RESUMO DA COPA – dia 9

Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em Osaka, no Japão, em jogos válidos pela nona rodada da competição, 6 partidas foram disputadas, na madrugada de sexta-feira, 27 de Setembro. Na abertura do dia, jogando com uma equipe mesclada, a Coréia do Sul derrotou o Quênia, por 3×0, com parciais de 25/15, 25/16, 25/21. A queniana Kiprono foi a maior pontuadora do confronto, com 10 pontos.

A seleção coreana comemora ponto/Divulgação FIVB

Na sequência dos jogos da rodada, dominicanas e argentinas se enfrentaram na quadra principal de Osaka. Melhor para a Republica Dominica, por 3×0, com parciais de 25/16, 25/23, 27/25. Foi a quarta vitória dominicana na competição. Brayelin Martínez foi o destaque individual da partida. Em apenas 3 sets, ela marcou incríveis 26 pontos.

A oposta Martínez no ataque/Divulgação FIVB

Ainda no mesmo ginásio de Osaka, após a vitória brasileira contra Camarões, na outra quadra, a China ficou muito perto do título da Copa do Mundo 2019. Jogando contra a Holanda, as chinesas tiveram uma excelente desempenho no bloqueio. Foram 14 pontos no fundamento contra apenas 4 das holandesas. A performance no bloqueio foi a principal responsável pela vitória contra a Holanda, por 3×1, com parciais 25/19, 25/16, 21/25, 25/19. Mesmo assim, a oposta holandesa Sloetjes anotou 24 pontos, sendo a maior pontuação do jogo.

Encerrando o dia de jogos, na Arena Edion, em Osaka, um confronto de interesse para o Brasil, entre russas e americanas. Na briga por um lugar no pódio, para as brasileiras, uma vitória dos Estados Unidos era fundamental. Foi o que aconteceu. Em jogo muito disputado, vitória americana, por 3×2, com parciais 24/26, 25/22, 25/22, 17/25, 15/8. A ponteira dos Estados Unidos Robinson saiu de quadra com 27 pontos, sendo o destaque absoluto do jogo na pontuação. Pela Rússia, Goncharova marcou 22 pontos.

Finalizando a rodada, na quadra principal de Osaka, o Japão virou o jogo para a cima da Sérvia. Após sair perdendo por 2×0 no placar, as japonesas reagiram contra o times B da atual campeã mundial e vice-olímpica. No fim, vitória do Japão no tie-break, com parciais de 21/25, 21/25, 25/20, 25/20, 15/6. A central Popovic da Sérvia foi a maior pontuadora do duelo com 24 pontos, sendo 17 de ataque, 5 de bloqueio e 2 de saque.

A central Popovic em destaque/Divulgação FIVB

BRASIL CONQUISTA SEXTA VITÓRIA NA COPA

Pela nona rodada da Copa do Mundo de vôlei feminino, disputada no Japão, o Brasil venceu a seleção de Camarões, sem sustos. Com mais uma grande atuação da central Mara, ela foi a maior pontuadora brasileira no jogo, com 11 pontos, a seleção feminina triunfou por 3×0, com parciais de 25/11, 25/17, 25/18. A camaronesa Moma foi o destaque individual da partida. Ela anotou 13 pontos.

O técnico brasileiro José Roberto Guimarães aproveitou o duelo para utilizar todo elenco, com exceção da líbero Leia. Ele falou sobre isso, ao final da partida, com a assessoria da CBV. “Foi uma vitória importante para nossa sequência na competição. O comportamento foi muito positivo em relação a foco e concentração durante toda a partida. A ideia hoje era dar ritmo de jogo às jogadoras porque ainda teremos dois confrontos difíceis pela frente”.

Com o resultado, o Brasil segue na luta por um lugar ao pódio. Para isso, a seleção brasileira precisar vencer os seus dois próximos jogos, de preferência por 3×0 ou 3×1. Na próxima rodada, as brasileiras enfrentam a Coréia do Sul, a partir das 23h, dessa sexta-feira, 27 de Setembro, com transmissão do SPORTV 2. Já Camarões joga contra os Estados Unidos.

