SELEÇÃO MASCULINA ESTREIA NA COPA COM VITÓRIA

A seleção brasileira masculina de vôlei estreou na Copa do Mundo 2019 com vitória. Contra o Canadá, o Brasil superou as expectativas e venceu até com facilidade, pelo placar máximo, com parciais de 25/14, 25/22, 25/14. O oposto brasileiro Alan foi o maior pontuador do confronto com 14 pontos. Pelo Canadá, os ponteiros Hoag e Maar marcaram 8 pontos cada. Na próxima rodada, os brasileiros enfrentam a Austrália, na manhã de quarta-feira, 2 de Outubro, às 6h, com transmissão do SPORTV 2. Já os canadenses tentam a recuperação na Copa contra a Rússia, às 2h da madrugada de hoje.

Ao fim do jogo, Alan conversou com a assessoria da CBV sobre a vitória na estreia. “Foi uma vitória muito importante. O nosso time jogou muito bem. Na segunda parcial aconteceu uma complicação um pouco maior, mas o grupo soube buscar, sacamos muito bem, e todos estão de parabéns. Sabemos que é só o começo, ainda temos mais 10 jogos pela frente, mas uma vitória é sempre importante. O placar final do jogo, por 3×0, deixa nosso time cada vez mais confiante para seguir no campeonato no mais alto nível”.

RESUMO

Como de praxe no voleibol masculino, Canadá e Brasil iniciaram o jogo com um serviço agressivo. Porém, ao contrário dos brasileiros, os canadenses tinham problemas na execução do fundamento. Enquanto o saque do Brasil foi responsável por 7 pontos diretos em toda a partida, além de colocar a linha de passe do Canadá em dificuldade, por várias vezes, o saque canadense foi o responsável pelo maior número de erros de sua seleção no jogo. Ao todo, o Canadá cedeu 19 pontos em erros, a maioria no serviço. Para completar o quadro, com um nível de erros altos, os canadenses perderam a confiança no jogo, visivelmente, na virada de bola.

Já o sistema defensivo brasileiro funcionou como nunca. Errando pouco, com bom volume de jogo, confirmando os contra-ataques, finalmente, o bloqueio do Brasil apareceu. Foram 6 pontos no fundamento contra 5 do Canadá. Os brasileiros deixaram o jogo ficar fácil. Em alguns momentos de instabilidade e relaxamento, foi no serviço que o Brasil se recuperou. Principalmente na segunda parcial, quando Lucão e Leal tiveram ótimas sequências no fundamento, com o Canadá na frente do placar.

BRASIL Bruninho (2), Alan (14), Lucão (8), Maurício Souza (8), Leal (10), Lucarelli (11), Thales (L). Entraram: Maurício Borges (0), Cachopa (0), Filipe Roque (3). Técnico: Renan Dal Zotto

CANADÁ Keturakis (4), Vernon (6), Szwarc (5), Van Berkel (3), Hoag (8), Maar (8), Derocco (L). Entraram: Marshall (1), Demyanenko (2). Técnico: Daniel Lewis

O oposto Alan no ataque/Divulgação FIVB

A COPA DO MUNDO MASCULINA 2019

A temporada de seleções no ano de 2019 no voleibol termina com a disputa da Copa do Mundo. A competição no naipe feminino encerrou-se no último domingo, 29 de Setembro. Na categoria masculina o torneio começa hoje, terça-feira, 1º de Outubro. Doze seleções se enfrentam no formato todos contra todos, com 11 jogos, em 15 dias. O país que somar o maior número de vitórias será declarado vencedor.

Participam da Copa do Mundo 2019, o país sede, o atual campeão mundial e as duas melhores seleções ranqueadas de cada continente, somando ao todo, nos dois naipes, 12 países. No masculino as seguintes seleções competem: Japão, Polônia, Rússia, Itália, Estados Unidos, Canadá, Irã, Austrália, Brasil, Argentina, Egito e Tunísia.

