COPA DO BRASIL REPETE DOBRADINHA MINEIRA

Foram definidos os finalistas da Copa do Brasil feminina de vôlei 2019. Em jogos realizados ontem, em Gramado, Rio Grande do Sul, pelas semifinais da competição, o Praia Clube derrotou o Sesi/Bauru e o Minas bateu o Osasco. Com os resultados, a grande final do torneio será decidida entre duas equipes mineiras, assim como ocorreu na versão masculina.

Nas partidas de ontem, os dois times de Minas confirmaram o favoritismo, em dois jogos equilibrados. O Praia venceu o Sesi/Bauru, por 3×2, com parciais de 24/26, 25/21, 25/14, 21/25, 15/11, em duelo de longa duração. A central Fabiana conversou com a imprensa após o triunfo e falou sobre o jogo. “Foi um jogo muito importante. Sabíamos que seria difícil. Quando começamos a sacar melhor e o nosso bloqueio funcionar melhor, o jogo se desenvolveu e conseguimos a vitória”.

Já o Minas, não precisou de tie-break, para eliminar o Osasco/Audax. Com uma vitória por 3×1, com parciais de 25/21, 17/25, 25/22, 25/16, a equipe minas-tenista garantiu a dobradinha mineira na final.

Ao fim do jogo, a ponteira Natália, maior pontuadora do confronto contra Osasco, com 17 pontos, comentou sobre o resultado e a grande final. “O mais importante da partida de hoje é que conseguimos sair de algumas dificuldades. Alcançamos o nosso primeiro objetivo que era estar na final e vamos enfrentar um adversário difícil, que é o Dentil/Praia Clube. Vamos precisar jogar melhor do que hoje”.

A decisão do título de 2019 da Copa do Brasil, acontece, hoje, a partir das 21h30, no ginásio Perinão, em Gramado, Rio Grande do Sul, com transmissão do canal por assinatura SPORTV 2.

Fonte: CBV

AS FINAIS DA COPA DO BRASIL FEMININA

Acontece, a partir de hoje, em Gramado, Rio Grande do Sul, as finais da Copa do Brasil feminina de vôlei. Na disputa por classificação para a grande final, no sábado, 2 de fevereiro, às 21h30, quatro times: Praia Clube, Minas, Osasco e Sesi/Bauru. As vagas serão decididas em confrontos diretos, válidos pelas semifinais da competição, entre Praia Clube versus Sesi/Bauru, e Minas contra Osasco. Os dois jogos serão transmitidos pelo SPORTV 2.

Para chegar as finais do torneio, os quatro semifinalistas jogaram uma fase eliminatória preliminar. O Praia, 1º colocado do turno da Superliga, derrotou o Curitiba Vôlei, 8º colocado do turno da Superliga, por 3×1, em Uberlândia. O Minas, 2º lugar do turno da Superliga, bateu o Fluminense, 7º lugar do turno da Superliga, em Belo Horizonte, também por 3×1.

Já o Hinode/Barueri, 3º colocado do turno da Superliga, perdeu a chance, em casa, de garantir vaga para a fase final. Contra Osasco, 6º colocado do turno da Superliga, o time de José Roberto Guimarães perdeu por 3×1.

A disputa mais esperada dessa fase, obviamente, ficou entre o 4º e o 5º colocados do turno da Superliga. O Sesi/Bauru derrotou o Sesc/Rio, em Marília, no ginásio Neusa Galetti, por 3×2, com parciais de 25/13, 16/25, 25/20, 20/25, 15/13, e eliminou a equipe carioca comandada pelo técnico Bernardinho.

Essa é a sexta edição da Copa do Brasil. As duas primeiras ocorreram em 2007 e 2008. O torneio voltou a ser disputado em 2014. Em 2019, é a quinta edição consecutiva da competição. O Osasco é o atual campeão na versão feminina. No ano passado, o time paulista bateu o Praia Clube na grande final.

