BRASIL ESTREIA COM VITÓRIA EM TÓQUIO

A ponteira Garay, destaque da estreia/Divulgação FIVB

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Jogando na Ariaki Arena, contra a Coreia do Sul, o Brasil saiu de quadra com seu primeiro triunfo na competição, pelo placar máximo, com parciais de 25/10, 25/22, 25/19. As ponteiras brasileiras foram decisivas no jogo. Juntas elas marcaram 33 pontos, sendo que Garay foi a maior pontuadora do confronto com 17 pontos. Pela Coreia, a ponteira Kim, eleita MVP dos Jogos de Londres, em 2012, marcou 12 pontos.

Ao final da partida, a ponteira Fernanda Garay do Brasil comentou sobre a estreia em Tóquio, com a imprensa. “A estreia tem sempre nervosismo e ansiedade, mas hoje conseguimos controlar esses sentimentos. Conquistamos a vitória que era o nosso objetivo e o resultado por 3 sets a 0 foi importante. Estou feliz, mas sabemos que o caminho é longo e já temos que pensar no próximo adversário”.

Na próxima rodada do torneio feminino de vôlei de Tóquio, o Brasil enfrenta a República Dominicana, na manhã de terça-feira, 27 de Julho, às 7h40, com transmissão do SPORTV, TV Globo e BandSports. Já a Coreia do Sul, joga contra o Quênia, no mesmo dia, logo em seguida, às 9h45 da manhã.

A oposta Rosamaria, entrou muito bem no jogo, na inversão de rede/Divulgação FIVB

RESUMO

O Brasil começou o jogo impondo o seu ritmo. Com muito volume de jogo, vencendo os rallys, a seleção brasileira fez vários pontos de contra-ataque. A Coreia tinha dificuldades na virada de bola. O ataque coreano era impotente. O técnico Lavarini modificou sua equipe, mas o problema persistia. As brasileiras jogavam em ritmo de treino. Inexplicavelmente, a melhor atacante coreana, a ponteira Kim, não recebia bolas. A distribuição coreana era péssima.

A partir da segunda parcial, a Coreia tirou o peso da estreia e entrou no jogo. Finalmente, Kim começou a receber mais bolas, complicando o jogo das brasileiras. A oposta brasileira Tandara pontuava, mas tinha baixo aproveitamento no ataque. As coreanas conseguiram igualar o jogo. No sufoco, José Roberto resolveu a situação, com uma inversão de 5×1.

Na última parcial, a Coreia abriu uma vantagem de 5 pontos no começo do set. Mais uma vez, José Roberto promoveu a inversão de 5×1 e desencalhou a rede. A mudança deu tão certo, que ele manteve em quadra a oposta Rosamaria e a levantadora Roberta. Sem forças para reagir, a Coreia sucumbiu e o Brasil fechou o jogo em 3×0.

🇧🇷 BRASIL Macris (1), Tandara (10), Garay (17), Gabi (16), Carol (6), Carol Gattaz (7), Brait (L). Entraram: Roberta (0), Rosamaria (6), Ana Cristina (0). Técnico: José Roberto Guimarães

🇰🇷 COREIA DO SUL Yeum (0), Hee (5), Kim (12), Park (9), Yang (4), Kim Su Ji (5), Jihoung (L). Entraram: Jeong (1), Pyo (0), Hyejin (0), Lee (0), Park (0). Técnico: Stefano Lavarini

A seleção brasileira após a partida/Divulgação FIVB

CHINA É MASSACRADA PELA TURQUIA

Pelo torneio feminino de voleibol dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a seleção chinesa, atual campeã olímpica, foi derrotada pela Turquia de forma avassaladora. Na estreia da competição, pelo grupo B, a China esteve irreconhecível, sendo derrotada por 3×0, com parciais de 25/21, 25/14, 25/14. A grande estrela do time, eleita MVP dos Jogos do Rio 2016, a ponteira Zhu, teve baixo aproveitamento no ataque. Ela foi para o banco por duas vezes na partida. Já a Turquia, fez uma partida perfeita, não tomando conhecimento do adversário. As turcas foram superiores em praticamente todos os fundamentos. Karakurt marcou 18 pontos. Zhang fez 13 pontos. Na próxima rodada do grupo B, a Turquia enfrenta a Itália. Já a China joga contra os Estados Unidos.

