irregularidade das equipes na competição.
CALENDÁRIO
O Mundial feminino de vôlei terminou próximo ao início da Superliga Feminina 22/23. Muitas equipes não tiveram o tempo necessário para treinar e entrosar, principalmente quem não disputou o Campeonato Paulista, que ocorreu concomitantemente ao Mundial feminino. A conquista da Supercopa pelo Sesi/Bauru contra o Minas, é o maior exemplo de que a temporada começou antes para os times paulistas, do que para as equipes dos outros estados.
RITMO DE JOGO X ENTROSAMENTO
Obviamente, era de se esperar um domínio dos times paulistas no início da Superliga Feminina, mas não é isso que está acontecendo. Apesar da vantagem no ritmo de jogo, as equipes paulistas não conseguiram superar o Praia. O motivo? O time de Uberlândia foi o único que manteve a base da temporada anterior, mantendo o entrosamento. Diferentemente do rival Minas, que trocou de levantadora e está sofrendo para ajustar a sua linha de passe.
TABELA
Outro fator que pode explicar o perde e ganha na competição, é confecção da tabela. O blog não tem informações se ela foi montada de acordo com algoritmos, como já é comum em outras modalidades, mas os principais confrontos do torneio foram marcados para o início da disputa. Para se ter uma ideia, a Superliga Feminina teve como jogo de abertura, o principal clássico nacional, Sesc/Flamengo x Osasco. Resultado: o time de Bernardinho perdeu os três primeiros jogos da Superliga Feminina 22/23 para Osasco, Praia e Barueri. O rubro negro já se recuperou com 3 vitórias consecutivas, mas chegou a flertar com o rebaixamento!
NÍVEL TÉCNICO
Não é segredo para ninguém, que nesta temporada, os times do naipe feminino da Superliga diminuíram os investimentos, com exceção de Osasco. Além disso, como dito acima, apenas o Praia manteve a base da temporada anterior, enquanto os concorrentes diretos optaram por substituir suas peças com investimento modesto. Logo, há um nivelamento técnico por baixo na competição. Um exemplo claro disso, é a posição ocupada pela equipe do técnico José Roberto Guimarães, Barueri. O time paulista ainda não conseguiu ocupar a zona de classificação para os playoffs, com uma vitória em sete jogos. Após algumas temporadas como referência, com investimento em jovens jogadoras, que hoje estão na seleção brasileira, o time paulista corre o risco de ser eliminado na 1ª fase da Superliga.
O Praia Clube ainda não perdeu na atual temporada da Superliga, mas precisou do tie-break para vencer o Brasília na estreia/Eliezer Esportes/Divulgação
No embalo do plano Real, a CBV lançou em 1994, uma nova versão da sua principal competição anual. Batizado de Superliga, o campeonato nacional de voleibol foi relançado na temporada de 1994/1995, substituindo a Liga Nacional. Aproveitando-se da estabilidade econômica no país, um dos principais atrativos da primeira temporada da Superliga foi o “repatriamento” dos campeões olímpicos nos Jogos de Barcelona em 1992, no naipe masculino. Giovane, Tande, Marcelo Negrão, Maurício, Paulão e Carlão, todos eles estavam de volta aos clubes do Brasil, após duas temporadas na Europa.
LANÇAMENTO
Para lançar seu novo produto no mercado, a CBV realizou um jogo das estrelas às avessas. Antes da competição iniciar, escalou o principal destaque individual das equipes participantes, tanto no feminino, quanto no masculino, para uma partida de abertura. Cada jogador escalado, carregava nas costas o nome da equipe e vestia a camisa do seu time, em um jogo amistoso. A iniciativa perdurou apenas na primeira edição, sendo abandonada pela CBV, anos mais tarde.
TRANSMISSÃO
Em sua primeira edição, a Superliga foi exibida em sistema de TV aberto e fechado. Iniciando sua parceria histórica com os canais Globo, a competição foi transmitida pelo SPORTV na TV fechada. Até os dias de hoje, a Superliga é exibida pelo SPORTV. Já no sistema aberto, a primeira temporada da Superliga foi dividida. Na versão masculina, o torneio foi transmitido pela TV Bandeirantes. Já no naipe feminino, a exibição da Superliga ficou por conta da extinta TV Manchete.
FAVORITOS
Ainda em uma fase pré-ranking de atletas, a primeira temporada da Superliga Feminina teve como favoritos: Leite Moça, BCN/Guarujá, L’aqua di Fiori/Minas, Sollo Tietê e o Nossa Caixa/Recra. Já no naipe masculino, despontaram para o primeiro título da competição, quatro times paulistas: Suzano, Palmeiras/Parmalat, Olympikus/Telesp e Banespa.
