Pela décima vez consecutiva, o Sada/Cruzeiro é campeão mineiro. A hegemonia estadual cruzeirense teve início em 2010. De lá para cá, o Sada venceu diversos títulos nacionais e internacionais, sendo 35 conquistas em 46 competições. Na final do Mineiro, em 2019, jogando em Betim, no ginásio Divino Braga, contra o Fiat/Minas, o time celeste conquistou o troféu estadual com um triunfo incontestável, pelo placar máximo, com um triplo 25/19. Completou o pódio, no 3ª posição, o América Vôlei após derrotar o Anápolis, na disputa de bronze, por 3×1, com parciais de 25/20, 25/27, 25/23, 27/25.
NA ABERTURA DA TEMPORADA, PRAIA É BICAMPEÃO DA SUPERCOPA

Na abertura da temporada nacional de clubes, o Dentil/Praia conquistou a Supercopa pelo segundo ano consecutivo. Em 2018, o time de Uberlândia bateu o Osasco, levando o título da competição. Ontem, jogando dentro de seus domínios, no ginásio do Sabiazinho, contra o Itambé/Minas, o Praia precisou de apenas 1h26m para impor um revés ao adversário. O placar final do confronto ficou em 3×0, com parciais de 25/22, 25/22, 25/19.
Ao fim do jogo, a maior pontuadora do duelo, com 14 pontos, a ponteira Priscila Dairot do Praia, falou com a assessoria da CBV sobre a conquista do título. “Estou muito feliz de ter voltado ao Praia. Tinha o sonho de retornar para essa equipe. Todo o time está de parabéns. Sabíamos da dificuldade desse jogo. Estávamos com alguns desfalques importantes, mas mostramos que somos uma equipe forte. Independentemente de quem jogar não podemos deixar o ritmo cair. Fizemos um bom jogo apesar de oscilarmos em alguns momentos”.
Já a levantadora Macris lamentou a derrota. “A nossa equipe precisa encontrar uma identidade e isso, infelizmente, demanda tempo, coisa que a gente não teve ainda. É algo que a gente precisa construir, tem que trabalhar forte no dia a dia. Os dois times se conhecem muito, apesar que estão com montagens diferentes. Então, além de a gente ter que melhorar individualmente, precisamos encontrar a nossa identidade e sermos agressivas para não sobrecarregar alguma jogadora e também fazer com que todo mundo jogue junto. Então, é ter paciência”.
Desde 2015, a Supercopa promove o duelo entre os atuais campeões da Superliga e da Copa do Brasil, no começo de toda temporada. Como o Itambé/Minas foi o campeão de ambas as competições em 2018/2019, o adversário da Supercopa foi o Dentil/Praia Clube, que disputou as duas decisões contra o Minas no último ano.
DENTIL/PRAIA CLUBE Ananda, Martínez, Fernanda Garay, Pri Dairot, Waleswka, Fran, Laís (L). Entraram: Claudinha, Fawcett, Angélica. Técnico: Paulo Coco
ITAMBÉ/MINAS Macris, Bruna Honório, Deja, Kasiely, Carol Gattaz, Thaísa, Léia (L). Entraram: Bruninha, Sheilla, Lana. Técnico: Nicola Negro
TAUBATÉ CONQUISTA O HEXACAMPEONATO PAULISTA
Na noite de quinta-feira, 31 de Outubro, o EMS/Funvic/Taubaté conquistou o troféu do Campeonato Paulista pela 6ª vez consecutiva. Anteriormente, o Taubaté foi campeão estadual em 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018. Em 2019, na grande final, o time do Vale do Paraíba de São Paulo derrotou o Vôlei Renata/Campinas no tie-break, com parciais 23/25, 25/22, 25/17, 21/25, 15/13. Com o resultado, o título paulista foi decidido no golden set. Nele, o Taubaté confirmou a vitória do jogo 2 e bateu o Campinas, novamente, dessa vez, por 25/22, sagrando-se campeão.
