Pela nona rodada da Copa do Mundo de vôlei feminino, disputada no Japão, o Brasil venceu a seleção de Camarões, sem sustos. Com mais uma grande atuação da central Mara, ela foi a maior pontuadora brasileira no jogo, com 11 pontos, a seleção feminina triunfou por 3×0, com parciais de 25/11, 25/17, 25/18. A camaronesa Moma foi o destaque individual da partida. Ela anotou 13 pontos.
O técnico brasileiro José Roberto Guimarães aproveitou o duelo para utilizar todo elenco, com exceção da líbero Leia. Ele falou sobre isso, ao final da partida, com a assessoria da CBV. “Foi uma vitória importante para nossa sequência na competição. O comportamento foi muito positivo em relação a foco e concentração durante toda a partida. A ideia hoje era dar ritmo de jogo às jogadoras porque ainda teremos dois confrontos difíceis pela frente”.
Com o resultado, o Brasil segue na luta por um lugar ao pódio. Para isso, a seleção brasileira precisar vencer os seus dois próximos jogos, de preferência por 3×0 ou 3×1. Na próxima rodada, as brasileiras enfrentam a Coréia do Sul, a partir das 23h, dessa sexta-feira, 27 de Setembro, com transmissão do SPORTV 2. Já Camarões joga contra os Estados Unidos.
No ano de 2007, a seleção brasileira masculina de vôlei conquistou o bicampeonato da Copa do Mundo, no Japão. Em meio à polêmica do corte de Ricardinho, durante o mesmo ano, no Pan do Rio, o Brasil iniciou a campanha na competição com uma derrota inesperada, pelo placar máximo, para os Estados Unidos. Na sequência da disputa, os comandados de Bernardinho iniciaram uma recuperação histórica rumo ao ouro da Copa. Foram 9 vitórias consecutivas, em 9 jogos, pelo placar de 3×0, contra adversários poderosos como Rússia e Bulgária, até o jogo do título.
No fatídico duelo, contra o Japão, em Tóquio, os brasileiros cederam a primeira parcial na competição, depois da derrota para os americanos, na primeira rodada, por 25/23. Os japoneses vendiam caro para o Brasil o bicampeonato da Copa do Mundo 2007. A seleção masculina virou o placar com certa dificuldade e resistência do Japão, 25/21, 25/19. No começo da quarta parcial, a seleção japonesa imprimiu um ritmo forte, abrindo 5 pontos de vantagem, antes da parada técnica. Até que o inusitado entrou em quadra.
De repente, de uma hora para outra, o jogo foi paralisado pela arbitragem. Segundo a mesa, os japoneses colocaram um atleta para jogar o set, de forma irregular, sem inscrever na papeleta do rodízio. Os sete pontos do Japão foram anulados. O placar da parcial, antes desfavorável a seleção brasileira em 5 pontos, ficou favorável em 2×0. Foi tudo que os brasileiros pediram aos céus! Resultado: 25/18 para o Brasil, mais uma conquista no currículo da geração mais vitoriosa do voleibol brasileiro e classificação olímpica garantida para os Jogos de Pequim, em 2008. Para fechar o pacote, Giba foi escolhido o MVP de uma grande competição pela 4ª vez. Serginho foi eleito melhor líbero e Dante o melhor atacante.
Foi encerrada a segunda etapa da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019 no Japão. Após 8 rodadas, a China lidera a competição com 8 vitórias, em 8 jogos, 23 pontos. Os Estados Unidos estão na vice-liderança, com apenas uma derrota. A briga por um lugar no pódio esquentou. Rússia, ainda com chances remotas de título, Holanda e Brasil disputam a medalha de bronze. A próxima etapa do torneio acontece na cidade de Osaka. Serão mais três rodadas para a definição do título.
Rodada 8
Em Toyama, na abertura de jogos do dia, na terça-feira, 24 de Setembro, a Coréia do Sul conquistou um grande resultado. Contra a Sérvia alternativa, atual campeã mundial, bicampeã europeia e vice-olímpica, as coreanas não se intimidaram. O triunfo coreano foi pelo placar de 3×1, com parciais de 25/21, 25/18, 15/25, 25/23. As opostas Kim da Coréia e Ana Bjelica da Sérvia foram as maiores pontuadoras do confronto com 21 pontos.