COPA DO BRASIL FEMININA NA TV
01/02 19:30 Semifinal Praia Clube X Sesi/Bauru SPORTV 2
01/02 21:30 Semifinal Minas Tênis Clube X Osasco SPORTV 2
02/02 21:30 Final Vencedor semi 1 X Vencedor semi 2 SPORTV 2

SADA/CRUZEIRO É TETRACAMPEÃO DA COPA DO BRASIL

O Sada/Cruzeiro derrotou o Fiat/Minas na final da Copa do Brasil 2019, disputada em Lages, Santa Catarina, e sagrou-se campeão da competição. Na decisão, o time cruzeirense conquistou o título do torneio, com uma vitória por 3×0, com parciais de 29/27, 25/22, 25/22. O oposto Evandro foi o destaque individual da finalíssima. Ele anotou 13 pontos. Este foi o quarto título do Cruzeiro na história da Copa do Brasil. Anteriormente, a equipe comandada pelo técnico argentino Marcelo Mendez havia vencido as edições de 2014, 2016, 2018.

GRANDE FINAL

Na disputa do título, o Fiat/Minas começou o jogo com um saque agressivo, responsável por três pontos diretos na primeira parcial. Ao contrário dos cruzeirenses, o Minas confirmava os contra-ataques e tinha uma boa frente de pontos no placar. Adotando a estratégia adversária no serviço, o Sada reequilibrou a partida. O Minas sofria com a queda na virada de bola. No momento decisivo do set, as mudanças realizadas pelo técnico Marcelo Mendez fizeram a diferença. 29/27 para o Cruzeiro.

Na segunda parcial, o Cruzeiro aumentou a pressão no saque. Além de uma queda ainda maior na virada de bola, o Minas perdeu eficiência na recepção. O levantador Marlon do Minas teve muitas dificuldades para trabalhar com o passe ruim. O Cruzeiro diminuiu o número de erros, em relação ao 1º set. O técnico minas-tenista Nery Tambeiro inverteu a rede. Uma passagem no serviço do central Flávio recolocou o Minas no jogo. O ponteiro Rodriguinho do Cruzeiro sofreu pressão no passe e foi substituído por Filipe. O Minas ficou a dois pontos do Cruzeiro. Na reta final do set, o bloqueio cruzeirense parou com qualquer chance de reação do Minas, 25/22.

O Cruzeiro cresceu no volume de jogo no 3º set. Com uma virada de bola efetiva, saque agressivo, bloqueio anulando os centrais do Minas e defesa no fundo de quadra, o Cruzeiro não deixou o Minas jogar. Abatido, o time minas-tenista não aproveitava as oportunidades para reagir. O time foi para o suicídio no saque. Com grande vantagem, os cruzeirenses perderam a concentração na partida. O jogo perdeu em qualidade técnica. Em um erro de saque do Minas, o Cruzeiro fechou a parcial e venceu a Copa do Brasil 2019, 25/22.

SADA/CRUZEIRO Cachopa, Evandro, Isac, Le Roux, Sander, Rodriguinho, Serginho. Entraram: Sandro, Luan, Léo, Filipe. Técnico: Marcelo Mendez

FIAT/MINAS Marlon, Felipe Roque, Flávio, Pingo, Honorato, Bob, Maique. Entraram: Winck, Davy, Piá, Elian. Técnico: Nery Tambeiro

A CAMPANHA DO TÍTULO
Quartas-de-final
15/01 Sada/Cruzeiro 3×1 Vôlei Itapetininga
27/25, 25/21, 24/26, 25/14
Semifinal
26/01 Sada/Cruzeiro 3×1 Copel Telecom Maringá
25/21, 23/25, 25/21, 25/15
Final
27/01 Sada/Cruzeiro 3×0 Fiat/Minas
29/27, 25/22, 25/22

