O BALANÇO DA SUPERLIGA

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Foi encerrada a temporada comemorativa da Superliga 2018/2019, na semana passada. Taubaté, no masculino, e Minas, no feminino, foram os grandes vencedores. Entre os destaques dessa 25ª edição da competição estiveram: o número recorde de estrangeiros, a queda hegemônica do Cruzeiro no naipe masculino, a inédita final mineira no feminino, o retorno do título do torneio, as mãos de uma equipe paulista, após 7 temporadas, a transmissão de 100% dos jogos, com a introdução do canal na internet da CBV, e ainda, o uso da tecnologia do desafio, promessa de maior utilização, para a próxima temporada.

No nível competitivo, a campanha de recuperação do Taubaté foi impressionante. A despeito de possuir um elenco recheado de estrelas do voleibol, a mudança de técnico durante a temporada, e o desempenho coletivo da equipe, nas fases finais, entraram para os anais da Superliga. Nos momentos decisivos, o técnico Renan Dal Zotto foi cirúrgico. Com mais opções no banco, ele conseguiu superar as adversidades dos jogos, com substituições táticas e precisas. Já Rubinho, técnico do Sesi, ao contrário de Renan, teve muitas dificuldades para sair de situações, em que seu time, foi pressionado. No entanto, vale destacar, o trabalho quase irretocável do treinador durante toda a temporada. Não por acaso, foi eleito o melhor da temporada. Para a coroação completa de seu trabalho realmente faltou o título.

Na categoria feminina, a Superliga foi protagonizada pelas equipes mineiras. Minas e Praia, estiveram no topo durante toda a fase regular. Justamente, foram finalistas da competição, em um inédito duelo mineiro, pelo título, na história do torneio. Além disso, os dois times representaram o Brasil, no Mundial de Clubes e no Sul-Americano. Dito isso, é bom destacar a superioridade do Minas, em relação ao Praia. Os números não mentem. Em 7 jogos, em toda a temporada, foram 6 vitórias do Minas contra apenas uma do Praia. Nas finais da Superliga, em uma disputa mais parelha, a contusão de Garay, pode ter sido um dos fatores decisivos para o título do Minas. Porém, nada apaga a campanha irrepreensível do Minas. Sob o comando de Lavarini, melhor técnico da competição, o Minas entrou para a história, com uma temporada quase perfeita, não fosse a perda do título mundial. Ganhou praticamente tudo.

DESTAQUES INDIVIDUAIS
No âmbito individual, alguns atletas confirmaram os prognósticos, com um bom desempenho, e outros, se revelaram. No masculino, o oposto Alan, do Sesi/SP, apesar do vice-campeonato, foi o grande destaque individual da Superliga. O jogador desponta para o futuro da seleção brasileira, com uma alta performance. Também é digno de nota, a recuperação física do ponteiro Lucarelli do Taubaté, eleito MVP da competição, após grave lesão na temporada passada. Entre os estrangeiros, foi bem, o ponteiro americano Sander do Cruzeiro.

No feminino, a grande revelação da temporada foi a central Mayany do Minas. Sob a batuta do técnico Lavarini, ela barrou a central Mara e é uma das apostas do Brasil para a posição no futuro. Também não dá para deixar de comentar sobre o desempenho individual da levantadora do Minas. Macris conduziu sua equipe ao título com maestria. Recuperou a central Carol Gattaz, e colocou o bloqueio dos adversários para dançar. Entre as estrangeiras, o maior destaque, foi a oposta polonesa Skowronska do Barueri, maior pontuadora da competição.

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ CONQUISTA TÍTULO INÉDITO DA SUPERLIGA

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O Taubaté derrotou o Sesi/SP, ontem, na Arena Suzano, em Suzano, na quinta partida da série melhor de cinco, válida pelas finais da Superliga Masculina, e sagrou-se campeão da competição, pela primeira vez em sua história. Na temporada vigente, foi o segundo troféu do Taubaté. Em 2018, o time venceu o Campeonato Paulista, também contra o Sesi/SP, pela quinta vez. Anteriormente, o Taubaté foi campeão paulista em 2014, 2015, 2016, 2017. No jogo do título da Superliga, o Taubaté bateu o Sesi/SP, por 3×1, com parciais de 25/21, 25/22, 21/25, 25/20. O oposto Vissoto do Taubaté foi eleito o melhor em quadra, no duelo decisivo, por votação popular, pela internet, e recebeu o troféu Viva Vôlei.

