




Após cinco rodadas da disputa pelo título da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, Estados Unidos e China brigam cabeça a cabeça pela liderança da competição. As duas seleções venceram todos os seus 5 jogos. A chinesas estão na frente nos critérios de desempate. Na próxima etapa do torneio, as partidas serão realizadas em duas novas sedes, nas cidades japonesas de Toyama e Sapporo. Serão três jogos antes da fase decisiva.
Rodada
Na abertura da 5ª rodada, em Hamamatsu, a Holanda chegou a abrir 2×0 no placar contra a Sérvia e acabou sofrendo a virada. A oposta servia Ana Bjelica foi a grande responsável pela vitória por 3×2, com parciais de 18/25, 23/25, 25/19, 26/24, 15/9. Ela anotou 35 pontos. Nas estatísticas da Copa, ela aparece em 1º lugar como maior pontuadora do torneio até o momento. No total, Bjelica já marcou 120 pontos.

Em outra partida equilibrada do dia, a Rússia também chegou a fazer 2×0 contra a República Dominicana e permitiu o empate. No entanto, ao contrário das holandesas, as russas venceram o jogo no tie-break, com parciais de 25/16, 25/23, 23/25, 23/25, 15/5. A ponteira dominicana De La Cruz foi a maior pontuadora do confronto com 27 pontos. Com o resultado, a Rússia assumiu a 3ª posição na tabela, com 10 pontos.
Já argentinas e coreanas não tiveram dificuldades para bater as seleções africanas, ambas por 3×0. Enquanto a Argentina derrotou o Quênia e conquistou sua primeira vitória na Copa, a Coréia do Sul se recuperou do revés para a Rússia, contra Camarões. Na próxima rodada, em Toyama, na abertura da próxima etapa, as duas seleções medem forças.
Para finalizar o dia, depois do triunfo americano contra o Brasil, em Hamamatsu, China e Japão disputaram o clássico asiático, em Yokohama. Sem tomar conhecimento do adversário, as chinesas aplicaram um 3×0 incontestável contra o rival, com parciais de 25/17, 25/10, 25/17. A ponteira da China Zhang foi o destaque individual do duelo com 19 pontos.


A seleção brasileira feminina de vôlei perdeu seu segundo jogo na Copa do Mundo 2019. Em jogo válido pela quinta rodada da competição, o Brasil foi derrotado pelos Estados Unidos de forma avassaladora. As brasileiras foram completamente dominadas pelas americanas durante toda a partida. O placar final do confronto não deixa dúvidas. Vitória dos Estados Unidos por 3×0, com parciais de 25/22, 25/18, 25/19. A ponteira americana Robinson foi a maior pontuadora do duelo com 15 pontos.
Com o resultado, a seleção brasileira ficou distante do título inédito da Copa. Já os Estados Unidos mantiveram a invencibilidade e o 2º lugar somando 15 pontos. A China lidera nos critérios de desempate. Na próxima rodada, o Brasil enfrenta justamente a seleção chinesa, às 3h da madrugada de domingo, 22 de setembro, com transmissão do SPORTV 2. As americanas jogam contra as japonesas, donas da casa, na manhã do mesmo dia.
RESUMO
A seleção americana dominou o jogo com o Brasil do começo ao fim. Imprimindo muita variação e velocidade, os Estados Unidos não deixaram as brasileiras respirarem. Ao Brasil, restava como estratégia forçar o serviço para tentar equilibrar o duelo. No entanto, alguns momentos do confronto foram marcados por disputas intensas por cada ponto, demonstrando certo equilíbrio de forças. Faltou poder de fogo ao ataque brasileiro. As levantadoras do Brasil não estiveram bem, tanto na precisão, quanto na distribuição. O bloqueio praticamente foi nulo. Já o sistema defensivo americano, ao contrário do brasileiro, foi decisivo para a construção do placar.
BRASIL Macris (0), Lorenne (6), Bia (4), Fabiana (3), Gabi (12), Drussyla (12), Brait (L). Entraram: Roberta (1), Sheilla (1), Amanda (0), Mara (6). Técnico: José Roberto Guimarães
EUA Poulter (1), Drews (14), Ogbogu (12), Washington (10), Robinson (15), Larson (8). Entraram: Bartsch (0), Hill (0). Técnico: Karch Kirally