A FINAL MINEIRA DA COPA DO BRASIL

Fiat/Minas e Sada/Cruzeiro decidem neste domingo, em Lages, Santa Catarina, o título da Copa do Brasil masculina de vôlei 2019. Para chegar a decisão, os dois times mineiros superaram Maringá e Taubaté, na noite de ontem, pelas semifinais da competição. O Cruzeiro eliminou os paranaenses, com uma vitória por 3×1, com parciais de 25/21, 23/25, 25/21, 25/15. Já o Minas bateu o atual pentacampeão paulista, no tie-break, com parciais de 34/32, 20/25, 20/25, 25/22, 15/9.

Antes das finais, a Copa do Brasil 2019 teve uma fase pré-classificatória, entre os oito primeiros colocados do turno da Superliga Masculina. O Fiat/Minas, finalista do torneio, 8º colocado do 1º turno, derrotou fora de casa, de forma surpreendente, o Sesc/Rio, 1º colocado do turno, por 3×2. Já o Sada/Cruzeiro, confirmou o favoritismo contra o Itapetininga, em Contagem, no ginásio do Riacho, com uma vitória por 3×1.

SEMIFINAIS

No jogo de ontem, pela fase decisiva da competição, o grande destaque do triunfo cruzeirense sobre o Maringá, foi o ponteiro americano Sander. Ele saiu de quadra como o maior pontuador do confronto, ao lado de seu colega de time, o oposto campeão olímpico, Evandro, com 18 pontos.

Ao final da partida, o capitão do time, o ponteiro Filipe, falou sobre a classificação para o jogo decisivo. “Foi uma vitória importante. Sabíamos da dificuldade que seria jogar contra o Maringá, que cresceu muito na temporada. Fizemos um bom jogo. No início tivemos algumas falhas de saques e eles cresceram na segunda parcial. Depois, encontramos nosso ritmo, sacando melhor e conseguindo defender bolas”, comentou Filipe.

Na outra semifinal, um jogo emocionante, decidido apenas no set desempate, selou a classificação do Fiat/Minas para a final da Copa do Brasil, depois de 12 anos. O experiente levantador Marlon, campeão mundial em 2010, com o Brasil, analisou a partida após a vitória. “Para nós foi um resultado duplo, porque, além da classificação para a final, ainda não tínhamos vencido o Taubaté desde a última Superliga. Mostramos que podemos brigar na parte de cima, contra equipes grandes, fazendo um trabalho criterioso”.

A grande decisão do título da Copa do Brasil 2019, entre Fiat/Minas e Sada/Cruzeiro, acontece, hoje, domingo, 27 de janeiro, às 19h30, no ginásio Jones Minosso, com transmissão do canal por assinatura SPORTV 2.

Fonte: CBV

image
O levantador Marlon/Nilton Wolff

AS REVELAÇÕES DO MACKENZIE ESPORTE CLUBE

image

Fundado em 1943, o Mackenzie Esporte Clube é um dos celeiros do voleibol feminino mineiro. Tradicional no estado, o clube sempre rivalizou com o Minas Tênis Clube nas categorias de base. Também já disputou a Superliga Feminina, em algumas temporadas. Apesar de não possuir grande estrutura, o Mackenzie é importante na revelação de novos talentos. Entre as jogadoras reveladas pelo clube estão alguns nomes que despontaram no cenário nacional e internacional.

ÉRIKA COIMBRA
O primeiro grande nome revelado pelo Mackenzie, com passagem de sucesso pela seleção brasileira e clubes, foi a ponteira Érika Coimbra. Medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, Érika destacou-se com a camisa do Brasil sob a batuta do técnico Bernardinho. Natural de Belo Horizonte, a jogadora foi alvo de disputas por seu passe, entre o Minas Tênis e Rexona Vôlei, no início da carreira adulta.