Após o jogo, Vissoto falou com a assessoria da CBV, sobre a conquista do título. “A conquista da Superliga foi um sonho realizado. Fiquei muito tempo fora do Brasil e estar de volta em um time cheio de craques foi muito prazeroso. Estou muito feliz e emocionado. Minha família está aqui no ginásio e o fato deles poderem ter assistido tudo isso foi ainda mais especial. Nunca imaginei viver essa emoção na minha carreira e estou muito contente. Só tenho que agradecer a esse grupo”.

Já o levantador William do Sesi/SP valorizou a campanha de sua equipe. “Chegar a final da Superliga é muito difícil. Parar e analisar o que aconteceu é difícil agora, foi super disputado. Ganhou o time que conseguiu abrir e sustentar por mais tempo a vantagem. Mas, foi uma baita final. Cinco jogos lindos. Estou chateado pela derrota, mas feliz pelo que a equipe produziu. Chegar a uma final é muito complicado e não posso ser egoísta e achar que tem alguma coisa errada. Vamos pensar na próxima temporada”.

SESI/SP William, Alan, Lucas Loh, Lipe, Éder, Gustavão, Murilo (L). Entraram: Evandro, Franco, Renato, Alan Patrick. Técnico: Rubinho

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ Raphael, Vissoto, Conte, Lucarelli, Lucão, Otávio, Thales (L). Entraram: Uriarte, Abouba, Douglas Souza, Fabiano. Técnico: Renan Dal Zotto

SELEÇÃO DA SUPERLIGA MASCULINA
O ponteiro Lucarelli do Taubaté foi escolhido MVP da Superliga, melhor jogador do campeonato. O levantador Raphael do Taubaté foi eleito o craque da galera. A seleção da temporada 2018/2019 da Superliga Masculina foi composta pelo levantador William do Sesi/SP, o oposto Alan do Sesi/SP, os ponteiros Lucarelli do Taubaté e Lucas Loh do Sesi/SP, os centrais Lucão do Taubaté e Éder do Sesi/SP, e o líbero Thales do Taubaté. O técnico Rubinho do Sesi/SP foi escolhido o melhor treinador da Superliga.

A CAMPANHA DO TÍTULO
Fase regular
22 jogos, 17 vitórias e 5 derrotas, 47 pontos, 3º lugar geral
Playoffs
23/03 Taubaté 3×2 Vôlei Renata/Campinas
25/14, 25/17, 25/27, 21/25, 15/12
27/03 Vôlei Renata/Campinas 3×1 Taubaté
25/23, 20/25, 25/15, 25/20
29/03 Taubaté 3×1 Vôlei Renata/Campinas
25/18, 25/17, 23/25, 25/13
Semifinal
06/04 Cruzeiro 1×3 Taubaté
28/30, 19/25, 25/22, 24/26
09/04 Taubaté 3×2 Cruzeiro
25/15, 19/25, 16/25, 29/27, 15/12
13/04 Cruzeiro 2×3 Taubaté
25/21, 34/36, 19/25, 25/19, 12/15
Final
23/04 Sesi 3×0 Taubaté
25/22, 25/22, 25/22
27/04 Taubaté 3×0 Sesi
25/23, 25/22, 25/20
30/04 Sesi 2×3 Taubaté
25/20, 23/25, 25/27, 30/28, 13/15
04/05 Taubaté 1×3 Sesi
22/25, 23/25, 25/18, 21/25
11/05 Sesi 1×3 Taubaté
21/25, 22/25, 25/21, 20/25

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O campeão da Superliga 2018/2019, Taubaté/Divulgação CBV

PLAYOFF FINAL – Sesi leva decisão para o 5º jogo

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O Sesi/SP derrotou o Funvic/Taubaté pela 2ª vez nas finais da Superliga Masculina e levou a decisão do título da competição para o jogo 5. Em partida válida pelo 4º jogo das finais, em Suzano, na Arena Suzano, o time dirigido pelo técnico Rubinho empatou a série em 2×2, ao vencer os comandados de Renan Dal Zotto, por 3×1, com parciais de 25/22, 25/23, 18/25, 25/21. O ponteiro Lucarelli do Taubaté foi o maior pontuador do confronto com 20 pontos. Pelo Sesi, o oposto Alan anotou 19 pontos. O ponteiro Lipe do Sesi foi escolhido pelos internautas o melhor em quadra. Ele recebeu o troféu Viva Vôlei.