FIVB DIVULGA SEDES DA REPESCAGEM OLÍMPICA

No último dia 23 de outubro, a Federação Internacional de Vôlei divulgou as sedes dos Pré-Olímpicos Continentais. A disputa definirá os últimos cinco classificados para os Jogos Olímpicos, em 2020. Cada continente irá distribuir uma vaga para as Olimpíadas. Será a última chance de carimbar o passaporte para Tóquio. Além do país sede, no caso o Japão, já garantiram presença no certame olímpico, nos dois naipes, 6 seleções. No masculino: Brasil, Estados Unidos, Polônia, Rússia, Argentina e Itália. No feminino: Sérvia, China, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Itália.
A repescagem olímpica está marcada para janeiro de 2020, bem no comecinho do ano, entre os dias 4 e 12 do mês. No naipe feminino, a competição pela vaga africana acontece em Camarões. Na Europa, a sede será na Holanda. No continente asiático, a disputa ocorre na Tailândia. Na América do Sul, a Colômbia sedia o Pré-Olímpico. Fechando o panorama olímpico da categoria feminina, a cidade de Santo Domingo, na República Dominicana, será o palco na disputa da vaga pela Norceca.
No naipe masculino, no continente europeu, a cidade de Berlim, na Alemanha, será a anfitriã do Pré-Olímpico. Na África, o Egito recebe a disputa. Já na Ásia, a cidade de Jiangmen, na China, sedia a competição. Na América do Sul, o Chile é o palco da repescagem olímpica. Encerrando o panorama olímpico da categoria masculina, a cidade de Vancouver, no Canadá, sedia a competição pela vaga da Norceca.
Abaixo você confere quais as seleções entram em quadra no Pré-Olímpico Continental e as datas das competições.
Feminino
África – de 4 a 9 de janeiro – Argélia, Botsuana, Camarões, Congo, Egito, Gana, Quênia e Nigéria
Europa – de 5 a 12 de janeiro – Azerbaijão, Bélgica, Bulgária, Croácia, Alemanha, Holanda, Polônia e Turquia
Ásia – de 7 a 12 de janeiro – Austrália, Indonésia, Iran, Taiwan, Cazaquistão, Coréia do Sul e Tailândia
América do Sul – 7 a 9 de janeiro – Argentina, Colômbia, Peru e Venezuela
Norceca – 9 a 12 de janeiro – Canadá, República Dominicana, México e Porto Rico
Masculino
Europa – de 5 a 10 de janeiro – Bélgica, Bulgária, República Checa, França, Alemanha, Holanda, Eslovênia e Sérvia
África – de 6 a 12 de janeiro – Argélia, Botsuana, Camarões, Egito, Gana, Níger, Tunísia
Ásia – de 7 a 12 de janeiro – Austrália, China, Taiwan, Índia, Iran, Cazaquistão, Coréia do Sul, Catar
América do Sul – 9 a 11 de janeiro – Chile, Colômbia, Peru e Venezuela
Norceca – 9 a 12 de janeiro – Canadá, Cuba, México e Porto Rico
COMO ERA O PAULISTA ANTES DO TAUBATÉ
Com decisão marcada para esta quinta-feira, 31 de Outubro, o Campeonato Paulista masculino de vôlei é dominado pelo Taubaté há cinco temporadas. Desde 2014, a equipe do interior paulista sempre termina o estadual com o troféu de campeão nas mãos. Foram 5 títulos consecutivos. Quase sempre, tendo como adversário o Sesi/SP. Em 2019, a final é contra o Vôlei Renata. No primeiro jogo, em Taubaté, melhor para o time de Campinas, por 3×2.
Mas como era o Paulista anteriormente? Antes de perder a hegemonia estadual para o Taubaté, o Sesi/SP dominava o cenário. Em 5 anos, foram 4 títulos, entre 2009 e 2013. Por três vezes, o adversário da vez foi justamente o Campinas, em 2011, 2012 e 2013. Em uma das finais, após as Olimpíadas de Londres, em 2012, teve jogo com violência e pancadaria. Fato é que, mesmo em um passado longínquo, Campinas nunca conquistou o estadual.
