O JOGO DA RODADA – Vôlei Renata sofre terceira derrota consecutiva

O oposto Evandro do Campinas foi o maior pontuador do jogo, com 27 pontos/Divulgação/Pedro Teixeira

O Vôlei Renata/Campinas ainda não venceu na Superliga Masculina 2021/2022. Jogando em casa, no ginásio do Taquaral, o atual bicampeão paulista foi superado pelo Fiat/Minas. Foi a terceira derrota consecutiva na competição, em três jogos. O placar final do confronto ficou em 3×1, com parciais de 26/24, 18/25, 35/33, 25/23, a favor da equipe mineira. O ponteiro Leozinho do Minas foi eleito o melhor em quadra, recebendo o troféu Viva Vôlei.

Na próxima rodada da competição, o Vôlei Renata viaja para o Triângulo Mineiro, onde enfrenta o Uberlândia/Gabarito, no sábado, 13 de Novembro, às 21h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil. Já o Fiat/Minas, cumpre compromisso atrasado da 1ª rodada, contra o Vôlei Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, na quarta-feira, 10 de Novembro, às 20h, com transmissão do Canal Vôlei Brasil.

VÔLEI RENATA/CAMPINAS Cristiano, Evandro, Lucão, Judson, Adriano, Canuto, Ale (L). Entraram: Gonzalez. Técnico: Marcos Pacheco

FIAT/MINAS William, Vissoto, Matheus Pinta, Juninho, Honorato, Leozinho, Maique (L). Entraram: Sanchez, Everaldo, Matheus Silva, Marcus Coelho. Técnico: Nery Tambeiro

OUTROS RESULTADOS – 3ª rodada do turno

Goiás 0x3 Brasília Vôlei

Vôlei Guarulhos 3×0 Apan/Blumenau

Cruzeiro 3×2 América/Montes Claros

Farma Conde 3×0 Uberlândia/Gabarito

Funvic/Natal 1×3 Sesi/SP

SORTEADOS OS GRUPOS DO MUNDIAL DE CLUBES FEMININO 2021

O Conegliano da Itália é o atual campeão mundial/Divulgação FIVB

Na última quinta-feira, 5 de Novembro, foram anunciados a tabela e os grupos do Mundial de Clubes feminino 2021. A competição será disputada entre os dias 15 e 19 de Dezembro, em Ancara, na Turquia. O Brasil terá dois representantes no torneio: o Dentil/Praia Clube de Uberlândia e o Itambé/Minas. Além das duas equipes brasileiras, participam do Mundial de Clubes feminino 2021 os seguintes times: Conegliano (ITA), Fenerbahce (TUR), Vakifbank (TUR), Altay (CAZ).

As seis equipes foram divididas em dois grupos com 3 times cada. O Praia Clube ficou no grupo A, ao lado do anfitrião da competição, o Fenerbahce e do Conegliano, atual campeão mundial. Já o Minas caiu no grupo B, ao lado Vakifbank e do Altay do Cazaquistão, atual campeão asiático. A estreia do Praia está prevista para o dia 16 de Dezembro, contra o Fenerbahce. Já o Minas, estreia no dia 15, contra o Altay. Confira a tabela completa da competição abaixo.

Grupo A

15/12 12h30 Conegliano x Fenerbahce

16/12 12h30 Dentil/Praia Clube x Fenerbahce

17/12 9h Dentil/Praia Clube x Conegliano

Grupo B

15/12 9h Itambé/Minas x Altay

16/12 9h Vakifbank x Altay

17/12 12h30 Itambé/Minas x Vakifbank

Semifinais

18/12 9h 1º do A x 2º do B

18/12 12h30 1º do B x 2º do A

Disputa do bronze

19/12 9h

Final

19/12 12h30

*Até o momento, os jogos estão previstos para serem transmitidos pelo canal da FIVB no YouTube.

O FIM DO DOMÍNIO DA NESTLÉ NA SUPERLIGA FEMININA

Durante as três primeiras temporadas da Superliga Feminina, a competição tinha um dono: a Nestlé. Sob o nome fantasia de Leite Moça e mais tarde Leites Nestlé, a equipe sediada em Sorocaba, interior de São Paulo, foi bicampeã nacional, sendo uma delas invicta, na temporada 95/96.

Nem mesmo o ranking de atletas foi capaz de quebrar essa hegemonia. Várias atletas de seleção passaram pelo time como: Fernanda Venturini, Ana Moser, Ana Paula, entre outras. Porém, após a terceira conquista de título em abril de 1997, as coisas começaram a mudar.

MUDANÇA DE SEDE

Primeiramente, a Nestlé trocou a sede do projeto em 1996. Saiu de Sorocaba para Jundiaí, ambas no interior de São Paulo. Além disso, para a temporada 1997/1998, a Nestlé perdeu a sua grande estrela e líder: a levantadora Fernanda Venturini. Até então, ter a levantadora no comando do time era meio caminho andando para a conquista do título. Seduzida pelo novo projeto do marido Bernardinho, a medalhista de bronze em Atlanta disse adeus para a Nestlé.