Aos 17 anos, Érika foi campeã mundial infanto-juvenil em 1997. Eleita melhor jogadora do Mundial, além de maior pontuadora do torneio e melhor atacante. Tais marcas, chamaram a atenção do então técnico da seleção brasileira feminina, Bernardinho. Com proposta do Minas, a jogadora preferiu recusar a oferta e aceitar o convite do Rexona, do técnico Bernardinho, para integrar sua equipe na temporada 97/98 da Superliga Feminina. Deu-se a polêmica.

O Minas Tênis Clube não digeriu a perda para o Rexona, e durante a disputa da Superliga 97/98, levantou a suspeita da jogadora produzir testosterona, hormônio masculino. Abafada internamente, a controvérsia correu o mundo e antes dos Jogos Olímpicos de Sydney, o Comitê Olímpico Internacional (COI) submeteu Érika a exames, que comprovaram o sexo feminino da jogadora. Anos depois, Érika fez parte da primeira e única equipe campeã do Minas na Superliga, na temporada 2001/2002.

SHEILLA CASTRO
Bicampeã olímpica (Pequim 2008, Londres 2012), com inúmeros outros títulos na carreira, a oposta Sheilla é a principal revelação da história do Mackenzie no voleibol. Aos 13 anos, em 1997, a jogadora ingressou nas categorias de base do clube. Suas atuações pelo juvenil, a levaram as primeiras convocações para a seleção do estado de Minas Gerais. Logo em seguida, iniciou sua trajetória pela seleção brasileira, em 2000, quando foi campeã sul-americana e mundial juvenil.

Na transição para a carreira adulta, Sheilla foi assediada pelo técnico Bernardinho. Ela foi convidada a fazer parte do Rexona, em 2000, até então ainda sediado em Curitiba. Porém, ao contrário do que ocorreu com a transferência de Érika, o Mackenzie entrou na negociação e vetou a proposta. Ao final daquele ano, aos 17 anos, Sheilla acertou seu primeiro contrato profissional com o MRV/Minas, onde atuou por 4 temporadas.

Na temporada 2001/2002 foi campeã da Superliga, pela 1ª vez, na condição de reserva, ao lado de nomes como Fofão, Pirv, Érika e Elisângela. Na seleção brasileira adulta, foi convocada pelo técnico Marco Aurélio Motta, também pela 1ª vez, em 2002, em virtude da deserção de jogadoras mais experientes. Em 2004, iniciou sua carreira internacional de sucesso, pelos clubes, na Itália, defendendo a equipe de Pesaro.

Com a chegada do técnico José Roberto Guimarães à seleção brasileira feminina, após os Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, Sheilla conquistou seu espaço no selecionado nacional. Sua trajetória vitoriosa com o Brasil, inicia-se com o brilhante ano de 2005, onde o ganhou todos os títulos possíveis. Em 2006, foi campeã e eleita MVP do Grand Prix, além de vice-campeã mundial. A consagração da carreira, viria com o título olímpico de 2008, mais tarde repetido, em Londres 2012. Com o Brasil, Sheilla não conquistou apenas o título mundial.

GABI GUIMARÃES
Revelação mais recente do Mackenzie, a ponteira Gabi iniciou sua carreira no clube, após ser dispensada pelo Minas por baixa estatura, aos 14 anos, em 2008. Sua chance no Mackenzie foi dada pelo técnico Delicélio Rodrigues. Logo no primeiro ano, Gabi integrou a seleção mineira e foi convocada para a disputa do Campeonato Sul-Americano de 2010, pelo Brasil, em Lima, no Peru. Foi campeã do torneio e eleita melhor jogadora da competição.

Em 2010, começou a sua carreira profissional pelo BMG/Mackenzie, onde foi campeã mineira e disputou a Superliga, pela 1ª vez, encerrando sua participação pelo clube em 9º lugar. Em 2011, disputou o Campeonato Mundial infanto-juvenil, em Ancara, na Turquia, pelo Brasil, onde o desempenho brasileiro foi insuficiente para chegar nas finais. No entanto, Gabi destacou-se individualmente, como a maior pontuadora do Mundial, com 155 pontos.