A pancadaria do jogo 1 da final de 2012
Contra o Taubaté, jogando em casa, nessa quinta, o Campinas terá a chance de quebrar duas escritas. Caso seja campeão, o Vôlei Renata irá levantar o caneco pela 1ª vez na história, encerrando a sequência de títulos do Taubaté no estadual. A tarefa não será fácil, porém com a vitória no 1º jogo, o Campinas precisa vencer novamente. Em caso de derrota, o título será decidido no golden set.
Os pontos finais do jogo 3 da decisão de 2012
O ADEUS DE PICCININI

As quadras de vôlei não terão mais o frescor da beleza da italiana Francesca Piccinini. No mês passado, infelizmente, uma das musas do vôlei anunciou a sua despedida da modalidade. Ela já não defendia mais a seleção de seu país havia três anos. Agora escolheu definitivamente se aposentar. Uma pena para os amantes da graciosidade da atleta.
Como não esquecer a sua passagem pelo Brasil! Ainda jovem, no início de carreira, Piccinini jogou pelo time de Bernardinho, encantando a torcida brasileira, na temporada 1998/1999 da Superliga. Nosso país sempre foi um amigo íntimo da jogadora. Foi pelas mãos de um brasileiro, no caso o técnico Marco Aurélio Motta, que ela foi revelada ao mundo.
Porém, a culpa pelo sucesso da carreira da bella ragazza italiana não foi somente de um brasileiro. Um acidente de percurso, levou a jogadora a prática profissional da modalidade. Segundo consta em algumas entrevistas, Piccinini se apaixonou pelo esporte, após a leitura de uma mangá japonês, em que os personagens jogavam vôlei.
Os críticos desdenhavam do desempenho da atleta em quadra. Para muitos, sua presença na seleção da Itália era midiática. Sua performance quase sempre foi questionada. Tudo inveja! O problema era sua beleza. Certa vez, na Vila Olímpica, em Sydney 2000, ela e suas companheiras de seleção chamaram tanta atenção, que foram assediadas no refeitório.
Com seu talento e patriotismo, a Itália foi campeã mundial, bicampeã europeia, da Copa do Mundo, da Copa dos Campeões. Faltou a medalha olímpica. Problema dos deuses… Pelos clubes, na Europa, Piccinini foi por várias vezes campeã, seja na Liga Italiana ou na Champions League. Por duas vezes, no principal torneio da Europa, calou os críticos, sendo eleita MVP, em 2010 e 2016.
Seus planos para o futuro são um segredo. No último Campeonato Europeu ela foi comentarista da RAI, TV pública italiana. Em entrevistas recentes, disse que não gostaria de ser treinadora, mas trabalhar nas categorias de base.
Seja o que fizer a partir de agora, Piccinini entrou para o rol das atletas inesquecíveis da história da modalidade. E que fique claro, sobrava qualidade e categoria em seu voleibol. Como diria o compositor, cantor e poeta brasileiro Vinícius de Moraes: “Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental”.

O BALANÇO DA COPA

Encerrada a disputa da Copa do Mundo 2019 é dado o momento de fechar o balanço da competição. Para o Brasil, no naipe masculino, o saldo é extremamente positivo. Além da conquista do título de forma invicta, a seleção brasileira evoluiu em vários aspectos coletivos. Desde o entrosamento do cubano naturalizado brasileiro Leal com o time titular, passando pelo desempenho individual do oposto Alan, reserva de Wallace, eleito MVP da Copa, até o ganho de consistência tática do ponteiro Lucarelli, entre outros, como o amadurecimento do líbero Thales.