A levantadora Fernanda Venturini trocou o Nestlé pelo Rexona na temporada 1997/1998

UM NOVO RIVAL

Dito isso, finalmente, a Superliga Feminina havia encontrado um rival à altura da Nestlé: o Rexona de Bernardinho. Tudo começou durante os Jogos de Atlanta em 1996. Após a grande campanha brasileira na Olimpíada, com a conquista da primeira medalha olímpica do vôlei feminino, Bernardinho conseguiu um grande patrocinador: a multinacional anglo-holandesa Unilever. Sediada em Curitiba, a equipe denominada Rexona era um investimento de longo prazo.

Para a temporada 1997/1998, sob a liderança de Fernanda Venturini e Bernardinho, várias jovens atletas encabeçavam o projeto como Érika Coimbra, Raquel Pelucci, Valeskinha. Além disso, a equipe contava com os reforços das holandesas Erna Brinkmann e Cintha Boersman. Como dito acima, a princípio, o objetivo não era a conquista do título logo de cara. Porém, ele veio!

A equipe do Rexona no Jardim Botânico de Curitiba

TEMPORADA 1997/1998

Em uma temporada experimental, onde as regras do jogo estavam em transição para o que conhecemos hoje, o Rexona encerrou a fase regular na liderança da competição, com duas derrotas, em 22 jogos. As duas derrotas foram justamente para a Nestlé. Nas fases eliminatórias, o Rexona superou o Estrela do Oeste de Divinópolis e o MRV/Minas de Pirv. Já o Nestlé passou por BCN/Osasco e Mappin/Pinheiros.

O técnico Bernardinho durante jogo da Superliga Feminina 1997/1998

FINAIS

No primeiro jogo das finais, parecia que o Leites Nestlé conseguiria manter a hegemonia na competição. Com grande performance de Virna, venceu a partida por um acachapante 3×0. No entanto, a série melhor de cinco jogos sofreria uma virada em Curitiba nos jogos 2 e 3. Bernardinho modificou sua equipe utilizando as jovens reservas Raquel e Valeskinha.

Com duas vitórias por 3×2, o Rexona chegaria ao jogo 4 em condições de conquista do seu primeiro título de Superliga Feminina. Dito e feito. Em mais um triunfo por 3×2, dessa vez em Jundiaí, o Rexona conquistou o seu primeiro título. No link abaixo você confere a íntegra do jogo 4 das finais da Superliga Feminina 1997/1998.

A 1ª RODADA DA SUPERLIGA FEMININA 2021/2022

Teve início a temporada 2021/2022 da Superliga Feminina. A rodada inaugural da competição aconteceu no último final de semana de Outubro, nos dias 28, 29 e 30 do mês. No total, foram 6 jogos pela 1ª rodada do torneio. Confira abaixo um panorama da abertura da Superliga Feminina.

1ª rodada

Na quinta-feira, 28 de Outubro, em Brasília, no ginásio do Sesi, o time da casa recebeu o Unilife/Maringá na abertura da competição. Em partida equilibrada, o Brasília Vôlei saiu de quadra vitorioso pelo placar de 3×2, com parciais de 21/25, 25/17, 22/25, 25/21, 15/6. Camila Leite do Maringá foi a maior pontuadora do jogo, com 21 pontos. A central Edna do Brasília recebeu o troféu Viva Vôlei, sendo eleita a melhor em quadra.

Na sequência da rodada, na sexta-feira, 29 de Outubro, em Uberlândia, o Praia enfrentou o Pinheiros. Em grande estreia, o Praia superou o Pinheiros, sem dificuldades, por 3×0, com parciais de 25/13, 25/15, 25/19. A ponteira holandesa Anna Buijs foi a maior pontuadora do confronto, com 17 pontos. Ela ainda foi eleita a melhor jogadora em quadra, recebendo o troféu Viva Vôlei.

Ainda na sexta-feira, 29 de Outubro, em Belo Horizonte, na Arena Minas, o Itambé/Minas encontrou alguma resistência na primeira parcial contra o Valinhos. No entanto, o time do interior paulista não conseguiu sustentar seu jogo, sendo superado pelo Minas, por 3×0, com parciais de 25/23, 25/17, 25/13. A central Thaísa foi escolhida a melhor do jogo. Ela ainda foi a maior pontuadora da partida com 21 pontos.

A central Thaísa em ação de ataque/Divulgação MTC/Orlando Bento

Também na sexta-feira, 29 de Outubro, o Barueri fez a melhor exibição do dia, na vitória contra o Curitiba Vôlei. Jogando em casa, as Chiquititas de José Roberto Guimarães não tomaram conhecimento do adversário, vencendo o confronto, por 3×0, com parciais de 25/7, 25/12, 25/8. A oposta Lorrayna foi a maior pontuadora da partida, com 16 pontos. Ela ainda foi eleita a melhor quadra, recebendo o troféu Viva Vôlei.