Sua consagração viria na disputa da temporada 2011/2012, da Superliga Feminina. No playoff de quartas-de-final, no jogo 1, contra o time da Unilever, do técnico Bernardinho, defendendo o Mackenzie, Gabi liderou sua equipe a uma vitória histórica e improvável, no tie-break, contra o super time do Rio, em Belo Horizonte. Tal desempenho, levou Gabi a ser convocada para a seleção de novas, em 2012, onde foi eleita melhor recepção na disputa da Yeltsin Cup e vice-campeã da Copa Pan-Americana.

No retorno da seleção de novas, foi contratada pela Unilever, do técnico Bernardinho, para a disputa da temporada 2012/2013 da Superliga. Sua eficiência e aproveitamento foram tão satisfatórios, que barraram a tarimbada jogadora americana Logan Tom, principal contratação do time para a temporada. A equipe carioca foi octacampeã da competição e Gabi conquistou o primeiro título da Superliga. A convocação para a seleção brasileira adulta, pelo técnico José Roberto Guimarães, tornou-se inevitável.

Em 2013, fez parte da equipe campeã do Grand Prix, em Sapporo, no Japão, e do Sul-Americano, no Peru. Pelo Rio, foi pentacampeã da Superliga. Foi medalha de bronze no Mundial, na Itália, e campeã do Grand Prix, em 2014. Disputou os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016, onde o Brasil terminou na 5ª colocação. Em 2018, jogou o Mundial como titular do Brasil. Nos últimos anos, sofreu com algumas contusões. Atualmente, joga pelo Minas Tênis Clube após encerrar sua passagem de seis anos pelo Rio. No fim de 2018, foi vice-campeã mundial de clubes com a camisa de sua nova equipe, repetindo o feito de 2013 e 2017, com o Rio.

OS CONFRONTOS DA COPA DO BRASIL 2019

O fim do turno da Superliga Feminina definiu os confrontos da Copa do Brasil 2019. Com a derrota do Minas para o Barueri, no tie-break, o Praia Clube terminou em 1º lugar geral, com 30 pontos. Com isso, no duelo de quartas-de-final da Copa do Brasil, o atual campeão da Superliga, enfrenta o Curitiba, 8º colocado do 1º turno da Superliga Feminina.

Já o Minas, após perder a chance de encerrar o turno na liderança, joga com o Fluminense, 7º colocado, pela mesma fase do torneio. Os confrontos mais equilibrados dessa fase da competição, são esperados nos cruzamentos de Barueri, 3º lugar, contra Osasco, 6º lugar, e Bauru, 4º lugar, versus Sesc/Rio, 5º lugar.

A vantagem de decidir em casa é dos quatro primeiros colocados. As partidas acontecem, amanhã, terça-feira, 22 de janeiro. Os confrontos são eliminatórios. Os vencedores estarão automaticamente classificados para a fase final, no começo de fevereiro, nos dias 1 e 2, na cidade de Gramado, Rio Grande do Sul.

COPA DO BRASIL FEMININA 2019
22/01/2019 19:30 Praia Clube X Curitiba Vôlei
22/01/2019 20:00 Minas X Fluminense
22/01/2019 19:30 Hinode/Barueri X Osasco/Audax
22/01/2019 19:30 Sesi/Bauru X Sesc/Rio

MASCULINO
Já no naipe masculino, foram definidos os quatro finalistas da competição, em 2019. Com uma vitória fora de casa, de virada, sobre o Sesc/Rio, na semana passada, por 3×2, o Fiat/Minas garantiu vaga na semifinal da Copa do Brasil. O adversário no confronto será o Taubaté, que bateu o Campinas, por 3×1.

