OS CONFRONTOS DA COPA DO BRASIL MASCULINA 2024

O Cruzeiro é o atual campeão da Copa Brasil masculina/Divulgação CBV/Maurício Val/FVImagens

Com o encerramento do turno da Superliga Masculina 2023/2024, foram definidos os confrontos da Copa do Brasil masculina de vôlei 2024. Os oito primeiros colocados da fase regular da Superliga enfrentam-se em jogo único, pelas quartas de final da competição. O líder da fase regular da Superliga, São José, pega a equipe do Vôlei Renata, 8º colocada. O segundo colocado, Cruzeiro joga com o Joinville, 7º colocado. O Sesi/Bauru, 3º colocado, enfrenta o Suzano, 6º colocado. Fechando os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil 2024, o Vôlei Guarulhos, 4º colocado, terá pela frente o Minas, 5º colocado. Veja abaixo na arte da CBV, as datas e os locais das quartas de final da Copa do Brasil 2024.

O 1º TURNO DA SUPERLIGA MASCULINA 23/24

Foi encerrado o 1º turno da Superliga Masculina 23/24. Com 11 vitórias em 11 jogos, o São José dos Campos lidera a tabela de classificação com 30 pontos. Atual campeão da competição, o Sada/Cruzeiro também possui 30 pontos, mas com uma derrota em 11 jogos. O revés aconteceu justamente para o líder da competição até o momento, o São José dos Campos. Apontado como um provável finalista do torneio, junto com o Cruzeiro, o tradicional Minas aparece em 5º lugar na tabela, com 7 vitórias e 4 derrotas. Conseguirá o São José dos Campos evitar a terceira final consecutiva entre duas equipes mineiras? Veja abaixo alguns detalhes do 1º turno da Superliga Masculina 23/24.

DISPUTA PELA LIDERANÇA

São José e Cruzeiro disputaram a liderança no 1º turno da Superliga Masculina 23/24, rodada a rodada, ponto a ponto, até o confronto direto em Contagem, pela décima rodada da competição. Fora de casa, o São José dos Campos se saiu melhor que o supercampeão Cruzeiro, graças ao bloqueio. Foram 23 pontos diretos no fundamento. Um número absurdo, já que do outro lado estava o Cruzeiro. Mas para quem pensa que após essa vitória, o São José dos Campos estava garantindo na liderança, precisa prestar atenção na equipe de Joinville. Mesmo desfalcada de Bisset, a equipe de Santa Catarina quase estragou os planos de São José. Em jogo disputado em Joinville, o São José suou para vencer o time da casa, por 3×2, garantindo a liderança no 1º turno. Mais uma prova do equilíbrio da atual temporada da Superliga Masculina.

O São José bateu o atual campeão da Superliga Masculina, no domínio adversário, por 3×2/Divulgação

BRIGA PELO G4

Três equipes estão brigando de igual para igual, por dois lugares no G4. Minas, Sesi/Bauru e Vôlei Guarulhos possuem 7 vitórias e 4 derrotas. A diferença está no número de pontos. O Minas, como dito acima, apontado como provável finalista, está em desvantagem, em 5º lugar. Já entre Sesi/Bauru e Vôlei Guarulhos o critério de desempate é o set avarage. O time de Darlan leva vantagem nesse critério, ocupando o 3º lugar. Vôlei Guarulhos está em 4º lugar. A julgar pela vantagem nos playoffs de decidir em casa, para os quatro primeiros colocados, nas quartas de final, essa briga pelo G4 no 2º turno promete!

SURPRESAS E DECEPÇÕES

Sem dúvida nenhuma, a maior decepção da Superliga Masculina 23/24 até o momento é o Vôlei Renata. Montada para figurar no G4, a equipe de Campinas sofreu para conseguir uma vaga na Copa Brasil. Com 4 vitórias e 7 derrotas, o Vôlei Renata ocupa o 8º lugar. Se mantiver os desempenho, corre o risco de ficar de fora dos playoffs. Porém, nada impede o Vôlei Renata encaixar seu jogo justamente no momento que interessa. É bom os adversários ficarem de olho!

