O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA

Com poucos dias do início do ano de 2021, com a vitória do Sesc/Flamengo sobre o Fluminense por 3×0, ontem, 8 de Janeiro, praticamente, foi encerrado o 1º turno da 27ª edição da Superliga Feminina. Resta apenas a realização do jogo entre Fluminense contra São José dos Pinhais, pela 11ª rodada do turno, para definir posições. As duas equipes estão com 6 pontos cada, com duas vitórias em 10 jogos. Uma vitória por 3×0 ou 3×1 nesse confronto de ambas equipes, pode tirar o Brasília da 9ª colocação, com 8 pontos. No entanto, os confrontos da Copa do Brasil já estão definidos.

Esse suspense em torno do último classificado para a Copa do Brasil 2021 virou o ano, em virtude da pandemia do coronavírus. Aliás, essa foi uma das marcas da competição no 1º turno, ao contrário do naipe masculino. No feminino, praticamente todas as equipes tiveram casos do vírus, provocando o adiamento dos jogos, além do revezamento de jogadoras pelas comissões técnicas dos times. Enquanto no masculino isso aconteceu por opção técnica para poupar os atletas, no feminino o revezamento foi utilizado como forma de driblar o vírus. Em alguns casos, ficou evidente nas partidas, a falta de ritmo das equipes por causa da pandemia.

Mas sem dúvida alguma, um dos destaques da competição, até o momento, é o desempenho do Osasco. Um dos principais motivos para o sucesso do time comandado pelo técnico Luizomar de Moura no turno, é o rendimento da equipe no bloqueio. As centrais de Osasco não estão deixando passar nada! Em algumas partidas, o time conseguiu a marca de 24 pontos no fundamento, ou seja, quase um set inteiro de pontos no bloqueio. Destaque para a jovem central Mayany. Será uma grande surpresa se ela ficar de fora da lista de convocação de José Roberto Guimarães para defender a seleção na temporada.

Outra desempenho individual que pode explicar a boa campanha de Osasco é a atuação da levantadora Roberta. Mais experiente, ela está distribuindo o jogo de Osasco de forma equânime. O que é um feito para um time que conta com a melhor atacante do voleibol brasileiro, que recebe muitas bolas durante as partidas, a oposta Tandara. Não fosse o tropeço dentro de casa para o Brasília, por 3×2, Osasco teria encerrado o 1º turno na liderança e invicto. Certamente, esse resultado poderá fazer falta no fim da fase de classificação, quando forem definidos os confrontos nos playoffs.

Falando nisso, a briga pela última vaga na fase eliminatória da Superliga Feminina promete esquentar. Quatro times disputam a 8ª colocação da competição no returno. No momento, Pinheiros leva vantagem, com 10 pontos, em 8º lugar. Há duas temporadas o time não disputa os playoffs. A classificação seria uma questão de honra. Porém, Brasília, Fluminense e Pinhais estão logo atrás. Os confrontos diretos entre essas equipes no returno devem decidir quem fica com a vaga. Caso fique de fora dos playoffs, será a pior campanha do Fluminense na Superliga desde o retorno para a elite do voleibol feminino brasileiro, na temporada 2016/2017.

COPA DO BRASIL 2021

Encerrado o 1º turno, foram definidos os confrontos da Copa do Brasil 2021. A competição reúne os oito primeiros colocados do turno da Superliga 2020/2021, em partida única eliminatória. Assim, o 1º enfrenta o 8º, 2ºx7º, 3ºx6º, 4ºx5º. As datas dos confrontos serão divulgados na próxima segunda pela CBV. As finais serão disputadas em uma sede específica. Abaixo você confere os duelos de quartas-de-final da Copa do Brasil 2021.

Itambé/Minas (1º) x (8º) Pinheiros

Osasco/Audax (2º) x (7º) Curitiba Vôlei

Praia Clube (3º) x (6º) São Paulo/Barueri

Sesc/Flamengo (4º) x (5º) Sesi/Bauru

O JOGO DA RODADA – Fora de casa, Osasco quebra invencibilidade do Praia

Pela Superliga Feminina 2020/2021, em jogo atrasado da 8ª rodada, o Osasco/Audax derrotou o Praia Clube, em confronto direto pela liderança da competição. Jogando no domínio adversário, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o atual campeão paulista venceu a partida no tie-break, com parciais de 25/21, 26/28, 25/21, 16/25, 17/15. A ponteira Tainara do Osasco foi a maior pontuadora do duelo com 22 pontos. A bicampeã olímpica Jaqueline também do Osasco, foi eleita a melhor do jogo, em votação popular pela internet.

