A RODADA DECISIVA DA LIGA DAS NAÇÕES

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Começa amanhã a última semana da fase classificatória da Liga das Nações Feminina. Em 3° lugar, com 28 pontos, 9 vitórias e 3 derrotas, em 12 jogos, o Brasil precisa de apenas uma vitória para garantir presença nas finais, na China. Pela frente, as brasileiras enfrentam italianas, belgas e turcas, na cidade de Ankara, na Turquia, respectivamente.

Teoricamente, o Brasil terá jogos difíceis contra as seleções da Itália e da Turquia, líderes da competição, e deve vencer a Bélgica. Em caso de tropeço, com 3 derrotas nos 3 jogos, mesmo assim, dificilmente o Brasil ficará de fora das finais.

Na briga pelas finais, as atenções da Liga das Nações se voltam para a cidade de Boryeong, na Coreia do Sul. Eliminada, a seleção coreana será o fiel da balança da disputa entre Japão, Polônia e República Dominicana pela classificação. As quatro seleções duelam no mesmo grupo na rodada decisiva da VNL.

Com 21 pontos, 7 vitórias e 5 derrotas, as japonesas ocupam o 6° lugar na tabela e estão na dianteira pela vaga. Com a mesma pontuação, hoje, a Polônia estaria fora nos critérios de desempate. Correndo por fora, as dominicanas possuem chances pela possibilidade do confronto direto. Realizando uma boa campanha, com 15 pontos, 6 vitórias e 6 derrotas, em 12 jogos, se vencer os três jogos pode conquistar a classificação.

A semana brasileira na VNL feminina

JAPÃO 1X3 BRASIL 17/25, 19/25, 25/20, 22/25

O Brasil iniciou a partida cedendo muitos pontos em erros no serviço. O bom volume de jogo das duas seleções fazia a diferença do confronto estar nos contra-ataques. As brasileiras deixavam o jogo fácil ao converter em pontos, as possibilidades criadas pelo sistema defensivo. A oposto Paula Borgo até o 2° set tinha um alto aproveitamento de ataque. Ela terminou o jogo como maior pontuadora, com 26 pontos, empatada com a ponteira Sarina Koga do Japão. No 3° set, o Japão melhorou na recepção. Com bolas de velocidade e eficiência no saque, conseguiu vencer a parcial. No 4° set, a superioridade física brasileira prevaleceu, 3×1, para o Brasil.

BRASIL 3X0 TAILÂNDIA 25/19, 25/17, 25/21

Contra a Tailândia, o bloqueio brasileiro foi decisivo, com 12 pontos diretos. Sem dar chances ao adversário, as brasileiras erraram pouco e defenderam mais. No entanto, o Brasil apresentou instabilidade no passe. Além de ter dificuldades na virada de bola contra um bloqueio mais baixo. Ao todo, foram apenas 39 pontos de ataque, pouco mais de 50% do total. A ponteira Gabi mais uma vez foi o destaque individual do Brasil. Ela foi a maior pontuadora do jogo, com 12 pontos.

BRASIL 3X0 SÉRVIA 25/23, 25/21, 25/15

A Sérvia entrou em quadra para o jogo com o Brasil com um time C. As brasileiras foram neutralizadas pelo bloqueio sérvio. Em um jogo surpreendentemente equilibrado, até a segunda parcial, a inexperiência do time escalado pela Sérvia fez a diferença. No momento decisivo, erros na virada de bola, na recepção, típicas de uma seleção jovem, foram cruciais para a vitória do Brasil nas primeiras parciais. Após fazer 2×0 no placar, o técnico José Roberto Guimarães mexeu em todas as posições e o jogo brasileiro deslanchou. No fim, deu a lógica, 3×0.

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