Claro, nem tudo são flores. A julgar pelo nível de exigência técnica do torneio, a Copa do Mundo 2019 pode não ser considerada parâmetro para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Isso porque, como nessa edição, a Copa do Mundo não distribuiu vagas olímpicas, a maioria das seleções adversárias poupou seus principais atletas. Como no caso de Italia e Rússia, para citar alguns exemplos. No entanto, fato é que, quando testado o Brasil correspondeu à altura. Diante de seus principais concorrentes ao título, os brasileiros não titubearam, saindo de quadra com vitórias convincentes contra EUA e Polônia.
Em relação as demais equipes, pelo que foi apresentado, é bom ficar atento com a seleção japonesa. Com uma campanha surpreendente, os japoneses ficaram de fora do pódio, porém terminaram com a melhor colocação, em anos, na competição. Não foi apenas a posição final do Japão, 4º lugar, que chamou a atenção. Individualmente, vários atletas se desatacaram como o oposto Nishida e o ponteiro Ishikawa, entre outros. Mantendo o nível de performance da Copa, o Japão pode sonhar mais alto nas Olimpíadas dentro de casa.
Já o mesmo, não se pode dizer dos Estados Unidos. Sem muitas opções no elenco, os americanos demonstraram grandes dificuldades, para sair de situações adversas, durante as partidas. Além disso, a seleção americana parecia estar em seu limite físico, com sinais de esgotamento. A ausência do ponteiro Sander provou a tese. Sem ele, os Estados Unidos sofreram com a falta de um jogador decisivo. Talvez, a solução seja deslocar Anderson para a posição de ponteiro, escalando Patch, uma das únicas opções viáveis no banco, na saída de rede.
FEMININO
Sobre o naipe feminino, as perspectivas brasileiras são preocupantes. Para dizer, o mínimo. Sem conseguir contar com suas principais jogadoras juntas, em todo o ciclo olímpico, o técnico José Roberto Guimarães sofreu com a falta de padrão da seleção brasileira na Copa do Mundo 2019. Muito irregular, as brasileiras perderam para Holanda e Coréia do Sul, desperdiçando chance de pódio, o Brasil de 2020 é uma incógnita.
Segundo fontes da imprensa, várias atletas experientes devem retornar a seleção no ano que vem. Caso isso se confirme, José Roberto Guimarães terá pouco mais de três meses para ajustar o time. Isso sem falar no trauma, dos prováveis cortes de jogadoras que vestiram a camisa do Brasil durante todo o ciclo, dando lugar as estrelas da seleção bicampeã olímpica.
Com relação aos adversários, analisando friamente, mesmo contando com a base brasileira, medalha de ouro em Pequim 2008 e Londres 2012, as chances do Brasil são pequenas. A nossa frente, na disputa por medalhas, no momento, estão China, Sérvia, Estados Unidos e Itália.
Isso sem falar na distribuição das chaves dos Jogos de Tóquio 2020. Caso as projeções estejam certas, é bom para a seleção brasileira, torcer por uma classificação da Holanda, no Pré-Olímpico Europeu, em janeiro, para escapar de um grupo fraco e cruzamento forte, com grandes chances de eliminação, como na Rio 2016.
Para encerrar, não dá para deixar de comentar sobre a campanha chinesa na Copa do Mundo 2019. Impecável, a China foi campeã invicta, perdendo apenas 3 sets, 2 para o Brasil. Mais uma vez, em uma competição importante, a ponteira Zhu esteve imparável. Além disso, toda a China evoluiu tecnicamente, com destaque para a outra ponteira Zhang. Não há dúvidas de que as chinesas são uma das grandes favoritas ao ouro em Tóquio 2020.
DOMINICANAS CONQUISTAM 2º TÍTULO CONTINENTAL
Na domingo passado, 13 de Outubro, na cidade de San Juan, em Porto Rico, a República Dominicana sagrou-se campeã continental da região da Norceca na categoria feminina. Foi o segundo título dominicano na história da competição. Anteriormente, as dominicanas foram campeãs de seu continente no ano de 2009. Ainda em 2019, no mês de Agosto, a República Dominicana foi medalha de ouro no Pan, também pela segunda vez na história.