Em virtude da sede dos Jogos Olímpicos ser a capital do Japão, no caso Tóquio, excepcionalmente, a Copa do Mundo não irá distribuir vagas para as Olimpíadas de 2020. Para atrair o interesse das seleções para a competição e diminuir o impacto do esvaziamento causado pelo fato de não conceder classificação olímpica, a Federação Internacional de Vôlei aumentou a premiação da Copa do Mundo dada aos vencedores.

No entanto, mesmo com os apelos da FIVB, as principais seleções irão poupar seus principais jogadores e mesclar os times com seleções alternativas. No caso dos Estados Unidos, atuais campeões da Copa do Mundo, de sua equipe considerada titular, apenas o ponteiro Sander ficará de fora por problemas de lesão. Ao contrário dos adversários, os americanos não possuem tantas opções de jogadores para montar sua seleção. Portanto, não podem se dar ao luxo de jogar com um time alternativo.

Por isso mesmo, em se tratando de favoritos, na opinião do blog, a disputa do título está aberta. Com alguns países sem força máxima, representados por equipes B, tudo pode acontecer. Principalmente, pelo equilíbrio de forças do voleibol masculino. No entanto, analisando friamente, Brasil, Estados Unidos e Polônia largam na frente. Também possuem boas chances: Itália e Rússia. Correm por fora, Canadá, Argentina e Irã.

Seleção masculina

A seleção brasileira masculina de vôlei contará na Copa do Mundo 2019 com força máxima, com exceção do campeão olímpico, na Rio 2016, o oposto Wallace. Em seu lugar, o jovem Alan deve receber a grande chance de sua carreira. O Brasil estreia na competição, na terça-feira, 1º de Outubro, logo cedo, às 6h da manhã contra o Canadá, na cidade de Nagano. Na sequência, no dia seguinte, 2 de Outubro, enfrenta a Austrália, no mesmo horário.

Para os brasileiros, a competição servirá para aumentar o entrosamento do time com o ponteiro cubano naturalizado brasileiro Leal. Com quase força máxima, a responsabilidade da seleção brasileira com a Copa do Mundo 2019 é enorme. Não cairá bem para os atuais campeões olímpicos, ficar de fora do pódio do torneio, tendo como oponentes equipes alternativas.

SÉRVIA É CAMPEÃ EUROPEIA TAMBÉM NO MASCULINO

No último domingo, em Paris, a seleção masculina de vôlei da Sérvia conquistou o título do Europeu 2019. Pela segunda vez na história, a Sérvia ganhou o ouro na competição. Anteriormente, os sérvios foram campeões em 2011. Em 2019, na decisão, a seleção da Sérvia derrotou a surpreendente Eslovênia, de virada, por 3×1, com parciais de 19/25, 25/16, 25/18, 25/20. O ponteiro Uros Kovacevic foi eleito o MVP – melhor jogador do campeonato. Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção polonesa que bateu a França, na disputa do bronze, pelo placar de 3×0.

O sérvio Kovacevic, melhor jogador do Europeu 2019/Divulgação CEV

SELEÇÃO DA COPA DO MUNDO FEMININA 2019

Na cerimônia de premiação da Copa do Mundo de vôlei feminino 2019 foi anunciado a MVP e a seleção da competição. Sem nenhuma surpresa, a ponteira chinesa Ting Zhu foi eleita a melhor jogadora da Copa. Já o time das melhores do torneio foi formado pela levantadora chinesa Ding, a central da Rússia Koroleva e central da China Yan Ni, a ponteira chinesa Ting Zhu e a ponteira americana Robinson, a oposta Andrea Drews dos Estados Unidos e a líbero chinesa Wang.

A seleção da Copa do Mundo 2019, em primeiro plano/Divulgação FIVB

RESUMO DA COPA – dia 11

Foi encerrada a Copa do Mundo de vôlei feminino 2019. Após 11 rodadas, a China conquistou o título da competição de forma invicta. Os Estados Unidos ficaram em 2º lugar. A Rússia ficou com o bronze. O Brasil terminou em 4º lugar, com 7 vitórias e 4 derrotas. Na sequência, pela ordem se posicionaram do 5º ao 8º lugar as seleções do Japão, Coréia do Sul, República Dominicana e Holanda. Nas últimas posições, do 9º ao 12º lugar ficaram: Sérvia, Argentina, Quênia e Camarões.