COMPETIÇÃO
A fase regular da Superliga Feminina 1994/1995 teve algumas curiosidades. O Leite Moça, time de Fernanda Venturini, Ana Paula, Ana Moser, entre outras, perdeu os pontos de seu primeiro jogo contra a equipe do Datasul de Joinville. Tudo porque, a equipe paulista escalou a jogadora Dirce de forma irregular. Por tal fato, o Datasul foi considerado vencedor da partida por 3×0, com parciais de 15/0, 15/0, 15/0. Com o resultado, ao final da 1ª fase, o BCN/Guarujá acabou assumindo a dianteira da competição, com 16 vitórias e 2 derrotas. Já o Leite Moça, ficou em segundo lugar, também com 16 vitórias e 2 derrotas, mas com um set average menor.
No naipe masculino, as favoritas equipes paulistas foram surpreendidas pelo valente Frangosul/Ginástica. Apesar disso, o Suzano conseguiu liderar a 1ª fase, com 19 vitórias e 3 derrotas. O Frangosul ficou na vice-liderança, com campanha idêntica, mas set average menor. Em 3º lugar, ficou o Palmeiras. Fechando o G4 da Superliga Masculina 1994/1995, o Olympikus/Telesp.
PLAYOFFS
Apesar da liderança na 1ª fase, o BCN/Guarujá chegou aos playoffs da Superliga Feminina 1994/1995, aos trancos e barrancos. Com vários problemas de lesão no elenco, além de queda no rendimento, o BCN conseguiu perder o segundo jogo das quartas de finais, para o Cepacol/São Caetano de Cilene, 8º colocado da fase regular. Fato raro, até hoje, em se tratando de Superliga Feminina. Além disso, no enfrentamento das semifinais, contra o Nossa Caixa Recra de Estefânia, o BCN esteve perto da eliminação.
Já o rival de Sorocaba, o Leite Moça, eliminou o Sparta de Belo Horizonte, pelas quartas de final, com facilidade, com duplo 3×0. Já nas semifinais, o Leite Moça encontrou dificuldades diante do Minas de Leila, Hilma e Márcia Fú. No primeiro jogo em casa, vitória por 3×0. No segundo jogo, em BH, vitória do Minas, por 3×2. No terceiro jogo, em Sorocaba, nova vitória do Leite Moça por 3×0. Fechando a série em BH, por 3×1, com vitória sobre o Minas, por 3×0, com parciais de 16/14, 15/13, 15/5.
No naipe masculino, o confronto mais equilibrado das quartas, como previsto, aconteceu entre Banespa e Olympikus. Com 2 vitórias e uma derrota, o Olympikus eliminou o Banespa, campeoníssimo brasileiro, nos tempos de Liga Nacional. No entanto, nas semifinais, o Olympikus não conseguiu bater o seu arquirrival na época, Suzano. No outro lado da chave, o Frangosul chegou na decisão da competição, eliminado o Palmeiras de Giovane, com três vitórias em 3 jogos.
FINAIS
Nas finais da Superliga Feminina 1994/1995, o Leite Moça superou a desvantagem do mando de quadra, sendo campeão no domínio adversário. Sem dar chances ao BCN/Guarujá, o time de Sorocaba cedeu apenas uma parcial na decisão, sagrando-se campeão, com três vitórias nos três jogos. Para se ter uma ideia da superioridade da equipe dirigida por Sérgio Negrão, o Leite Moça chegou a fazer 15/0, em uma das parciais do jogo 2 das finais. Após a conquista do título, as campeãs da Superliga 1994/1995 declararam na imprensa, certa surpresa com o baixo nível do jogo apresentado pelo BCN nas finais.
Fernanda Venturini liderou o três títulos do Leite Moça na Superliga Feminina, nas três primeiras edições/Gazeta Press
Já no naipe masculino, o Frangosul/Ginástica surpreendeu o Suzano, também no domínio adversário. No primeiro jogo das finais, o Frangosul bateu o Suzano, fora de casa, por 3×1. No segundo jogo das finais, uma nova surpresa. Depois de estar perdendo por 2×0, com o apoio de sua torcida, o Frangosul derrotou o Suzano, por 3×2, em novo triunfo nas finais. Fechando a série, no terceiro jogo, um dos principais capítulos da história da Superliga Masculina. Jogando com o pé quebrado, o ponteiro Carlão do Frangosul, ouro em Barcelona, foi campeão da primeira Superliga, em uma vitória épica, por 3×0, com parciais de 15/11, 15/10, 15/10.
O ponteiro Carlão, à esquerda, com o troféu da Superliga Masculina 1994/1995, conquistado pelo Ginástica
Ao final do torneio, Fernanda Venturini e Giovane foram eleitos MVPs da Superliga 1994/1995. No link abaixo, você pode acessar o primeiro jogo das finais da Superliga Masculina 1994/1995.
