A RODADA INAUGURAL DA SUPERLIGA B 2020

Começou em Lavras, Minas Gerais, na quinta-feira passada, 23 de Janeiro, a Superliga B 2020. Oito equipes participam da competição nos dois naipes. Os dois melhores de cada torneio sobem para a primeira divisão da Superliga, na temporada 2020/2021. No masculino, disputam o acesso os seguintes times: Lavras Vôlei, Uberlândia/Gabarito, Anápolis, São José, Upis/Brasília, Apav Vôlei, Juiz de Fora e Vedacit/Vôlei Guarulhos.

Na 1ª rodada, dentro de casa, o Lavras Vôlei foi derrotado pelo Uberlândia/Gabarito, por 3×1, com parciais de 25/20, 26/24, 18/25, 25/18. O central Symon do Uberlândia foi escolhido o melhor do jogo. Ele recebeu o troféu Viva Vôlei. Em Anápolis, o time da casa venceu o São José, com o apoio da torcida, por 3×2, com parciais de 22/25, 25/19, 25/19, 24/26, 15/12. Leandrão do Anápolis foi eleito o melhor em quadra, recebendo o troféu Viva Vôlei ao final da partida.

Ainda pela rodada inaugural, o Upis/Brasília também ganhou na estreia, dentro de casa, contra o APAV Vôlei do Rio Grande do Sul. O placar final do confronto ficou em 3×2, com parciais de 20/25, 25/17, 21/25, 25/17, 17/15. Matheus Martins do Brasília ficou com o troféu Viva Vôlei. Fechando a rodada, o Vedacit/Guarulhos bateu o Juiz de Fora, por 3×1, com parciais de 25/23, 25/27, 25/21, 25/19, no ginásio da UFJF, em Juiz de Fora. Polegar foi escolhido o melhor em quadra por sua atuação. Ele ganhou o troféu Viva Vôlei.

Anápolis Vôlei iniciou a Superliga B com triunfo dentro de casa/Divulgação Anápolis Vôlei

Feminino

No sábado, 25 de Janeiro, foi a vez da versão feminina da Superliga B iniciar a competição. Em Itajaí, Santa Catarina, no ginásio Ivo Silveira, um duelo local abriu a disputa por duas vagas na Superliga 2020/2021. Jogando em casa, o Itajaí Vôlei saiu de quadra com uma vitória na estreia contra a Chapecoense, por 3×1, com parciais 25/21, 25/27, 25/15, 25/9. A ponteira Sassá recebeu o troféu Viva Vôlei.

Na Arena Bradesco, em Osasco, o Bradesco Esporte bateu o Sport Recife por 3×0, com parciais de 25/21, 28/26, 25/19. A oposta Dani Chechetto foi eleita a melhor do jogo, recebendo o troféu Viva Vôlei, ao final da partida. No Paraná, em São José dos Pinhais, o time da casa venceu o Franca, por 3×1, com parciais de 25/17, 25/20, 22/25, 25/17. Ciça do São José dos Pinhais ficou com o troféu Viva Vôlei.

Fechando a 1ª rodada da Superliga B feminina, o Brasília Vôlei derrotou o Bluvôlei, dentro de casa, no ginásio do Sesi Taguatinga, pelo placar máximo, com parciais de 25/12, 25/18, 25/12. A ponteira Ingrid do Brasília foi o destaque da partida recebendo o troféu Viva Vôlei ao final do jogo.

Fonte: CBV

SADA/CRUZEIRO É PENTACAMPEÃO DA COPA DO BRASIL

O Sada/Cruzeiro derrotou o Sesi/SP na grande final da Copa do Brasil 2020, disputada em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Com o resultado, a equipe mineira sagrou-se pentacampeã da competição. Foi o terceiro título consecutivo do torneio. Anteriormente, a equipe comandada pelo técnico argentino Marcelo Mendez venceu as edições de 2014, 2016, 2018, 2019.