Ao final do jogo, ele falou sobre a partida com a assessoria da CBV. “São duas equipes do mais alto nível, os jogos estão espetaculares. Bonitos para o público, divertido para nós jogarmos, uma série digna de final da Superliga, do voleibol brasileiro. Não podemos pensar lá na frente, é uma disputa de cinco jogos, o que ocorre em um jogo ou outro não pode influenciar para a sequência. Se tivéssemos vencido, também não poderia influenciar. Temos que ter maturidade para entrar na partida preparados, sem dar um passo em falso. As duas equipes são muito competentes. Chegar concentrado, jogar o jogo, foi isso que fizemos muito bem”.

O duelo decisivo das finais, o 5º jogo da série, acontece no sábado, 11 de maio, a partir das 21h30, em Suzano, na Arena Suzano, com transmissão do SPORTV 2. Caso Taubaté vença o confronto, será campeão pela 1ª vez na história da Superliga Masculina. Se o Sesi triunfar novamente, irá conquistar o segundo título do torneio. Anteriormente, foi campeão na temporada 2010/2011.

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ Raphael (1), Vissoto (7), Lucão (9), Otávio (1), Lucarelli (20), Conte (18), Thales (L). Entraram: Uriarte (0), Aboubacar (7), Athos (6), Douglas Souza (1), Fabiano (0). Técnico: Renan Dal Zotto

SESI/SP William (2), Alan (19), Éder (8), Gustavão (7), Lipe (15), Lucas Lóh (12), Murilo (L). Entraram: Evandro (1), Franco (1), Barreto (0). Técnico: Rubinho

A LISTA BRASILEIRA PARA A LIGA DAS NAÇÕES FEMININA

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A Federação Internacional de Vôlei (FIVB) divulgou ontem a lista de inscritas para a Liga das Nações feminina 2019. Especificamente no caso brasileiro, de acordo com fontes da imprensa, os 30 nomes anunciados não necessariamente irão disputar a competição. Isso porque, o número de atletas aptas para competir na VNL cairá de 30 para 25. Além disso, com o aperto do calendário em 2019, o técnico José Roberto Guimarães deverá dividir o grupo, em comum acordo com as jogadoras, para a disputa de outros torneios como: Pan-Americano, Sul-americano e Copa do Mundo. Com data marcada para Agosto, a prioridade da temporada é o Pré-Olímpico.

José Roberto Guimarães ainda deve enfrentar problemas de questão física, com várias jogadoras em recuperação. Segundo reportagem do SPORTV, os treinamentos em Saquarema foram iniciados com apenas 7 atletas. Com o fim da Superliga, outros nomes devem se juntar à equipe. No entanto, o Brasil sofre com baixas. Assim que foram divulgados os primeiros nomes da convocação, há duas semanas, 7 jogadoras pediram dispensa por problemas diversos. Foi o bastante para as redes na internet cogitarem todo o tipo de especulação. Até mesmo boicote ao técnico José Roberto foi levantado como hipótese para tantas baixas. Na verdade, de acordo com a versão oficial, jogadoras mais experientes pediram um tempo da seleção por desgaste físico. Outras, por problemas familiares e pessoais. Não está certo, se ainda haverá novos pedidos de dispensa.

Abaixo, as 30 inscritas do Brasil para a Liga das Nações.