Rodada 11

Na abertura da última rodada da Copa, em Osaka, na Arena Edion, Coréia do Sul e Estados Unidos se enfrentaram. As coreanas até dificultaram a vida das americanas, mas após muita resistência asiática, melhor para a seleção dirigida pelo técnico Karch Kirally. O resultado final do jogo foi 3×1, com parciais de 25/21, 25/16, 16/25, 25/22, em favor dos Estados Unidos. Andrea Drews foi o destaque da partida. Ela marcou 24 pontos. Com o resultados, a seleção americana ficou com a prata da Copa do Mundo 2019.

A americana Drews no ataque/Divulgação FIVB

Na sequência de jogos do dia, na quadra principal, a República Dominicana venceu a Sérvia e encerrou sua participação na competição, em 7º lugar. Contra o time B das atuais campeãs mundiais, as dominicanas ganharam o jogo por 3×1, com parciais de 25/22, 25/21, 22/25, 25/17. Betânia De La Cruz foi a maior pontuadora do jogo, com 21 pontos.

A ponteira Betânia De La Cruz/Divulgação FIVB

Depois da vitória brasileira contra a Rússia, ao mesmo tempo, na quadra principal, a China entrou em quadra, já como campeã, contra a Argentina. Sem dificuldades, as chinesas bateram as argentinas, pelo placar máximo, com parciais de 25/17, 25/14, 25/12, conquistando o título da Copa do Mundo 2019, de forma invicta. A oposta Gong anotou 15 pontos, sendo a maior pontuação do jogo.

Encerrando os jogos, na quadra 2 de Osaka, o tão esperado clássico africano. Contra o favoritismo camaronês, o Quênia venceu o seu principal rival do continente, por 3×1, com parciais de 25/15, 26/24, 14/25, 25/21. Mesmo com a derrota, a camaronesa Nana saiu de quadra como destaque individual, com 23 pontos.

A seleção queniana comemora ponto/Divulgação FIVB

Finalizando a Copa do Mundo feminina 2019, na quadra principal, o Japão derrotou a Holanda e fechou a competição na 5ª colocação. Contra as holandesas, as japonesas venceram o jogo por 3×1, com parciais 25/18, 27/25, 24/26, 25/21. A ponteira do Japão, Yuki Ishii, teve um desempenho individual espetacular. Ela anotou 25 pontos, sendo 22 de ataque, 1 de bloqueio e 2 no serviço.

BRASIL ENCERRA PARTICIPAÇÃO NA COPA COM VITÓRIA

A seleção brasileira feminina de vôlei fechou sua participação na Copa do Mundo 2019 com vitória. Sem chances de pódio, contra as russas, o Brasil ganhou a partida por 3×1, com parciais de 28/26, 25/20, 21/25, 25/19. Foi o sétimo resultado positivo brasileiro na competição, em 11 jogos. A oposta russa Goncharova foi a maior pontuadora do confronto com 22 pontos. Pelo Brasil, Lorenne marcou 21 pontos. Com o triunfo, as brasileiras encerram a Copa na 4ª colocação, com 21 pontos. A Rússia ficou com o bronze. Os Estados Unidos com a prata e a China foi campeã.

Ao final da competição, o técnico José Roberto Guimarães fez um balanço da campanha brasileira em conversa com a assessoria da CBV. “Tivemos altos e baixos na Copa do Mundo contra times que poderíamos ter jogado melhor. Também tiramos algumas coisas boas da nossa participação como o parâmetro dos times e como eles estão jogando. Analisamos a velocidade, a defesa, o bloqueio e todos os fundamentos. Também conseguimos vitórias contra adversários que vamos cruzar nos Jogos Olímpicos o que é positivo. Aprendemos e vamos seguir nossa preparação para Tóquio”.