Na decisão de 2020, o time cruzeirense conquistou o título, com uma vitória por 3×0, com parciais de 25/23, 25/22, 25/12, sobre o Sesi/SP. O oposto Alan do Sesi foi o maior pontuador da final com 18 pontos. Pelo lado campeão, o central Isac e o oposto Luan anotaram 13 pontos cada. Ao final do jogo, o campeoníssimo Marcelo Mendez comemorou a conquista em conversa com a assessoria da CBV.

“Trabalhamos para jogar cada dia melhor e trabalhamos para sermos campeões também. Nem sempre é possível, mas este é sempre o nosso objetivo. Fico feliz pelo jogo que fizemos na semifinal e por tudo que mostramos hoje nesta decisão. Hoje, nas duas primeiras parciais conseguimos fechar e atuar melhor nas bolas decisivas, acho que foram duas ações de bloqueio importantes. Já no terceiro set fizemos muita diferença no ataque e no saque também. Mostramos um bom voleibol e temos que seguir trabalhando assim na Superliga”.

SADA/CRUZEIRO Cachopa, Luan, Isac, Otávio, Perrin, Conte, Lukinha (L). Entraram: Rodriguinho, Filipe, Evandro. Técnico: Marcelo Mendez

SESI/SP William, Alan, Barreto, Éder, Fábio, Lucas Lóh, Murilo (L). Entraram: Pureza (L), Daniel, Matheus, Birigui. Técnico: Rubinho

A CAMPANHA DO TÍTULO

Quartas-de-final

15/01 Cruzeiro 3×0 Itapetininga 25/20, 25/20, 25/23

Semifinal

24/01 Cruzeiro 3×1 Sesc/RJ 25/17, 21/25, 25/23, 25/13

Final

25/01 Cruzeiro 3×0 Sesi/SP 25/23, 25/22, 25/12

A comemoração celeste/Filipe de Andrade/Inovafoto/CBV

SESI/SP É FINALISTA DA COPA DO BRASIL

O Sesi/SP é finalista da Copa do Brasil 2020. Para chegar a decisão do título, o time paulista bateu o rival Taubaté, pela semifinal da competição, disputada em Jaraguá do Sul. O placar final do confronto ficou em 3×1, com parciais de 25/22, 12/25, 25/20, 25/22, a favor do Sesi/SP. Na grande final, a equipe comandada pelo técnico Rubinho terá pela frente o Sada/Cruzeiro, quatro vezes campeão do torneio e atual detentor do título. O duelo pelo ouro da Copa do Brasil 2020, acontece nesse sábado, 25 de Janeiro, às 20h30, com transmissão do SPORTV 2.

O JOGO

O Sesi/SP conquistou a classificação para a final depois de realizar uma partida consistente. A grade atuação individual do oposto Alan contribuiu para a vitória. Ele marcou 20 pontos. Apesar disso, o Sesi sofreu um grande apagão na segunda parcial da partida. Um fator determinante para o fato, foi a passagem do ponteiro Lucarelli do Taubaté pelo serviço. Ele engatou uma sequência de saques e ficou mais dez pontos no serviço. Depois desse set, o Sesi retomou o controle do jogo e fechou o duelo em 3×1.

Ao final do confronto, o líbero Murilo conversou com a assessoria da CBV sobre a expectativa para a final. “A expectativa é de um jogão amanhã. Já é um clássico, um confronto de muitas disputas entre Sesi e Cruzeiro e chegamos mais uma vez na Copa do Brasil e espero fazer um bom jogo. Contamos com uma arena lotada. Embora seja um ginásio neutro, a torcida vai acabar escolhendo um time para torcer e independentemente disso vai ser um jogão, com certeza”.