A campeã olímpica Zhu teve dificuldades para superar o bloqueio turco/Divulgação FIVB

DIÁRIO OLÍMPICO – episódio 1

Foi dada a largada nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em noite de estreia brasileira, no naipe masculino, no torneio do voleibol, mais cinco jogos agitaram a quadra da Ariaki Arena. Com três viradas, Itália, Comitê Olímpico Russo, Irã, Japão e Estados Unidos foram os vencedores da 1ª rodada da competição. Confira abaixo, os detalhes dessas partidas.

Episódio 1

Abrindo o primeiro dia de Olimpíada, no torneio masculino de vôlei, Itália e Canadá entraram em quadra pelo grupo A. Os canadenses chegaram a abrir 2×0 no placar, mas não conseguiram sustentar a vantagem. Em uma péssima jornada, o oposto italiano Zaytsev foi substituído pelo técnico Blengini. Com grande atuação do jovem ponteiro Michieletto, a seleção italiana virou o jogo, para 3×2, com parciais de 26/28, 18/25, 25/21, 25/18, 15/11.

Zaytsev assistiu a virada italiana do banco/Divulgação FIVB

Seguindo a rodada, agora pelo grupo B, o Comitê Olímpico Russo enfrentou a Argentina. Em mais uma virada no dia, os representantes russos devolveram a derrota para os argentinos, na Rio 2016, pelo placar de 3×1, com parciais de 21/25, 25/23, 25/17, 25/21. O oposto Bruno Lima da Argentina foi o maior pontuador do confronto, com 18 pontos.

O bloqueio japonês/Divulgação FIVB

Na quarta partida do dia, pelo grupo A, os donos casa fizeram sua estreia contra a Venezuela. Sem sustos, o Japão fez um excelente jogo contra os venezuelanos. Chamou à atenção, neste confronto, o bloqueio japonês. Com 10 pontos diretos, o fundamento foi decisivo para o triunfo do Japão. O placar final do confronto ficou em 3×0, com parciais de 25/21, 25/20, 25/15, a favor do japoneses.

Ainda pelo grupo A, poloneses e iranianos duelaram logo cedo, hora de Brasília. Em mais uma virada na rodada, o Irã provocou a primeira zebra no torneio olímpico de vôlei masculino. Com uma vitória no tie-break, de forma espetacular, com parciais de 18/25, 25/22, 25/22, 22/25, 23/21, os iranianos bateram a favorita ao ouro Polônia.

O oposto Ghafour do Irã/Divulgação FIVB

O oposto Ghafour do Irã conversou com a imprensa sobre a vitória. “Eu estou muito feliz que nós fomos capazes de vencer esse jogo difícil. Eu acho que nossos torcedores estão orgulhosos até mesmo se perdêssemos essa partida, porque eles sabem que nós demos o melhor durante todo o jogo”.

Encerrando o dia, os norte-americanos realizaram a melhor exibição da rodada. Em jogo válido pelo grupo B, chave do Brasil, os Estados Unidos bateram a França. Em duelo direto de favoritos, melhor para os americanos, pelo placar de 3×0, com parciais de 25/18, 25/18, 25/22. O ponteiro americano Sander saiu do jogo como o maior pontuador, com 15 pontos.

A seleção norte-americana comemora ponto/Divulgação FIVB

DE VIRADA, COMITÊ RUSSO BATE ARGENTINA

Pela fase de grupos do Jogos de Tóquio, em jogo válido pela chave B, o Comitê Olímpico Russo bateu os argentinos. Jogando na Ariaki Arena, os representantes russos venceram o seu primeiro jogo na competição, de virada, por 3×1, com parciais de 21/25, 25/23, 25/17, 25/21. O oposto da Argentina Bruno Lima foi o maior pontuador do confronto, com 18 pontos. Em contrapartida, o oposto Mikhaylov marcou 17 pontos pelo Comitê Russo. Entre os fundamentos, destaque para o bloqueio dos representantes russos, com 13 pontos. Na próxima rodada, o Comitê Olímpico Russo enfrenta os Estados Unidos. Já a Argentina joga contra o Brasil.