Na outra semifinal, o Maringá, que eliminou o Sesi/SP, por 3×2, enfrenta o Cruzeiro. O time mineiro conquistou a classificação ao vencer o Itapetininga, em Contagem, por 3×1, com parciais de 27/25, 25/21, 24/26, 25/14.

A fase final da Copa do Brasil masculina 2019 acontece em Lages, Santa Catarina, no próximo fim de semana. As semifinais ocorrem no sábado, dia 26 de janeiro. A grande final será no dia seguinte, domingo, 27 de janeiro. Todos esses jogos terão transmissão do SPORTV 2.

COPA DO BRASIL MASCULINA 2019
26/01/2019 Semifinal 2 19:00 Sada/Cruzeiro X Maringá
26/01/2019 Semifinal 1 21:00 Fiat/Minas X EMS/Funvic/Taubaté
27/01/2019 Final 19:30 Vencedor semifinal X Vencedor semifinal

O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA

image

Foi encerrado na última terça-feira, 15 de janeiro, o 1º turno da Superliga Feminina. Em jogo atrasado da 6ª rodada, o Barueri quebrou a invencibilidade do Minas, jogando em casa, com uma vitória no tie-break. Com o resultado, o Minas perdeu a chance de assumir a liderança da competição. Com 30 pontos, 10 vitórias em 11 jogos, o Praia, atual campeão da Superliga, terminou o turno em 1º lugar.

Apesar de ficar em 2º lugar geral no turno, o Minas venceu o confronto direto, contra o seu maior adversário, até o momento, o Praia Clube. No retorno do recesso, a equipe dirigida pelo italiano Lavarini derrotou o time de Uberlândia, por 3×2, fora de casa.

A campanha do Minas na competição é idêntica a do Praia. São 10 vitórias, em 11 jogos. A diferença entre as duas equipes está nos pontos. Com 29 pontos, o Minas cedeu mais parciais nas vitórias do que o Praia.

A derrota do Minas para o Barueri é a prova cabal do equilíbrio da Superliga 2018/2019. Sem sombra de dúvidas, está é a temporada mais competitiva da história do torneio. Mesmo com um leve favoritismo para as equipes mineiras, não dá para apontar qual será o desfecho da competição. O título está em aberto.

Um dos indicadores dessa constatação é a campanha irregular, dos outrora hegemônicos, Rio e Osasco. Os dois times estão fora do top 4. Sesc/Rio é 5º colocado, com 19 pontos. Osasco é 6º, com um ponto a menos, 18.

Pode ser, que até os playoffs, as duas equipes consigam se ajustar. O Rio ainda não conta com Drussyla. A levantadora osasquense Claudinha está jogando no sacrifício. O histórico da Superliga demonstra que equipes fortes evoluem até a fase decisiva.

No quadro geral de surpresas, o Curitiba é o maior destaque. Récem-chegado a 1ª divisão, o time do Paraná conquistou vitórias importantes contra adversários diretos e conseguiu se posicionar na zona de classificação para os playoffs.

Negativamente, chama a atenção às péssimas campanhas de São Caetano e Pinheiros. Tradicionais times paulistas da história da Superliga, os dois times correm sério risco de rebaixamento.

Antes do começo da temporada, com a montagem das equipes, o Pinheiros, percebeu o risco e contratou a experiente cubana Herrera. Já o São Caetano, manteve o bom trabalho da temporada anterior.

No entanto, até agora, isso não foi suficiente para as duas equipes, devido ao aumento do nível de competitividade da Superliga Feminina, em relação a temporadas anteriores.

Também de maneira surpreendente, vale destacar a campanha de Brasília. Mesmo com a perda do técnico Hairton Cabral, em virtude de tratamento contra o câncer, o time deve atingir o objetivo de escapar do rebaixamento.

Já o Fluminense faz até aqui, uma campanha pendular, digna de Robin Hood. O time oscilou contra os times mais fracos, até com derrotas inesperadas, e conquistou triunfos contra equipes favoritas como Rio e Osasco.