O time do Sesi/SP em comemoração de ponto/DivulgaçãoSesi

CRUZEIRO DERROTA O SESC/RJ E ESTÁ NA DECISÃO DA COPA DO BRASIL

Pela Copa do Brasil masculina 2020, disputada em Jaraguá do Sul, o Cruzeiro derrotou o Sesc/RJ, em jogo válido pela semifinal. O placar do confronto ficou em 3×1, com parciais de 25/17, 21/25, 25/23, 25/13, a favor dos cruzeirenses. Com o resultado, a equipe celeste busca o pentacampeonato da competição. O adversário da final sai do confronto da noite de hoje, entre Sesi e Taubaté. A decisão do título acontece amanhã, 25 de Janeiro, às 20h30, com transmissão do SPORTV 2.

O JOGO

As duas equipes entraram em quadra desfalcadas por motivos de contusão. O time mineiro não contou com o oposto Evandro e o time carioca com o ponteiro argentino Martínez. Em seus lugares, jogaram Luan pelo Cruzeiro e Ademar pelo Sesc/RJ. No desempenho individual, o ponteiro canadense Perrin do Sada foi um dos destaques do duelo, com 15 pontos anotados.

Após sair perdendo a primeira parcial, o Sesc/RJ empatou a partida em sets, mas deixou o Cruzeiro vencer a terceira parcial. Com uma vantagem de 5 pontos no placar, o time carioca permitiu a reação do atual campeão da Copa do Brasil, no 3º set. Depois disso, o Cruzeiro fechou o duelo em 3×1.

O ponteiro Perrin no ataque/Divulgação SECEL

A COPA DO BRASIL FEMININA 2020

Teve início nessa semana a Copa do Brasil feminina 2020. Os oito primeiros colocados do turno da Superliga Feminina entraram em quadra pelas quartas-de-final da competição, na terça-feira, 21 de Janeiro. O Sesc/RJ, líder do turno, enfrentou o Pinheiros, 8º colocado, no ginásio da Tijuca, no Rio de Janeiro. Em uma partida decidida apenas no tie-break, o time comandado pelo técnico Bernardinho derrotou o rival paulista, com parciais de 25/19, 23/25, 25/19, 22/25, 15/12.

Ao final do confronto, a central Milka do Sesc/RJ comentou sobre a vitória contra o Pinheiros. “O Pinheiros é uma equipe jogueira, a gente já sabia que não poderia errar como erramos. Muitos saques desperdiçados, muitos momentos decisivos em que poderíamos ter feito a diferença e não fizemos. Isso fez elas crescerem e complicarem bem o jogo. Temos muito o que melhorar e vamos trabalhar para chegar melhores em nossa próxima partida, pela Superliga”.

A central Milka destaque do jogo/Márcio Mercante/Divulgação SESC/RJ

Em Uberlândia, o Praia Clube, vice-líder do turno, jogou contra o Barueri/São Paulo, 7º colocado. Em um jogo cercado de polêmicas de arbitragem, o técnico José Roberto Guimarães retirou seu time de quadra, depois de uma reclamação de sua equipe com o juiz, seguida de dois cartões vermelhos, quando o placar apontava 2×1 para o adversário, 27×27 quarta parcial. Resultado: o Praia foi decretado vencedor do duelo por 3×1, com parciais de 25/16, 25/23, 23/25, 29/27. Após a confusão, o técnico Paulo Coco comentou sobre a vitória do Praia, com a assessoria da CBV.

“Esperávamos um jogo difícil. O São Paulo/Barueri jogou sem responsabilidade, mas nós também contribuímos a partir da segunda parcial. Fizemos um primeiro set constante e, a partir do 2º set, nosso sistema de recepção caiu muito, assim como nosso ataque, mas o importante foi a vitória”.

O time do Praia comemora ponto/Divulgação Praia Clube

Na Arena Minas, em Belo Horizonte, o Minas, atual campeão da Copa do Brasil, 3º colocado do turno da Superliga, recebeu em casa, pelas quartas-de-final, o Fluminense, 6º colocado. Com muito volume de jogo, o Minas impôs seu ritmo nas duas primeiras parciais, não dando chances ao rival carioca. No entanto, o Fluminense voltou melhor no 3º set, complicando a vida do Minas. Na quarta parcial, a equipe minas-tenista retomou o padrão inicial do jogo e fechou a partida em 3×1, com parciais de 25/10, 25/16, 24/26, 25/15.

