O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA

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Foi encerrado na última terça-feira, 15 de janeiro, o 1º turno da Superliga Feminina. Em jogo atrasado da 6ª rodada, o Barueri quebrou a invencibilidade do Minas, jogando em casa, com uma vitória no tie-break. Com o resultado, o Minas perdeu a chance de assumir a liderança da competição. Com 30 pontos, 10 vitórias em 11 jogos, o Praia, atual campeão da Superliga, terminou o turno em 1º lugar.

Apesar de ficar em 2º lugar geral no turno, o Minas venceu o confronto direto, contra o seu maior adversário, até o momento, o Praia Clube. No retorno do recesso, a equipe dirigida pelo italiano Lavarini derrotou o time de Uberlândia, por 3×2, fora de casa.

A campanha do Minas na competição é idêntica a do Praia. São 10 vitórias, em 11 jogos. A diferença entre as duas equipes está nos pontos. Com 29 pontos, o Minas cedeu mais parciais nas vitórias do que o Praia.

A derrota do Minas para o Barueri é a prova cabal do equilíbrio da Superliga 2018/2019. Sem sombra de dúvidas, está é a temporada mais competitiva da história do torneio. Mesmo com um leve favoritismo para as equipes mineiras, não dá para apontar qual será o desfecho da competição. O título está em aberto.

Um dos indicadores dessa constatação é a campanha irregular, dos outrora hegemônicos, Rio e Osasco. Os dois times estão fora do top 4. Sesc/Rio é 5º colocado, com 19 pontos. Osasco é 6º, com um ponto a menos, 18.

Pode ser, que até os playoffs, as duas equipes consigam se ajustar. O Rio ainda não conta com Drussyla. A levantadora osasquense Claudinha está jogando no sacrifício. O histórico da Superliga demonstra que equipes fortes evoluem até a fase decisiva.

No quadro geral de surpresas, o Curitiba é o maior destaque. Récem-chegado a 1ª divisão, o time do Paraná conquistou vitórias importantes contra adversários diretos e conseguiu se posicionar na zona de classificação para os playoffs.

Negativamente, chama a atenção às péssimas campanhas de São Caetano e Pinheiros. Tradicionais times paulistas da história da Superliga, os dois times correm sério risco de rebaixamento.

Antes do começo da temporada, com a montagem das equipes, o Pinheiros, percebeu o risco e contratou a experiente cubana Herrera. Já o São Caetano, manteve o bom trabalho da temporada anterior.

No entanto, até agora, isso não foi suficiente para as duas equipes, devido ao aumento do nível de competitividade da Superliga Feminina, em relação a temporadas anteriores.

Também de maneira surpreendente, vale destacar a campanha de Brasília. Mesmo com a perda do técnico Hairton Cabral, em virtude de tratamento contra o câncer, o time deve atingir o objetivo de escapar do rebaixamento.

Já o Fluminense faz até aqui, uma campanha pendular, digna de Robin Hood. O time oscilou contra os times mais fracos, até com derrotas inesperadas, e conquistou triunfos contra equipes favoritas como Rio e Osasco.

Em viés de alta, estão Bauru e Barueri. As duas equipes terminaram o turno em crescimento. Com um começo discreto, Barueri é um dos times que deve evoluir até a fase final. Já o Bauru, precisa melhorar seu rendimento contra os principais favoritos. Contra eles, foram 4 derrotas, em 4 jogos.

Para encerrar, dificilmente, o estreante Vôlei Camboriú deverá escapar do descenso. Apesar disso, o time demonstrou reação, ao vencer na última rodada do turno, dentro de casa, o Pinheiros, por 3×1. Pode ser que, a equipe gerenciada pela ex-jogadora Elisângela, atrapalhe o caminho de outras equipes na luta contra o rebaixamento.

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