A seleção brasileira após o jogo/Divulgação FIVB

O INUSITADO JOGO DO TÍTULO

No ano de 2007, a seleção brasileira masculina de vôlei conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo, no Japão. Em meio à polêmica do corte de Ricardinho, durante o mesmo ano, no Pan do Rio, o Brasil iniciou a campanha na competição com uma derrota inesperada, pelo placar máximo, para os Estados Unidos. Na sequência da disputa, os comandados de Bernardinho iniciaram uma recuperação histórica rumo ao ouro da Copa. Foram 9 vitórias consecutivas, em 9 jogos, pelo placar de 3×0, contra adversários poderosos como Rússia e Bulgária, até o jogo do título.

No fatídico duelo, contra o Japão, em Tóquio, os brasileiros cederam a primeira parcial na competição, depois da derrota para os americanos, na primeira rodada, por 25/23. Os japoneses vendiam caro para o Brasil o bicampeonato da Copa do Mundo 2007. A seleção masculina virou o placar com certa dificuldade e resistência do Japão, 25/21, 25/19. No começo da quarta parcial, a seleção japonesa imprimiu um ritmo forte, abrindo 5 pontos de vantagem, antes da parada técnica. Até que o inusitado entrou em quadra.

De repente, de uma hora para outra, o jogo foi paralisado pela arbitragem. Segundo a mesa, os japoneses colocaram um atleta para jogar o set, de forma irregular, sem inscrever na papeleta do rodízio. Os sete pontos do Japão foram anulados. O placar da parcial, antes desfavorável a seleção brasileira em 5 pontos, ficou favorável em 2×0. Foi tudo que os brasileiros pediram aos céus! Resultado: 25/18 para o Brasil, mais uma conquista no currículo da geração mais vitoriosa do voleibol brasileiro e classificação olímpica garantida para os Jogos de Pequim, em 2008. Para fechar o pacote, Giba foi escolhido o MVP de uma grande competição pela 4ª vez. Serginho foi eleito melhor líbero e Dante o melhor atacante.

RESUMO DA COPA – dia 8

Foi encerrada a segunda etapa da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019 no Japão. Após 8 rodadas, a China lidera a competição com 8 vitórias, em 8 jogos, 23 pontos. Os Estados Unidos estão na vice-liderança, com apenas uma derrota. A briga por um lugar no pódio esquentou. Rússia, ainda com chances remotas de título, Holanda e Brasil disputam a medalha de bronze. A próxima etapa do torneio acontece na cidade de Osaka. Serão mais três rodadas para a definição do título.

Rodada 8

Em Toyama, na abertura de jogos do dia, na terça-feira, 24 de Setembro, a Coréia do Sul conquistou um grande resultado. Contra a Sérvia alternativa, atual campeã mundial, bicampeã europeia e vice-olímpica, as coreanas não se intimidaram. O triunfo coreano foi pelo placar de 3×1, com parciais de 25/21, 25/18, 15/25, 25/23. As opostas Kim da Coréia e Ana Bjelica da Sérvia foram as maiores pontuadoras do confronto com 21 pontos.

A oposta coreana Kim/Divulgação FIVB

Na outra sede, em Sapporo, os Estados Unidos se recuperaram da derrota para a China, na rodada anterior. Diante da República Dominicana, as americanas ganharam a partida pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/23, 25/9. A oposta dos Estados Unidos Drews foi o destaque individual do jogo. Ela marcou 23 pontos, sendo 18 de ataque, 3 de bloqueio, 2 de saque.

Na sequência de duelos, em Toyama, a seleção camaronesa aprontou novamente. Depois de assustar a República Dominicana, dessa vez a vítima foi a Argentina. No entanto, como da primeira vez, do feito histórico, Camarões saiu de quadra derrotado, após fazer 2×0 no placar. No fim, vitória da Argentina, de virada, com parciais de 21/25, 20/25, 25/20, 25/20, 15/12. A oposta argentina Lúcia Fresco anotou 32 pontos.

A oposta Lucia Fresco, maior pontuadora do jogo/Divulgação FIVB

Já em Sapporo, a China não tomou conhecimento da seleção queniana. Com uma equipe mesclada, as chinesas não encontraram resistência alguma, conquistando a oitava vitória consecutiva na Copa, a sétima pelo placar máximo, com parciais de 25/12, 25/12, 25/14. A oposta da China Gong saiu de quadra com 13 pontos, a maior do jogo.

Ao fim do jogo, a técnica chinesa Lang Ping comentou sobre a partida com a FIVB. “Hoje foi uma boa oportunidade para jovens atletas jogarem. Isso é muito importante para ganharem experiência. Temos que estar concentradas no próximo jogo contra a Holanda. Elas são um dos melhores times da Europa. Espero que nossas jovens jogadoras também aprendam muito com nossos adversários. Nas grandes competições, é muito difícil dar oportunidades para elas aprenderem a atmosfera das competições”.

