DE VIRADA, BRASIL VENCE RÚSSIA NO TIE-BREAK

A seleção brasileira masculina iniciou a 3ª fase do Campeonato Mundial Masculino de Vôlei com uma grande virada sobre a Rússia. O Brasil chegou a ter um placar adverso de 2×0. Brilhou a estrela do técnico Renan Dal Zotto, que fez as mudanças certas, em uma situação limite. No fim, vitória brasileira por 3×2, com parciais de 20/25, 21/25, 25/22, 25/23, 15/12.

Na próxima rodada do Grupo I, a Rússia enfrenta os Estados Unidos. Em caso de triunfo americano, o Brasil garante vaga para as semi-finais do Campeonato Mundial. Ainda assim, em caso de vitória russa, o Brasil poderá confirmar sua passagem para a próxima fase, em seu próximo jogo válido pelo Mundial, na sexta-feira, contra os Estados Unidos.

RESUMO
Diante dos russos, o Brasil viu prevalecer nas duas primeiras parciais da partida, o bloqueio adversário. Mesmo com dificuldades na virada de bola, os brasileiros conseguiram equilibrar a disputa, devido ao excessivo número de erros da Rússia.

O técnico brasileiro Renan Dal Zotto fez uma troca simples de levantadores e mudou o jogo. Bruninho deu lugar a William e o Brasil deslanchou. Em grande exibição, William comandou o time e deixou o bloqueio russo perdido. A passagem do líbero Maique pelo fundo de quadra recordou os tempos áureos de Serginho. Sem diminuir o número de erros, a Rússia foi incapaz de impedir a virada brasileira.

BRASIL Bruninho (1), Wallace (22), Lucão (12), Maurício Souza (1), Lipe (15), Douglas Souza (13), Thales (0). Entraram: William (2), Evandro (3), Isac (0), Kadu (0), Lucas Lóh (0), Maique (0). Técnico: Renan Dal Zotto

RÚSSIA Butko (2), Mikhaylov (19), Muserskiy (17), Kurkaev (8), Kliuka (11), Volkov (23), Verbov (0). Entraram: Grankin (0), Poletaev (0), Berezhko (0). Técnico: Sergei Shliapnikov

OUTROS RESULTADOS
Grupo J Itália 0x3 Sérvia 15/25, 20/25, 18/25

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O líbero Maique em espetacular ação de defesa/Divulgação FIVB

O FINAL SIX DO MUNDIAL MASCULINO

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O Brasil não deu sorte na definição dos grupos da 3ª fase do Campeonato Mundial Masculino de Vôlei. Em sorteio realizado na segunda-feira, os brasileiros tiveram como resultado a pior combinação possível. O Brasil caiu no grupo da morte ao lado de Estados Unidos e Rússia. Na outra chave estão: Itália, Polônia e Sérvia.

Amanhã, quarta-feira, o Final Six do Campeonato Mundial terá início, em Turim, com dois jogos. Ao meio-dia, o Brasil enfrenta os russos, pelo grupo I. Logo depois, pelo grupo J, os italianos jogam contra a Sérvia. Os dois jogos serão transmitidos pelo canal a cabo, SPORTV 2.

AS CHANCES BRASILEIRAS
Mesmo enfrentando dois adversários de peso, o Brasil tem chances de avançar às semi-finais. Se conseguir passar de fase, os brasileiros terão um caminho teoricamente mais fácil rumo à final. Sem desmerecer o outro grupo, caso a seleção brasileira conquiste a classificação, os prováveis confrontos de semi-finais irão exigir um nível de jogo inferior ao enfrentado contra russos e americanos. Claro que não dá para subestimar os oponentes. A Itália joga em casa com apoio da torcida, a seleção polonesa é a atual campeã mundial e a Sérvia faz até aqui, uma excelente competição.

Sobre russos e americanos é bom ter cautela. Apesar de ter realizado uma campanha irregular até a 3ª fase, não dá para descartar do páreo, a seleção russa. Eles foram campeões da Liga das Nações, em 2018, e são considerados favoritos ao título da competição. Até mesmo nesse Campeonato Mundial, a má campanha pode justificar-se pela consistência de seus adversários. Russos e americanos caíram no mesmo grupo, na 1ª fase, e ainda tiveram pela frente, a Sérvia.