RESUMO

O Brasil iniciou a partida contra a Rússia, com excelência no sistema defensivo. Com ótimo aproveitamento no bloqueio e no serviço, as brasileiras colocaram o poderoso ataque russo em apuros. O técnico da Rússia, Sérgio Busato, trocou a levantadora de sua equipe. O panorama do jogo mudou. Mais ousada, Romanova recolocou todas as suas atacantes na partida. Em dado momento do confronto, as levantadoras das duas seleções fizeram um duelo à parte na distribuição. O Brasil parou de bloquear, mas aumentou o volume de jogo na defesa. A virada de bola brasileira e russa cresceu em aproveitamento. O Brasil fez a diferença convertendo em pontos, as oportunidades de contra-ataques propiciadas pelo serviço.

RÚSSIA Startseva (0), Goncharova (22), Parubets (14), Voronkova (11), Koroleva (10), Efimova (9), Galkina (L). Entraram: Chikrizova (L), Kurilo (3), Romanova (3), Lazarenko (0), Khaletskaia (1). Técnico: Sérgio Busato

BRASIL Macris (3), Lorenne (21), Gabi (11), Amanda (17), Fabiana (14), Mara (14), Brait (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (0), Drussyla (0), Bia (0). Técnico: José Roberto Guimarães

A seleção brasileira em comemoração de ponto/Divulgação FIVB

RESUMO DA COPA – dia 10

Restando uma rodada, a China conquistou a Copa do Mundo feminina de vôlei 2019, de forma antecipada, com uma vitória sobre a Sérvia. Também foi conhecido as outras duas seleções do pódio, sem ordem de definição. No caso, Estados Unidos e Rússia. Depois dos resultados da última rodada, essas posições serão determinadas. A seleção brasileira perdeu a chance de bronze, após ser derrotada pela Coréia do Sul, por 3×1. Abaixo, o resumo da rodada 10.

Rodada 10

Na Arena principal de Osaka, Holanda e República Dominicana entraram em quadra. As dominicanas abriram 2×0 no placar e quase permitiram a virada holandesa. No fim, vitória da República Dominicana no tie-break, com parciais de 25/23, 25/22, 25/27, 18/25, 15/4. A oposta da Holanda Sloetjes foi o destaque individual do confronto na pontuação. Ela anotou 29 pontos. Pelo lado dominicano, Martínez marcou 26 pontos.

A oposta holandesa Sloetjes/Divulgação FIVB

Na sequência de jogos, na outra quadra, depois da vitória da Coréia contra o Brasil, os Estados Unidos derrotaram Camarões, por 3×0, com parciais de 25/19, 25/15, 25/5, em pouco mais de uma hora. O técnico americano Karch Kirally poupou suas principais jogadoras. A oposta americana Lowe foi a maior pontuadora do jogo, com 17 pontos.

Lowe, maior pontuadora do jogo/Divulgação FIVB

No complemento da rodada, na Arena Edion, em Osaka, a Rússia venceu o Quênia, a outra seleção africana da Copa, por 3×0, com parciais de 25/16, 25/21, 25/22. A oposta russa Goncharova somou 25 pontos, sendo 21 de ataque e 4 de bloqueio, em apenas 3 sets.

A seleção russa comemora ponto/Divulgação FIVB

Finalizando o dia de jogos, na Arena Osaka, quadra principal, o Japão conquistou a quinta vitória na Copa do Mundo. Contra a Argentina, as japonesas sofreram no 1º set, mas venceram por 26/24. Nas parciais seguintes, o domínio foi japonês com 25/15, 25/14. A ponteira do Japão Koga foi a maior pontuadora do duelo, com 17 pontos.

PELA 5ª VEZ, CHINA É CAMPEÃ DA COPA DO MUNDO

A seleção chinesa feminina de vôlei conquistou a Copa do Mundo 2019, com uma rodada de antecedência. Foi o quinto título chinês na história da competição. Anteriormente, a China foi campeã do torneio em 1981, 1985, 2003, 2015. Em 2019, na partida em que ganhou a medalha de ouro, válida pela décima rodada, em Osaka, no Japão, as chinesas bateram a Sérvia, por 3×0, com parciais de 25/14, 25/21, 25/16. A ponteira Ting Zhu foi o destaque individual do confronto. Ela marcou 18 pontos. Ainda resta uma partida para a China na Copa, contra a Argentina, na madrugada de domingo, 29 de Setembro, a partir das 3h.

