A RODADA INAUGURAL DA SUPERLIGA B 2020

Começou em Lavras, Minas Gerais, na quinta-feira passada, 23 de Janeiro, a Superliga B 2020. Oito equipes participam da competição nos dois naipes. Os dois melhores de cada torneio sobem para a primeira divisão da Superliga, na temporada 2020/2021. No masculino, disputam o acesso os seguintes times: Lavras Vôlei, Uberlândia/Gabarito, Anápolis, São José, Upis/Brasília, Apav Vôlei, Juiz de Fora e Vedacit/Vôlei Guarulhos.

Na 1ª rodada, dentro de casa, o Lavras Vôlei foi derrotado pelo Uberlândia/Gabarito, por 3×1, com parciais de 25/20, 26/24, 18/25, 25/18. O central Symon do Uberlândia foi escolhido o melhor do jogo. Ele recebeu o troféu Viva Vôlei. Em Anápolis, o time da casa venceu o São José, com o apoio da torcida, por 3×2, com parciais de 22/25, 25/19, 25/19, 24/26, 15/12. Leandrão do Anápolis foi eleito o melhor em quadra, recebendo o troféu Viva Vôlei ao final da partida.

Ainda pela rodada inaugural, o Upis/Brasília também ganhou na estreia, dentro de casa, contra o APAV Vôlei do Rio Grande do Sul. O placar final do confronto ficou em 3×2, com parciais de 20/25, 25/17, 21/25, 25/17, 17/15. Matheus Martins do Brasília ficou com o troféu Viva Vôlei. Fechando a rodada, o Vedacit/Guarulhos bateu o Juiz de Fora, por 3×1, com parciais de 25/23, 25/27, 25/21, 25/19, no ginásio da UFJF, em Juiz de Fora. Polegar foi escolhido o melhor em quadra por sua atuação. Ele ganhou o troféu Viva Vôlei.

Anápolis Vôlei iniciou a Superliga B com triunfo dentro de casa/Divulgação Anápolis Vôlei

Feminino

No sábado, 25 de Janeiro, foi a vez da versão feminina da Superliga B iniciar a competição. Em Itajaí, Santa Catarina, no ginásio Ivo Silveira, um duelo local abriu a disputa por duas vagas na Superliga 2020/2021. Jogando em casa, o Itajaí Vôlei saiu de quadra com uma vitória na estreia contra a Chapecoense, por 3×1, com parciais 25/21, 25/27, 25/15, 25/9. A ponteira Sassá recebeu o troféu Viva Vôlei.

Na Arena Bradesco, em Osasco, o Bradesco Esporte bateu o Sport Recife por 3×0, com parciais de 25/21, 28/26, 25/19. A oposta Dani Chechetto foi eleita a melhor do jogo, recebendo o troféu Viva Vôlei, ao final da partida. No Paraná, em São José dos Pinhais, o time da casa venceu o Franca, por 3×1, com parciais de 25/17, 25/20, 22/25, 25/17. Ciça do São José dos Pinhais ficou com o troféu Viva Vôlei.

Fechando a 1ª rodada da Superliga B feminina, o Brasília Vôlei derrotou o Bluvôlei, dentro de casa, no ginásio do Sesi Taguatinga, pelo placar máximo, com parciais de 25/12, 25/18, 25/12. A ponteira Ingrid do Brasília foi o destaque da partida recebendo o troféu Viva Vôlei ao final do jogo.

Fonte: CBV

SADA/CRUZEIRO É PENTACAMPEÃO DA COPA DO BRASIL

O Sada/Cruzeiro derrotou o Sesi/SP na grande final da Copa do Brasil 2020, disputada em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Com o resultado, a equipe mineira sagrou-se pentacampeã da competição. Foi o terceiro título consecutivo do torneio. Anteriormente, a equipe comandada pelo técnico argentino Marcelo Mendez venceu as edições de 2014, 2016, 2018, 2019.