A oposta coreana Kim/Divulgação FIVB
Na outra sede, em Sapporo, os Estados Unidos se recuperaram da derrota para a China, na rodada anterior. Diante da República Dominicana, as americanas ganharam a partida pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/23, 25/9. A oposta dos Estados Unidos Drews foi o destaque individual do jogo. Ela marcou 23 pontos, sendo 18 de ataque, 3 de bloqueio, 2 de saque.
Na sequência de duelos, em Toyama, a seleção camaronesa aprontou novamente. Depois de assustar a República Dominicana, dessa vez a vítima foi a Argentina. No entanto, como da primeira vez, do feito histórico, Camarões saiu de quadra derrotado, após fazer 2×0 no placar. No fim, vitória da Argentina, de virada, com parciais de 21/25, 20/25, 25/20, 25/20, 15/12. A oposta argentina Lúcia Fresco anotou 32 pontos.
A oposta Lucia Fresco, maior pontuadora do jogo/Divulgação FIVB
Já em Sapporo, a China não tomou conhecimento da seleção queniana. Com uma equipe mesclada, as chinesas não encontraram resistência alguma, conquistando a oitava vitória consecutiva na Copa, a sétima pelo placar máximo, com parciais de 25/12, 25/12, 25/14. A oposta da China Gong saiu de quadra com 13 pontos, a maior do jogo.
Ao fim do jogo, a técnica chinesa Lang Ping comentou sobre a partida com a FIVB. “Hoje foi uma boa oportunidade para jovens atletas jogarem. Isso é muito importante para ganharem experiência. Temos que estar concentradas no próximo jogo contra a Holanda. Elas são um dos melhores times da Europa. Espero que nossas jovens jogadoras também aprendam muito com nossos adversários. Nas grandes competições, é muito difícil dar oportunidades para elas aprenderem a atmosfera das competições”.
Encerrando a rodada, na sede de Toyama, Rússia e Holanda fizeram o clássico europeu. Depois de obter uma vantagem de 5 pontos na primeira parcial, as holandesas permitiram a virada russa no set. Com 16 pontos de Goncharova, a Rússia venceu a partida decisiva, por 3×0, com parciais de 26/24, 25/18, 25/20.
Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em jogo válido pela oitava rodada, a seleção brasileira feminina encerrou a segunda etapa da competição, em Sapporo, no Japão, com vitória. Foi o quinto triunfo do Brasil no torneio. Contra as japonesas, donas da casa, as brasileiras fizeram um bom jogo e conquistaram um resultado positivo por 3×0, com parciais de 25/14, 25/21, 25/23. Mais uma vez na Copa, Gabi foi o destaque individual brasileiro e da partida com 16 pontos. Pelo Japão, a ponteira Yuki Ishii marcou 12 pontos.
Com o resultado, o Brasil segue na briga por um lugar no pódio da Copa do Mundo 2019. Para isso, precisa vencer todos os seus próximos três jogos e torcer por tropeços de Rússia e Holanda. Nas próximas rodadas, a seleção brasileira enfrenta as seleções de Camarões, Coréia do Sul e Rússia, no dias 27, 28 e 29 de Setembro, respectivamente. O confronto direto com as russas deverá ser decisivo. Todos as três partidas serão transmitidas pelo SPORTV 2.
Ao fim do jogo com o Japão, o técnico José Roberto Guimarães fez um comentário sobre a partida, em conversa com a assessoria da CBV. “O resultado do jogo não mostra a realidade que foi a partida. O 1º set foi fora da curva e o segundo e o terceiro foram disputados ponto a ponto. Quando o Japão tem a bola para contra-atacar é complicado para o time delas. Elas têm muita velocidade. Sempre me preocupo muito nas partidas contra o Japão. É uma equipe que não desiste nunca e tem muita qualidade. Foi uma vitória importante”.
RESUMO
Em jogo de defesa, confirmar as possibilidades de contra-ataque foi fundamental. Além disso, nos momentos decisivos, a diferença do jogo a favor das brasileiras esteve no bloqueio. Foram 11 pontos do Brasil no fundamento contra 5 das japonesas. As inversões de rede brasileiras durante o duelo funcionaram bem. Efetiva no sistema defensivo, superior ao adversário asiático no fundo de quadra, muitas vezes na partida, a seleção brasileira errou muito pouco. Ao contrário do Japão. Foram 9 pontos cedidos em erros do Brasil contra 18 das japonesas. Tal número demonstra como o volume de jogo brasileiro provocou um alto número de erros, para uma seleção de excelente nível técnico como o Japão.