Encerrando a rodada, na sede de Toyama, Rússia e Holanda fizeram o clássico europeu. Depois de obter uma vantagem de 5 pontos na primeira parcial, as holandesas permitiram a virada russa no set. Com 16 pontos de Goncharova, a Rússia venceu a partida decisiva, por 3×0, com parciais de 26/24, 25/18, 25/20.

COM PACIÊNCIA, BRASIL DERROTA JAPÃO

Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em jogo válido pela oitava rodada, a seleção brasileira feminina encerrou a segunda etapa da competição, em Sapporo, no Japão, com vitória. Foi o quinto triunfo do Brasil no torneio. Contra as japonesas, donas da casa, as brasileiras fizeram um bom jogo e conquistaram um resultado positivo por 3×0, com parciais de 25/14, 25/21, 25/23. Mais uma vez na Copa, Gabi foi o destaque individual brasileiro e da partida com 16 pontos. Pelo Japão, a ponteira Yuki Ishii marcou 12 pontos.

Com o resultado, o Brasil segue na briga por um lugar no pódio da Copa do Mundo 2019. Para isso, precisa vencer todos os seus próximos três jogos e torcer por tropeços de Rússia e Holanda. Nas próximas rodadas, a seleção brasileira enfrenta as seleções de Camarões, Coréia do Sul e Rússia, no dias 27, 28 e 29 de Setembro, respectivamente. O confronto direto com as russas deverá ser decisivo. Todos as três partidas serão transmitidas pelo SPORTV 2.

Ao fim do jogo com o Japão, o técnico José Roberto Guimarães fez um comentário sobre a partida, em conversa com a assessoria da CBV. “O resultado do jogo não mostra a realidade que foi a partida. O 1º set foi fora da curva e o segundo e o terceiro foram disputados ponto a ponto. Quando o Japão tem a bola para contra-atacar é complicado para o time delas. Elas têm muita velocidade. Sempre me preocupo muito nas partidas contra o Japão. É uma equipe que não desiste nunca e tem muita qualidade. Foi uma vitória importante”.

RESUMO

Em jogo de defesa, confirmar as possibilidades de contra-ataque foi fundamental. Além disso, nos momentos decisivos, a diferença do jogo a favor das brasileiras esteve no bloqueio. Foram 11 pontos do Brasil no fundamento contra 5 das japonesas. As inversões de rede brasileiras durante o duelo funcionaram bem. Efetiva no sistema defensivo, superior ao adversário asiático no fundo de quadra, muitas vezes na partida, a seleção brasileira errou muito pouco. Ao contrário do Japão. Foram 9 pontos cedidos em erros do Brasil contra 18 das japonesas. Tal número demonstra como o volume de jogo brasileiro provocou um alto número de erros, para uma seleção de excelente nível técnico como o Japão.

JAPÃO Sato (2), Shinnabe (8), Araki (5), Okumura (8), Ishii (12), Koga (5), Kobata (L). Entraram: Miyashita (0), Osanai (1), Ishikawa (8). Técnica: Kumi Nakada

BRASIL Macris (1), Lorenne (15), Fabiana (12), Mara (6), Gabi (16), Amanda (1), Leia (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (2), Drussyla (4). Técnico: José Roberto Guimarães

O bloqueio brasileiro/Divulgação FIVB

RESUMO DA COPA – dia 7

Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, na madrugada de domingo para segunda, 23 de Setembro, aconteceu a sétima rodada da competição, no Japão. Abrindo o dia de jogos, em Toyama, a Holanda derrotou a Coréia do Sul pelo placar de 3×1, com parciais de 25/19, 21/25, 25/22, 25/23. A oposta holandesa Plak foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos.

Na sequência das partidas, depois da vitória brasileira sobre a República Dominicana, em Sapporo, a Sérvia venceu Camarões pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/14, 25/17, na sede de Toyama. A ponteira servia Lazovic saiu de quadra como o destaque individual do jogo. Ela marcou 19 pontos.