Já os Estados Unidos, são os únicos invictos do Campeonato Mundial. Foram 8 vitórias em 8 jogos. Depois de um começo titubeante, os americanos ganharam confiança após bater a Rússia, por 3×1. Devidamente testados, os Estados Unidos são oponentes de alto nível técnico. Mesmo com um elenco menos diversificado em comparação com o da Rússia, os Estados Unidos apresentaram no Mundial um jogo muito consistente. São o time a ser batido.

CAMPEONATO MUNDIAL NA TV
Amanhã 26/09 12:00 Grupo I Brasil X Rússia SPORTV 2
Amanhã 26/09 16:15 Grupo J Itália X Sérvia SPORTV 2
Quinta 27/09 12:00 Grupo I EUA X Rússia SPORTV 2
Quinta 27/09 15:30 Grupo J Polônia X Sérvia SPORTV 2
Sexta 28/09 12:00 Grupo I Brasil X EUA SPORTV 2
Sexta 28/09 16:15 Grupo J Itália X Polônia SPORTV 2

SELEÇÃO BRASILEIRA CLASSIFICADA PARA O FINAL SIX

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Pelo Campeonato Mundial Masculino de Vôlei, o Brasil conquistou sua classificação para o final six, a ser disputado em Turim, na Itália, a partir da próxima quarta-feira, após vitória sobre a Eslovênia, no último sábado. Também estão classificadas para a 3ª fase do Mundial, as seleções da Itália, Estados Unidos, Polônia, Rússia e Sérvia. Nesta segunda-feira pela manhã, haverá um sorteio para definir os confrontos.

As seis seleções serão divididas em dois grupos com 3 países. Como primeiro lugar dos grupos E e F, Itália e Brasil não podem cair na mesma chave. Assim como, americanos e poloneses também não podem se enfrentar, já que foram primeiros colocados no grupos G e H, respectivamente. O mesmo procedimento impede que os dois melhores segundos colocados na 2ª fase, no caso Rússia e Sérvia, caiam no mesmo grupo.

Com a vaga garantida depois do triunfo contra a Eslovênia, por 3×0, o Brasil cumpriu tabela no domingo diante da Bélgica. O técnico Renan Dal Zotto escalou os reservas para o confronto e deu ritmo de jogo a todo o elenco. Apenas o ponteiro Douglas Souza não foi poupado, a partir do 3º set do jogo. Também foram utilizados, em algumas passagens, na inversão de rede, o levantador Bruninho e o oposto Wallace, maior pontuador do Brasil na competição. Mesmo sem contar com septeto titular, o Brasil venceu os belgas no tie-break, após estar com o placar adverso de 2×0.

Em relação aos seis finalistas do Campeonato Mundial, é bom destacar a ausência da França. Antes de iniciar a disputa, os franceses eram considerados superfavoritos ao lado de Estados Unidos e Rússia. Com o campeonato em andamento, a França não confirmou essa condição, perdendo um jogo considerado fácil para a Holanda e outros decisivos contra Brasil e Sérvia.

Vale ressaltar ainda que, todos os finalistas da Liga das Nações 2018, em Lille, na França, estão entre os finalistas, com exceção da França. No caso, quem disputa o Mundial em seus domínios são os italianos, classificados dentro de quadra, para o final six, no lugar dos franceses.