JAPÃO Sato (2), Shinnabe (8), Araki (5), Okumura (8), Ishii (12), Koga (5), Kobata (L). Entraram: Miyashita (0), Osanai (1), Ishikawa (8). Técnica: Kumi Nakada
BRASIL Macris (1), Lorenne (15), Fabiana (12), Mara (6), Gabi (16), Amanda (1), Leia (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (2), Drussyla (4). Técnico: José Roberto Guimarães
Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, na madrugada de domingo para segunda, 23 de Setembro, aconteceu a sétima rodada da competição, no Japão. Abrindo o dia de jogos, em Toyama, a Holanda derrotou a Coréia do Sul pelo placar de 3×1, com parciais de 25/19, 21/25, 25/22, 25/23. A oposta holandesa Plak foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos.
Na sequência das partidas, depois da vitória brasileira sobre a República Dominicana, em Sapporo, a Sérvia venceu Camarões pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/14, 25/17, na sede de Toyama. A ponteira servia Lazovic saiu de quadra como o destaque individual do jogo. Ela marcou 19 pontos.
O time sérvio comemora ponto/Divulgação FIVB
Logo cedo, hora de Brasília, após o triunfo chinês contra os Estados Unidos, na cidade de Sapporo, a Rússia conquistou a sexta vitória na Copa. O resultado positivo ocorreu no duelo com a Argentina. As russas ganharam o jogo sem dificuldades, por 3×0, com parciais de 25/21, 25/16, 25/21. Mesmo com revés, a ponteira Nizetich da Argentina marcou 13 pontos, sendo a maior do jogo, um ponto acima da oposta russa Goncharova.
Encerrando a rodada, em Sapporo, o Japão passou pelo Quênia pelo placar de 3×0, com parciais de 25/18, 25/22, 25/20. As africanas oferecem certa resistência surpreendente. As japonesas entraram em quadra com um time mesclado. Sarina Koga do Japão e Edith Mukuvilani do Quênia lideraram juntas a pontuação com 13 pontos cada.
A seleção chinesa feminina de vôlei ficou próxima do título da Copa do Mundo 2019. Contra os Estados Unidos, no duelo de invictos, a China não deu chances para o adversário. Com uma atuação convincente, as chinesas venceram o jogo decisivo por incontestáveis 3×0, com parciais de 25/16, 25/17, 25/22. Ting Zhu foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos. Pelo lado americano, Lowe anotou 10 pontos.
Com o resultado, a China manteve a liderança na competição, agora de maneira isolada. Na próxima rodada, as chinesas enfrentam o Quênia. Já os Estados Unidos jogam contra a República Dominicana, na madrugada de terça-feira, 24 de Setembro, a partir das 00h30, com transmissão do SPORTV 2.
RESUMO
Para neutralizar a velocidade e a variação do ataque americano, a China exerceu uma estratégia de saque agressiva. Os Estados Unidos tiveram muitas dificuldades com o serviço chinês. Sem o passe na mão, as americanas perderam muita eficiência na virada de bola. Os Estados Unidos não conseguiram rodar bolas mais altas e extremas, ao contrário da China.
Para piorar a situação das americanas, a China defendeu tudo e criou muitas chances de contra-ataques, convertidos em pontos. O técnico americano, Karch Kirally fez várias modificações tentando mudar o panorama do jogo. No entanto, a reação da sua seleção foi comprometida pela baixa eficiência americana nos contra-ataques.
CHINA Ding (1), Gong (6), Yuan (10), Ni Yan (6), Zhu (23), Zhang (13), Wang (L). Técnica: Lang Ping
EUA Poulter (1), Drews (6), Ogbogu (5), Washington (4), Robinson (5), Larson (9), Courtney (L). Entraram: Carlini (1), Lowe (10), Hill (0), Wong (L), Bartsch (4), Dixon (0). Técnico: Karch Kirally
Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em jogo válido pela sétima rodada, o Brasil reencontrou o caminho das vitórias. Depois de duas derrotas consecutivas para EUA e China, a seleção brasileira feminina conquistou o quarto triunfo na competição contra as dominicanas. Ao contrário do duelo com as chinesas, a seleção feminina oscilou, mas saiu de quadra com um resultado positivo. O placar final da partida foi 3×1, com parciais de 25/16, 23/25, 25/19, 25/22. A ponteira brasileira Gabi foi o destaque individual do confronto. Ela anotou 21 pontos. Pela República Dominicana, a oposta Brayelin Martínez marcou 19 pontos.