PREMIAÇÃO INDIVIDUAL

Individualmente, nas estatísticas da Copa do Mundo 2019, a ponteira chinesa Ting Zhu é um dos destaques na pontuação e na eficiência de ataque. No total, a MVP dos Jogos do Rio, em 2016, já anotou 166 pontos. Ela está na 5ª posição entre as maiores pontuadoras. Seu aproveitamento de ataque é de mais de 55%, o maior de toda a competição. Provavelmente, Zhu deverá ser eleita MVP da Copa do Mundo 2019.

Além dela, também se sobressaem nas estatísticas algumas companheiras de time. No ataque, a ponteira Zhang é a 2ª melhor atacante, com 48% de eficiência. No bloqueio, as centrais Ni Yan e Yuan estão entre as dez melhores ranqueadas. No serviço, Zhang é a melhor chinesa colocada, em 4º lugar. A levantadora Ding aparece em 5º. Nos fundamentos que não pontuam, como defesa, recepção, além do levantamento, a China não possui nenhuma atleta em destaque.

Zhu no ataque/Divulgação FIVB

A CAMPANHA DO TÍTULO

A campanha do título da China na Copa do Mundo 2019 foi irretocável. Das dez vitórias na competição, 8 foram pelo placar máximo, ou seja, 3×0. Em toda Copa, foram apenas 3 sets perdidos. Apenas Brasil e Holanda venceram parciais contra as chinesas. Contra as brasileiras, o jogo foi decidido no tie-break.

Round robin – todos contra todos

14/09 China 3×0 Coréia do Sul 25/21, 25/15, 25/14

15/09 Camarões 0x3 China 18/25, 14/25, 19/25

16/09 China 3×0 Rússia 25/22, 25/16, 25/18

18/09 China 3×0 Rep. Dominicana 25/19, 25/21, 25/19

19/09 Japão 0x3 China 17/25, 10/25, 17/25

22/09 China 3×2 Brasil 25/23, 23/25, 22/25, 25/19, 15/9

23/09 China 3×0 EUA 25/16, 25/17, 25/22

24/09 China 3×0 Quênia 25/12, 25/12, 25/14

27/09 China 3×1 Holanda 25/19, 25/16, 21/25, 25/19

28/09 China 3×0 Sérvia 25/14, 25/21, 25/16

29/09 China x Argentina

BRASIL DESPERDIÇA CHANCE DE BRONZE

A seleção brasileira feminina de vôlei perdeu a chance de subir ao pódio da Copa do Mundo 2019. Contra a Coréia do Sul, o Brasil foi derrotado de forma emblemática pela seleção dirigida por Stefano Lavarini, atual campeão da Superliga feminina, com o Minas. O placar final do jogo ficou em 3×1, com parciais de 25/23, 18/25, 25/20, 25/21, em favor das sul-coreanas. A ponteira Kim, estrela do voleibol coreano, foi a maior pontuadora do confronto com 25 pontos. Pelo Brasil, a oposta Lorenne foi o destaque individual com 23 pontos.

Ao fim do jogo, o técnico da Coréia falou sobre o jogo com a FIVB na coletiva de imprensa. “O saque foi algo que acreditávamos ser uma de nossas principais armas e foi elemento que fez uma grande diferença hoje. Sabíamos que o Brasil é um dos principais times e mais equilibrados do mundo, e para sermos competitivos tivemos que fazê-las receber mal. Na segunda parcial, quando nós não fomos efetivos no serviço, sofremos com a qualidade do ataque brasileiro. Na terceira parcial, quando voltamos a sacar bem, tivemos que enfrentar ataques com ainda mais qualidade. Teremos essa partida como exemplo para ajudar a ter mais confiança em nossas qualidades e continuar melhorando”.

Com o resultado, as brasileiras não tem mais chances de bronze na competição. Com 18 pontos, 6 vitórias e 4 derrotas, em 10 jogos, a seleção feminina cumpre tabela na última rodada contra a Rússia. A partida acontece na madrugada de domingo, 29 de Setembro, a partir da 2h, hora de Brasília, com transmissão do SPORTV 2. Já as coreanas jogam com os Estados Unidos, ainda hoje, às 23h, também com transmissão do SPORTV 2.