Levantadoras: Macris, Fabíola, Roberta, Juma e Lyara
Opostas: Tandara, Bruna Honório, Paula Borgo, Lorenne
Ponteiras: Natália, Gabi, Michelle, Júlia Bergman, Rosamaria, Tainara, Amanda, Maíra, Edinara, Lana
Centrais: Carol, Carol Gattaz, Lara, Mara, Milka, Bia, Mayany
Líberos: Suelen, Natinha, Laís, Léia

PLAYOFF FINAL – Taubaté empata série final com o Sesi

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O Funvic/Taubaté derrotou o Sesi/SP, no último sábado, em jogo válido pelas finais da Superliga Masculina, e empatou a série melhor de cinco, em 1×1. Em partida realizada no ginásio do Abaeté, em Taubaté, o atual pentacampeão paulista venceu o Sesi/SP por 3×0, com parciais de 25/23, 25/22, 25/20. Com o resultado, o Taubaté quebrou uma invencibilidade de 19 vitórias consecutivas do Sesi na Superliga. O ponteiro Lucarelli do Taubaté foi o maior pontuador do confronto, com 16 acertos. Pelo Sesi, o oposto Alan anotou 14. O ponteiro argentino Conte do Taubaté foi eleito melhor em quadra e recebeu o troféu Viva Vôlei.

Ao final do jogo, ele conversou sobre a vitória do seu time, com a assessoria da CBV. “Acredito que o mais importante foi a reação do time. Na primeira partida, não conseguimos entrar no jogo. Fomos lá ver o que acontecia. E hoje, a agressividade que tivemos desde o começo fez a diferença. Nosso time é forte e vai precisar sempre estar em 110%. No primeiro jogo não foi assim, mas serviu para nos acordar. Agora a série está empatada e vamos com tudo para o próximo jogo”.

As duas equipes voltam a se enfrentar hoje, 30 de abril, na Arena Suzano, em Suzano, em duelo válido pelo terceiro jogo da série melhor de cinco, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. Uma quarta partida está marcada para o sábado, 4 de maio, também na Arena Suzano. Caso seja necessário, uma quinta partida ocorre no sábado, dia 11 de maio, para definir o campeão da temporada.

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ Raphael (1), Vissoto (4), Lucão (5), Otávio (4), Lucarelli (16), Conte (11), Thales (L). Entraram: Uriarte (2), Abouba (9), Douglas Souza (1), Fabiano (0). Técnico: Renan Dal Zotto

SESI/SP William (1), Alan (14), Éder (8), Gustavão (4), Lucas Lóh (9), Lipe (6), Murilo (L). Entraram: Evandro (0), Franco (1), Barreto (0) Renato (0). Técnico: Rubinho

O argentino Conte comemora ponto/Divulgação CBV

ITAMBÉ/MINAS É BICAMPEÃO DA SUPERLIGA FEMININA

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O Minas derrotou o Praia Clube de Uberlândia, ontem, fora de casa, no ginásio Sabiazinho, na segunda partida da série melhor de três, válida pelas finais da Superliga Feminina, e sagrou-se bicampeão da competição, após um jejum de 17 anos. Foi o quinto título nacional do Minas na história, no naipe feminino. Anteriormente, a equipe mineira havia vencido a antiga Liga Nacional, na temporada 1992/1993, a Copa dos Campeões, em 2000, a Superliga, em 2001/2002 e a Copa do Brasil, em 2019. Na temporada vigente, este foi o quarto troféu do Minas. Em 2018, o time venceu o Campeonato Mineiro. Em 2019, a Copa do Brasil e o Sul-americano. Além disso, foi vice-campeão mundial, em dezembro passado.

No jogo do título, o Minas venceu o Praia, de virada, por 3×1, com parciais de 17/25, 25/23, 25/14, 28/26. A ponteira Natália do Minas foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos. Ela ainda foi eleita a melhor em quadra, no duelo decisivo, por votação popular, pela internet, e recebeu o troféu Viva Vôlei. Pelo Praia, a ponteira Michelle foi a maior pontuadora do time de Uberlândia, com 16 pontos.