Após o duelo, o técnico Nicola Negro do Minas, falou sobre o volume de jogo de sua equipe na vitória contra o Fluminense com a CBV. “O time está de parabéns. Hoje, trabalhamos muito bem o ataque e o bloqueio. Só o passe, no 3º set, que faltou um pouco de qualidade e acabou permitindo que o Fluminense fizesse o seu jogo. Mas sabemos que o Fluminense não é um time fácil de enfrentar, por isso, nos preparamos muito. Hoje, o nosso time está de parabéns”.

A central Carol Gattaz em foco/Orlando Bento/Divulgação MTC

Fechando esta fase da Copa do Brasil, no ginásio José Liberatti, em Osasco, na grande São Paulo, no confronto teoricamente mais equilibrado, entre o time da casa, 4º colocado, contra o Sesi/Bauru, 5º colocado, melhor para as visitantes. O placar final do jogo ficou em 3×1 para o Bauru contra o Osasco, com parciais de 25/22, 25/18, 23/25, 25/22. Ao final da partida o técnico Anderson Rodrigues comemorou a classificação em conversa com a assessoria da CBV.

“Hoje o time jogou como uma equipe. Jogou todo mundo junto. Os altos e baixos ainda acontecem, mas no geral, jogamos bem. Tivemos garra e determinação. O time todo está de parabéns. Vamos voltar o foco na Superliga, e nos preparar para a semifinal da Copa do Brasil”.

SEMIFINAIS

Com esses resultados, foram definidos os jogos das finais da Copa do Brasil, em Jaraguá do Sul, na próxima semana. Às 19h30, na sexta-feira, 31 de Janeiro, o Sesc/RJ joga contra o Sesi/Bauru. No mesmo dia, às 21h30, Praia Clube e Minas fazem o clássico mineiro, na reedição da última final da competição. Os vencedores disputam a final no dia seguinte, 1º de Fevereiro, às 21h30. Todos os jogos serão transmitidos pelo SPORTV 2.

Fonte: CBV

O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA 2019/2020

Na semana passada, foi encerrado o 1º turno da Superliga Feminina. Três times brigavam pela liderança da competição: Sesc/RJ, Minas e Praia Clube. O duelo no clássico mineiro definiu as posições. Com a vitória do Praia sobre o Minas por 3×2, o time de Bernardinho terminou o 1º turno em primeiro, com uma derrota em 11 jogos. O Praia ficou em 2º lugar também com uma derrota, mas com um saldo de sets inferior. Já o Minas fechou o turno em 3º lugar, com duas derrotas em 11 jogos.

Dado o restrospecto da temporada até o momento, o Praia apresenta uma campanha mais consistente que o rival Minas. Em 4 jogos entre os dois clubes, o Praia venceu por três vezes, sendo duas em decisões de título do Mineiro e da Supercopa. A vitória minas-tenista aconteceu no Mundial de Clubes, em jogo válido pela disputa do 5º lugar da competição.

Além da vantagem nos confrontos, o Praia também possui mais opções de elenco que o Minas. Tal fato ficou ainda mais evidente depois que o atual campeão da Superliga dispensou a americana Deja MacClendon após o fim do 1º turno. Para o seu lugar, trouxe a ponteira búlgara Dobriana Rabadzhieva. Resta saber se ela irá corresponder à altura. Na atual conjuntura, na disputa pelo título da Superliga, o Praia está a frente do Minas.

Sobre o Sesc/RJ, líder do turno, é bom ressaltar a campanha de recuperação realizada pela equipe em relação a fracassada temporada anterior. No entanto, mesmo nas vitórias, o time comandado por Bernardinho demonstrou algumas oscilações, principalmente, graças à irregularidade da ponteira Drussyla. Com problemas de contusão, a jogadora entrou em quadra no sacrifício. Tanto que, no recesso do final de ano, se submeteu a um processo cirúrgico para resolver o problema.