Na decisão de 2020, o time cruzeirense conquistou o título, com uma vitória por 3×0, com parciais de 25/23, 25/22, 25/12, sobre o Sesi/SP. O oposto Alan do Sesi foi o maior pontuador da final com 18 pontos. Pelo lado campeão, o central Isac e o oposto Luan anotaram 13 pontos cada. Ao final do jogo, o campeoníssimo Marcelo Mendez comemorou a conquista em conversa com a assessoria da CBV.

“Trabalhamos para jogar cada dia melhor e trabalhamos para sermos campeões também. Nem sempre é possível, mas este é sempre o nosso objetivo. Fico feliz pelo jogo que fizemos na semifinal e por tudo que mostramos hoje nesta decisão. Hoje, nas duas primeiras parciais conseguimos fechar e atuar melhor nas bolas decisivas, acho que foram duas ações de bloqueio importantes. Já no terceiro set fizemos muita diferença no ataque e no saque também. Mostramos um bom voleibol e temos que seguir trabalhando assim na Superliga”.

SADA/CRUZEIRO Cachopa, Luan, Isac, Otávio, Perrin, Conte, Lukinha (L). Entraram: Rodriguinho, Filipe, Evandro. Técnico: Marcelo Mendez

SESI/SP William, Alan, Barreto, Éder, Fábio, Lucas Lóh, Murilo (L). Entraram: Pureza (L), Daniel, Matheus, Birigui. Técnico: Rubinho

A CAMPANHA DO TÍTULO

Quartas-de-final

15/01 Cruzeiro 3×0 Itapetininga 25/20, 25/20, 25/23

Semifinal

24/01 Cruzeiro 3×1 Sesc/RJ 25/17, 21/25, 25/23, 25/13

Final

25/01 Cruzeiro 3×0 Sesi/SP 25/23, 25/22, 25/12

A comemoração celeste/Filipe de Andrade/Inovafoto/CBV

SESI/SP É FINALISTA DA COPA DO BRASIL

O Sesi/SP é finalista da Copa do Brasil 2020. Para chegar a decisão do título, o time paulista bateu o rival Taubaté, pela semifinal da competição, disputada em Jaraguá do Sul. O placar final do confronto ficou em 3×1, com parciais de 25/22, 12/25, 25/20, 25/22, a favor do Sesi/SP. Na grande final, a equipe comandada pelo técnico Rubinho terá pela frente o Sada/Cruzeiro, quatro vezes campeão do torneio e atual detentor do título. O duelo pelo ouro da Copa do Brasil 2020, acontece nesse sábado, 25 de Janeiro, às 20h30, com transmissão do SPORTV 2.

O JOGO

O Sesi/SP conquistou a classificação para a final depois de realizar uma partida consistente. A grade atuação individual do oposto Alan contribuiu para a vitória. Ele marcou 20 pontos. Apesar disso, o Sesi sofreu um grande apagão na segunda parcial da partida. Um fator determinante para o fato, foi a passagem do ponteiro Lucarelli do Taubaté pelo serviço. Ele engatou uma sequência de saques e ficou mais dez pontos no serviço. Depois desse set, o Sesi retomou o controle do jogo e fechou o duelo em 3×1.

Ao final do confronto, o líbero Murilo conversou com a assessoria da CBV sobre a expectativa para a final. “A expectativa é de um jogão amanhã. Já é um clássico, um confronto de muitas disputas entre Sesi e Cruzeiro e chegamos mais uma vez na Copa do Brasil e espero fazer um bom jogo. Contamos com uma arena lotada. Embora seja um ginásio neutro, a torcida vai acabar escolhendo um time para torcer e independentemente disso vai ser um jogão, com certeza”.

O time do Sesi/SP em comemoração de ponto/DivulgaçãoSesi

CRUZEIRO DERROTA O SESC/RJ E ESTÁ NA DECISÃO DA COPA DO BRASIL

Pela Copa do Brasil masculina 2020, disputada em Jaraguá do Sul, o Cruzeiro derrotou o Sesc/RJ, em jogo válido pela semifinal. O placar do confronto ficou em 3×1, com parciais de 25/17, 21/25, 25/23, 25/13, a favor dos cruzeirenses. Com o resultado, a equipe celeste busca o pentacampeonato da competição. O adversário da final sai do confronto da noite de hoje, entre Sesi e Taubaté. A decisão do título acontece amanhã, 25 de Janeiro, às 20h30, com transmissão do SPORTV 2.