ÚLTIMOS RESULTADOS
Grupo E Rússia 3×0 Finlândia 25/17, 25/19, 25/22
Grupo E Itália 3×1 Holanda 16/25, 25/20, 27/25, 25/15
Grupo F Eslovênia 2×3 Austrália 25/23, 20/25, 25/19, 22/25, 11/15
Grupo F Bélgica 2×3 Brasil 25/22, 25/23, 19/25, 15/25, 12/15
Grupo G EUA 3×0 Irã 25/23, 26/24, 26/24
Grupo G Bulgária 2×3 Canadá 19/25, 14/25, 25/21, 25/19, 10/15
Grupo H França 3×1 Argentina 25/16, 25/20, 26/28, 25/19
Grupo H Polônia 3×0 Sérvia 25/17, 25/16, 25/14

BRASIL INICIA 2ª FASE NO MUNDIAL COM VITÓRIA

O Brasil iniciou a 2ª fase do Campeonato Mundial Masculino de Vôlei com vitória contra os australianos. O placar do jogo foi 3×0, com parciais de 25/21, 25/22, 25/15. Com o resultado, os brasileiros encaminharam a classificação para a próxima fase. Se vencer Eslovênia ou Bélgica nos próximos jogos, o Brasil garante lugar na 3ª fase, em Turim, como 1º lugar de seu grupo e não irá depender de uma combinação de resultados para passar de fase como um dos dois melhores segundo colocados.

No jogo de hoje, a Austrália ofereceu pouca resistência ao Brasil. Douglas Souza foi o maior pontuador do Brasil com 12 pontos. Mesmo sendo o maior pontuador do confronto com 16 pontos, o oposto australiano Williams teve um rendimento aquém do esperado. Seu aproveitamento de ataque girou abaixo de 40%. Um número ruim, para o principal responsável pela virada de bola australiana.

Na próxima rodada do grupo F, o Brasil enfrenta a perigosa seleção eslovena, vice-campeã europeia em 2015. O jogo acontece amanhã, a partir das 15h30, com transmissão do SPORTV 2. Em seu último jogo, também pelo grupo do Brasil, a Eslovênia derrotou a Bélgica por 3×0. Já a Austrália, derrotada pelos brasileiros, enfrenta a Bélgica. Os australianos já estão eliminados do Mundial. A Bélgica joga suas últimas fichas.

RESUMO
Brasileiros e australianos começaram o jogo com intensas disputas de rallys. O saque do Brasil propiciou vários contra-ataques durante toda a partida. O bloqueio brasileiro induziu o ataque australiano ao erro. O oposto Williams, destaque de sua seleção na competição, foi anulado pelo sistema defensivo da seleção brasileira.

Não restou outra saída para Austrália a não ser forçar o jogo no serviço. Em dado momento, a Austrália conseguiu equilibrar o jogo e ameaçar o Brasil, mas a virada de bola comprometeu toda a estratégia. Foram apenas 29 pontos de ataque contra 43 do Brasil.

Destaque brasileiro na partida, Bruninho realizou uma excelente distribuição, que privilegiou o jogo na maior distância, para fugir da marcação de bloqueio da Austrália pelo meio de rede.

BRASIL Bruninho (2), Wallace (12), Lucão (6), Isac (4), Douglas Souza (12), Lipe (11), Thales (0). Entraram: William (0), Evandro (1), Éder (0), Lucas Lóh (0), Kadú (0). Técnico: Renan Dal Zotto

AUSTRÁLIA Peacock (1), Williams (16), Graham (3), Mote (5), Sanderson (6), Staples (4), Perry (0). Entraram: Smith (3), Dosanjh (0). Técnico: Mark Lebedew

OUTROS RESULTADOS
Grupo E Holanda 0x3 Rússia 17/25, 16/25, 21/25
Grupo E Itália 3×0 Finlândia 25/20, 25/18, 25/16
Grupo F Bélgica 0x3 Eslovênia 26/28, 26/28, 19/25
Grupo G EUA 3×1 Canadá 25/17, 25/14, 21/25, 25/17
Grupo G Bulgária 3×0 Irã 25/19, 28/26, 26/24
Grupo H Sérvia 3×2 França 22/25, 26/24, 25/20, 18/25, 18/16
Grupo H Polônia 2×3 Argentina 25/16, 19/25, 23/25, 25/23, 14/16

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O ponteiro Douglas Souza, maior pontuador do Brasil no jogo/Divulgação FIVB