O Farma Conde/São José dos Campos foi punido pelo STJD, com perda de 5 pontos na tabela da Superliga Masculina 22/23, por escalação irregular de dois jogadores. O fato aconteceu na estreia da equipe na competição, contra o Vôlei Renata/Campinas, no dia 22 de outubro. O oposto cubano Sanchez e o ponteiro estoniano Taht não possuíam situação regular para disputar a partida. A decisão pela punição foi tomada em sessão realizada ontem, 17 de novembro, confirmada hoje em nota divulgada pela CBV, com base no artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). De acordo com nota da CBV, ainda cabe recurso do São José junto ao pleno do STJD.
A equipe do Farma Conde/São José dos Campos em foto divulgação da Superliga Masculina 22/23
Morreu hoje, em São Paulo, a ex-jogadora da seleção brasileira feminina de vôlei, Isabel Salgado, aos 62 anos. Vítima de uma síndrome respiratória aguda, seguida de parada cardíaca, segundo o jornal O Globo, Isabel desbravou o voleibol feminino no Brasil. Atuando como ponteira, Isabel foi um dos ícones da geração que contribuiu para a profissionalização da modalidade no país.
Disputou duas Olimpíadas, em 1980 e 1984, em Moscou e Los Angeles, respectivamente. Pelos clubes, no Brasil, entre outros, defendeu o Flamengo. Além disso, foi a primeira brasileira a defender um time estrangeiro, ao jogar pelo Modena, na Liga Italiana, em 1981.
Não bastasse ter sido uma das líderes da seleção brasileira feminina no período citado, Isabel foi pioneira no vôlei de praia do país. Formou dupla com a amiga e ex-companheira de seleção, Jaqueline, campeã olímpica em Atlanta 1996, quando a modalidade ainda não fazia parte do programa olímpico.
Após a aposentadoria, Isabel também foi técnica nas quadras e nas areias. Pela Superliga Feminina 2000/2001, dirigiu o Vasco, sendo vice-campeã da competição. Nas areias, foi técnica de seus próprios filhos, que hoje são atletas do vôlei de praia. Recentemente, foi convidada a fazer parte da equipe de transição do governo Lula. Isabel marcou uma geração e deixará saudades.
Isabel Salgado com a tocha olímpica no Cristo Redentor/Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press
O Sada/Cruzeiro perdeu novamente na Superliga Masculina 2022/2023. Foi a segunda derrota consecutiva na competição. Jogando em casa, no ginásio do Riacho, em Contagem, pela quinta rodada do torneio, o Cruzeiro sofreu um revés para o rival Minas, por 3×1, com parciais de 21/25, 20/25, 25/17, 23/25. Com o resultado, o Minas venceu o Cruzeiro pela primeira vez na temporada. Anteriormente, o Minas havia perdido para o rival em partidas válidas pela Supercopa e Campeonato Mineiro. Além disso, o Minas manteve a liderança e a invencibilidade na Superliga Masculina 2022/2023.
NÚMEROS
Mesmo com a derrota para o Minas, o oposto Wallace foi o maior pontuador do clássico, com 19 pontos. Pelo Minas, o oposto Vissoto também foi o maior pontuador da partida, com 15 pontos. A grande vitória do Minas, pode ser creditada pela eficiência no serviço. Principal fundamento do Cruzeiro, o serviço fez a diferença no clássico para o Minas, com 4 pontos diretos no fundamento. Além disso, em virtude do bom saque, o Minas bloqueou melhor. No total, o Minas marcou 13 pontos de bloqueio no jogo contra 7 do Cruzeiro.
O bloqueio do Minas foi muito bem contra o Cruzeiro/Divulgação MTC/Orlando Bento
TROFÉU VIVA VÔLEI
O ponteiro Honorato do Minas foi eleito o melhor jogador em quadra do clássico mineiro, pela Superliga Masculina 2022/2023, por votação popular na internet. Ao final do confronto, ele recebeu o troféu Viva Vôlei. Já por opinião do comentarista do SPORTV, Marcos Freitas, o ponteiro Marcus Coelho do Minas foi escolhido o melhor em quadra.
O ponteiro Honorato do Minas, com o troféu Viva Vôlei/Divulgação MTC/Orlando Bento
PRÓXIMA RODADA
Na próxima rodada da competição, o Sada/Cruzeiro enfrenta o Vôlei Guarulhos, no domínio adversário, em partida adianta da 9ª rodada do turno. O confronto está marcado para a quinta-feira, 17 de Novembro, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. Já o Minas, recebe o Araguari, na Arena Uni-BH, em Belo Horizonte, no sábado, 19 de Novembro, às 21h, pela 6ª rodada do turno. O jogo terá transmissão do Canal Vôlei Brasil na internet.