Após a partida, Natália conversou com a assessoria da CBV, depois da premiação, sobre a sua parceria de sucesso com a outra ponteira do Minas, Gabi. “Desde que fiquei sabendo que jogaria novamente ao lado da Gabi fiquei muito feliz. É uma dupla que já tinha dado certo no Rio, e temos uma parceria que dá muito certo. Ela é como uma irmã para mim, temos uma sintonia muito boa dentro de quadra, só de olhar já sabemos o que a outra quer. A nossa equipe também encaixou muito bem, como uma família. É difícil encontrar um grupo que lute assim. As meninas que vieram do banco tiveram um papel muito importante no jogo de hoje. Quero agradecer a todos que me ajudaram, departamento médico e fisioterapia, a comissão técnica do Minas e a diretoria do clube”.

Já o técnico do Praia, Paulo Coco, lamentou a perda do título e enalteceu a presença de sua torcida. “É fantástico ver que Uberlândia está respirando o voleibol. Vamos continuar trabalhando para sermos mais fortes na próxima temporada. Fizemos um jogo equilibrado, lutamos muito. Tivemos um ano de aprendizado, com problemas físicos, uma temporada exigente, mas a equipe se entregou e lutou até o último momento. Conseguimos o título inédito da Supercopa, mas o Minas mereceu pela temporada que fez, foi mais regular durante o ano, elas são merecedoras da conquista”.

DENTIL/PRAIA CLUBE Lloyd (2), Fawcett (8), Fabiana (15), Carol (11), Michelle (16), Rosamaria (14), Suelen (L). Entraram: Ananda (0), Paula Borgo (3), Ellen (1), Laís (0). Técnico: Paulo Coco

ITAMBÉ/MINAS Macris (2), Bruna Honório (6), Carol Gattaz (12), Mara (8), Natália (23), Gabi (17), Léia (L). Entraram: Bruninha (0), Malú (3), Georgia (0), Mayany (1). Técnico: Stefano Lavarini

SELEÇÃO DA SUPERLIGA FEMININA
A levantadora Macris do Minas foi escolhida MVP da Superliga, melhor jogadora do campeonato. A central Carol Gattaz do Minas foi eleita a craque da galera. A seleção da temporada 2018/2019 da Superliga Feminina foi composta por: a levantadora Macris do Minas, a oposta americana Fawcett do Praia, as ponteiras Natália e Gabi do Minas, as centrais Carol Gattaz do Minas e Carol do Praia, e a líbero Camila Brait do Osasco. O técnico italiano do Minas, Stefano Lavarini foi escolhido o melhor treinador da competição.

A CAMPANHA DO TÍTULO
Fase regular
22 jogos, 20 vitórias e 2 derrotas, 59 pontos, 1º lugar geral
Playoffs
18/03 Curitiba 0x3 Minas
18/25, 30/32, 19/25
21/03 Minas 3×1 Curitiba
25/14, 25/20, 20/25, 25/11
Semifinal
01/04 Minas 3×1 Osasco
24/26, 25/15, 25/17, 25/13
08/04 Osasco 1×3 Minas
15/25, 25/19, 25/27, 19/25
Final
21/04 Minas 3×2 Praia
28/26, 25/22, 17/25, 17/25, 15/6
26/04 Praia 1×3 Minas
25/17, 23/25, 14/25, 26/28

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A comemoração do título/Divulgação CBV

AS FINAIS DA SUPERLIGA MASCULINA

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Começa hoje, a série decisiva da Superliga Masculina que irá definir o campeão da temporada. Ao contrário do naipe feminino, as finais do masculino acontecem em melhor de cinco jogos. Na grande final, dois times paulistas brigam pelo lugar mais alto do pódio. Em sua quinta final, o Sesi tenta o bicampeonato. O Taubaté busca o inédito título pela segunda vez. Na temporada uma vitória para cada lado, fora de casa, por 3×1. Abaixo você confere os detalhes das finais da Superliga Masculina.