BRASIL TERMINA 1ª FASE NA LIDERANÇA DO GRUPO B

A seleção brasileira masculina de vôlei encerrou sua participação na 1ª fase do Campeonato Mundial, com 4 vitórias em 5 jogos. Em seu quinto jogo na competição, o Brasil venceu os chineses por 3×0, com parciais de 25/21, 25/22, 25/17. Com a vitória da França sobre o Canadá por 3×1, o Brasil assumiu a 1ª colocação do grupo B. Com apenas uma derrota para a Holanda na 1ª fase, os brasileiros seguem para a cidade de Bolonha, na Itália, onde enfrentam na 2ª fase do Campeonato Mundial as seguintes seleções: Bélgica, Eslovênia e Austrália. A ordem dos confrontos ainda não foi divulgada pela FIVB.

Na 2ª fase, os dezesseis classificados são divididos em 4 grupos com 4 seleções. Avançam para a 3ª fase, os primeiros de cada grupo e dois melhores segundo colocados no geral. Como os resultados são acumulativos, o Brasil carrega para a 2ª fase a campanha da primeira. Dessa forma, os brasileiros estão posicionados em 1º lugar do seu grupo, com 11 pontos, seguidos de perto pela Bélgica com 10 pontos, Eslovênia com 9 pontos e Austrália com 7 pontos.

CHINESES
Diante da China, o Brasil continuou com dificuldades no bloqueio. Foram apenas 4 pontos contra 9 do adversário. Os brasileiros diminuíram a quantidade de erros em relação ao jogo anterior com o Canadá e compensaram a ineficiência do bloqueio na defesa. O oposto Wallace foi o maior pontuador do jogo com 21 pontos. Ele teve um aproveitamento de mais de 70% no ataque. No geral, a virada de bola e os contra-ataques brasileiros foram a diferença na partida. Mérito da distribuição de jogo do levantador Bruninho e da recepção do Brasil.

OUTROS RESULTADOS
Grupo A Japão 3×2 Argentina 26/24, 20/25, 30/32, 25/20, 15/13
Grupo A Itália 3×1 Eslovênia 23/25, 25/19, 25/13, 25/18
Grupo B Canadá 1×3 França 22/25, 21/25, 25/22, 17/25
Grupo C EUA 3×0 Tunísia 25/12, 25/18, 25/13
Grupo C Sérvia 3×2 Rússia 25/21, 24/26, 25/17, 22/25, 15/12
Grupo D Finlândia 2×3 Irã 19/25, 25/22, 25/23, 23/25, 12/15
Grupo D Bulgária 1×3 Polônia 14/25, 25/23, 22/25, 23/25

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O levantador Bruninho/Divulgação FIVB

BRASIL SE RECUPERA NO MUNDIAL

A seleção brasileira masculina de vôlei se recuperou da derrota para a Holanda e venceu os canadenses, por 3×1, com parciais de 25/22, 19/25, 25/23, 25/18, em sua quarta partida no Campeonato Mundial. Com o resultado, o Brasil garantiu vaga para a próxima fase. Como os resultados são acumulativos, o posicionamento no grupo é importante e ainda está indefinido. Por isso, a vitória no próximo jogo é crucial. O Brasil enfrenta os chineses, no encerramento da 1ª fase. A partida acontece às 11h, com transmissão do SPORTV 2.

Contra o Canadá, o oposto Wallace do Brasil foi o maior pontuador do jogo, com 24 pontos. No entanto, o ponteiro Douglas Souza foi o atacante brasileiro mais eficiente do confronto, com 50% de aproveitamento. O ponteiro canadense Perrin foi um dos destaque de sua seleção com 18 pontos. O oposto Evans do Canadá foi a maior eficiência de todo o duelo, no ataque, com mais de 60% de aproveitamento. No geral, canadenses e brasileiros cometeram erros acima média, muitos deles erros não forçados.

RESUMO
Brasileiros e canadenses iniciaram o jogo trocando bolas até a primeira parada técnica. A linha de passe canadense era eficiente e o saque brasileiro não surtia efeito. Numa passagem de Wallace pelo serviço, o Brasil conseguiu desgarrar no placar e manter a diferença até o fim.

