SUPERLIGA FEMININA 2020/2021

Começa nesta segunda-feira, 9 de Novembro, a 27ª edição da Superliga Feminina. Pela 1ª rodada da competição, dois jogos acontecem hoje. Na capital paranaense, no ginásio do Colégio Positivo, às 19h, o Curitiba Vôlei recebe o Osasco, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, no primeiro jogo da temporada. No complemento da 1ª rodada, ainda hoje, às 21h30, na cidade de São Paulo, no ginásio Henrique Villaboim, o Pinheiros enfrenta o Sesi/Bauru, com transmissão do SPORTV 2.

Amanhã, 10 de Novembro, a rodada segue com mais 4 jogos. Às 17h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, no Rio de Janeiro, o Fluminense joga contra o São Paulo/Barueri. Na sequência, às 19h, com transmissão do SPORTV 2, no ginásio Lauro Gomes, em São Caetano, o time da casa entra em quadra contra o Itambé/Minas.

Fechando a rodada, mais duas partidas. No Paraná, em São José dos Pinhais, às 20h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, o atual tricampeão da Supercopa, Praia Clube estreia na Superliga, fora de casa, diante do São José dos Pinhais, debutante na competição. Mais tarde, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2, o Sesc/Flamengo, time do técnico Bernardinho, enfrenta o Brasília Vôlei, também pela 1ª rodada da temporada.

Disputa do título

Apesar da pandemia do coronavírus, o cenário da disputa da Superliga Feminina não sofreu tantas alterações em relação ao naipe masculino. A grande novidade da temporada, é a fusão do Sesc/RJ com o Flamengo. Apesar disso, em comparação com a última edição da Superliga, o pelotão de frente favorito ao título manteve-se intacto. Compõem esse grupo, com chances maiores ou menores de conquista do troféu da temporada, 5 equipes. São elas: Praia Clube, Itambé/Minas, Sesc/Flamengo, Osasco/Audax e Sesi/Bauru.

Pela disputa de vagas nos playoffs, um segundo pelotão formado por quatro times deve brigar entre si por 3 vagas nas fase eliminatória da competição. São elas: São Paulo/Barueri, Fluminense, Curitiba Vôlei e Pinheiros. Por fim, São Caetano, São José dos Pinhais e Brasília formam o terceiro pelotão da Superliga Feminina 2020/2021. As três equipes lutam contra o rebaixamento.

PELA 2ª VEZ, EM UMA SEMANA, PRAIA CLUBE CONQUISTA TÍTULO

Pela Supercopa Feminina de Vôlei, na abertura da temporada da Superliga, o Praia Clube de Uberlândia conquistou o tricampeonato consecutivo da competição. Anteriormente, em 2018 e 2019, a equipe do Triângulo Mineiro foi campeã contra Osasco e Minas, respectivamente. Neste ano, jogando em Campo Grande (MS), na decisão do título, diante do Sesc/Flamengo, o Praia bateu o time de Bernardinho por 3×1, com parciais de 25/16, 23/25, 25/21, 25/18. Com o resultado, o Praia conquistou o seu segundo título na temporada. Na semana passada, o time de Uberlândia venceu o Troféu Super Vôlei também contra o Sesc/Flamengo.

Após a vitória, a levantadora Claudinha do Praia comentou sobre a conquista do título e os desafios da temporada com a assessoria da CBV. “Sabemos que ainda temos muito a evoluir. Hoje foi um jogo de altos e baixos, mas a força da nossa equipe está fazendo muita diferença. Quando uma cai um pouco, outra bem, coloca pra cima e a força da equipe é algo que vem sendo fundamental. Que venham cada vez mais, vamos enfrentar muitas dificuldades pela frente, sabemos disso, mas temos um grupo muito forte para superar tudo isso”.