O ponteiro Palácio contra o bloqueio russo/Divulgação FIVB

EM TESTE DE ESTREIA, BRASIL VENCE TUNÍSIA

O ponteiro Douglas Souza mudou o panorama do jogo com a Tunísia/Divulgação FIVB

O Brasil estreou com vitória nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Em jogo válido pelo grupo B da Olimpíada, contra a Tunísia, a seleção brasileira venceu seu primeiro compromisso na competição, pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/20, 25/15. Foi a segunda vez na história dos Jogos, que o Brasil bateu a Tunísia na estreia, por 3×0. O oposto brasileiro Wallace e o oposto tunisiano Ben Tara foram os maiores pontuadores do confronto, com 13 pontos cada.

Ao final da estreia com a Tunísia, o técnico Renan Dal Zotto comentou sobre o jogo, em conversa na área de imprensa da Arena Ariaki. “Estreia sempre gera uma tensão muito grande. Hoje não começamos bem nos dois primeiros sets, mas o time soube reagir e isso é um ponto positivo. Além disso, conseguimos mexer bem no time. Podemos melhorar bastante no saque ainda, mas o time não pegou a referência do ginásio e temos que ajustar ainda. Afinal, daqui para frente começa uma guerra impressionante”.

Na próxima rodada, os brasileiros terão o clássico sul-americano pela frente. A partida com os argentinos está marcada para a segunda-feira, 26 de Agosto, às 9h45 da manhã, com transmissão da TV Globo, SPORTV e BandSports. Já a Tunísia, enfrenta a França, na madrugada de domingo para segunda, também 26 de Agosto, às 4h25 da manhã.

A seleção brasileira comemora ponto/Divulgação FIVB

RESUMO

A Tunísia surpreendeu o Brasil ao não escalar o oposto Nagga. Em seu lugar, Ben Tara, nas duas primeiras parciais, foi muito eficiente no ataque. Os brasileiros entraram desligados na partida. Relaxada, a seleção brasileira melhorou nas passagens pelo serviço do central Isac. Os tunisianos mantinham uma linha de passe com 4 jogadores. Com bom volume de jogo, a Tunísia esteve na frente do placar, por muito tempo, nas duas primeiras parciais.

Com dificuldade no passe, Leal foi sacado da partida. Douglas Souza entrou muito bem, em seu lugar. Os brasileiros tomaram 5 pontos de bloqueio da Tunísia, na segunda parcial. A diferença do jogo estava no meio. Enquanto os atacantes brasileiros encaravam o paredão tunisiano, os centrais do país africano eram eficientes no ataque.

Com a melhora do passe, o jogo do Brasil fluiu. Bruninho e Lucão, que não faziam uma boa estreia, deslancharam. Os brasileiros acionaram o rolo compressor e a Tunísia se perdeu no jogo. Finalmente, o técnico tunisiano colocou em quadra o oposto Nagga. Mas já era tarde, o Brasil dominava o jogo e o técnico Renan aproveitou o momento para rodar o banco.

🇧🇷BRASIL Bruninho (2), Wallace (13), Leal (4), Lucarelli (10), Isac (7), Lucão (7), Thales (L). Entraram: Douglas Souza (10), Cachopa (0), Maurício Borges (2), Alan (1). Técnico: Renan Dal Zotto

🇹🇳TUNÍSIA Khaled (1), Ben Tara (13), Othmen (7), Moalla (0), Ahmed (8), Agrebi (3), Hmissi (L). Entraram: Nagga (3), Karamosli (1), Bouguerra (1). Técnico: Antônio Giacobbe

O oposto Wallace, maior pontuador da partida, com 13 pontos/Divulgação FIVB

A EVOLUÇÃO TÉCNICA E TÁTICA NA OLIMPÍADA

Nos últimos tempos, muito tem sido falado sobre o esgotamento da evolução do jogo no voleibol. No entanto, ao contrário do que se imaginava, nos último dois ciclos olímpicos, a modalidade apresentou novidades técnicas e táticas. Todas elas poderão ser vistas agora nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Como se sabe, o voleibol moderno é caracterizado por força e velocidade. Essa é a tônica do jogo desde a mudança da bola nos Jogos de Pequim 2008. Porém, aliado à força e velocidade, estão sendo introduzidos no jogo variações técnicas e outras importantes tendências táticas.