Pela quarta rodada da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, disputada no Japão, a seleção chinesa manteve a dianteira na tabela da competição. Com a vitória sobre a República Dominicana, por 3×0, com parciais de 25/19, 25/21, 25/19, na terça-feira, 17 de Setembro, a China conquistou o quarto triunfo, em 4 jogos. Mais uma vez, a ponteira chinesa Thing Zhu foi o destaque individual da partida com 20 pontos.

Quem também está invicta, com 4 vitórias, nos 4 jogos, é a seleção americana. Contra a Holanda, que até então também não havia perdido, no jogo mais esperado da rodada, os Estados Unidos fizeram a sua melhor partida no torneio, ganhando o duelo pelo placar de 3×0, com parciais de 25/23, 25/18, 25/19. As ponteiras Robinson e Larson foram as maiores pontuadoras do confronto com 16 pontos cada.
Com apenas uma derrota na Copa, para a China, a Rússia manteve a caça aos líderes da competição. Diante das coreanas, as russas bateram o time adversário por 3×0, com parciais de 25/18, 29/27, 25/12. A oposta Goncharova foi o destaque do jogo, com 14 pontos. Com o resultado, a seleção russa ocupa o 4º lugar geral, com 8 pontos.
Ao fim do jogo, a capitã russa, a levantadora Startseva falou com a FIVB sobre o jogo, na coletiva de imprensa. “Nesta competição é importante dar o melhor em cada jogo porque existe um grande significado. Alguns aspectos hoje foram bons, outros não, mas estou feliz por ter vencido”.
Após duas derrotas consecutivas, o Japão recuperou-se na Copa do Mundo no jogo contra Camarões. As japonesas derrotaram as camaronesas, por 3×0, com parciais de 25/17, 25/17, 25/20. Foi o segundo resultado positivo do Japão na competição. Pela segunda vez consecutiva, a camaronesa Moma Bassoko foi a maior pontuadora de uma partida, dessa vez, com 16 pontos.

Para finalizar, na abertura da rodada, em Hamamatsu, a Sérvia venceu a Argentina por 3×1, com parciais de 25/15, 23/25, 25/23, 25/23. O time alternativo sérvio teve muitas dificuldades para derrotar um oponente em franca evolução. A oposta Ana Bjelica foi a maior anotadora do duelo com 29 pontos.

A seleção brasileira feminina de vôlei se recuperou do revés para a Holanda na Copa do Mundo 2019. Em jogo válido pela quarta rodada da competição, o Brasil venceu o Quênia por 3×0, com parciais de 25/20, 25/17, 25/14. Foi a terceira vitória das brasileiras no torneio. Apesar da fragilidade adversária, o Brasil entrou em quadra apático e com baixa motivação. Tal fato foi notório, porque, visivelmente a seleção feminina sentiu o peso da derrota para a seleção holandesa, na rodada anterior. O técnico José Roberto Guimarães aproveitou a partida para dar rodagem e ritmo de jogo para toda equipe.
Com a vitória, o Brasil manteve a 5ª colocação na tabela com 8 pontos. Se a Copa do Mundo terminasse hoje, as brasileiras estariam fora do pódio. Na próxima rodada, a seleção brasileira joga todas as suas fichas, em busca do título, contra os Estados Unidos, vice-líder, invicto, com 12 pontos. O jogo acontece na quinta-feira, 19 de setembro, às 6h da manhã, com transmissão do SPORTV 2. Já o Quênia joga com a Argentina, às 2h da madrugada.
Maior pontuadora do jogo, com 14 pontos, a central Mara conversou com a assessoria da CBV sobre a vitória contra o Quênia. “Foi uma vitória importante para nossa sequência na competição. Conseguimos dar ritmo de jogo para todas as jogadoras. A Copa do Mundo é um campeonato longo e precisamos de todo o time. Agora vamos estudar os Estados Unidos para fazermos um bom jogo nesta quinta-feira. Cada partida é uma final nessa competição”.