No quesito decepção dois times lideram a corrida já na largada: Bauru e São Caetano. O primeiro, alçado à condição de favorito, ficou aquém das expectativas. Com mais derrotas que vitórias, o time dirigido pelo campeão olímpico Anderson Rodrigues corre contra o tempo para diminuir os prejuízos. Recentemente, anunciou a contratação da central Adenízia. Já o São Caetano, tradicional equipe do ABC paulista, não ganhou de ninguém e luta desesperadamente contra o rebaixamento. Nas atuais condições, só um milagre salva o São Caetano da Superliga B.

Na contra-mão de Bauru e São Caetano, está o Pinheiros. Depois de ficar de fora dos playoffs da Superliga na última temporada, pela 1ª vez na história, o clube da capital paulista realiza uma excelente campanha. Mesmo com o desfalque importante da oposta Edinara, em vários jogos da competição, o Pinheiros apresentou um voleibol de alto nível, dando trabalho aos favoritos, além de conquistar vitórias surpreendentes.

A PRÉVIA OLÍMPICA

Foram definidos os 12 países participantes da modalidade voleibol nos Jogos Olímpicos de Tóquio deste ano, nos dois naipes. No começo de Janeiro de 2020, 5 vagas olímpicas estiveram em disputa ao redor do globo em Pré-Olímpicos Continentais. Na categoria feminina conquistaram a classificação para às Olimpíadas as seleções da Turquia, Coréia do Sul, República Dominicana, Argentina e Quênia. No masculino: França, Canadá, Irã, Venezuela e Tunísia.

Com isso, elas se juntaram aos outros 7 países já garantidos na competição, nas duas categorias. São eles, no feminino: Japão, China, Estados Unidos, Sérvia, Brasil, Rússia, Itália. No masculino: Japão, Brasil, Estados Unidos, Polônia, Itália, Rússia, Argentina. Dada a forma como é dividida a disposição dos grupos nos Jogos Olímpicos, de acordo com ranking da FIVB, já é possível traçar um quadro prévio de como será o torneio de voleibol para nossas seleções.

A começar pelos homens, o Brasil como líder do ranking, caiu no grupo da morte. Ao seu lado, na mesma chave, a B, estão pela ordem de classificação: Estados Unidos, Rússia, Argentina, França e Tunísia. Ficaram no grupo A seguindo o ranking: Japão, Polônia, Itália, Canadá, Irã e Venezuela. A julgar por esse desenho, a seleção brasileira masculina não terá vida fácil na 1ª fase. Apesar disso, olhando para o retrospecto do torneio masculino de voleibol das Olimpíadas, cair em uma chave difícil auxilia no ganho de ritmo e facilita o cruzamento da fase seguinte.

Já entre as mulheres ocorreu o inverso. Nossa seleção, 4ª colocada no ranking internacional, caiu no grupo de menor competitividade dos Jogos. No entanto, as brasileiras poderão ter um parâmetro de suas chances, no confronto contra a atual campeã mundial, Sérvia, na 1ª fase. O Brasil está na chave A ao lado de Japão, Sérvia, Coréia do Sul, República Dominicana e Quênia. No grupo da morte, o B, ficaram: China, Estados Unidos, Rússia, Itália, Turquia e Argentina. Diante desse quadro, já se espera um cruzamento de vida ou morte para o Brasil na fase seguinte.

Porém, tudo isso não é definitivo. Existe margem para o tapetão. A punição para a delegação russa pela WADA por doping deve alterar a disputa. Dependendo da posição da FIVB, que ainda não se manifestou a respeito, a Rússia pode ser eliminada dos Jogos de Tóquio. Uma das soluções colocadas à mesa é a possibilidade dos atletas russos considerados limpos competirem sob bandeira neutra. O Comitê Olímpico Russo já recorreu da sentença da WADA. O silêncio da FIVB sobre a questão é perturbador. Resta aguardar o desfecho do caso.