Falando tecnicamente, algumas mudanças já são visíveis. Por exemplo, desde o último Congresso Técnico da FIVB, já é permitido pela regra, largar no ataque, quase como um empurrão na bola, em uma ação quase conduzida da bola. Obviamente, isso foi muito questionado entre os especialistas. Para os puristas, uma clara violação da regra. Na hora do jogo, segundo a FIVB, a interpretação desse lance fica a critério da arbitragem.

Outra mudança importante, que abrange técnica e tática, foi vista nos últimos tempos, no naipe masculino: o saque híbrido. Misto de saque viagem, com saque flutuante, esse serviço é uma grande evolução da modalidade por quebrar a dicotomia entre força e velocidade. Mas atenção, ele em nada se parece com o serviço flutuante. Neste tipo de saque, o jogador se lança em uma ação de viagem, e ao tocar na bola, ela perde velocidade e morre na frente do passador.

A levantadora Macris/Divulgação

Outra mudança técnica, dessa vez no naipe feminino, que alguns anos atrás, poderia ser considerada uma aberração, é a segunda bola de toque. Tendência lançada pela levantadora brasileira Macris, atualmente, já é uma realidade entre todas as levantadoras do mundo. Detalhe: essa ação de segunda bola de toque é realizada sem salto, com os pés apoiados no chão.

Falando taticamente, em mais uma inovação brasileira, no naipe masculino, o técnico Renan Dal Zotto tem recomendado aos seus jogadores, trabalhar os lances de contra-ataques, ao invés de matar o ponto no xeque-mate, em chances geradas pelo serviço. Algo questionável, já que o Brasil é a única seleção no mundo no naipe masculino, que aparentemente prefere trabalhar o ponto ao invés de matar no xeque.

Ainda sobre essa questão, seguindo essa linha, existe outra tendência lançada pelo voleibol masculino europeu, de matar o ponto, na segunda bola, em ações geradas de forma gratuita pelos adversários. Um dos países que melhor executam essa bola, é a seleção da França, tamanha habilidade de seus jogadores.

O ponteiro francês Ngapeth, um dos jogadores mais habilidosos do mundo/Divulgação

Outras táticas escondidas pelos treinadores, poderão ser vistas, no naipe feminino, durante os Jogos de Tóquio. No caso brasileiro, uma dessas tendências de aposta do técnico José Roberto Guimarães é a troca de posição entre oposta e ponteira na rede, com inversão. Neste caso, o coringa do treinador brasileiro seria Rosamaria. Essa tática foi muito adotada por ele, durante o ciclo olímpico, principalmente, no título do Grand Prix 2017.

Rosamaria, o coringa de José Roberto/Divulgação

Outra variação tática, que deverá ser utilizada por muitas seleções, é o ataque pelo fundo da oposta na posição 1, com finta na rede da central. Essa jogada é tendência atual do jogo. No caso asiático, a bola entre o meio e a ponta, com velocidade, deve ser muito utilizada pelas ponteiras Zhu da China e Kim da Coreia do Sul.

A ponteira chinesa Zhu, atacando a bola entre o meio e a ponta/Divulgação

Além disso, outras tendências táticas do jogo, no naipe feminino, foram resgatadas ao longo do tempo. Por exemplo, atualmente, no caso norte-americano, por contar com uma oposta canhota, aquela antiga movimentação dessa posição, quando ela está invertida na rede, foi adaptada para os dias de hoje. No caso, a oposta Drews percorre toda a quadra, para atacar na saída de rede, quando está na posição 4.