O JOGO

As duas equipes entraram em quadra desfalcadas por motivos de contusão. O time mineiro não contou com o oposto Evandro e o time carioca com o ponteiro argentino Martínez. Em seus lugares, jogaram Luan pelo Cruzeiro e Ademar pelo Sesc/RJ. No desempenho individual, o ponteiro canadense Perrin do Sada foi um dos destaques do duelo, com 15 pontos anotados.

Após sair perdendo a primeira parcial, o Sesc/RJ empatou a partida em sets, mas deixou o Cruzeiro vencer a terceira parcial. Com uma vantagem de 5 pontos no placar, o time carioca permitiu a reação do atual campeão da Copa do Brasil, no 3º set. Depois disso, o Cruzeiro fechou o duelo em 3×1.

O ponteiro Perrin no ataque/Divulgação SECEL

A COPA DO BRASIL FEMININA 2020

Teve início nessa semana a Copa do Brasil feminina 2020. Os oito primeiros colocados do turno da Superliga Feminina entraram em quadra pelas quartas-de-final da competição, na terça-feira, 21 de Janeiro. O Sesc/RJ, líder do turno, enfrentou o Pinheiros, 8º colocado, no ginásio da Tijuca, no Rio de Janeiro. Em uma partida decidida apenas no tie-break, o time comandado pelo técnico Bernardinho derrotou o rival paulista, com parciais de 25/19, 23/25, 25/19, 22/25, 15/12.

Ao final do confronto, a central Milka do Sesc/RJ comentou sobre a vitória contra o Pinheiros. “O Pinheiros é uma equipe jogueira, a gente já sabia que não poderia errar como erramos. Muitos saques desperdiçados, muitos momentos decisivos em que poderíamos ter feito a diferença e não fizemos. Isso fez elas crescerem e complicarem bem o jogo. Temos muito o que melhorar e vamos trabalhar para chegar melhores em nossa próxima partida, pela Superliga”.

A central Milka destaque do jogo/Márcio Mercante/Divulgação SESC/RJ

Em Uberlândia, o Praia Clube, vice-líder do turno, jogou contra o Barueri/São Paulo, 7º colocado. Em um jogo cercado de polêmicas de arbitragem, o técnico José Roberto Guimarães retirou seu time de quadra, depois de uma reclamação de sua equipe com o juiz, seguida de dois cartões vermelhos, quando o placar apontava 2×1 para o adversário, 27×27 quarta parcial. Resultado: o Praia foi decretado vencedor do duelo por 3×1, com parciais de 25/16, 25/23, 23/25, 29/27. Após a confusão, o técnico Paulo Coco comentou sobre a vitória do Praia, com a assessoria da CBV.

“Esperávamos um jogo difícil. O São Paulo/Barueri jogou sem responsabilidade, mas nós também contribuímos a partir da segunda parcial. Fizemos um primeiro set constante e, a partir do 2º set, nosso sistema de recepção caiu muito, assim como nosso ataque, mas o importante foi a vitória”.

O time do Praia comemora ponto/Divulgação Praia Clube

Na Arena Minas, em Belo Horizonte, o Minas, atual campeão da Copa do Brasil, 3º colocado do turno da Superliga, recebeu em casa, pelas quartas-de-final, o Fluminense, 6º colocado. Com muito volume de jogo, o Minas impôs seu ritmo nas duas primeiras parciais, não dando chances ao rival carioca. No entanto, o Fluminense voltou melhor no 3º set, complicando a vida do Minas. Na quarta parcial, a equipe minas-tenista retomou o padrão inicial do jogo e fechou a partida em 3×1, com parciais de 25/10, 25/16, 24/26, 25/15.