Sesi/SP X EMS/Funvic/Taubaté
O Sesi/SP não perde na Superliga há 18 jogos. A única derrota do time em 2019, em competições nacionais, ocorreu na Copa do Brasil, para o Maringá, dentro de casa, quando o time foi eliminado do torneio. Apesar disso, a equipe dirigida pelo técnico Rubinho precisa livrar-se da marca de freguês do seu adversário da final da Superliga. No âmbito estadual, é ampla a vantagem de Taubaté sobre o Sesi. O Taubaté é o atual pentacampeão paulista. No entanto, isso não quer dizer, que não será parelha a disputa do título da Superliga. Em confrontos diretos, o Sesi sempre ofereceu resistência ao Taubaté. O duelo nunca foi fácil. Além disso, o Sesi chega à final mais organizado e aplicado taticamente que seu oponente. O levantador William conseguiu colocar em jogo todas as suas opções de ataque, o que faz a diferença em momentos decisivos. Com o passe na mão, será difícil o Sesi não conquistar o título da Superliga.

O Taubaté realiza um excelente campeonato de recuperação. Com diversos problemas durante a temporada, desde problemas internos a contusões, o time do interior paulista conseguiu chegar a final desbancando o poderoso Cruzeiro. Com a chegada do técnico da seleção brasileira masculina, Renan Dal Zotto, o Taubaté ganhou em consistência. O rendimento do time no ataque cresceu e o volume de jogo no fundo de quadra melhorou substancialmente. Até mesmo surpresas táticas, como a linha de passe com 4 jogadores, foram usadas para deter o serviço cruzeirense. Contra o Sesi, no PLAYOFF final, não será surpresa, caso Renan utilize de mudanças táticas para sair de situações complicadas no jogo. Se conseguir manter o nível de jogo apresentado nas semifinais, o Taubaté poderá entrar para a história da Superliga como o campeão de última hora.

PLAYOFF FINAL
23/04 21:30 JOGO 1 Sesi X Taubaté
27/04 21:30 JOGO 2 Taubaté X Sesi
30/04 21:30 JOGO 3 Sesi X Taubaté
Se necessário
04/05 21:30 JOGO 4 Taubaté X Sesi
11/05 21:30 JOGO 5 Sesi X Taubaté

PLAYOFF FINAL – Minas vence o 1º jogo da série

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O Itambé/Minas venceu o Praia Clube na 1ª partida das finais da Superliga Feminina e saiu na frente na série melhor de três jogos. Em duelo realizado no ginásio do Mineirinho, no domingo de Páscoa, a equipe minas-tenista bateu o atual campeão da competição, no tie-break, com parciais de 28/26, 25/22, 17/25, 17/25, 15/6. A oposta americana Nicole Fawcett do Praia foi a maior pontuadora do confronto com 30 acertos. A ponteira Gabi do Minas foi eleita por votação pela Internet, a melhor em quadra. Ela recebeu o troféu Viva Vôlei.

Após o jogo, Gabi conversou com a assessoria da CBV sobre a partida. “Estou muito feliz por ter conquistado este primeiro passo, ainda mais sendo perto da minha família, a torcida compareceu e fez a diferença. No terceiro e no quarto set tivemos dificuldades, não conseguimos jogar o nosso melhor. Mas a torcida nos embalou na quinta parcial, conseguimos manter a agressividade no ataque o tempo inteiro”.

Os dois times voltam a se enfrentar, pelo segundo jogo das finais, na sexta-feira, 26 de abril, no ginásio do Sabiazinho, em Uberlândia, a partir das 21h30. Caso conquiste uma vitória, o Minas será o campeão da temporada 2018/2019 da Superliga Feminina. Se o Praia vencer, será necessário um terceiro jogo, em Belo Horizonte, novamente no ginásio do Mineirinho, no dia 3 de maio, para definir o campeão.

ITAMBÉ/MINAS Macris (3), Bruna Honório (16), Gabi (22), Natália (16), Carol Gattaz (10), Mara (6), Léia (L). Entraram: Bruninha (1), Geórgia (0), Malú (0), Mayany (4). Técnico: Lavarini

DENTIL/PRAIA CLUBE Lloyd (6), Fawcett (30), Garay (3), Michelle (0), Carol (13), Fabiana (7), Suelen (L). Entraram: Ellen (7), Rosamaria (10), Laís (0). Técnico: Paulo Coco