Já entre as surpresas da competição, não tem como não destacar, a equipe de Joinville. Em seu primeiro ano na elite, a equipe de Santa Catarina conquistou um honroso 7º lugar, além de surpreender os adversários. Infelizmente, o time está com seu principal atacante, o oposto Bisset, no departamento médico. Nem por isso, o time caiu de rendimento. Prova disso, foi o jogo com o líder São José. Em fevereiro, o time terá uma prova de fogo. Será sede do Sul-Americano de clubes masculino 2024. Será que teremos supresa?

O Centro de Eventos Cau Hasen receberá o Sul-Americano de clubes
masculino 2024, em fevereiro/Divulgação/Carlos Júnior

*Errata O blog publicou neste post que o Sul-Americano de clubes será em Joinville. Na verdade será em Blumenau no ginásio Galegão, com participação do time da casa, Apan/Blumenau.

OS CONFRONTOS DA COPA DO BRASIL FEMININA 2024

O Minas é o atual campeão da Copa do Brasil/Divulgação/DanielMafra

Com o encerramento do turno da Superliga 2023/2024, foram definidos os confrontos da Copa do Brasil feminina de vôlei 2024. Os oito primeiros colocados da Superliga enfrentam-se em jogo único, pelas quartas de final da competição. O líder da fase regular da Superliga, Sesc/Flamengo, pega o Barueri, 8º colocado. O segundo colocado, Minas joga com o Unilife Maringá, 7º colocado. O Osasco, 3º colocado, enfrenta o Fluminense, 6º colocado. Fechando os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil 2024, o Praia, 4º colocado, terá pela frente o Sesi/Bauru, 5º colocado. Veja abaixo na arte da CBV, as datas e os locais das quartas de final da Copa do Brasil 2024.

O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

Chegou ao fim o 1º turno da Superliga Feminina 23/24. Com toda certeza, esta é a temporada mais equilibrada dos últimos tempos. Pela primeira vez em anos, o domínio de Praia e Minas na competição está ameaçado. Porém, o quadro não parece definitivo. Isso porque, as outras equipes cresceram muito em função da irregularidade de Praia e Minas no torneio. O maior beneficiado pela queda de rendimento das equipes mineiras foi o Sesc/Flamengo. Mas Osasco também se deu bem no confronto direto com Praia e Minas, com duas vitórias por 3×1. Já se fala nas redes sociais em uma final entre Sesc/Flamengo e Osasco. Confira abaixo alguns detalhes do 1º turno da Superliga Feminina 23/24.

LÍDER DO 1º TURNO

O Sesc/Flamengo sofreu uma derrota apenas no 1º turno da Superliga Feminina 23/24. Depois de uma estreia ruim contra o Barueri e um revés para o Minas, em casa, o Flamengo encaixou seu time na competição, com 9 vitórias consecutivas. O rubro-negro não perdeu fora de casa na competição. Um dos segredos para o sucesso do time de Bernardinho na temporada, foi a manutenção de toda equipe da temporada anterior. Ao contrário dos principais adversários ao título, o Flamengo já está bem entrosado. Além disso, pelo visto, também está pronto para reconquistar a Superliga.

A empolgação do Flamengo na temporada é tão grande, que o rubro-negro voltou a mandar seus jogos no Maracanãzinho/Divulgação/Rafael Andrade

IDENTIDADE

Já Praia e Minas, ao contrário do Flamengo, sofreram mudanças em relação ao ano passado. O Praia, atual campeão da Superliga, reformulou todo o seu time. Além disso, o técnico da equipe, Paulo Coco, está rodando o seu elenco, em todos os jogos. Já o Minas manteve a base titular da temporada anterior, mas fez uma troca importante de levantadora. A norte-americana Jenna Gray chegou imprimindo velocidade, conquistando rápido entrosamento com suas atacantes, mas acabou sofrendo uma lesão às vésperas do Mundial de Clubes. Como se observa, Minas e Praia tiveram pedras no caminho até agora na Superliga Feminina, enquanto o Sesc/Flamengo sobrou.

SURPRESA

Como dito acima, a temporada atual da Superliga Feminina é uma das mais equilibradas dos últimos tempos. Uma das surpresas até o momento é a equipe do Unilife Maringá. Para se ter uma ideia, o Maringá bateu o Osasco em pleno José Liberatti, em sua estreia na competição. Também venceu todos os seus adversários diretos pelo G8, como Pinheiros e Barueri. Um dos destaques do time é a levantadora japonesa Tamaki. Além disso, um fato pitoresco, comentado nas redes sociais, é o fato de que quando o mando de quadra é do Maringá, tudo acontece! Para quem gosta de polêmicas, fiquem de olho nos jogos do Maringá, em casa.