DENTIL/PRAIA CLUBE Claudinha, Martínez, Walewska, Carol, Garay, Buijs, Suelen (L). Entraram: Monique, Mari Paraíba, Michelle, Laís (L). Técnico: Paulo Coco

SESC/FLAMENGO Fabíola, Lorenne, Juciely, Milka, Amanda, Sabrina, Drussyla (L). Entraram: Gabirú, Juma. Técnico: Bernardinho

O tricampeão da Supercopa/Divulgação CBV/Célio Messias/Inovafoto

A 1ª RODADA DA SUPERLIGA MASCULINA

Teve início a temporada 2020/2021 da Superliga Masculina. A rodada inaugural da competição aconteceu no fim de semana, sendo encerrada na última terça-feira, 3 de Novembro. O jogo entre Itapetininga e Blumenau foi adiado para o dia 18 de Novembro. O time do interior paulista sofreu um surto de coronavírus no fim de Outubro, tendo sua partida da 1ª rodada adiada. O Itapetininga ainda ficou de fora do Super Vôlei em virtude do COVID-19. Confira abaixo um panorama da abertura da Superliga Masculina.

1ª Rodada

No sábado, 31 de Outubro, em Ribeirão Preto, na Cava do Bosque, o Pacaembú/Ribeirão recebeu o Fiat/Minas, no primeiro jogo da temporada. O atual vice-campeão mineiro não teve dificuldades para vencer por 3×0, fora de casa. O oposto cubano Escobar foi o maior pontuador do confronto, com 13 pontos. Pelo Ribeirão, André Luiz anotou 8 pontos.

Na sequência da rodada, ainda no sábado, o Sesi/SP enfrentou o Caramuru, dentro de casa, na Vila Leopoldina, em São Paulo. Sob o comando de Marcelo Negrão, com uma equipe renovada, o Sesi/SP estreou com vitória na Superliga. O placar final do duelo ficou em 3×1, com parciais de 25/16, 25/21, 21/25, 25/21, a favor da equipe do bicampeão mundial Murilo.

No domingo, em Guarulhos, o Cruzeiro não deu chances ao mandante estreante na história da Superliga. Poupando o ponteiro Conte e o central Isac, o Cruzeiro venceu com autoridade, por 3×0, com parciais de 25/19, 25/21, 25/19. O oposto Alemão do Guarulhos foi o grande destaque individual do jogo. Ele anotou 16 pontos. Pelo Cruzeiro, o também oposto Alan marcou 14 pontos.

Anteontem, em Montes Claros, foi a vez de América e Vôlei Renata/Campinas entrarem em quadra. Desfalcado do ponteiro Vaccari, o atual campeão paulista encontrou alguma resistência, mas bateu o América, fora de casa, por 3×1, com parciais de 25/18, 21/25, 25/19, 25/17. O ponteiro Bruno Temponi do Campinas foi apontado pelo GE como o fator de desequilíbrio do jogo.

Ainda na terça-feira, 3 de Novembro, o Taubaté, bicampeão da Supercopa e do Super Vôlei, jogou fora de casa, em Uberlândia, contra a equipe da casa. O time de Bruninho e Lucão tomou um susto na segunda parcial, mas saiu de quadra com a vitória. O placar da partida ficou em 3×1, com parciais de 27/25, 23/25, 25/16, 25/18. Uma curiosidade do jogo foi o sistema tático adotado pelo Uberlândia/Gabarito. Contrariando as convenções atuais, o time dirigido por Manoel Honorato, pai do ponteiro Honorato do Minas, entrou em quadra jogando em 4×2. Algo improvável no naipe masculino há muito tempo na modalidade.

PRAIA CLUBE É CAMPEÃO DO SUPER VÔLEI

Pelo Troféu Super Vôlei, na abertura da temporada nacional de clubes no naipe feminino, o Dentil/Praia Clube conquistou seu 1º título na temporada. Em 2020, na semana passada, o time de Uberlândia perdeu a decisão do Campeonato Mineiro para o Itambé/Minas. Ontem, jogando em Saquarema, no CDV, Centro de Treinamento de Voleibol, na final do Super Vôlei, o Praia derrotou o Sesc/Flamengo, por 3×0, com parciais de 25/22, 25/14, 27/25.