Com o resultado, o Brasil segue na briga por um lugar no pódio da Copa do Mundo 2019. A equipe brasileira permanece na 6ª posição na tabela, agora com 12 pontos, 4 vitórias e 3 derrotas. O próximo desafio da seleção feminina na competição é contra o Japão, dono da casa. Se ainda sonha com uma medalha no torneio, o Brasil não pode perder esse jogo. A partida acontece na terça-feira, 24 de Setembro, pela manhã, às 7h20, com transmissão do SPORTV 2. Já as dominicanas, enfrentam os Estados Unidos, na madrugada de terça, às 00h30, também com transmissão do SPORTV 2.
RESUMO
O serviço brasileiro fez o dever de casa e colocou a frágil linha de recepção dominicana em apuros. Além disso, a República Dominicana, como de costume, cedeu muitos pontos em erros. A surpresa da partida ficou por conta do bom volume de jogo dominicano na defesa. Graças a ele, a República Dominicana compensou as falhas na virada de bola e na recepção, conseguindo equilibrar as ações do jogo.
Já o Brasil oscilou em alguns momentos. O principal destaque brasileiro foi o sistema defensivo, que voltou a funcionar de maneira efetiva. A levantadora Macris teve lampejos de sua temporada de clubes, com uma boa distribuição. Gabi foi a melhor em quadra. Na hora decisiva, foi com ela que o Brasil contou. Para superar o volume de jogo dominicano, as atacantes tiveram paciência suficiente para decidir os pontos.
REP. DOMINICANA Marte (2), Martinez (19), Jineiry Martínez (8), Eve (6), De La Cruz (17), Rivera (13), Martínez (L). Entraram: Dominguez (0), Gonzalez (0), Pena (0). Técnico: Marco Kwiek
BRASIL Macris (3), Lorenne (18), Bia (3), Mara (7), Gabi (21), Amanda (9), Leia (L). Entraram: Roberta (1), Sheilla (5), Fabiana (4), Drussyla (1). Técnico: José Roberto Guimarães
No último sábado, 21 de Setembro, em Teerã, no Irã, a seleção iraniana masculina de vôlei sagrou-se campeã asiática. Foi o terceiro título do Irã na história da competição. Anteriormente, os iranianos também conquistaram o continente em 2011 e 2013. Em 2019, na decisão, a seleção iraniana derrotou os australianos por incontestáveis 3×0, com parciais de 25/14, 25/17, 25/21. Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção japonesa. Na disputa do bronze, o Japão venceu a Coréia do Sul, por 3×1, com parciais de 25/23, 25/17, 23/25, 25/22.
Começou nesse domingo, 22 de setembro, a segunda etapa da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, no Japão, nas cidades de Toyama e Sapporo. Pela primeira vez na competição, a China cedeu parciais aos adversários. Mesmo assim, com a vitória sobre o Brasil no tie-break, as chinesas mantiveram a liderança no torneio. Tudo porque, os Estados Unidos perderam a chance de assumir a ponta da tabela, depois de derrotar o Japão, também no tie-break.
Rodada
Na abertura da segunda etapa, em Toyama, a Coréia do Sul conquistou a terceira vitória na Copa do Mundo 2019. Contra a Argentina, a coreanas triunfaram por 3×1, com parciais de 25/19, 21/25, 25/19, 25/9. A ponteira Lee foi a maior pontuadora do confronto com 23 pontos. Pela Argentina, a oposta Fresco marcou 22 pontos.
A coreana Lee executa o serviço/Divulgação FIVB
Na sequência de jogos, em Sapporo, a República Dominicana também venceu pela terceira vez na competição. Diante do Quênia, as dominicanas não tomaram outro susto, como no duelo com Camarões, saindo de quadra com uma vitória tranquila, pelo placar máximo, com parciais de 25/17, 25/19, 25/19. Betânia de La Cruz foi o destaque individual do jogo. Ela anotou 16 pontos.
Na terceira partida do dia, em Toyama, a Holanda não teve dificuldades para bater Camarões, em pouco mais de uma hora, por 3×0, com parciais de 25/15, 25/14, 25/18. A oposta holandesa Celeste Plak marcou 17 pontos na partida, sendo a maior anotadora do confronto.