Esteticamente estranha, essa movimentação pode ser o tendão de Aquiles americano nos Jogos de Tóquio. Isso porque, quando acontecia antigamente, a oposta tinha função de passe, e normalmente atacava pelo meio, quando estava na posição 4. Algumas variações ocorriam quando se tratava de uma jogadora canhota, mas a ação era bem melhor executada antes do que hoje no caso norte-americano.

A oposta norte-americana Drews, ao centro/Divulgação

Bem, isso pode parecer estranho, mas já vem sendo adotado pelo vôlei europeu feminino de clubes, na última temporada, até mesmo com opostas destras, como no caso turco, com a jovem jogadora Karakurt. Tudo para tentar não encalhar a rede e conter os danos, quando a oposta está na posição 4. Algo impensável para o naipe masculino.

Para encerrar, outra “velha” nova novidade, é o resgate do ataque de fundo pela posição 5, nos dois naipes. Talvez, mais uma solução encontrada para o desencalhe da rede, quando o oposto está na posição de entrada. Porém, também muito usual, para rodar a rede, aproveitando o potencial de ponteiros, com alto percentual de ataque, na bola pipe, pela posição 5.

AS PROJEÇÕES DA ASSOCIATED PRESS

A Associated Press, uma das maiores agências de notícias do mundo, publicou na última segunda-feira, 19 de Julho, uma previsão do quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em se tratando de voleibol de quadra, segundo a agência, o Brasil subirá ao pódio nos dois naipes. Na categoria masculina, o Brasil seria medalha de prata. Na categoria feminina, o Brasil seria medalha de bronze.

Ainda de acordo com a Associated Press, entre os homens, o pódio olímpico em Tóquio seria completado pelo ouro da Polônia e o bronze da França. Entre as mulheres, os Estados Unidos conquistariam o seu primeiro ouro olímpico na modalidade. A prata ficaria com a China, atual campeã olímpica.

No entanto, quando comparado as projeções da agência para os Jogos do Rio, em 2016, com os resultados finais daquela Olimpíada, temos algumas discrepâncias. O único acerto da Associated Press foi o ouro do Brasil no naipe masculino. Naquela época, para agência, a Polônia seria prata e a Rússia bronze. O resultado final foi a Itália com a prata e os Estados Unidos com o bronze.

No caso do feminino, o erro de prognóstico é evidente. Segundo a agência, os Estados Unidos seriam ouro, o Brasil seria prata e a China seria bronze. Deu tudo errado! A China ficou com o seu terceiro ouro na história das Olimpíadas, a Sérvia foi medalhista pela primeira vez, ficando com a prata, e os Estados Unidos foi bronze.

Além disso, para quem acompanha o voleibol com frequência, é interessante notar que o pódio olímpico previsto para os Jogos de Tóquio, pela Associated Press, é idêntico ao do Mundial 2014 na categoria feminina e quase o mesmo do Mundial 2014 na categoria masculina.

Naquele ano, entre as mulheres, os Estados Unidos foi campeão mundial pela 1ª vez, contra a China, que ficou com a prata. O Brasil apesar do favoritismo foi bronze. Entre os homens, após um jejum de 30 anos, a Polônia foi campeã mundial, em casa, contra o Brasil, que ficou com a prata. A divergência com a projeção da agência para 2020, seria na disputa do bronze. Em 2014, a Alemanha bateu a França, por 3×0, ficando em 3º lugar.

ITÁLIA É CAMPEÃ MUNDIAL SUB-20

A seleção feminina italiana é campeã mundial sub-20. Jogando em Roterdã, na Holanda, neste Domingo, 18 de Julho, a Itália bateu a Sérvia, na grande final da competição, pelo placar máximo, com parciais de 25/18, 25/20, 25/23. Foi o segundo título italiano na história do torneio na categoria sub-20. A levantadora italiana Gaia Guiducci foi eleita MVP do Mundial. Completou o pódio, em 3º lugar, a seleção da Rússia, após vencer a Holanda, dona da casa, na disputa do bronze, por 3×2, com 22/20 no tie-break. O Brasil encerrou a competição na 7ª colocação.

As jogadoras italianas beijam a taça do Mundial/Divulgação FIVB