Fonte: CBV

A ponteira Gabi no ataque, eleita a melhor do jogo/Divulgação CBV

AS FINAIS DA SUPERLIGA FEMININA

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Inicia amanhã, a série decisiva da Superliga Feminina, que irá definir o campeão da temporada. De um lado, o atual campeão da competição, o Praia Clube. Do outro, o Minas, líder da fase regular. Os playoffs finais da Superliga serão realizados em melhor de três jogos. O Minas possui a vantagem de decidir em casa, caso seja necessário, uma terceira partida. O restrospecto no torneio é equilibrado, com uma vitória para cada lado, fora de casa, ambas no tie-break. No entanto, na temporada, o Minas venceu quatro dos cinco jogos contra o Praia. Abaixo você confere os detalhes das finais da Superliga Feminina.

Itambé/Minas X Dentil/Praia Clube
O Minas busca seu segundo título na história da Superliga. O clube da Rua da Bahia está na quinta final do torneio. Contra o Praia, com a vantagem de decidir em casa, a equipe minas-tenista possui um leve favoritismo. Até aqui, o Minas realiza a sua temporada perfeita e a coroação final virá com a conquista do principal troféu. Para tanto, a recepção deverá trabalhar com o passe na mão da levantadora Macris, um dos destaques do time. Com muita variação, a distribuição da jogadora é um dos pontos fortes do Minas. Outra jogadora com alto rendimento é a central Gattaz. A experiente atleta de quase 40 anos, realiza a melhor temporada de sua carreira e está em grande fase. Fruto do trabalho do técnico italiano do Minas, Lavarini, e da excelente estratégia da levantadora Macris.

Atual campeão do torneio, o Praia chegou às finais sem ceder uma parcial sequer nos playoffs. Diante do Minas, o desafio será maior. Para manter o rendimento, o técnico Paulo Coco possui mais opções no banco de reservas que o adversário, para mudar o panorama das partidas. Finalmente, ao que parece, a levantadora americana Lloyd encontrou o tempo de bola das suas centrais. Aliás, uma das centrais, no caso Carol, foi responsável por seqüências incansáveis no serviço contra Fluminense e Bauru. O fundamento sempre foi um destaques da jogadora. A ponteira Michelle evoluiu sua performance no mata-mata e é uma das dores de cabeça do técnico. Com maior consistência na recepção, a jogadora ganhou a disputa por posição com Rosamaria. Porém, contra o Minas, Rosamaria realizou seus melhores jogos com a camisa do Praia, na temporada, sendo decisiva na única vitória do time sobre o Minas no ano.

PLAYOFF FINAL
21/04 11:00 JOGO 1 Minas X Praia
26/04 21:30 JOGO 2 Praia X Minas
Se necessário
03/05 21:30 JOGO 3 Minas X Praia

VALINHOS E BOTAFOGO SÃO CAMPEÕES DA SUPERLIGA B

Valinhos e Botafogo são os campeões da temporada na Superliga B, nos naipes feminino e masculino, respectivamente. Com os resultados, os dois times ganharam o acesso para a próxima edição da divisão principal da Superliga. Junto com as duas equipes, também subiram para a elite do voleibol brasileiro, os dois vice-campeões de cada naipe. No caso, Flamengo, entre as mulheres, e Blumenau, entre os homens.

Nas decisões de título, realizadas em jogo único, nas duas categorias, o Valinhos bateu o Flamengo no tie-break, com parciais de 25/22, 25/22, 21/25, 20/25, 15/13, no feminino. A ponta Duda do Valinhos foi a maior pontuadora da final. Ela marcou 21 pontos. Já no masculino, o Botafogo sagrou-se campeão com um triunfo sobre o Blumenau por 3×1, com parciais de 25/16, 22/25, 26/24, 25/21. O oposto Lorena do Botafogo foi o destaque do jogo.

A Superliga B é a divisão de acesso da principal competição do voleibol brasileiro. Disputada desde 2012, o torneio é organizado pela CBV – Confederação Brasileira de Vôlei, em substituição a antiga Liga Nacional. Em 2019, ocorreu a oitava edição da Superliga B, no naipe masculino, com 8 equipes. No feminino, sua realização aconteceu pela sexta vez, também com oito times. Todos os anos, campeão e vice conquistam o acesso a elite da Superliga.