Ao final da partida, ela conversou com a assessoria da CBV sobre a vitória. “Quero dedicar está vitória ao nosso grupo. Viemos para este jogo com 11 jogadoras, tivemos algumas baixas por lesões e a Tandara que testou positivo para COVID-19. Apesar de todos esses problemas conseguimos nos superar. Foi por meio desta dificuldade que conseguimos tirar o nosso melhor e alcançar o resultado positivo”.

Com o resultado, o Osasco/Audax quebrou a invencibilidade de 7 jogos do Praia Clube na temporada. Já a equipe de Uberlândia, caiu para a 3ª posição na tabela de classificação. Na próxima rodada, o Osasco enfrenta o São Caetano, fora de casa, no ginásio Lauro Gomes, no sábado, 19 de Dezembro, às 19h, com transmissão do SPORTV 2, enquanto o Praia, recebe o Minas, na sexta-feira, 18 de Dezembro, às 21h30, também com transmissão do SPORTV 2.

Martinez em ação de ataque/Praia Clube/Divulgação

AS CHIQUITITAS DE JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES

Projeto idealizado pelo tricampeão olímpico José Roberto Guimarães, o São Paulo/Barueri já é um exemplo na gestão de jovens promessas do voleibol brasileiro. Em dois anos de existência, a equipe paulista lançou vários talentos no mercado. Tal feito, pode ser comparado ao trabalho realizado pelo Club Itália, time da Série A italiana, guardadas às devidas proporções.

Em 2020, o Barueri serviu de base para o Sesc/RJ de Bernardinho, campeão da última Copa do Brasil. Estiveram no Rio, nomes como a líbero Natinha, a ponteira Amanda e a central Milka. Todas elas fizeram parte do time base de José Roberto Guimarães na temporada 2018/2019 da Superliga. Capitaneadas por Dani Lins e Thaísa, Barueri deu trabalho, quase eliminando o Osasco nas quartas-de-final.

Mesmo com a perda de investimento, José Roberto Guimarães conseguiu manter a qualidade do seu trabalho. Na temporada seguinte, com o apoio do São Paulo, investiu na oposta Lorenne, na levantadura Juma, no lançamento de mais um líbero de alto nível, a ótima Nyeme, e em outros nomes da base da seleção brasileira juvenil. Os resultados não demoraram a aparecer. A equipe foi campeã paulista em 2019 contra o favorito Osasco.

Na atual temporada, mais uma vez, José Roberto Guimarães teve o trabalho reconhecido pelos adversários. Seus principais destaques na temporada anterior reforçam os rivais. A ponteira Tainara defende o Osasco. Já a oposta Lorenne e a levantadora Juma, vestem a camisa do Sesc/Flamengo. Sem conseguir repetir o título paulista de 2019, o São Paulo mantém o nível do seu jogo.

A equipe ocupa o 6º lugar na tabela, atrás dos favoritos ao título. Esteve muito perto de vencer o Sesi/Bauru, perdendo o jogo no tie-break. Contra o Praia, foi a primeira equipe a endurecer a partida com o líder da competição. O placar final do duelo ficou em 3×1. Dentro de quadra, o time é vibrante, deixando os torcedores do clube de futebol empolgados, ao ponto deles apelidarem o time de “chiquititas”.

Individualmente, os destaques do São Paulo/Barueri são as duas jovens opostas, Kissy e Lorrayna. O desempenho irregular das duas jogadoras, natural pela idade, obrigam José Roberto Guimarães a praticar um revezamento das duas atletas. A performance instável das opostas acaba atingindo também as levantadoras. Em quase todos os jogos do Barueri, até o momento na Superliga, há trocas simples por posição, ou inversões de 5×1.

Outro ponto fundamental desta boa equipe de José Roberto Guimarães é o sistema defensivo. Como em todas as equipes dele, o fundo de quadra funciona incessantemente, dificultando a virada de bola adversária. O aproveitamento das centrais no bloqueio, além do desempenho das ponteiras e da líbero Nyeme, propiciam o volume de jogo necessário para confirmar os pontos. Pelo andar dos acontecimentos, Barueri promete dar trabalho nos playoffs.