Na segunda parcial, os brasileiros voltaram desconcentrados. O Canadá jogava melhor. Um princípio de confusão na rede, entre o ponteiro Lipe e o levantador canadense, tirou o Brasil do set. Com muitos erros não forçados, o Brasil cedia pontos fáceis e os canadenses empataram o jogo, 25/19.

O 3º set foi o mais equilibrado do confronto. O Brasil retomou seu jogo, mas o bloqueio canadense equilibrava as ações e o placar. A defesa canadense dificultava a virada de bola e os contra-ataques. Era preciso ter paciência. Aos poucos, os brasileiros impuseram seu jogo no saque, mesmo com um bloqueio ineficiente. Resultado, 25/23 para o Brasil.

No 4º set, os brasileiros melhoraram seu sistema defensivo e minaram o ataque canadense, que cometia erros forçados pelo posicionamento do bloqueio e defesa do Brasil. Mesmo com um bom volume de jogo, o Canadá não conseguia equilibrar a parcial, em virtude da confirmação em pontos dos contra-ataques do Brasil.

BRASIL Bruninho (1), Wallace (24), Lucão (8), Maurício Souza (7), Lipe (6), Douglas Souza (18), Thales (0). Entraram: Isac (1), William (0), Evandro (0), Éder (0). Técnico: Renan Dal Zotto

CANADÁ Blankenau (1), Vernon-Evans (16), Vigrass (11), Vandoorn (5), Perrin (18), Hoag (11), Marshall (0). Entraram: Derocco (0), Maar (1), Sclater (1), Berkel (0). Técnico: Stéphane Antiga

OUTROS RESULTADOS
Grupo A Bélgica 3×0 Rep.Dominicana 25/18, 25/13, 25/17
Grupo A Argentina 3×2 Eslovênia 25/18, 22/25, 27/29, 25/17, 15/13
Grupo B Egito 1×3 Holanda 18/25, 21/25, 25/23, 16/25
Grupo C Rússia 3×0 Camarões 25/16, 30/28, 25/15
Grupo C Austrália 3×1 Tunísia 16/25, 25/17, 25/19, 25/16
Grupo D Cuba 3×1 Porto Rico 25/15, 22/25, 25/21, 25/17
Grupo D Irã 0x3 Polônia 21/25, 20/25, 22/25

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O ponteiro Lipe em disputa de bola de xeque na rede/Divulgação FIVB

HOLANDA SURPREENDE BRASIL

O Brasil foi surpreendido pela seleção holandesa e saiu derrotado, de virada, por 3×1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20, 25/21, em seu terceiro jogo no Campeonato Mundial Masculino de Vôlei. O Brasil não perdia para os holandeses, em Mundiais, há 52 anos.

O técnico holandês Guido Vermeulen ousou ao escalar um time diferente daquele que enfrentou o Brasil, em uma série de amistosos antes do Mundial. O ponteiro Lipe inicialmente foi poupado pelo técnico Renan Dal Zotto. No decorrer do confronto, com as dificuldades encontradas pelos brasileiros, ele foi utilizado.

O Brasil fez um jogo abaixo do esperado. A Holanda realizou uma partida taticamente perfeita. O oposto holandês Ter Maat foi o maior pontuador da disputa, com 16 pontos. Entre os brasileiros, Douglas Souza e Lucão marcaram 13 pontos cada. O próximo jogo da seleção brasileira é na segunda-feira, a partir das 14h30, com transmissão do canal a cabo SPORTV 2, contra o Canadá.

RESUMO
Os holandeses começaram o jogo com uma formação diferente da conhecida pelo Brasil. Os brasileiros iniciaram a disputa com um bom volume de jogo. A Holanda apostava tudo no saque e cometia muitos erros no fundamento. O Brasil confirmava os contra-ataques e abria uma frente de 4 pontos no placar. A virada de bola das duas seleções era efetiva. Com uma boa margem, conquistada no início do set, o Brasil fechou a primeira parcial em 25/21.