A holandesa Celeste Plak em ação de ataque/Divulgação FIVB
No clássico europeu, na sede de Toyama, a Rússia alcançou importante resultado contra a Sérvia, adversária direta pelo pódio. As russas derrotaram a atual campeã mundial, bicampeã europeia e vice-olímpica, por 3×1, com parciais de 25/16, 20/25, 25/23, 25/16. Para variar, Goncharova teve um excelente desempenho na pontuação, a maior em quadra, com 21 pontos.
Encerrando o dia de competições, após a vitória chinesa sobre o Brasil, no tie-break, o Japão enfrentou os Estados Unidos, também na sede de Sapporo, em jogo de longa duração. As americanas perderam a chance de assumir a liderança da Copa, nos critérios de desempate. A vitória por 3×2, com parciais de 26/24, 22/25, 25/21, 23/25, 15/8, manteve a invencibilidade e a vice-liderança americana no torneio. Bartsch marcou 30 pontos, sendo a maior da partida.
A seleção brasileira feminina de vôlei perdeu novamente pela Copa do Mundo 2019. Em jogo válido pela 6ª rodada da competição, o Brasil fez a sua melhor apresentação até o momento no torneio, mas acabou derrotado pelas chinesas, no tie-break, com parciais 25/23, 23/25, 22/25, 25/19, 15/9. Foi o terceiro revés brasileiro na Copa. A central Yuan e a ponteira Ting Zhu da China foram as maiores pontuadoras do confronto com 26 pontos cada. Pelo Brasil, Gabi foi o destaque individual na pontuação. Ela anotou 20 pontos.
Com o resultado, a seleção brasileira somou 1 ponto e viu suas chances de pódio ficarem reduzidas. Com 9 pontos, 3 vitórias e 3 derrotas, o Brasil está em 6º lugar na tabela. Já a seleção chinesa, além de manter a invencibilidade, ainda é líder da competição, nos critérios de desempate. Os Estados Unidos estão em 2º. Na próxima rodada, as brasileiras enfrentam a República Dominicana, na madrugada de segunda-feira, 23 de Setembro, às 00h30, com transmissão do SPORTV 2, enquanto a China faz um jogo decisivo pelo título, contra as americanas, logo em seguida, na cidade de Sapporo.
Ao final do jogo com a China, Gabi conversou com assessoria da CBV sobre a partida. “Apesar da derrota estou muito orgulhosa do nosso time. É difícil jogar contra a China. Hoje é um dos melhores times do Mundo e tem a Zhu fazendo a diferença em momentos importantes. Nossa equipe teve uma atitude completamente diferente na partida e cresceu bastante. Tivemos agressividade no ataque e todo mundo conseguiu jogar bem. Conseguimos um ponto importante. Agora teremos uma sequência de cinco jogos e vamos em busca dessas vitórias”.
NÚMEROS
O Brasil conseguiu equilibrar o jogo com as chinesas com um serviço eficiente. Ao todo, as brasileiras fizeram 7 pontos diretos no fundamento, além de colocar a linha de passe da China, por várias vezes, em dificuldades. No entanto, o bloqueio brasileiro não conseguiu parar a central Yuan, destaque individual da partida. Ela saiu de quadra com 26 pontos, sendo 19 de ataque e uma eficiência ofensiva de mais de 50%. Seu desempenho no bloqueio, foi o grande responsável pelo triunfo chinês. Dos 17 pontos chineses no fundamento, 7 foram dela.
Além de Yuan, contribuiu para a vitória chinesa, a performance da ponteira Ting Zhu no ataque. Muito acionada e neutralizada pelo volume de jogo brasileiro, no fundo de quadra, ela terminou o duelo com 26 pontos e 50% de aproveitamento ofensivo. Pelo Brasil, a central Mara foi a melhor atacante do time e do jogo, com quase 70% de eficiência. Além dela, Gabi também foi bem na partida, somando 20 pontos no total, sendo 19 de ataque e 1 no serviço.
CHINA Ding (4), Gong (9), Yuan (26), Ni Yan (9), Zhu (26), Zhang (13), Wang (L). Entraram: Di Yao (0), Zeng Chunlei (0) Yingying Li (3). Técnico: Lang Ping
BRASIL Macris (7), Lorenne (16), Mara (17), Bia (8), Gabi (20), Drussyla (12), Leia (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (3), Amanda (0). Técnico: José Roberto Guimarães