Aconteceu na segunda-feira, 16 de setembro, pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, no Japão, a terceira rodada da competição. Na sede de Hamamatsu, abrindo o dia de jogos, a seleção alternativa da Sérvia passou fácil pelo Quênia, um dos representantes africanos do torneio, pelo placar máximo, com parciais de 25/13, 25/11, 25/17. A oposta da Sérvia Ana Bjelica foi a maior pontuadora do jogo com 11 pontos
Na outra sede, em Yokohama, a seleção camaronesa quase aprontou uma zebra histórica. Jogando contra a República Dominicana, com um placar adverso de 2×0, Camarões levou a partida para o tie-break. No 5ºset, pesou a maior experiência das dominicanas. Vitória da República Dominicana, por 3×2, com parciais de 25/17, 25/15, 23/25, 28/30, 15/10. A camaronesa Moma Bassoko saiu de quadra como destaque individual do jogo. Ela anotou 27 pontos.
No terceiro jogo da rodada, as americanas cederam uma parcial no duelo com a Argentina. Depois de abrir 2×0, com 25/21 e 25/18, os Estados Unidos relaxaram e perderam o 3º set para as argentinas por 25/18. No set seguinte, a seleção norte-americana retomou as rédeas da partida e fechou o confronto por 3×1, com 25/11. Mais uma vez, Karsta Lowe foi a maior pontuadora dos Estados Unidos, com 22 pontos.
Na sequência das partidas, em Yokohama, um dos maiores clássicos do vôlei internacional, China versus Rússia. O placar do duelo retratou o momento das duas seleções. Sem muita resistência e até com alguma facilidade, vitória chinesa sobre as russas, por 3×0, com parciais de 25/22, 25/16, 25/18. Thing Zhu foi a maior pontuadora da partida, com 21 pontos.
Ainda em Yokohama, fechando a rodada, após a vitória da Holanda contra o Brasil, na outra sede, o clássico asiático entre Japão e Coréia do Sul. Depois de duas derrotas na Copa, contra China e República Dominicana, as coreanas se recuperaram na competição, derrotando o tradicional rival, no domínio adversário, de virada, por 3×1. A ponteira Lee da Coréia foi a maior pontuadora do jogo com 26 pontos.

A seleção brasileira feminina de vôlei não foi páreo para a Holanda. Em seu terceiro jogo válido pela Copa do Mundo 2019, o Brasil perdeu a invencibilidade na competição. De forma incontestável, as holandesas derrotaram as brasileiras pelo placar de 3×0, com parciais de 25/23, 25/21, 25/22. Em uma jornada espetacular, a oposta holandesa Sloetjes foi o grande destaque individual do jogo. Ela anotou 25 pontos. Pelo lado brasileiro, a também oposta Lorenne foi a maior pontuadora, com 12 pontos.
Mesmo com o revés, o Brasil manteve a 5ª posição na tabela, com 2 vitórias e uma derrota, 5 pontos no total. Já a Holanda está na vice-liderança com 3 vitórias, em 3 jogos, 9 pontos. Na próxima rodada da Copa, na manhã de quarta-feira, 18 de setembro, a seleção brasileira enfrenta o Quênia, a partir das 6h, com transmissão do SPORTV 2. As holandesas jogam contra os Estados Unidos, na madrugada de terça-feira para quarta-feira, ás 2h.
Ao fim do jogo, o técnico José Roberto Guimarães conversou sobre a derrota brasileira com a assessoria da CBV. “Tenho que parabenizar a Holanda que fez um excelente jogo, principalmente no sistema defensivo. Cometemos alguns erros na relação entre o bloqueio e a defesa. As holandesas tiveram mais conjunto, leitura e discernimento para decidir algumas bolas. A Lonneke fez uma partida excepcional com 25 pontos e poucos erros. Foi um jogo importante para aprendermos para o futuro”.
RESUMO
Brasil e Holanda iniciaram a partida com um saque agressivo, dificultando a virada de bola das duas seleções. A diferença estava no aproveitamento dos ataques. Enquanto a Holanda saía-se melhor nas bolas altas, o Brasil tinha dificuldades com a defesa e o bloqueio holandês. Com o avançar do jogo, as holandesas estabilizaram seu passe e as brasileiras perderam eficiência no serviço. Em alguns momentos, ainda na primeira parcial, o bloqueio brasileiro conseguiu equilibrar as ações do duelo com a Holanda.
No entanto, com o passar do jogo e o passe na mão, durante as parciais seguintes, a levantadora holandesa Bongaerts deitou e rolou na distribuição. O Brasil não pontuou mais no bloqueio, foi inoperante e não conseguiu fazer a leitura do jogo no fundamento. O volume de jogo holandês, principalmente na defesa, incomodou o ataque brasileiro. Ofensivamente, as principais atacantes do Brasil foram neutralizadas. Tudo deu certo para a Holanda. Em noite inspirada de Buijs na recepção e de Sloetjes no ataque, o Brasil não teve muitas chances de mudar o panorama da partida.
HOLANDA Bongaerts (2), Sloetjes (25), Belien (9), Koolhaas (10), Buijs (13), Grothues (3), Schoot (L). Entraram: Lohuis (0), Luttikhuis (0). Técnico: Jamie Morrison
BRASIL Macris (1), Lorenne (13), Fabiana (5), Bia (4), Gabi (12), Drussyla (12), Leia (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (3), Amanda (0), Carol (0). Técnico: José Roberto Guimarães


Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019 ocorreu no Japão, no domingo, 15 de setembro, a segunda rodada da competição. Abrindo o dia de jogos, na cidade de Hamamatsu, a seleção da Holanda, embalada pela vitória na estreia sobre a Argentina, derrotou o Quênia por 3×0, com parciais de 25/12, 25/19, 25/17. A ponteira Grothues foi a maior pontuadora da partida com 11 pontos.
Na outra sede, a China venceu Camarões, sem dificuldades, pelo placar máximo, com parciais de 25/18, 25/14, 25/19. A técnica chinesa Lang Ping poupou suas principais jogadoras do duelo com as africanas. A ponteira da China Yingying Li foi o destaque individual do confronto com 22 pontos.
Na sequência da rodada, em Hamamatsu, os Estados Unidos tomou um susto contra o time alternativo da Sérvia, atual campeão mundial. Depois de perder o 1º set por 25/23, o time americano virou o jogo com autoridade, com parciais de 25/17, 25/16, 25/15, fechando a partida em 3×1. A entrada da oposta Lowe foi decisiva para a vitória. Ela marcou 18 pontos.
Já em Yokohama, a República Dominicana conquistou um importante resultado para as suas pretensões na Copa do Mundo. O triunfo contra a perigosa Coréia do Sul foi pelo placar de 3×1, com parciais de 25/17, 24/26, 25/23, 25/23. Foi a primeira vitória das dominicanas na competição. Martinez saiu de quadra com 27 pontos anotados.
Encerrando o dia, também em Yokohama, depois do triunfo brasileiro contra a Argentina, em Hamamatsu, a Rússia manteve a invencibilidade na Copa após derrotar o Japão. As russas chegaram a estar perdendo por 2×1, depois de vencer o 1º set, mas conseguiram fechar o duelo em 3×2, com parciais de 25/11, 23/25, 25/27, 25/19, 15/7. Goncharova bateu o recorde de pontos nesta Copa do Mundo, em uma única partida. Ao todo, foram 31 pontos.