Após o duelo, o técnico Nicola Negro do Minas, falou sobre o volume de jogo de sua equipe na vitória contra o Fluminense com a CBV. “O time está de parabéns. Hoje, trabalhamos muito bem o ataque e o bloqueio. Só o passe, no 3º set, que faltou um pouco de qualidade e acabou permitindo que o Fluminense fizesse o seu jogo. Mas sabemos que o Fluminense não é um time fácil de enfrentar, por isso, nos preparamos muito. Hoje, o nosso time está de parabéns”.

A central Carol Gattaz em foco/Orlando Bento/Divulgação MTC

Fechando esta fase da Copa do Brasil, no ginásio José Liberatti, em Osasco, na grande São Paulo, no confronto teoricamente mais equilibrado, entre o time da casa, 4º colocado, contra o Sesi/Bauru, 5º colocado, melhor para as visitantes. O placar final do jogo ficou em 3×1 para o Bauru contra o Osasco, com parciais de 25/22, 25/18, 23/25, 25/22. Ao final da partida o técnico Anderson Rodrigues comemorou a classificação em conversa com a assessoria da CBV.

“Hoje o time jogou como uma equipe. Jogou todo mundo junto. Os altos e baixos ainda acontecem, mas no geral, jogamos bem. Tivemos garra e determinação. O time todo está de parabéns. Vamos voltar o foco na Superliga, e nos preparar para a semifinal da Copa do Brasil”.

SEMIFINAIS

Com esses resultados, foram definidos os jogos das finais da Copa do Brasil, em Jaraguá do Sul, na próxima semana. Às 19h30, na sexta-feira, 31 de Janeiro, o Sesc/RJ joga contra o Sesi/Bauru. No mesmo dia, às 21h30, Praia Clube e Minas fazem o clássico mineiro, na reedição da última final da competição. Os vencedores disputam a final no dia seguinte, 1º de Fevereiro, às 21h30. Todos os jogos serão transmitidos pelo SPORTV 2.

Fonte: CBV

O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA 2019/2020

Na semana passada, foi encerrado o 1º turno da Superliga Feminina. Três times brigavam pela liderança da competição: Sesc/RJ, Minas e Praia Clube. O duelo no clássico mineiro definiu as posições. Com a vitória do Praia sobre o Minas por 3×2, o time de Bernardinho terminou o 1º turno em primeiro, com uma derrota em 11 jogos. O Praia ficou em 2º lugar também com uma derrota, mas com um saldo de sets inferior. Já o Minas fechou o turno em 3º lugar, com duas derrotas em 11 jogos.

Dado o restrospecto da temporada até o momento, o Praia apresenta uma campanha mais consistente que o rival Minas. Em 4 jogos entre os dois clubes, o Praia venceu por três vezes, sendo duas em decisões de título do Mineiro e da Supercopa. A vitória minas-tenista aconteceu no Mundial de Clubes, em jogo válido pela disputa do 5º lugar da competição.

Além da vantagem nos confrontos, o Praia também possui mais opções de elenco que o Minas. Tal fato ficou ainda mais evidente depois que o atual campeão da Superliga dispensou a americana Deja MacClendon após o fim do 1º turno. Para o seu lugar, trouxe a ponteira búlgara Dobriana Rabadzhieva. Resta saber se ela irá corresponder à altura. Na atual conjuntura, na disputa pelo título da Superliga, o Praia está a frente do Minas.

Sobre o Sesc/RJ, líder do turno, é bom ressaltar a campanha de recuperação realizada pela equipe em relação a fracassada temporada anterior. No entanto, mesmo nas vitórias, o time comandado por Bernardinho demonstrou algumas oscilações, principalmente, graças à irregularidade da ponteira Drussyla. Com problemas de contusão, a jogadora entrou em quadra no sacrifício. Tanto que, no recesso do final de ano, se submeteu a um processo cirúrgico para resolver o problema.