O ginásio Chico Neto em Maringá é o palco dos jogos da Unilife/Divulgação/PMM

O JOGO DA RODADA – Osasco vence atual campeão da Superliga Feminina

O Osasco venceu o Praia, atual campeão da Superliga Feminina, no domínio adversário, pela décima rodada da competição. Foi a segunda derrota consecutiva do Praia na temporada 2023/2024 do torneio. A vitória do atual campeão paulista veio pelo placar de 3×1, com parciais de 28/26, 25/20, 18/25, 25/20. Mesmo fora de casa, o Osasco impôs seu jogo nos momentos decisivos da partida, principalmente nas duas primeiras parciais. A ponteira Tifanny do Osasco foi a maior pontuadora do confronto, com 22 pontos. Pelo Praia, a russa Kuznetsova marcou 18 pontos. A líbero vice-campeã olímpica do Osasco, Camila Brait, foi eleita melhor jogadora em quadra. Ao receber o troféu Viva Vôlei, ela entregou a premiação para a levantadora Giovanna. Com o resultado, o Osasco ultrapassou o Praia na tabela de classificação, assumindo o 4º lugar. Na próxima rodada da Superliga Feminina, o Osasco enfrenta o Bluvôlei, dentro de casa, no domingo, 14 de janeiro. Já o Praia terá o clássico estadual pela frente, contra o Minas, também no domingo, 14 de janeiro.

O time do Osasco com o troféu Viva Vôlei em mãos/Reprodução/X/Osasco

O JOGO DA RODADA – Minas inicia 2024 com vitória

O Minas começou 2024 com vitória na Superliga Masculina. Jogando em casa, contra o Monte Carmelo, pela nona rodada do turno da competição, o Minas conquistou a sexta vitória, em sets diretos, com parciais de 25/23, 25/20, 25/22. O ponteiro Paulo do Minas foi o maior pontuador do jogo, com 23 pontos. Ele foi eleito o melhor jogador da partida. Ao receber o troféu Viva Vôlei, Paulo repassou a premiação para o oposto Samuel, que entrou no jogo, a partir do fim da primeira parcial, em inversão de 5×1. Com a vitória, o Minas manteve a terceira posição na tabela de classificação, com 18 pontos. Na próxima rodada da Superliga Masculina 23/24, o Minas enfrenta o Sesi/Bauru, fora de casa, no sábado, 13 de janeiro, às 18h30. Já o Monte Carmelo joga com o Apan/Blumenau, em Santa Catarina, na próxima quinta-feira, 11 de janeiro.

O ponteiro Paulo entregou o troféu Viva Vôlei para o oposto Samuel/Divulgação/MTC/Hedgard Moraes

O JOGO

Minas e Monte Carmelo começaram o confronto com alto número de erros. Somadas, as duas equipes cometerem quase 20 pontos em erros na primeira parcial. A falta de ritmo de jogo era evidente. Para complicar, os dois opostos dos dois times, Sanchez do Minas e Saliba do Monte Carmelo, estavam bem marcados. Correndo atrás no placar, o técnico do Minas, Guilherme Novaes, fez uma inversão de 5×1, que resolveu os problemas do Minas. Em uma sequência no serviço de Paulo, o Minas fechou o 1º set, em 25/23.

Na segunda parcial, o Minas manteve o ritmo do fim da primeira parcial. Aproveitando a distribuição do levantador Murilo Radke, o Minas aumentou a eficiência na virada de bola e nos contra-ataques. O Monte Carmelo ainda ensaiou uma reação com uma sequência no serviço flutuante, no fim do set, mas o Minas fechou a segunda parcial, em 25/20.

Na terceira parcial, o Monte Carmelo veio para tudo ou nada, com uma mudança em todo o seu time. Em uma parcial disputada ponto a ponto, o Minas voltou a errar mais que o adversário. Porém, nos momentos decisivos, o ataque do Minas fez a diferença, fechando o confronto, em 3×0, com 25/22, no 3º set.