Pela Copa do Mundo feminina de vôlei, em jogo da segunda rodada da competição, o Brasil não teve dificuldades para derrotar a Argentina pelo placar máximo, com parciais de 25/17, 25/19, 25/16. Em grande atuação individual, a ponteira brasileira Gabi foi a maior pontuadora do confronto. Ela marcou 18 pontos. Pelo lado adversário, a ponteira argentina Nizetich foi o destaque com 10 pontos.
Com o resultado, as brasileiras conquistaram a segunda vitória na Copa do Mundo e ocupam a 5ª colocação na tabela. Na próxima segunda-feira, dia 16 de Setembro, a seleção brasileira realiza o terceiro jogo na Copa, contra a Holanda, a partir das 5h da manhã, com transmissão do SPORTV 2. Já a seleção da Argentina enfrenta os Estados Unidos, a partir das 2h da madrugada.
Ao final do duelo com a Argentina, a ponteira Gabi falou sobre o jogo com a assessoria da CBV. “Foi uma vitória importante. Já evoluímos em relação à partida contra Sérvia e cometemos menos erros. Nosso saque foi mais agressivo e nosso bloqueio voltou a funcionar. Foi bom também para as jogadoras que estavam de fora participarem do jogo. Elas entraram e mantiveram o nível. É um campeonato longo e temos que crescer a cada confronto. Estamos buscando o nosso equilíbrio”.
RESUMO
Assim como na estreia, o Brasil apresentou um bom volume de jogo e ao contrário da Argentina tinha grande eficiência no aproveitamento dos contra-ataques. Além disso, a virada de bola brasileira era superior a da Argentina. Em algumas situações, principalmente na primeira parcial, as argentinas conseguiam equilibrar o jogo no bloqueio. Porém, a medida em que a partida avançou, o Brasil foi muito melhor no fundamento. Foram 17 pontos da seleção brasileira contra 7 da Argentina. O Brasil errou muito pouco. Para completar, a linha de passe argentina teve muitos problemas com o saque brasileiro. A jovem e promissora levantadora Mayer não conseguiu distribuir bem o seu jogo, ao contrário da armadora brasileira Macris.
BRASIL Macris (2), Lorenne (10), Fabiana (9), Bia (5), Gabi (18), Amanda (11), Brait (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (6), Mara (0), Gabi Cândido (0), Carol (3). Técnico: José Roberto Guimarães
ARGENTINA Mayer (2), Fresco (5), Lazcano (5), Tosi (1), Nizetich (10), Bulaich (6), Rizzo (L). Entraram: Benítez (0), Piccolo (9), Soria (1), Gonzalez (L), Farriol (2), Rodriguez (6). Técnico: Hernan Ferraro

A seleção brasileira masculina de vôlei manteve a hegemonia no Campeonato Sul-Americano. Jogando em Santiago, no Chile, o Brasil conquistou o 32º título da competição. Na decisão, a seleção masculina derrotou a Argentina, no tie-break, após reverter uma desvantagem de 2×0 no placar. A única vez em que os brasileiros não foram campeões sul-americanos foi em 1964, quando não participaram do torneio por problemas políticos. O oposto do Brasil Alan foi eleito MVP do campeonato. Completou o pódio do Sul-Americano 2019, na 3ª posição, a seleção chilena, depois de bater a Venezuela por 3×0, na disputa do bronze.
Ao fim do jogo, o ponteiro Douglas Souza, responsável pelo ponto do título, conversou com a assessoria da CBV sobre a conquista. “Sabíamos que seria um jogo difícil, uma final do Sul-Americano sempre é difícil e muito importante para o nosso time, quanto mais contra a Argentina. Para o nosso time, que é muito novo, foi importante adquirir essa grande experiência e saímos com mais energia ainda para os próximos desafios”.
SELEÇÃO DO SUL-AMERICANO 2019
A seleção do Campeonato Sul-Americano 2019 foi composta pelo levantador argentino Sánchez, o oposto argentino Lima, os central chileno Araya e o central brasileiro Flávio, o ponteiro Leal do Brasil e o ponteiro Bonacic do Chile, e o líbero argentino Danani.
A CAMPANHA DO TÍTULO
Fase de grupos
10/09 Brasil 3×0 Equador 25/10, 25/16, 25/14
11/09 Brasil 3×0 Colômbia 25/15, 25/10, 25/17
12/09 Brasil 3×1 Argentina 25/23, 25/21, 18/25, 25/21
Semifinal
13/09 Brasil 3×0 Chile 25/16, 25/17, 25/21
Final
14/09 Brasil 3×2 Argentina 24/26, 22/25, 31/29, 25/20, 15/13