O time sérvio comemora ponto/Divulgação FIVB

Logo cedo, hora de Brasília, após o triunfo chinês contra os Estados Unidos, na cidade de Sapporo, a Rússia conquistou a sexta vitória na Copa. O resultado positivo ocorreu no duelo com a Argentina. As russas ganharam o jogo sem dificuldades, por 3×0, com parciais de 25/21, 25/16, 25/21. Mesmo com revés, a ponteira Nizetich da Argentina marcou 13 pontos, sendo a maior do jogo, um ponto acima da oposta russa Goncharova.

Encerrando a rodada, em Sapporo, o Japão passou pelo Quênia pelo placar de 3×0, com parciais de 25/18, 25/22, 25/20. As africanas oferecem certa resistência surpreendente. As japonesas entraram em quadra com um time mesclado. Sarina Koga do Japão e Edith Mukuvilani do Quênia lideraram juntas a pontuação com 13 pontos cada.

O destaque do Quênia no jogo/Divulgação FIVB

NO DUELO DE INVICTOS, MELHOR PARA A CHINA

A seleção chinesa feminina de vôlei ficou próxima do título da Copa do Mundo 2019. Contra os Estados Unidos, no duelo de invictos, a China não deu chances para o adversário. Com uma atuação convincente, as chinesas venceram o jogo decisivo por incontestáveis 3×0, com parciais de 25/16, 25/17, 25/22. Ting Zhu foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos. Pelo lado americano, Lowe anotou 10 pontos.

Com o resultado, a China manteve a liderança na competição, agora de maneira isolada. Na próxima rodada, as chinesas enfrentam o Quênia. Já os Estados Unidos jogam contra a República Dominicana, na madrugada de terça-feira, 24 de Setembro, a partir das 00h30, com transmissão do SPORTV 2.

RESUMO

Para neutralizar a velocidade e a variação do ataque americano, a China exerceu uma estratégia de saque agressiva. Os Estados Unidos tiveram muitas dificuldades com o serviço chinês. Sem o passe na mão, as americanas perderam muita eficiência na virada de bola. Os Estados Unidos não conseguiram rodar bolas mais altas e extremas, ao contrário da China.

Para piorar a situação das americanas, a China defendeu tudo e criou muitas chances de contra-ataques, convertidos em pontos. O técnico americano, Karch Kirally fez várias modificações tentando mudar o panorama do jogo. No entanto, a reação da sua seleção foi comprometida pela baixa eficiência americana nos contra-ataques.

CHINA Ding (1), Gong (6), Yuan (10), Ni Yan (6), Zhu (23), Zhang (13), Wang (L). Técnica: Lang Ping

EUA Poulter (1), Drews (6), Ogbogu (5), Washington (4), Robinson (5), Larson (9), Courtney (L). Entraram: Carlini (1), Lowe (10), Hill (0), Wong (L), Bartsch (4), Dixon (0). Técnico: Karch Kirally

Zhu em ação de ataque/Divulgação FIVB

COM OSCILAÇÕES, BRASIL VENCE DOMINICANAS

Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em jogo válido pela sétima rodada, o Brasil reencontrou o caminho das vitórias. Depois de duas derrotas consecutivas para EUA e China, a seleção brasileira feminina conquistou o quarto triunfo na competição contra as dominicanas. Ao contrário do duelo com as chinesas, a seleção feminina oscilou, mas saiu de quadra com um resultado positivo. O placar final da partida foi 3×1, com parciais de 25/16, 23/25, 25/19, 25/22. A ponteira brasileira Gabi foi o destaque individual do confronto. Ela anotou 21 pontos. Pela República Dominicana, a oposta Brayelin Martínez marcou 19 pontos.

Com o resultado, o Brasil segue na briga por um lugar no pódio da Copa do Mundo 2019. A equipe brasileira permanece na 6ª posição na tabela, agora com 12 pontos, 4 vitórias e 3 derrotas. O próximo desafio da seleção feminina na competição é contra o Japão, dono da casa. Se ainda sonha com uma medalha no torneio, o Brasil não pode perder esse jogo. A partida acontece na terça-feira, 24 de Setembro, pela manhã, às 7h20, com transmissão do SPORTV 2. Já as dominicanas, enfrentam os Estados Unidos, na madrugada de terça, às 00h30, também com transmissão do SPORTV 2.

RESUMO

O serviço brasileiro fez o dever de casa e colocou a frágil linha de recepção dominicana em apuros. Além disso, a República Dominicana, como de costume, cedeu muitos pontos em erros. A surpresa da partida ficou por conta do bom volume de jogo dominicano na defesa. Graças a ele, a República Dominicana compensou as falhas na virada de bola e na recepção, conseguindo equilibrar as ações do jogo.