A equipe masculina do Minas em comemoração de ponto/Divulgação/MTC/Hedgard Moraes

O FENÔMENO UZELAC NA SUPERLIGA FEMININA 23/24

O torcedor brasileiro pode estar sendo testemunha do nascimento de uma estrela do voleibol internacional. Trata-se da jovem jogadora do Fluminense, Uzelac. Com apenas 19 anos, a ponteira vinda da Sérvia, é um dos maiores destaques da Superliga 23/24 até o momento. Descoberta nos campeonatos de base pelo técnico do Fluminense, Guilherme Schmizt, Uzelac é sem dúvida, um dos maiores fenômenos da história da Superliga Feminina.

Ela lidera com folga os números no ataque, com 199 pontos. 50 pontos a mais que a segunda colocada, a oposta Jheovanna do Barueri. O caro leitor deve estar perguntando qual o aproveitamento no ataque de Uzelac? Por receber muitas bolas ela não está mal na fita. Com 40% de eficiência no fundamento, Uzelac já colocou 170 bolas no chão, de um total de 420 ações no ataque. Com esses números, ela ocupa o 29º lugar de aproveitamento. Parece um número ruim, mão não é!

O blog explica o motivo. Um dado interessante utilizado na Superliga no Brasil é a média de pontos por set de cada jogadora. Algo não muito usual no voleibol internacional. Por esses números, Uzelac lidera com folga mais uma estatística da competição. A média de pontos dela por parcial é de 5,53. Um número espantoso para os padrões da Superliga Feminina. Para se ter uma ideia, a segunda colocada na média por pontos em cada set, a oposta da seleção brasileira feminina, Kisy, aparece com 4,52 de média. Um ponto a menos que Uzelac. Mais um feito da atleta da Sérvia!

PASSAPORTE CARIMBADO

Muitas pessoas perguntam como uma jogadora desse nível escolheu disputar a Superliga? Segundo consta, além de ter sido descoberta pelo técnico do Fluminense, Uzelac escolheu o Brasil para desenvolver outros fundamentos, entre eles, o passe. Analisando os números de recepção, percebemos que sua escolha foi certeira. Mesmo com uma série de jogadoras brasileiras com tradição no fundamento, Uzelac aparece em 12º lugar nas estatísticas de recepção, com 59% de eficiência. Nada mal, para quem está sendo sempre bombardeada pelo serviço adversário.

Para completar, Uzelac lidera as estatísticas do serviço. Em números totais, ela já marcou 15 pontos diretos no fundamento. Já no aproveitamento do fundamento, Uzelac é a terceira colocada com 0,42% de eficiência, atrás da russa Kuznetsova do Praia e Geovana do Osasco. Para encerrar os seus números, Uzelac já marcou 14 pontos de bloqueio na atual temporada da Superliga, ocupando o 37º lugar nas estatísticas do fundamento.

Como se observa, será difícil o Fluminense conseguir manter a jogadora no Brasil na próxima temporada. Vários agentes de outras ligas pelo mundo devem estar atentos ao desempenho da atleta na Superliga. Resta saber, se Uzelac conseguirá fazer o Fluminense alçar voos mais altos na competição. Um aperitivo foi a vitória sobre o Minas, um dos clubes mais tradicionais do país, recentemente. Ela foi eleita a melhor jogadora em quadra, com mais de 30 pontos. Será que o Fluminense conquistará algum título na temporada?

A ponteira Uzelac, com o troféu Viva Vôlei/Divulgação/FFC

CALENDÁRIO 2024

O ano de 2024 será olímpico

2024 começou! É ano de Jogos Olímpicos. Paris receberá o evento mais importante do calendário esportivo neste ano. Mas além das Olimpíadas, outras competições serão disputadas no voleibol. Em especial, no Brasil. Em paralelo à Superliga 2023/2024, logo no início de 2024, acontece a Copa Brasil. A competição coloca frente a frente, os oitos melhores times do turno da Superliga, em partidas únicas, com quartas de final, semifinal e final. A grande decisão do torneio ocorre em sede única escolhida pela CBV.

A folia carnavalesca esse ano é mais cedo. Nos primeiros dias de fevereiro. Depois da folia, ainda sem confirmação, ocorre o Sul-Americano de clubes com sedes no Brasil. Entre os homens, em Joinville. Entre as mulheres, em Bauru. Na sequência do Sul-Americano, no mês de abril, começa a fase eliminatória da Superliga 2023/2024. As finais dos dois naipes serão em jogo único. Entre os homens, no dia 5 de maio. Entre as mulheres, no dia 28/04.