No quesito decepção dois times lideram a corrida já na largada: Bauru e São Caetano. O primeiro, alçado à condição de favorito, ficou aquém das expectativas. Com mais derrotas que vitórias, o time dirigido pelo campeão olímpico Anderson Rodrigues corre contra o tempo para diminuir os prejuízos. Recentemente, anunciou a contratação da central Adenízia. Já o São Caetano, tradicional equipe do ABC paulista, não ganhou de ninguém e luta desesperadamente contra o rebaixamento. Nas atuais condições, só um milagre salva o São Caetano da Superliga B.

Na contra-mão de Bauru e São Caetano, está o Pinheiros. Depois de ficar de fora dos playoffs da Superliga na última temporada, pela 1ª vez na história, o clube da capital paulista realiza uma excelente campanha. Mesmo com o desfalque importante da oposta Edinara, em vários jogos da competição, o Pinheiros apresentou um voleibol de alto nível, dando trabalho aos favoritos, além de conquistar vitórias surpreendentes.

A PRÉVIA OLÍMPICA

Foram definidos os 12 países participantes da modalidade voleibol nos Jogos Olímpicos de Tóquio deste ano, nos dois naipes. No começo de Janeiro de 2020, 5 vagas olímpicas estiveram em disputa ao redor do globo em Pré-Olímpicos Continentais. Na categoria feminina conquistaram a classificação para às Olimpíadas as seleções da Turquia, Coréia do Sul, República Dominicana, Argentina e Quênia. No masculino: França, Canadá, Irã, Venezuela e Tunísia.

Com isso, elas se juntaram aos outros 7 países já garantidos na competição, nas duas categorias. São eles, no feminino: Japão, China, Estados Unidos, Sérvia, Brasil, Rússia, Itália. No masculino: Japão, Brasil, Estados Unidos, Polônia, Itália, Rússia, Argentina. Dada a forma como é dividida a disposição dos grupos nos Jogos Olímpicos, de acordo com ranking da FIVB, já é possível traçar um quadro prévio de como será o torneio de voleibol para nossas seleções.

A começar pelos homens, o Brasil como líder do ranking, caiu no grupo da morte. Ao seu lado, na mesma chave, a B, estão pela ordem de classificação: Estados Unidos, Rússia, Argentina, França e Tunísia. Ficaram no grupo A seguindo o ranking: Japão, Polônia, Itália, Canadá, Irã e Venezuela. A julgar por esse desenho, a seleção brasileira masculina não terá vida fácil na 1ª fase. Apesar disso, olhando para o retrospecto do torneio masculino de voleibol das Olimpíadas, cair em uma chave difícil auxilia no ganho de ritmo e facilita o cruzamento da fase seguinte.

Já entre as mulheres ocorreu o inverso. Nossa seleção, 4ª colocada no ranking internacional, caiu no grupo de menor competitividade dos Jogos. No entanto, as brasileiras poderão ter um parâmetro de suas chances, no confronto contra a atual campeã mundial, Sérvia, na 1ª fase. O Brasil está na chave A ao lado de Japão, Sérvia, Coréia do Sul, República Dominicana e Quênia. No grupo da morte, o B, ficaram: China, Estados Unidos, Rússia, Itália, Turquia e Argentina. Diante desse quadro, já se espera um cruzamento de vida ou morte para o Brasil na fase seguinte.

Porém, tudo isso não é definitivo. Existe margem para o tapetão. A punição para a delegação russa pela WADA por doping deve alterar a disputa. Dependendo da posição da FIVB, que ainda não se manifestou a respeito, a Rússia pode ser eliminada dos Jogos de Tóquio. Uma das soluções colocadas à mesa é a possibilidade dos atletas russos considerados limpos competirem sob bandeira neutra. O Comitê Olímpico Russo já recorreu da sentença da WADA. O silêncio da FIVB sobre a questão é perturbador. Resta aguardar o desfecho do caso.