Já o Brasil oscilou em alguns momentos. O principal destaque brasileiro foi o sistema defensivo, que voltou a funcionar de maneira efetiva. A levantadora Macris teve lampejos de sua temporada de clubes, com uma boa distribuição. Gabi foi a melhor em quadra. Na hora decisiva, foi com ela que o Brasil contou. Para superar o volume de jogo dominicano, as atacantes tiveram paciência suficiente para decidir os pontos.

REP. DOMINICANA Marte (2), Martinez (19), Jineiry Martínez (8), Eve (6), De La Cruz (17), Rivera (13), Martínez (L). Entraram: Dominguez (0), Gonzalez (0), Pena (0). Técnico: Marco Kwiek

BRASIL Macris (3), Lorenne (18), Bia (3), Mara (7), Gabi (21), Amanda (9), Leia (L). Entraram: Roberta (1), Sheilla (5), Fabiana (4), Drussyla (1). Técnico: José Roberto Guimarães

Gabi no ataque/Divulgação FIVB

IRÃ É TRICAMPEÃO ASIÁTICO

No último sábado, 21 de Setembro, em Teerã, no Irã, a seleção iraniana masculina de vôlei sagrou-se campeã asiática. Foi o terceiro título do Irã na história da competição. Anteriormente, os iranianos também conquistaram o continente em 2011 e 2013. Em 2019, na decisão, a seleção iraniana derrotou os australianos por incontestáveis 3×0, com parciais de 25/14, 25/17, 25/21. Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção japonesa. Na disputa do bronze, o Japão venceu a Coréia do Sul, por 3×1, com parciais de 25/23, 25/17, 23/25, 25/22.

RESUMO DA COPA – dia 6

Começou nesse domingo, 22 de setembro, a segunda etapa da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, no Japão, nas cidades de Toyama e Sapporo. Pela primeira vez na competição, a China cedeu parciais aos adversários. Mesmo assim, com a vitória sobre o Brasil no tie-break, as chinesas mantiveram a liderança no torneio. Tudo porque, os Estados Unidos perderam a chance de assumir a ponta da tabela, depois de derrotar o Japão, também no tie-break.

Rodada

Na abertura da segunda etapa, em Toyama, a Coréia do Sul conquistou a terceira vitória na Copa do Mundo 2019. Contra a Argentina, a coreanas triunfaram por 3×1, com parciais de 25/19, 21/25, 25/19, 25/9. A ponteira Lee foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos. Pela Argentina, a oposta Fresco marcou 22 pontos.

A coreana Lee executa o serviço/Divulgação FIVB

Na sequência de jogos, em Sapporo, a República Dominicana também venceu pela terceira vez na competição. Diante do Quênia, as dominicanas não tomaram outro susto, como no duelo com Camarões, saindo de quadra com uma vitória tranquila, pelo placar máximo, com parciais de 25/17, 25/19, 25/19. Betânia de La Cruz foi o destaque individual do jogo. Ela anotou 16 pontos.

Na terceira partida do dia, em Toyama, a Holanda não teve dificuldades para bater Camarões, em pouco mais de uma hora, por 3×0, com parciais de 25/15, 25/14, 25/18. A oposta holandesa Celeste Plak marcou 17 pontos na partida, sendo a maior anotadora do confronto.

A holandesa Celeste Plak em ação de ataque/Divulgação FIVB

No clássico europeu, na sede de Toyama, a Rússia alcançou importante resultado contra a Sérvia, adversária direta pelo pódio. As russas derrotaram a atual campeã mundial, bicampeã europeia e vice-olímpica, por 3×1, com parciais de 25/16, 20/25, 25/23, 25/16. Para variar, Goncharova teve um excelente desempenho na pontuação, a maior em quadra, com 21 pontos.

Encerrando o dia de competições, após a vitória chinesa sobre o Brasil, no tie-break, o Japão enfrentou os Estados Unidos, também na sede de Sapporo, em jogo de longa duração. As americanas perderam a chance de assumir a liderança da Copa, nos critérios de desempate. A vitória por 3×2, com parciais de 26/24, 22/25, 25/21, 23/25, 15/8, manteve a invencibilidade e a vice-liderança americana no torneio. Bartsch marcou 30 pontos, sendo a maior da partida.