No 2º set, a estratégia holandesa no saque fez efeito. O Brasil tinha dificuldades para confirmar os pontos. A linha de recepção holandesa era eficiente. Os brasileiros não achavam os atacantes da Holanda no bloqueio. Com uma boa diferença no placar, a Holanda administrou a maior parte das ações. Jogo empatado, 25/20 para a Holanda.

No 3º set, o técnico brasileiro Renan Dal Zotto foi obrigado a colocar o ponteiro Lipe no jogo. Ele estava sendo poupado. A Holanda era aplicada taticamente e estava a frente no marcador. O Brasil reagiu, mas os holandeses sempre retomaram a dianteira duas vezes, com 3 pontos de vantagem. Renan inverteu a rede. Não teve jeito, os brasileiros perderam a paciência no ataque e a Holanda virou o jogo, 25/20.

Na quarta parcial, a Holanda aumentou a pressão no jogo, com um ótimo desempenho em todos os fundamentos. O Brasil era surpreendido e não tinha capacidade de reação. O técnico Renan tentou mexer nas peças, mas os holandeses confirmaram o excelente nível de jogo e fecharam o confronto em 3×1.

BRASIL Bruninho (1), Wallace (10), Isac (3), Lucão (13), Douglas Souza (13), Kadú (2), Thales (0). Entraram: William (0), Evandro (6), Éder (0), Maurício Souza (6), Lucas Lóh (5), Lipe (2). Técnico: Renan Dal Zotto

HOLANDA Van Haarlem (1), Ter Maat (16), Parkinson (13), Smit (8), Ter Horst (15), Van Garderen (11), Sparidans (0). Entraram: Keemink (0), Adbel-Aziz (2), Rauwerdink (3). Técnico: Guido Vermeulen

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A festa holandesa após a vitória/Divulgação FIVB

EM JOGO ESPETACULAR, BRASIL BATE FRANÇA NO TIE-BREAK

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O bloqueio brasileiro em ação/Divulgação FIVB

Em um importante jogo do Campeonato Mundial Masculino de Vôlei, válido pelo grupo B, o Brasil venceu a França, por 3×2, com parciais de 25/20, 25/20, 20/25, 23/25, 15/12. A vitória na partida era imprescindível, já que os resultados da 1ª fase são carregados para a segunda. Os brasileiros tiveram uma atuação decisiva no bloqueio. Os franceses correram atrás no placar com eficiência no saque. O ponteiro francês Ngapeth foi o maior pontuador do jogo com 22 pontos. O oposto Wallace foi o destaque individual do Brasil. Ele marcou 20 pontos. O próximo jogo do Brasil será contra a Holanda, no sábado, 15 de junho, às 14h30, com transmissão do canal a cabo, SPORTV 2. A França volta a quadra amanhã diante da seleção egípcia.

RESUMO
Brasil e França iniciaram a partida com agressividade no saque. Os franceses alternavam entre o flutuante e o viagem. O Brasil era mais eficiente. Com uma proposta mais consistente, obtinha êxito maior no sistema defensivo. Os franceses tinham dificuldade na virada de bola. O Brasil pressionava no bloqueio com pontos diretos. Resultado, 2×0 para o Brasil.

Na terceira parcial, o técnico francês trocou metade do time. Os brasileiros voltaram desconcentrados. O saque era o pilar da reação francesa. Foram vários pontos diretos. A linha de passe do Brasil sofria. Mais confiantes, os franceses redobravam a atenção no fundo de quadra. O Brasil deixou o placar dilatar. A troca de levantadores fez bem para a França. O Brasil tentou impedir que o jogo fosse para o tie-break, mas não teve jeito, a França empatou a partida e levou o jogo para o set  de desempate.

No 5º set, brasileiros e franceses apostaram tudo no saque. O set era igual. O volume de jogo francês era excepcional. No momento decisivo, o bloqueio brasileiro apareceu e parou Ngapeht. Em seguida, o Brasil fechou o jogo com um ace de Lucão.