O time do São Paulo/Barueri/Divulgação SFC

O JOGO DA RODADA – Em partida de recuperação, Itambé/Minas derrota São José dos Pinhais

Pela 8ª rodada da temporada 2020/2021 da Superliga Feminina, o Itambé/Minas conquistou a sexta vitória na competição. Jogando fora de casa, no Paraná, em São José dos Pinhais, no ginásio Ney Braga, o Minas venceu o time da casa, por 3×0, com parciais de 25/23, 25/20, 25/20. A ponteira Pri Daroit foi eleita a melhor em quadra, com 30% dos votos, em votação popular na internet. Ao final do jogo, ela destacou a recuperação da equipe depois da derrota para o Osasco, pela 6ª rodada, em entrevista ao SPORTV.

Com o resultado, o Itambé/Minas assumiu a terceira posição na tabela com 18 pontos, em 7 jogos, 6 vitórias e uma derrota. Já o São José dos Pinhais saiu do grupo dos oito classificados para os playoffs do torneio. Na próxima rodada, na sexta-feira, 11 de Dezembro, o Minas recebe o Sesc/Flamengo na Arena, a partir das 21h30, com transmissão do SPORTV 2. Já o São José dos Pinhais viaja até Curitiba, também na sexta-feira, 11 de Dezembro, para o clássico paranaense, contra o Curitiba Vôlei, no ginásio do Colégio Positivo, às 17h da tarde, com transmissão do Canal Vôlei Brasil.

OUTROS RESULTADOS – 8ª rodada do turno

Brasília 1×3 São Paulo/Barueri 25/23, 21/25, 13/25, 18/25

São Caetano 1×3 Fluminense 18/25, 23/25, 25/22, 17/25

Pinheiros 1×3 Curitiba Vôlei 21/25, 18/25, 25/23, 25/27

Pri Daroit melhor em quadra/Divulgação CBV/Inovafoto/Wander Roberto

AS ESTATÍSTICAS DA SUPERLIGA FEMININA

Depois de sete rodadas da temporada 2020/2021 da Superliga Feminina, com base nos dados estatísticos da CBV, é possível apontar alguns dos destaques individuais da competição. Nesse momento da disputa, a oposta dominicana Martínez do Praia lidera na pontuação com 111 pontos. Em 2º lugar, com 13 pontos a menos, está Tandara do Osasco. Fechando o top 3 na pontuação, aparece a central Thaísa do Minas com 83 pontos.

Já na média de pontos por set, a liderança pertence a jovem promessa do Sesc/Flamengo, Ana Cristina, com média de 4,85 pontos. Na 2ª posição, está a oposta dominicana Martínez do Praia, com 4,81 pontos de média. Em 3º lugar, outra estrangeira. No caso, a oposta azeri Polina Rahimova do Sesi/Bauru, com média de pontos de 4,67. É bom ressaltar, que devido a pandemia do coronavirus, algumas equipes estão com jogos atrasados, como o Sesc/Flamengo.

No fundamento ataque, os destaques nos números ficam por conta das centrais. Na 1ª colocação, a central dominicana Jineiry Martínez do Praia, com 63% de eficiência. No 2º lugar, a central Adenízia do Sesi/Bauru com 60% de aproveitamento. Em 3º lugar, a central Thaísa do Minas, com 58%, de 95 ações de ataque, ela colocou no chão 55.

As irmãs Martínez, destaques do Praia/Divulgação FIVB

No bloqueio, a central Thaísa do Minas, mais uma vez aparece bem ranqueada. Nesse fundamento, ela lidera as estatísticas da CBV, com média de 1,25 pontos por set. Na vice-liderança, Mayany do Osasco, com média de 1,17. Em 3º lugar, a central Carol do Praia, com média de 1,15. Nos números totais, as posições se invertem. Em 1º lugar, com 27 pontos de bloqueio, a central Mayany do Osasco. Na vice-liderança, a central Thaísa do Minas com 25 pontos de bloqueio até este momento da Superliga.

A central Thaísa do Minas, número 1 no bloqueio/Orlando Bento/MTC

No serviço, pela segunda temporada consecutiva, a azeri Polina Rahimova do Sesi, lidera com uma média de 0,73 pontos de saque por set. Nos números totais, ela também está em 1º lugar, com 11 pontos diretos no fundamento. Em 2º lugar, tanto na média, quanto nos números totais, aparece a ponta/oposta do Sesc/Flamengo, Ana Cristina, com média de 0,69 e 9 pontos diretos, até o momento.