A ponteira Garay do Praia, grande destaque da final, foi eleita pela terceira vez consecutiva na competição, em 3 jogos, a melhor em quadra. Após a decisão, ela conversou com a assessoria da CBV sobre o seu desempenho e de sua equipe. “Estou muito feliz e orgulhosa de toda a equipe. Quero agradecer também aos torcedores que votaram nesses três jogos. Esse foi meu primeiro torneio depois de muito tempo e fico feliz com o que apresentamos como grupo. A entrega do time foi algo que me orgulhou muito. Acredito que estamos no caminho certo”.

O Troféu Super Vôlei foi criado para suprir a não realização dos playoffs da temporada 2019/2020 da Superliga, que foram cancelados em virtude da pandemia do COVID-19.

SESC/FLAMENGO Fabíola, Lorenne, Amanda, Ana Cristina, Milka, Juciely, Camila (L). Entraram: Sabrina, Gabirú, Valquíria, Juma. Técnico: Bernardinho

DENTIL/PRAIA CLUBE Claudinha, Martínez, Garay, Buijs, Carol, Walewska, Suelen (L). Entraram: Mari Paraíba, Michelle, Monique. Técnico: Paulo Coco

A campanha do título

Quartas-de-final

29/10 Praia Clube 3×1 Curitiba Vôlei 25/20, 22/25, 25/23, 25/16

Semifinal

30/10 Praia Clube 3×1 Osasco/Audax 26/24, 25/22, 23/25, 25/21

Final

31/10 Sesc/Flamengo 0x3 Praia Clube 22/25, 14/25, 25/27

A equipe campeã do Super Vôlei/Divulgação CBV/Wander Roberto/Inovafoto

PELA SUPERCOPA, TAUBATÉ É BICAMPEÃO

Pela Supercopa Masculina de Vôlei, na abertura da temporada da Superliga, o EMS/Funvic/Taubaté conquistou o bicampeonato consecutivo da competição. No ano passado, o time do Vale do Paraíba foi campeão do torneio com uma vitória por 3×1 contra o Cruzeiro. Em 2020, jogando em Campo Grande (MS), reeditando a final do ano anterior, o Taubaté bateu o Cruzeiro novamente. Dessa vez, por 3×2, com parciais de 19/25, 25/21, 30/28, 14/25, 15/11. Com o resultado, o Taubaté conquistou o seu segundo título na temporada. Na semana passada, o time de Bruninho e Lucão venceu o Troféu Super Vôlei.

Ao fim do confronto, o levantador Rapha do Taubaté, que entrou no lugar de Bruninho ao longo da partida, por motivo de uma contusão, comentou sobre o jogo decisivo contra o Cruzeiro com a assessoria da CBV. “Mais um jogo muito difícil. Nossos jogos contra o Cruzeiro são sempre assim. No Troféu Super Vôlei vencemos por 3×0, mas aquilo não era o que representa esse duelo. Hoje, estávamos preparados para um jogo diferente, longo. Nós temos um grupo fantástico, que está de parabéns, todo mundo se ajudou o tempo inteiro e estou muito feliz por estar saindo daqui com esse título”.

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ Bruninho, Filipe Roque, Maurício Souza, Lucão, Maurício Borges, João Rafael, Thales (L). Entraram: Yudi, Gabriel, Fabiano, Raphael. Técnico: Javier Weber

SADA/CRUZEIRO Cachopa, Alan, Isac, Otávio, López, Conte, Lukinha (L). Entraram: Rhenrick, Oppenkoski, Rodriguinho. Técnico: Marcelo Mendez

O campeão da Supercopa/Divulgação CBV/Inovafoto/Célio Messias

SUPERLIGA MASCULINA 2020/2021

Começa neste sábado, 31 de Outubro, a 27ª edição da Superliga Masculina. A abertura da competição inicia-se hoje, com a disputa do título da Supercopa, em Campo Grande (MS), na reabertura do ginásio Guanandizão, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. O atual campeão da Copa do Brasil, Sada/Cruzeiro, enfrenta o mais recente campeão da Superliga, EMS/Funvic/Taubaté, na reedição da final do Troféu Super Vôlei, disputado na semana passada, em Belo Horizonte.