A COPA DO BRASIL MASCULINA 2020

Teve início nessa semana a Copa do Brasil masculina 2020. Na categoria masculina oito times entraram em quadra pelas quartas-de-final. Na terça-feira, 14 de Janeiro, o Taubaté, 2º colocado do turno da Superliga enfrentou o Maringá, 7º colocado, no ginásio do Abaeté, no Vale do Paraíba, São Paulo. Sem dificuldades, o atual campeão da Superliga impôs o seu jogo, vencendo o confronto por 3×0, com parciais de 25/17, 25/16, 25/21.

Ao final do duelo, o central Lucão do Taubaté conversou com a assessoria da CBV sobre a classificação para as semifinais da Copa do Brasil 2020. “Jogo em que conseguimos controlar bem todos os fundamentos. Sacamos bem, quebramos um pouco mais a recepção e o jogo deles pelo meio, que é muito forte, acabou neutralizado. Rodamos bem nossas bolas e o jogo acabou se tornando tranquilo pelo que conseguimos fazer ao longo da partida”.

O central Maurício Souza em ação de bloqueio/Renato Antunes/Maxx Sports

Ontem, 15 de Janeiro, foi a vez dos outros 6 times entrarem em ação pela Copa do Brasil. Em Contagem, no ginásio do Riacho, o Cruzeiro, líder do turno da Superliga superou o Itapetininga, 8º colocado, por 3×0, com parciais de 25/20, 25/20, 25/23. Ao fim do jogo, o técnico cruzeirense Marcelo Mendez analisou a vitória em conversa com a assessoria da CBV.

“Jogamos muito bem nos dois primeiros sets, no terceiro perdemos um pouco a concentração e sabemos que temos que continuar trabalhando. Semana que vem temos uma semifinal de Copa do Brasil, um jogo ainda mais difícil, em um confronto muito forte”.

O central Isac no ataque/Agência 7/Sada/Cruzeiro

Em São Paulo, na Vila Leopoldina, o Sesi/SP, 3º colocado do turno da Superliga, sofreu para derrotar o Minas, 6º colocado. A partida foi decidida apenas no tie-break, com parciais de 25/15, 17/25, 25/17, 23/25, 15/9. Após o triunfo, o levantador William do Sesi comemorou a classificação para as semifinais da competição.

“Foi um jogo complicado. Tivemos jogos bem difíceis nas últimas semanas. Particularmente, estou acabando o jogo exausto. Mas, o importante agora é que conseguimos vencer e vamos para a próxima fase, em Jaraguá do Sul. Estamos em busca de um título de expressão nacional, viemos batendo na trave e vamos com tudo para buscar esse título dessa vez”.

O ponta Fábio e o levantador Rodrigo em disputa na rede/Amanda Demétrio/Sesi/SP

Fechando os confrontos da fase quartas-de-final, no ginásio da Tijuca, no Rio de Janeiro, no duelo teoricamente mais equilibrado entre Sesc/RJ, 4º colocado do turno da Superliga, contra o Vôlei Renata/Campinas, 5º colocado, melhor para o time carioca. O placar final do jogo ficou em 3×1, com parciais de 25/14, 25/19, 22/25, 25/22, a favor do time dirigido por Giovane Gávio.

SEMIFINAIS

Com os resultados, foram definidos os jogos das semifinais, que será disputada em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, na próxima semana. Às 19h30, na sexta-feira, 24 de Janeiro, o Cruzeiro, atual campeão da Copa do Brasil, joga contra o Sesc/RJ. No mesmo dia, às 21h30, Taubaté e Sesi/SP se enfrentam, na reedição da última final da Superliga. Os vencedores disputam a final no sábado, 25 de Janeiro. Todos os jogos serão transmitidos pelo SPORTV 2.

Fonte: CBV

O 1º TURNO DA SUPERLIGA MASCULINA 2019/2020

No começo do ano de 2020, o turno da Superliga Masculina foi encerrado com uma vitória emblemática do Sesi/SP sobre o Taubaté, de virada, por 3×2. Nesse duelo, os dois times reeditaram a final da última temporada. Com o resultado, o Cruzeiro consolidou a liderança da competição.