Encerrando a leitura dos números da CBV, uma análise da recepção. Na liderança dos números, com 81% de aproveitamento, a líbero Nyeme do São Paulo/Barueri. Em 2º lugar, a líbero Camila Brait do Osasco, com 78% de eficiência no passe. Fechando o top 3, com 76% de eficiência, a ponteira Drussyla do Sesc/Flamengo.

O time dos sonhos da Superliga Feminina 2020/2021, até o momento, segundo a CBV, é formado pela levantadora Naiane do Osasco, a oposta Rahimova do Sesi/Bauru, as centrais Mayany e Camila Paracatu do Osasco, as ponteiras Dairot do Minas e Ana Cristina do Sesc/Flamengo, e a líbero Nyeme do São Paulo/Barueri.

Fonte: CBV

O JOGO DA RODADA – Sesc/Flamengo conquista terceira vitória consecutiva

Pela Superliga Feminina 2020/2021, em jogo válido pela 3ª rodada da competição, o Sesc/Flamengo conquistou a terceira vitória consecutiva no torneio. Jogando fora de casa, na capital paulista, no ginásio Henrique Villaboin, o rubro-negro carioca venceu o Pinheiros, por 3×0, com parciais de 25/10, 25/14, 27/25. Após a partida, a levantadora Juma do Flamengo recebeu o troféu Viva Vôlei. Ela foi eleita a melhor em quadra, em votação popular pela internet, com 51% dos votos.

Em conversa com a assessoria de imprensa da CBV, Juma comentou sobre o desempenho do time contra o Pinheiros. “Não esperávamos uma vantagem tão grande. Conseguimos impor nosso ritmo desde o início, com um bom saque. Elas acabaram acionando muito pouco as centrais, o que ajudou bastante. Fico feliz com o reconhecimento e o troféu, mas não foi uma boa atuação só minha. Foi uma vitória do conjunto”.

Com o resultado, o Sesc/Flamengo manteve a invencibilidade na competição. Já o Pinheiros sofreu o terceiro revés, em 3 jogos. Na próxima rodada, na sexta-feira, 20 de Novembro, a equipe paulista joga contra o Praia Clube, às 19h30, em Uberlândia. O Sesc/Flamengo recebe o Curitiba Vôlei, no Rio, no ginásio Hélio Maurício, no sábado, 21 de Novembro, às 19h, com transmissão do SPORTV 2.

OUTROS RESULTADOS – 3ª rodada

Fluminense 1×3 Sesi/Bauru 16/25, 25/17, 21/25, 16/25

Curitiba Vôlei 1×3 Itambé/Minas 25/22, 15/25, 14/25, 21/25

São Caetano 0x3 Praia Clube 9/25, 10/25, 10/25

São Paulo/Barueri 0x3 Osasco/Audax 22/25, 20/25, 21/25

Brasília Vôlei 1×3 São José dos Pinhais 25/17, 20/25, 24/26, 17/25

A jovem Ana Cristina do Flamengo no ataque, ela marcou 12 pontos no jogo/Divulgação ECP

A 1ª RODADA DA SUPERLIGA FEMININA

Começou a temporada 2020/2021 da Superliga Feminina. A rodada inaugural da competição aconteceu no início dessa semana, na última segunda e terça-feira, nos dias 9 e 10 de Novembro. No total, foram 6 jogos, válidos pela 1ª rodada do torneio. Confira abaixo um panorama da abertura da Superliga Feminina.

1ª rodada

Na segunda, 9 de Novembro, em Curitiba, no ginásio do Colégio Positivo, o Curitiba Vôlei recebeu o Osasco/Audax de Tandara, no primeiro jogo da temporada. O atual campeão paulista encontrou dificuldades, mas saiu de quadra com a vitória. O placar final do jogo ficou em 3×1, para o Osasco, com parciais de 25/19, 17/25, 25/22, 25/13. Destaque para o bloqueio osasquense que alcançou a marca impressionante de 24 pontos diretos no fundamento.

Na sequência da rodada, ainda na segunda, na capital paulista, o Pinheiros enfrentou o Sesi/Bauru. Na estreia do novo técnico da equipe, Rubinho, o Bauru quase deixou escapar a vitória por 3×0, mas conseguiu fechar a partida por esse placar, com parciais de 25/18, 25/17, 30/28. A ponteira Tifanny foi a maior pontuadora do jogo com 15 pontos.