Já pela temporada 2020/2021 da Superliga propriamente dita, dois jogos acontecem amanhã, com transmissão do Canal Vôlei Brasil. Em São Paulo, na Vila Leopoldina, às 21h30, o Sesi/SP joga contra o Caramuru Vôlei do Paraná. Ainda no mesmo dia, em Ribeirão Preto, na Cava do Bosque, o Pacaembú/Ribeirão recebe o Fiat/Minas, às 19h.

O complemento da rodada, ocorre no domingo e na terça-feira seguintes. No dia 1º de Novembro, em Guarulhos, no ginásio Ponte Grande, no jogo entre o estreante Vedacit Guarulhos e o Sada/Cruzeiro, às 21h30. No dia 3 de Novembro, com mais duas partidas. Em Montes Claros, com América Vôlei versus Vôlei Renata/Campinas, às 19h, e em Uberlândia, com o também estreante na Superliga, Uberlândia/Gabarito contra o Taubaté. Todos esses três confrontos serão transmitidos pelo SPORTV 2.

Favoritismo

A pandemia do coronavírus afetou financeiramente alguns times que figuraram nos últimos anos entre os favoritos ao título da Superliga. O Sesc/RJ foi extinto. O Sesi/SP diminuiu os investimentos. Muitos atletas foram jogar na Europa, entre eles, o oposto da seleção brasileira Wallace. O cenário da disputa mudou.

A julgar pelos investimentos dos clubes, não há a menor dúvida que Cruzeiro e Taubaté largam na frente pela disputa do título da temporada. Antes coadjuvantes, Campinas e Minas agora aparecem como candidatos a azarões. No Paulista 2020, o Vôlei Renata desbancou o hexacampeão Taubaté.

Dito isso, pela primeira vez em anos de Superliga masculina, desde o fim do ranking, o nível de competitividade e o equilíbrio técnico do torneio estão seriamente ameaçados. Provavelmente, muitas partidas serão protocolares dada a defasagem das equipes e a disparidade dos elencos.

Existem 8 times que disputam a Superliga com chances de classificação para os playoffs e também de rebaixamento. Longe de querer defender o ranking, porém, talvez seja necessário para os próximos anos, aprovar algum tipo de fair play financeiro.

TAUBATÉ CONQUISTA O TROFÉU SUPER VÔLEI

O campeão do Super Vôlei/Divulgação CBV/InnovaFoto/Wander Roberto

Pelo Troféu Super Vôlei, na abertura da temporada nacional de clubes do naipe masculino, o EMS/Funvic/Taubaté conquistou o seu 1º título na temporada. Em 2020, na semana passada, o time do Vale do Paraíba perdeu a decisão do Campeonato Paulista para o Vôlei Renata/Campinas. Ontem, jogando em Belo Horizonte, na Arena Minas, na final do Super Vôlei, o Taubaté derrotou o Sada/Cruzeiro, por 3×0, com parciais de 25/23, 29/27, 25/21. Com o resultado, o Taubaté foi campeão do torneio com três vitórias por 3×0.

Ao final do confronto, o ponteiro João Rafael do Taubaté, eleito o melhor em quadra, em votação popular pela internet, conversou com a assessoria da CBV, sobre a conquista do título. “Estou muito feliz! Sofremos muito com a derrota no Paulista, fechamos o nosso grupo, blindamos e essa vitória é da equipe. Tenho que agradecer todo o trabalho da comissão técnica. Toda a equipe é sensacional e estou aprendendo muito. Quero me esforçar para aprender ainda mais. Tenho certeza que vai dar certo”.

Já o ponteiro Filipe do Cruzeiro lamentou a derrota, fazendo uma análise da partida. “É um começo de temporada e acredito que a nossa equipe está crescendo aos pouquinhos. Hoje enfrentamos um grande time, sabíamos da dificuldade, mas acho que faltou a gente querer mais, ter mais convicção em momentos decisivos. Estamos montando um grupo novo, construído a cada jogo. Acho que as novas peças estão começando a entender que esta camisa tem um peso”.

O Troféu Super Vôlei foi criado para suprir a não realização dos playoffs da temporada 2019/2020 da Superliga, que foram cancelados em virtude da pandemia do COVID-19.