O Praia Clube reassumiu a liderança da Superliga Feminina 2022/2023. Jogando em Bauru, contra o Sesi, pela terceira rodada da competição, o Praia saiu de quadra com um triunfo por 3×1, com parciais de 17/25, 25/22, 25/18, 25/23. Foi a quarta vitória do time de Uberlândia no torneio. Com o resultado, o Praia manteve 100% de aproveitamento na Superliga Feminina 2022/2023. Já o Sesi/Bauru, segue sem vencer na Superliga Feminina, em seu novo ginásio.
TROFÉU VIVA VÔLEI
Em grande jornada, a oposta Tainara recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra. Com 21 pontos, ela foi a maior pontuadora do confronto com o Sesi/Bauru, de acordo com as estatísticas da CBV. Pelo time adversário, a ponteira Thaisinha marcou 20 pontos, sendo 17 de ataque e 3 no serviço.
Tainara foi um dos destaques do Praia contra o Sesi/Bauru/Divulgação CBV/Patrycya Albuquerque
O JOGO
Enquanto tinha o controle do jogo no bloqueio, o Sesi/Bauru dominava o Praia. Com o desfalque da dominicana Brayelin Martínez, o time do Triângulo Mineiro tinha dificuldades no ataque. Para complicar, a holandesa Anne do Praia saiu do jogo após passar mal. Em seu lugar, a ponteira Vanessa Janke entrou muito bem. Com ela, o volume de jogo do Praia cresceu. Para completar, finalmente o bloqueio do Praia apareceu. Para se ter uma ideia, ao final do confronto, o Praia terminou o jogo, com 15 pontos diretos no fundamento contra 11 do Sesi/Bauru. Resultado: o Praia virou a partida, para 3×1.
PRÓXIMA RODADA
Na próxima rodada da competição, o Praia joga contra o Pinheiros, na quarta-feira, 16 de novembro, em casa, na cidade de Uberlândia, às 19h. Já o Sesi/Bauru viaja até Barueri, para enfrentar o time do tricampeão olímpico José Roberto Guimarães, também na quarta-feira, 16 de novembro, às 21h30. Os dois jogos terão transmissão do SPORTV 2.
Durante a semana que passou, a FIVB divulgou a tabela do Mundial de Clubes de vôlei 2022, nos dois naipes. A disputa masculina acontece no Brasil, em Betim, entre os dias 7 e 11 de Dezembro. Já a feminina, ocorre na Turquia, na cidade de Antalya, entre os dias 14 e 18 de Dezembro. Participam da competição masculina três times brasileiros. São eles: Sada/Cruzeiro, Minas e Vôlei Renata/Campinas. Já na competição feminina, o Brasil terá dois representantes. São eles: Praia Clube e Minas. O formato de disputa do torneio será o mesmo para ambas categorias. Dois grupos com três equipes. Os dois melhores de cada grupo avançam para semifinais. Os vencedores das semifinais disputam o título, os perdedores lutam pelo bronze. Confira abaixo, a tabela do Mundial de Clubes de vôlei 2022, nos dois naipes.
MUNDIAL DE CLUBES MASCULINO
Grupo A: Cruzeiro, Campinas e Perugia
Grupo B: Minas, Trentino e Paykan Club
Fase Classificatória
Quarta, 07/12 18h – Minas x Paykan Club 21h – Cruzeiro x Campinas
Quinta, 08/12 18h – Trentino x Paykan Club 21h – Campinas x Perugia
Sexta, 09/12 18h15 – Minas x Trentino 21h15 – Cruzeiro x Perugia
Sábado, 10/12 – Semifinais 18h15 – 1º do A x 2º do B 21h15 – 1º do B x 2º do A
Domingo, 11/12 – Finais 13h – Disputa de 3º lugar 16h – Final
O Sada/Cruzeiro é o atual campeão mundial de clubes no naipe masculino/Divulgação Sada/Cruzeiro/Agência i7
MUNDIAL DE CLUBES FEMININO
Grupo A: Praia Clube, Eczacibasi, Conegliano
Grupo B: Minas, Vakifbank, Kuanysh
Fase Classificatória
Quarta, 14/12
10h30 – Eczacibasi x Dentil/Praia Clube
13h30 – Vakifbank x Kuanysh
Quinta, 15/12
10h30 – Conegliano x Dentil/Praia Clube
14h – Vakifbank x Gerdau Minas
Sexta, 16/12
10h – Eczacibasi x Conegliano
13h – Kuanysh x Gerdau Minas
Sábado, 17/12, Semifinais
10h30 – 1º do A x 2º do B
14h – 1º do B x 2º do A
Domingo, 18/12, Finais
7h – Disputa do 3º lugar
10h – Final
O Vakifbank da Turquia é o atual campeão mundial de clubes, no naipe feminino/Vakifbank Twitter