BRASIL Bruninho (2), Wallace (20), Lipe (15), Douglas Souza (14), Lucão (12), Isac (5), Thales (0). Entraram: Éder (0), William (0), Evandro (3), Lucas Lóh (1), Maurício Souza (2). Técnico: Renan Dal Zotto

FRANÇA Toniutti (0), Boyer (11), Tillie (4), Ngapeth (22), Le Goff (8), Chinenyeze (6), Grebennikov (0). Entraram: Brizard (8), Patry (5), Rossard (9), Lyneel (0). Técnico: Laurent Tillie

BRASIL ESTREIA COM VITÓRIA NO MUNDIAL

A seleção brasileira masculina de vôlei venceu seu jogo de estreia no Campeonato Mundial. Jogando contra o Egito, o Brasil não teve muitas dificuldades para sair vitorioso de quadra por 3×0, com parciais de 25/17, 25/22, 25/20. O oposto egípcio Abdelhay foi o maior pontuador da partida com 13 pontos. Pelo Brasil, Wallace e Douglas Souza anotaram 12 pontos cada. Na próxima rodada do grupo B, o Brasil enfrenta a França, amanhã, às 14h30, com transmissão do SPORTV 2, já o Egito joga contra o Canadá.

RESUMO
Brasileiros e egípcios iniciaram a partida com uma troca de gentilezas, com erros seguidos de saque. Aos poucos, o Brasil aumentou a agressividade no fundamento e impôs a sua superioridade técnica, fechando o 1º set em 25/17. Na segunda parcial, o nível do saque brasileiro caiu, permitindo um certo alívio à virada de bola do Egito. O set seguiu equilibrado graças à eficiência do bloqueio egípcio. No fim, o Brasil foi mais consistente, 25/22. O 3º set pareceu uma reprise do segundo. O Brasil chegou a ficar atrás no placar. Renan parou o jogo. Os brasileiros retomaram a concentração na partida e fecharam o jogo em 3×0.

BRASIL Bruninho (2), Wallace (12), Isac (7), Lucão (5), Douglas Souza (12), Kadú (9), Thales (0). Entraram: William (0), Evandro (0), Maurício Souza (2), Lucas Lóh (1). Técnico: Renan Dal Zotto

EGITO Abdallah (0), Abdelhay (13), Masoud (8), Shafik (6), Ibrahim (2), Abou (9), Abdelaal (0). Entraram: Hassan (8), Mohamed (0), Abdalla (0), Aly (0). Técnico: Mohamed Ibrahim

OUTROS RESULTADOS
Grupo A Rep. Dominicana 1×3 Eslovênia 25/22, 13/25, 13/25, 17/25
Grupo A Bélgica 3×1 Argentina 25/19, 25/19, 22/25, 25/19
Grupo B França 3×0 China 25/20, 25/21, 25/17
Grupo B Holanda 0x3 Canadá 15/25, 23/25, 18/25
Grupo C Camarões 3×0 Tunísia 25/20, 28/26, 25/21
Grupo C Austrália 0x3 Rússia 21/25, 20/25, 16/25
Grupo C EUA 3×2 Sérvia 15/25, 25/14, 21/25, 25/20, 15/10
Grupo D Irã 3×0 Porto Rico 25/19, 25/14, 25/18
Grupo D Cuba 1×3 Polônia 18/25, 19/25, 25/21, 14/25

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A seleção brasileira após a partida/Divulgação FIVB

OS GRUPOS DO MUNDIAL MASCULINO

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Iniciada a disputa do Campeonato Mundial Masculino, veja a seguir um apontamento com as chances de cada seleção em seus grupos.

GRUPO A ITÁLIA ARGENTINA BÉLGICA JAPÃO ESLOVÊNIA REP. DOMINICANA

Donos da casa, os italianos estrearam no Mundial com vitória sobre o Japão. Mesmo ainda tendo certa tradição no vôlei masculino, os japoneses não são um adversário a altura para avaliar o nível de jogo da Itália. Como sede do campeonato, pela segunda vez, em oito anos, e com retrospecto de vitórias de Polônia e Brasil, dentro de seus domínios, no Mundial 2014 e na Rio 2016, existe um grande peso para a Itália nesta competição. Talvez, o seu grupo, seja o mais equilibrado da 1ª fase. Aos italianos, é importante avançar em 1º do grupo, mas não será fácil. Argentina, Bélgica e Eslovênia são adversários que podem complicar os jogos. Provavelmente, estes serão os quatro classificados do grupo, sem definição de posicionamento, dado o equilíbrio. No entanto, Japão e República Dominicana possuem chances de avançar de fase e não podem ser descartados.