Como dito acima, 2024 é ano de Jogos Olímpicos. O Brasil já está classificado nos dois naipes. Mas, logo no mês de maio, acontece a Liga das Nações 2024. Neste ano, a competição será de suma importância na definição de mais 5 vagas olímpicas, nos dois naipes, através do ranking da FIVB. O Brasil receberá duas etapas da competição. Entre os dias 14 e 19 de maio, no feminino. E entre os dias 21 e 26 de maio, no masculino. As finais da competição estão previstas para o final do mês de junho.

Após a Liga das Nações, o grande evento do ano ocorre em Paris. A partir do 26 de julho, os Jogos Olímpicos terão como palco a capital francesa. O Brasil vai em busca do tricampeonato olímpico no feminino, e o tetracampeonato olímpico no masculino. As finais da modalidade estão previstas para os dias 10 e 11 de agosto, respectivamente.

Depois do calendário internacional, as competições entre clubes voltam ao certame. No Brasil, primeiramente, ocorrem os campeonatos estaduais. Logo em seguida, vem a Superliga, em uma nova temporada. Porém, antes do fim do ano, o calendário internacional volta ao centro das atenções, com o Mundial de clubes. E aí? Você já está preparado para 2024? Feliz Ano Novo!

OS POSTS MAIS LIDOS DO BLOG EM 2023

Em clima de ano novo, o blog apresenta aos seus leitores, os posts mais lidos em 2023. Segue a lista com os links.

1 – https://voleindoor.com/2022/12/05/as-estatisticas-da-superliga-feminina-2022-2023/

2 – https://voleindoor.com/2023/03/12/os-animos-exaltados-na-superliga/

3 – https://voleindoor.com/2023/09/27/felipe-roque-pede-dispensa-da-selecao-brasileira/

4 – https://voleindoor.com/2023/08/04/o-processo-de-naturalizacao-do-voleibol/

5 – https://voleindoor.com/2023/07/28/a-convocacao-de-ze-roberto-para-o-sul-americano/

6 – https://voleindoor.com/2022/12/04/as-estatisticas-da-superliga-masculina-22-23/

7 – https://voleindoor.com/2023/10/16/o-elenco-do-brasil-para-o-pan-de-santiago/

8 – https://voleindoor.com/2023/05/19/a-lista-de-convocadas-de-ze-roberto-para-vnl-23/

9 – https://voleindoor.com/2023/08/18/ze-roberto-realiza-dois-cortes-antes-do-sul-americano/

10 – https://voleindoor.com/2023/01/06/em-julgamento-de-recurso-sao-jose-perde-novamente-pontos-na-superliga/

11 – https://voleindoor.com/2023/01/23/a-polemica-do-desafio-na-superliga/

12 – https://voleindoor.com/2023/05/18/a-lista-de-convocados-de-renal-dal-zotto-para-vnl-23/

13 – https://voleindoor.com/2023/04/15/as-semifinais-da-superliga-masculina-22-23/

14 – https://voleindoor.com/2023/12/09/minas-e-finalista-do-mundial-de-clubes-masculino-2023/

15 – https://voleindoor.com/2023/09/16/brasil-estreia-com-vitoria-no-pre-olimpico/

O oposto Wallace do Cruzeiro esteve envolvido em uma das maiores polêmicas do ano/Divulgação/Agência 7/Sada/Cruzeiro

BERNARDINHO REASSUME O COMANDO DA SELEÇÃO MASCULINA DE VÔLEI

O técnico Bernardinho está de volta ao comando técnico da seleção brasileira masculina de vôlei. A notícia já era esperada desde o fim do Pré-Olímpico no último mês de outubro, quando Renan Dal Zotto pediu demissão do cargo. A confirmação dos rumores na imprensa veio ontem em matéria do Jornal Nacional da TV Globo. Nas redes sociais, a CBV também divulgou um vídeo com um depoimento do treinador Bernardinho. Ele falou sobre as expectativas para o seu retorno. Bernardinho já ocupava o cargo de coordenador técnico de seleções da CBV no naipe masculino, antes de aceitar o convite para voltar ao comando da seleção masculina, desde setembro de 2023. Em sua primeira passagem como técnico do Brasil, Bernardinho foi bicampeão olímpico, tricampeão mundial, bicampeão da Copa do Mundo, além de vencer a Liga Mundial por oito vezes.

O técnico Bernardinho/Divulgação/CBV