Em viés de alta, estão Bauru e Barueri. As duas equipes terminaram o turno em crescimento. Com um começo discreto, Barueri é um dos times que deve evoluir até a fase final. Já o Bauru, precisa melhorar seu rendimento contra os principais favoritos. Contra eles, foram 4 derrotas, em 4 jogos.

Para encerrar, dificilmente, o estreante Vôlei Camboriú deverá escapar do descenso. Apesar disso, o time demonstrou reação, ao vencer na última rodada do turno, dentro de casa, o Pinheiros, por 3×1. Pode ser que, a equipe gerenciada pela ex-jogadora Elisângela, atrapalhe o caminho de outras equipes na luta contra o rebaixamento.

FIVB DIVULGA GRUPOS DO PRÉ-OLÍMPICO MUNDIAL

image

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) divulgou na semana passada os grupos do processo qualificatório para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Conforme anunciado anteriormente, ainda em 2018, o critério utilizado para distribuição dos grupos foi a última atualização do ranking internacional, ocorrida em outubro.

O Brasil, na categoria masculina, como 1º do ranking, ficou no grupo A, ao lado de Bulgária, Egito e Porto Rico. Já no feminino, a seleção brasileira, 4ª do ranking, caiu no grupo D com: República Dominicana, Camarões e Azerbaijão.

Os dois eventos acontecem em agosto. No naipe feminino, logo no início do mês, entre os dias 2 e 4. Já no masculino, na semana seguinte, entre os dias 9 e 11. A escolha das sedes ainda não foi decidida. Como cabeça de chave, o Brasil possui prioridade em receber os eventos nos dois naipes.

O regulamento do Pré-Olímpico Mundial prevê classificação para Tóquio 2020 ao vencedor de cada grupo. Caso o Brasil não conquiste a vaga olímpica nesses torneios, ainda haverá uma vaga restante no Pré-Olímpico continental, disputado em janeiro de 2020.

Veja abaixo a disposição dos grupos, nas categorias masculina e feminina.

Masculino
Grupo A – Brasil, Egito, Bulgária e Porto Rico
Grupo B – Estados Unidos, Bélgica, Holanda e Coreia do Sul
Grupo C – Itália, Sérvia, Austrália e Camarões
Grupo D – Polônia, França, Eslovênia e Tunísia
Grupo E – Rússia, Irã, Cuba e México
Grupo F – Canadá, Argentina, Finlândia e China

Feminino
Grupo A – Sérvia, Porto Rico, Tailândia, Polônia
Grupo B – China, Turquia, Alemanha e República Tcheca
Grupo C – Estados Unidos, Argentina, Bulgária e Cazaquistão
Grupo D – Brasil, República Dominicana, Camarões, Azerbaijão
Grupo E – Rússia, Coreia do Sul, Canadá e México
Grupo F – Holanda, Itália, Bélgica e Quênia

A COPA DO BRASIL 2019

Teve início, ontem, a fase classificatória da 7ª edição da Copa do Brasil, no naipe masculino. O regulamento da competição prevê confrontos entre os oito primeiros colocados do 1º turno da temporada 2018/2019 da Superliga, 1ºx8º, 2ºx7º, 3ºx6º, 4ºx5º. A fase final da competição masculina acontece no fim do mês, em Lages, Santa Catarina, nos dias 26 e 27 de janeiro.

Dois jogos ocorreram ontem pela fase quartas-de-final. Em São Paulo, o 3º colocado da Superliga, Sesi recebeu o Maringá, 6º colocado, e foi surpreendido. De virada, vitória da equipe paranaense, por 3×2, com parciais de 19/25, 26/24, 22/25, 25/22, 21/19. Com o triunfo, o Maringá aguarda o resultado do jogo entre Cruzeiro e Itapetininga, no dia 20 de janeiro, para definir seu adversário nas semifinais.