EMS/FUNVIC/TAUBATÉ – Bruninho, Felipe Roque, João Rafael, Maurício Borges, Lucão, Maurício Souza, Thales (L). Entraram: Biela, Raphael. Técnico: Javier Weber

SADA/CRUZEIRO – Cachopa, Alan, Conte, López, Isac, Otávio, Lukinha (L). Entraram: Filipe, Rodriguinho, Cledenilson, Oppenkoski. Técnico: Marcelo Mendez

A campanha do título

Quartas-de-final

21/10 Taubaté 3×0 Vôlei Ribeirão 25/17, 25/13, 25/12

Semifinal

23/10 Taubaté 3×0 Minas 25/23, 25/20, 25/13

Final

24/10 Taubaté 3×0 Cruzeiro 25/23, 29/27, 25/21

Fonte: CBV

DE VIRADA, ITAMBÉ/MINAS É HEPTACAMPEÃO MINEIRO

Pela sétima vez, o Itambé/Minas é campeão mineiro feminino de vôlei. Jogando em Uberlândia, na Arena Praia, pela 3ª rodada da competição, o atual campeão sul-americano derrotou o Praia Clube, time da casa, de virada, por 3×1, com parciais de 22/25, 25/15, 25/12, 25/22. Com o resultado, o Minas igualou a marca de títulos estaduais do Praia no campeonato mineiro. As duas equipes possuem 7 conquistas na história do torneio. Completou o pódio da competição de 2020, na 3ª posição, o Brasília Vôlei após vencer o Valinhos por 3×0, também em jogo válido pela 3ª rodada do torneio.

Ao final da partida, a central Thaísa do Minas conversou com a imprensa sobre o jogo com o Praia e a conquista do título. “É muito difícil jogar contra o Praia, a gente tem de entrar forte. Começamos mal, mas depois retomamos o nosso jogo. Estamos felizes com a vitória, mas sabemos que todos os times ainda vão evoluir muito. De qualquer forma, ganhar um clássico e ganhar um título é muito bom”.

O campeão mineiro feminino de vôlei 2020/Divulgação FMV

APÓS 3 ANOS, OSASCO VENCE O PAULISTA NOVAMENTE

Depois de 3 anos de jejum, o Osasco/Audax voltou a conquistar o Campeonato Paulista feminino de vôlei. Foi o décimo quinto título estadual da equipe na história da competição. Em 2020, na decisão do torneio, jogando no domínio adversário, no Ginásio Panela de Pressão, contra o Sesi/Bauru, após abrir 2×0 no placar, o Osasco sofreu uma virada no tie-break. Como havia vencido o 1º jogo das finais, em casa, também no tie-break, o time dirigido pelo técnico Luizomar de Moura precisou do Golden Set para conquistar o campeonato por 25×22. Com a derrota, depois de uma 1ª fase invicta, o time do técnico Anderson Rodrigues perdeu a chance de conquistar o 2º título estadual. Em 2018, o Sesi/Bauru foi campeão paulista derrotando o Osasco nas finais.

O campeão paulista pela 15ª vez/Divulgação

SESC/FLAMENGO É CAMPEÃO CARIOCA

Ontem, 19 de Outubro, na Gávea, no Rio de Janeiro, o Sesc/Flamengo conquistou o Campeonato Carioca feminino de vôlei 2020. Na decisão do título, a equipe rubro-negra derrotou o Fluminense por 3×0, com parciais de 25/22, 25/19, 25/22. Foi o primeiro título da recém parceria entre o time de Bernardinho e o clube de futebol mais popular do país. Com o resultado, o bicampeão olímpico foi campeão carioca feminino pela 17ª vez.

Como Rio de Janeiro, o projeto de Bernardinho venceu o estadual feminino por 16 vezes. A última vez em que uma equipe quebrou essa hegemonia foi em 2016. Naquele ano, o Fluminense, maior campeão estadual com 28 títulos, venceu o campeonato. Já o Flamengo, não era campeão carioca desde 1984, há 36 anos.

O campeão carioca ergue o troféu/Divulgação