Na decisão do campeonato continental da Norceca, a seleção dominicana feminina superou os Estados Unidos, pela 1ª vez, em uma final do torneio. O placar do jogo ficou em 3×2, a favor das dominicanas, com parciais 25/19, 25/23, 15/25, 20/25, 15/9. Foi uma revanche do revés das últimas finais do campeonato, quando a República Dominicana saiu derrotada pelas americanas em 2013 e 2015. Em 2017, não houve disputa da competição.
Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção canadense. Jogando contra Porto Rico, no domínio adversário, o Canadá bateu as donas da casa, na disputa do bronze, pelo placar máximo, com parciais de 26/24, 25/13, 25/20.

PREMIAÇÃO INDIVIDUAL
A ponteira dominicana Brayelin Martínez foi eleita a MVP – melhor jogadora do campeonato. Também foram premiadas a americana Poulter, como melhor levantadora, a americana Hill como melhor atacante, a dominicana De La Cruz como melhor saque, a americana Lowe como melhor oposta, a central Dixon como melhor bloqueadora e a líbero americana Wong como melhor defesa.
RESUMO DA COPA – dia 22

Foi encerrada a disputa da Copa do Mundo de vôlei masculino 2019, na última terça-feira, 15 de Outubro. O Brasil sagrou-se campeão invicto com uma rodada de antecedência. Foi o terceiro título brasileiro na história da competição. A seleção polonesa ficou com a medalha de prata, depois de derrotar o Irã, pela décima primeira rodada. Completou o pódio da Copa, após vencer o Egito, a seleção norte-americana.
Rodada 11
Iniciando a rodada final da Copa do Mundo 2019, em Hiroshima, Estados Unidos e Egito se enfrentaram. Precisando da vitória para confirmar o lugar no pódio, os americanos saíram atrás no placar, com 25/22. Na sequência veio a reação. Os Estados Unidos ganharam a partida, de virada, com 25/16, 25/14, 25/13. O oposto americano Anderson foi o maior pontuador do confronto com 17 pontos.
Na arena principal, também precisando do resultado positivo para ficar com a medalha de prata, a Polônia jogou contra o Irã. De forma convincente, os poloneses aplicaram um sonoro 3×0, com parciais de 25/18, 25/18, 25/16. O ponteiro cubano Leon naturalizado polonês anotou 17 pontos, sendo 13 de ataque e 4 de bloqueio.
Após o triunfo americano contra os egípcios, a Rússia se despediu da Copa do Mundo com vitória. Contra a Tunísia, os russos não encontraram muita resistência e derrotaram os adversários africanos, pelo placar máximo, com parciais de 25/16, 25/16, 25/15. O ponteiro da Rússia Podlesnykh foi o destaque individual do jogo com 12 acertos.
Encerrando a rodada, na quadra 2, a Argentina bateu a Austrália e terminou a competição no 5º lugar. A vitória contra os australianos foi pelo placar de 3×0, com parciais de 25/20, 25/21, 26/24. Mesmo com o revés, o oposto da Austrália Williams foi o destaque da partida na pontuação. Ele marcou 23 pontos.
Fechando a competição, na quadra principal, o Japão terminou a sua boa campanha na Copa, com a conquista da oitava vitória, em 11 jogos. Dessa vez, contra o Canadá, por 3×2, de virada, com parciais de 22/25, 25/20, 25/23, 23/25, 15/9. Com o resultado, os japoneses encerraram o torneio na 4º posição geral na tabela de classificação.
SELEÇÃO DA COPA DO MUNDO MASCULINA 2019

Na cerimônia de premiação da Copa do Mundo de vôlei masculina 2019 foi anunciado o MVP e a seleção da competição. O oposto brasileiro Alan foi eleito o melhor jogador da Copa. Já o time dos melhores do torneio foi formado pelo levantador americano Christenson, o central Lucão do Brasil e o central dos Estados Unidos Holt, o ponteiro japonês Ishikawa e o ponteiro naturalizado polonês Leon, o oposto Nishida do Japão e o líbero brasileiro Thales.