Já em Taubaté, o time da casa, 4º colocado do 1º turno, enfrentou o Vôlei Renata/Campinas, 5º colocado, e conquistou uma vitória por 3×1, com parciais de 25/22, 22/25, 25/21, 25/16. Com o resultado, o Taubaté espera a definição do seu oponente nas semifinais da Copa do Brasil, na partida entre Sesc/Rio e Fiat/Minas.

FEMININO
A versão feminina da Copa do Brasil 2019 ainda não definiu a ordem dos confrontos para a fase quartas-de-final. O 1º turno da temporada 2018/2019 da Superliga Feminina não foi encerrado. Somente, depois do dia 15 de janeiro, serão conhecidos os duelos eliminatórios da competição. A fase final acontece em Gramado, Rio Grande do Sul, pela primeira vez, no começo do próximo mês, nos dias 1 e 2 de fevereiro.

OS ESTRANGEIROS DA SUPERLIGA MASCULINA

image

Em suas 25 temporadas, a Superliga, maior competição nacional de vôlei, sempre atraiu atletas estrangeiros para o Brasil, com certa frequência. No começo, aproveitando-se do cenário econômico do país e das oportunidades do mercado internacional, foi possível aos clubes brasileiros e seus jogadores esse importante intercâmbio. Com o passar dos anos, a chegada de novos patrocinadores, a lei de incentivo ao esporte, as conquistas das seleções nacionais e um novo boom econômico, a Superliga mudou de patamar.

Atualmente, mesmo em condições inferiores em termos monetários, é possível oferecer aos clubes brasileiros estrangeiros de bom nível técnico. Claro que, é impossível concorrer de forma equânime com o poderio financeiro das ligas europeias. Porém, o Brasil consegue atrair atletas para a disputa da Superliga com o seu Know-how. Outro fator preponderante, é o alcance do vôlei no país. O esporte é o segundo mais popular no Brasil.

Uma das evidências dessa constatação, é a presença na atual temporada do naipe masculino, de grandes nomes do cenário internacional. Com um dos mais altos investimentos da temporada, o Sada/Cruzeiro possui em seu elenco, o ponteiro americano Sander, um dos melhores do mundo na posição, e o central francês Le Roux, eleito para a seleção da Liga das Nações 2018.

Outro grande nome presente na competição, é o ponteiro argentino Conte do Taubaté. Aliás, os argentinos são a maioria entre os estrangeiros. Além dele, também disputam a Superliga, o levantador Uriarte do Taubaté, o ponteiro Toro do Caramuru, e o levantador González do Vôlei Renata/Campinas.

Outro país com bastante presença na história da Superliga é Cuba. Atletas cubanos de grande referência passaram pela competição. Eles sempre são uma boa aposta dos clubes para suprir carências ofensivas. Nessa temporada não poderia ser diferente. O oposto Daisel Quesada foi contratado pelo Campinas recentemente, no fim de 2018. Com currículo por outros clubes no Brasil, o também oposto Sanchez é um dos destaques da surpreendente campanha do Vôlei Itapetininga.

Uma das maiores saídas do mercado do vôlei é a liga universitária americana. Em algumas temporadas no Brasil, os jovens atletas americanos foram a solução para os clubes. Na temporada 2018/2019, o central Jarman Price do Itapetininga é um exemplo vivo da presença de jogadores universitários advindos dos Estados Unidos no Brasil.

Para encerrar a lista de estrangeiros na 25ª edição da Superliga Masculina, uma das contratações mais interessantes da temporada foi realizada pelo Sesc/Rio. Apesar de enfrentar problemas de contusão no começo, o ponteiro búlgaro Penchev é uma das melhores apostas do técnico Giovane Gávio para a temporada. Extremamente técnico, o ponteiro é uma das promessas da Bulgária para os próximos ciclos e um grande reforço da equipe carioca.