Com apenas uma derrota até o momento, a equipe dirigida pelo técnico argentino Marcelo Mendez realiza uma campanha de recuperação, após a queda do ano passado nas semifinais para o Taubaté. Um fator preponderante para isso, foi a participação e preparação para o Mundial de Clubes, em dezembro passado. O time celeste ganhou corpo e ritmo de jogo em relação aos seus principais adversários, enfrentando potências mundiais.

O único revés cruzeirense na Superliga 2019/2020 foi para o Vôlei Renata, dentro de casa. O clube do interior paulista representa a única ameaça palatável aos principais favoritos do campeonato. Por isso, fugir do embate com o Campinas nos playoffs é fundamental. Apesar disso, a equipe campineira oscila muito. Como por exemplo, demonstrado nas suas derrotas para o Maringá.

Sobre o Taubaté, atual campeão, é bom reiterar as dificuldades encontradas pelo time nas partidas contra os seus principais adversários na competição. Foram 3 derrotas, nos 3 jogos. Antes, a equipe do Vale do Paraíba havia passado o trator sobre os clubes mais modestos, cedendo apenas uma parcial, em 8 jogos.

Falando neles, a briga por classificação para os playoffs está acirrada. Com exceção de América e Caramuru, que devem ser rebaixados, todos possuem chances de avançar de fase. Maringá, Itapetininga, Vôlei Ribeirão e Blumenau brigam em iguais condições por um lugar nas quartas-de-final.

COPA DO BRASIL

Terminado o 1º turno foram definidos os confrontos da Copa do Brasil 2020. A competição reúne os oito primeiros colocados do turno da Superliga 2019/2020 no mata-mata, em jogo único. Assim, o 1º enfrenta o 8º, o 2ºx7º, 3ºx6º, 4ºx5º. As finais acontecem em Jaraguá do Sul, tanto no masculino, quanto no feminino.

Os confrontos começam hoje 14 de Janeiro. O Taubaté, 2º colocado da Superliga, joga em casa contra o Maringá, 7º colocado, no ginásio do Abaeté, às 20h. Amanhã, o Cruzeiro, líder da Superliga e atual campeão da Copa do Brasil, duela com o Itapetininga, 8º colocado, em Contagem, às 20h.

Ainda na quarta-feira, 15 de Janeiro, o Sesi/SP, 3º colocado, luta por uma vaga nas finais contra o Minas, 6º colocado, na Vila Leopoldina, em São Paulo, às 19h, com transmissão do canal da CBV na internet. Encerrando a fase de quartas-de-final, a disputa teoricamente mais equilibrada entre o Sesc/RJ, 4º colocado contra o Campinas, 5º colocado. A partida ocorre no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro, a partir das 20h.

PELA NORCECA, CANADÁ E REP. DOMINICANA ESTÃO CLASSIFICADOS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS

Foram definidas as seleções classificadas da região da Norceca para as Olimpíadas de Tóquio 2020, no torneio de voleibol dos dois naipes. No masculino, o Canadá confirmou o favoritismo, jogando em casa, com 3 vitórias em 3 jogos do qualificatório. No duelo decisivo contra Cuba, pela segunda rodada, os canadenses venceram a partida por 3×2, após reverterem uma desvantagem de 2×0 no placar. A classificação olímpica foi assegurada com um novo triunfo, dessa vez por 3×0, contra Porto Rico, no último domingo. A melhor colocação do Canadá na história das Olimpíadas foi um 4º lugar em Los Angeles 1984.

O selecionado canadense em festa/Divulgação FIVB

Já no feminino, também como anfitriã, em Santo Domingo, a República Dominicana conquistou a vaga olímpica depois de derrotar Porto Rico, por 3×0. Ainda pelo qualificatório, as dominicanas venceram México e Canadá, respectivamente, por 3×2 e 3×1. Com a classificação, esta será a terceira participação da República Dominicana nos Jogos Olímpicos na categoria feminina do voleibol. Anteriormente, as dominicanas disputaram as Olimpíadas de Atenas 2004 e Londres 2012.