A ponteira Tifanny no ataque/Divulgação ECP/Ricardo Bufolin

No fim da tarde de terça-feira, 10 de Novembro, no Rio de Janeiro, o Fluminense jogou contra o São Paulo/Barueri. No duelo de tricolores, melhor para o time paulista. Com grande atuação individual da ponteira Karina, o São Paulo do técnico José Roberto Guimarães venceu a partida, por 3×0, com parciais de 25/13, 25/19, 25/23.

No mesmo dia, um pouco mais tarde, o Itambé/Minas estreou na competição contra o São Caetano, fora de casa, no ABC Paulista, no ginásio Lauro Gomes. Sem dificuldades, o Minas derrotou o São Caetano pelo placar de 3×0, com parciais de 25/20, 25/15, 25/13. A central Thaísa do Minas foi a maior pontuadora do jogo com 13 pontos.

Ainda na terça, no Paraná, em São José dos Pinhais, no ginásio Ney Braga, foi a vez do Praia Clube entrar em quadra pela 1ª rodada da Superliga Feminina contra o time da casa. O atual tricampeão da Supercopa não tomou conhecimento do debutante da Superliga Feminina, com uma vitória convincente por 3×0, com parciais de 25/13, 25/16, 25/16.

Fechando a 1ª rodada, no Rio de Janeiro, no ginásio Hélio Maurício, o Sesc/Flamengo tomou um susto na primeira parcial do jogo com o Brasília Vôlei. Cometendo muitos erros, sem poder contar com Lorenne, o time de Bernardinho perdeu o 1º set, por 25/14. Com uma troca simples de levantadoras, o Sesc/Flamengo retomou o controle do jogo, fechando a partida em 3×1. A líbero estreante Marcelle, quarta opção do elenco para a posição, entrou no jogo, sendo eleita a melhor em quadra pelos internautas.

O Flamengo em comemoração de ponto/Divulgação Flamengo/Paula Reis

Fonte: CBV

SUPERLIGA FEMININA 2020/2021

Começa nesta segunda-feira, 9 de Novembro, a 27ª edição da Superliga Feminina. Pela 1ª rodada da competição, dois jogos acontecem hoje. Na capital paranaense, no ginásio do Colégio Positivo, às 19h, o Curitiba Vôlei recebe o Osasco, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, no primeiro jogo da temporada. No complemento da 1ª rodada, ainda hoje, às 21h30, na cidade de São Paulo, no ginásio Henrique Villaboim, o Pinheiros enfrenta o Sesi/Bauru, com transmissão do SPORTV 2.

Amanhã, 10 de Novembro, a rodada segue com mais 4 jogos. Às 17h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, no Rio de Janeiro, o Fluminense joga contra o São Paulo/Barueri. Na sequência, às 19h, com transmissão do SPORTV 2, no ginásio Lauro Gomes, em São Caetano, o time da casa entra em quadra contra o Itambé/Minas.

Fechando a rodada, mais duas partidas. No Paraná, em São José dos Pinhais, às 20h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil, o atual tricampeão da Supercopa, Praia Clube estreia na Superliga, fora de casa, diante do São José dos Pinhais, debutante na competição. Mais tarde, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2, o Sesc/Flamengo, time do técnico Bernardinho, enfrenta o Brasília Vôlei, também pela 1ª rodada da temporada.

Disputa do título

Apesar da pandemia do coronavírus, o cenário da disputa da Superliga Feminina não sofreu tantas alterações em relação ao naipe masculino. A grande novidade da temporada, é a fusão do Sesc/RJ com o Flamengo. Apesar disso, em comparação com a última edição da Superliga, o pelotão de frente favorito ao título manteve-se intacto. Compõem esse grupo, com chances maiores ou menores de conquista do troféu da temporada, 5 equipes. São elas: Praia Clube, Itambé/Minas, Sesc/Flamengo, Osasco/Audax e Sesi/Bauru.

Pela disputa de vagas nos playoffs, um segundo pelotão formado por quatro times deve brigar entre si por 3 vagas nas fase eliminatória da competição. São elas: São Paulo/Barueri, Fluminense, Curitiba Vôlei e Pinheiros. Por fim, São Caetano, São José dos Pinhais e Brasília formam o terceiro pelotão da Superliga Feminina 2020/2021. As três equipes lutam contra o rebaixamento.