JOGOS-CHAVES 12/09 BÉLGICA X ARGENTINA 13/09 ITÁLIA X BÉLGICA 15/09 ITÁLIA X ARGENTINA 15/09 BÉLGICA X ESLOVÊNIA 17/09 ARGENTINA X ESLOVÊNIA 18/09 ITÁLIA X ESLOVÊNIA

GRUPO B BRASIL FRANÇA CANADÁ HOLANDA CHINA EGITO

Atual campeão olímpico, o Brasil terá um grande desafio nesse Mundial. Sem contar com Lucarelli e Maurício Borges, será uma tarefa hercúlea, honrar a tradição e repetir o feito de chegar a final, como nos últimos quatro Mundiais. Para começar, a 1ª fase será complicada. Como os resultados são acumulativos e carregados para a fase seguinte, o Brasil não pode sonhar em perder na 1ª fase. Seus principais adversários são nada menos que: a França, favorita ao título e detentora do melhor voleibol na atualidade, e o Canadá, seleção que mais evoluiu nos últimos anos no cenário internacional, dirigida pelo atual técnico campeão mundial, o ex-jogador francês Stéphane Antiga. Não será permitido ao Brasil tropeçar contra as outras seleções do grupo. China, Holanda e Egito devem duelar pela última vaga do grupo para passagem de fase.

JOGOS-CHAVES 13/09 BRASIL X FRANÇA 17/09 BRASIL X CANADÁ 18/09 CANADÁ X FRANÇA

GRUPO C EUA RÚSSIA SÉRVIA AUSTRÁLIA CAMARÕES TUNÍSIA

Se o grupo A pode ser considerado o mais equilibrado, o GRUPO C é o temido grupo da morte. Estados Unidos, Rússia e Sérvia são seleções de tradição com vitórias olímpicas. Atual campeã da récem-criada Liga das Nações, a Rússia é a favorita do grupo. A seleção sérvia ficou de fora dos últimos Jogos Olímpicos, mas foi campeã da Liga Mundial 2016 e não pode ser subestimada. Já os Estados Unidos encontrou uma formação titular que possibilita ao experiente atacante Anderson, um dos melhores jogadores do mundo, jogar na sua posição de origem ou não, dando outra perspectiva ao time. Passar em 2º e 3º neste grupo, ou com mais de uma derrota, praticamente inviabiliza as chances de título. Mesmo que o sérvios não sejam mais os mesmos, americanos e russos irão travar uma batalha para não carregar derrotas para a outra fase.

JOGOS-CHAVES 12/09 EUA X SÉRVIA 15/09 EUA X RÚSSIA 18/09 SÉRVIA X RÚSSIA

GRUPO D BULGÁRIA POLÔNIA IRÃ CUBA FINLÂNDIA PORTO RICO

Bulgária e Polônia são as seleções mais tradicionais desse grupo. Anfitriãs e atuais campeãs do mundo, respectivamente, elas devem duelar pelo 1º lugar do grupo. A Polônia tem chances na defesa do título de 2014. Dona da casa, a Bulgária sonha em ir além do 3º lugar do Mundial de 2006. Para atrapalhar o caminho das duas seleções, os iranianos, únicos com chances de surpreender no grupo. Talvez, essa seja a grande oportunidade do Irã firmar-se entre os primeiros, além de suas vitórias esporádicas contra as grandes potências. Finlândia, Cuba e Porto Rico devem disputar à foice a última vaga do grupo.

JOGOS-CHAVES 13/09 IRÃ X BULGÁRIA 17/09 IRÃ X POLÔNIA 18/09 BULGÁRIA X POLÔNIA