RESUMO

Bloqueio e saque foram o fator diferencial para a vitória coreana. Mesmo errando pouco e com eficiência média na virada de bola, o Brasil sofreu com uma linha de passe irregular. A Coréia conseguiu equilibrar o jogo no ataque graças ao seu tripé de atacantes das extremidades. Juntas, Lee, Kim, Hee Kim, marcaram quase 90% dos pontos coreanos na partida. Além disso, a estratégia no serviço da Coréia fluiu de tal maneira que tudo funcionou no sistema defensivo. Foram 7 pontos diretos no fundamento. Ao contrário do Brasil. Com um saque inofensivo, as brasileiras não conseguiram parar o trio de atacantes da Coréia e não fizeram a leitura correta de bloqueio.

CORÉIA DO SUL Dayeong Lee (2), Hee Kim (13), Su Ji Kim (8), Yang (3), Jaeyeong Lee (20), Yeon Kim (25), Ran Kim (L). Entraram: Park (1), Seon Yeum (0), Kang (0), Eunjin Park (6). Técnico: Stefano Lavarini

BRASIL Macris (1), Lorenne (23), Bia (4), Mara (7), Gabi (14), Amanda (7), Leia (L). Entraram: Roberta (0), Sheilla (3), Fabiana (4), Drussyla (10). Técnico: José Roberto Guimarães

A ponteira Kim no serviço/Divulgação FIVB

RESUMO DA COPA – dia 9

Pela Copa do Mundo de vôlei feminino 2019, em Osaka, no Japão, em jogos válidos pela nona rodada da competição, 6 partidas foram disputadas, na madrugada de sexta-feira, 27 de Setembro. Na abertura do dia, jogando com uma equipe mesclada, a Coréia do Sul derrotou o Quênia, por 3×0, com parciais de 25/15, 25/16, 25/21. A queniana Kiprono foi a maior pontuadora do confronto, com 10 pontos.

A seleção coreana comemora ponto/Divulgação FIVB

Na sequência dos jogos da rodada, dominicanas e argentinas se enfrentaram na quadra principal de Osaka. Melhor para a Republica Dominica, por 3×0, com parciais de 25/16, 25/23, 27/25. Foi a quarta vitória dominicana na competição. Brayelin Martínez foi o destaque individual da partida. Em apenas 3 sets, ela marcou incríveis 26 pontos.

A oposta Martínez no ataque/Divulgação FIVB

Ainda no mesmo ginásio de Osaka, após a vitória brasileira contra Camarões, na outra quadra, a China ficou muito perto do título da Copa do Mundo 2019. Jogando contra a Holanda, as chinesas tiveram uma excelente desempenho no bloqueio. Foram 14 pontos no fundamento contra apenas 4 das holandesas. A performance no bloqueio foi a principal responsável pela vitória contra a Holanda, por 3×1, com parciais 25/19, 25/16, 21/25, 25/19. Mesmo assim, a oposta holandesa Sloetjes anotou 24 pontos, sendo a maior pontuação do jogo.

Encerrando o dia de jogos, na Arena Edion, em Osaka, um confronto de interesse para o Brasil, entre russas e americanas. Na briga por um lugar no pódio, para as brasileiras, uma vitória dos Estados Unidos era fundamental. Foi o que aconteceu. Em jogo muito disputado, vitória americana, por 3×2, com parciais 24/26, 25/22, 25/22, 17/25, 15/8. A ponteira dos Estados Unidos Robinson saiu de quadra com 27 pontos, sendo o destaque absoluto do jogo na pontuação. Pela Rússia, Goncharova marcou 22 pontos.

Finalizando a rodada, na quadra principal de Osaka, o Japão virou o jogo para a cima da Sérvia. Após sair perdendo por 2×0 no placar, as japonesas reagiram contra o times B da atual campeã mundial e vice-olímpica. No fim, vitória do Japão no tie-break, com parciais de 21/25, 21/25, 25/20, 25/20, 15/6. A central Popovic da Sérvia foi a maior pontuadora do duelo com 24 pontos, sendo 17 de ataque, 5 de bloqueio e 2 de saque.

A central Popovic em destaque/Divulgação FIVB