PELA 2ª VEZ, EM UMA SEMANA, PRAIA CLUBE CONQUISTA TÍTULO

Pela Supercopa Feminina de Vôlei, na abertura da temporada da Superliga, o Praia Clube de Uberlândia conquistou o tricampeonato consecutivo da competição. Anteriormente, em 2018 e 2019, a equipe do Triângulo Mineiro foi campeã contra Osasco e Minas, respectivamente. Neste ano, jogando em Campo Grande (MS), na decisão do título, diante do Sesc/Flamengo, o Praia bateu o time de Bernardinho por 3×1, com parciais de 25/16, 23/25, 25/21, 25/18. Com o resultado, o Praia conquistou o seu segundo título na temporada. Na semana passada, o time de Uberlândia venceu o Troféu Super Vôlei também contra o Sesc/Flamengo.

Após a vitória, a levantadora Claudinha do Praia comentou sobre a conquista do título e os desafios da temporada com a assessoria da CBV. “Sabemos que ainda temos muito a evoluir. Hoje foi um jogo de altos e baixos, mas a força da nossa equipe está fazendo muita diferença. Quando uma cai um pouco, outra bem, coloca pra cima e a força da equipe é algo que vem sendo fundamental. Que venham cada vez mais, vamos enfrentar muitas dificuldades pela frente, sabemos disso, mas temos um grupo muito forte para superar tudo isso”.

DENTIL/PRAIA CLUBE Claudinha, Martínez, Walewska, Carol, Garay, Buijs, Suelen (L). Entraram: Monique, Mari Paraíba, Michelle, Laís (L). Técnico: Paulo Coco

SESC/FLAMENGO Fabíola, Lorenne, Juciely, Milka, Amanda, Sabrina, Drussyla (L). Entraram: Gabirú, Juma. Técnico: Bernardinho

O tricampeão da Supercopa/Divulgação CBV/Célio Messias/Inovafoto

PRAIA CLUBE É CAMPEÃO DO SUPER VÔLEI

Pelo Troféu Super Vôlei, na abertura da temporada nacional de clubes no naipe feminino, o Dentil/Praia Clube conquistou seu 1º título na temporada. Em 2020, na semana passada, o time de Uberlândia perdeu a decisão do Campeonato Mineiro para o Itambé/Minas. Ontem, jogando em Saquarema, no CDV, Centro de Treinamento de Voleibol, na final do Super Vôlei, o Praia derrotou o Sesc/Flamengo, por 3×0, com parciais de 25/22, 25/14, 27/25.

A ponteira Garay do Praia, grande destaque da final, foi eleita pela terceira vez consecutiva na competição, em 3 jogos, a melhor em quadra. Após a decisão, ela conversou com a assessoria da CBV sobre o seu desempenho e de sua equipe. “Estou muito feliz e orgulhosa de toda a equipe. Quero agradecer também aos torcedores que votaram nesses três jogos. Esse foi meu primeiro torneio depois de muito tempo e fico feliz com o que apresentamos como grupo. A entrega do time foi algo que me orgulhou muito. Acredito que estamos no caminho certo”.

O Troféu Super Vôlei foi criado para suprir a não realização dos playoffs da temporada 2019/2020 da Superliga, que foram cancelados em virtude da pandemia do COVID-19.

SESC/FLAMENGO Fabíola, Lorenne, Amanda, Ana Cristina, Milka, Juciely, Camila (L). Entraram: Sabrina, Gabirú, Valquíria, Juma. Técnico: Bernardinho

DENTIL/PRAIA CLUBE Claudinha, Martínez, Garay, Buijs, Carol, Walewska, Suelen (L). Entraram: Mari Paraíba, Michelle, Monique. Técnico: Paulo Coco

A campanha do título

Quartas-de-final

29/10 Praia Clube 3×1 Curitiba Vôlei 25/20, 22/25, 25/23, 25/16

Semifinal

30/10 Praia Clube 3×1 Osasco/Audax 26/24, 25/22, 23/25, 25/21

Final

31/10 Sesc/Flamengo 0x3 Praia Clube 22/25, 14/25, 25/27

A equipe campeã do Super Vôlei/Divulgação CBV/Wander Roberto/Inovafoto