A equipe de Barueri fez uma excelente estreia contra o Curitiba/Divulgação/Adauto Araújo

Fechando os jogos de sexta-feira, Bauru e Flamengo fizeram o duelo mais esperado da rodada. Jogando em casa, após sair perdendo por 2×0 no placar, o Bauru conseguiu uma virada espetacular. Com grande atuação da norte-americana Reed, ela marcou 32 pontos, o Bauru venceu o jogo, por 3×2, com parciais de 23/25, 21/25, 25/22, 25/21, 15/11. Reed ainda recebeu o troféu Viva Vôlei, de melhor jogadora da partida.

A oposta norte-americana Reed com o troféu Viva Vôlei/Divulgação Sesi/Bauru

Encerrando a primeira rodada, no sábado, 30 de Outubro, Osasco e Fluminense se enfrentaram no ginásio José Liberatti, no estado de São Paulo. Com grande atuação da oposta Tifanny, ela marcou 37 pontos, o Osasco superou o Fluminense, por 3×2, com parciais de 26/24, 29/31, 25/22, 20/25, 15/12. A líbero Camila Brait do Osasco foi escolhida a melhor do jogo, em votação popular pela internet, recebendo o troféu Viva Vôlei.

SUPERLIGA FEMININA 2021/2022

Teve início nesta quinta-feira, 28 de Outubro, a Superliga Feminina 2021/2022. Além da partida inaugural de hoje, entre Brasília e Maringá, com vitória brasiliense, por 3×2, mais cinco jogos acontecem na 1ª rodada da competição. São eles: Praia Clube x Pinheiros, Osasco x Fluminense, Bauru x Flamengo, Barueri x Curitiba, Minas x Valinhos. Os jogos serão transmitidos pelo SPORTV 2 e pelo Canal Vôlei Brasil.

Competição

Sobre o cenário da Superliga Feminina 2021/2022, há um mês atrás, o Itambé/Minas poderia ser apontado por muitos, como o favorito absoluto ao título da competição. Mas, após um surto de COVID-19, em Setembro, o time parece ter perdido o eixo. Sem ritmo de jogo, o Minas foi disputar o Campeonato Mineiro cambaleante. Deu Praia, por 3×0.

Na sequência, nova derrota por 3×0, para o principal rival, dessa vez pela Supercopa. No começo dessa semana, pelo Sul-Americano, o Minas melhorou o nível do seu jogo, mas ainda assim, não foi o suficiente para vencer o Praia. Derrota por 3×2.

Dito isso, está claro que para conquistar o quarto título da Superliga Feminina, o Minas precisará correr contra o tempo para competir com o Praia. No entanto, não há nada novo no horizonte. Dificilmente, a final da competição não será mineira.

Sem poder contar com Tandara, Osasco é um dos candidatos que poderão estragar a festa mineira. Bauru e Flamengo correm por fora, com chances menores.

Outra briga boa será pela vaga nos playoffs da competição. Cinco times lutam por três vagas. São eles: Barueri, Fluminense, Pinheiros, Brasília e Curitiba. Além deles, Valinhos e Maringá podem surpreender de alguma forma, com vitórias ocasionais, em alguns jogos.

De qualquer forma, é bom ficar atento, com esses dois times, porque algumas equipes caíram de nível em relação à temporada passada, como é o caso do Curitiba Vôlei.

PELA 4ª VEZ, SADA/CRUZEIRO VENCE SUPERCOPA

A equipe do Sada/Cruzeiro, campeã da Supercopa 2021/Divulgação CBV/Inovafoto

O Sada/Cruzeiro conquistou a Supercopa masculina de vôlei 2021. Foi o quarto título do time celeste na história da competição. Anteriormente, o Cruzeiro venceu o torneio que abre a temporada nacional de clubes em 2015, 2016 e 2017. Neste ano, jogando na cidade de Várzea Grande, em Mato Grosso, na decisão do título, o Cruzeiro superou o Funvic/Natal por 3×0, com parciais de 25/22, 25/15, 25/22. Com o resultado, o Sada conquistou o segundo título na temporada. Há duas semanas, o time celeste foi campeão mineiro.

Ao final do confronto, o central Isac do Cruzeiro comentou sobre a conquista do título em entrevista à CBV. “Esse título é mais um capítulo de um novo ciclo. O Filipe vem implementando uma mentalidade vencedora na equipe. Ele tinha uma grande intensidade dentro de quadra como jogador e fora dela é mesma coisa como técnico. Temos trabalhado bastante e vejo cada vez mais um grupo forte e unido. Hoje jogamos muito bem e fico feliz com esse início vitorioso de ciclo”.

Já o líbero Thales do Funvic lamentou a derrota para o Cruzeiro. “Ainda temos muitas coisas para melhorar e sabíamos que essa partida seria difícil. No entanto foi muito bom ter vindo e enfrentado o melhor time do Brasil. Somente desta forma vamos evoluir como equipe”.

Fonte: CBV

PRAIA CLUBE É CAMPEÃO SUL-AMERICANO

O Praia Clube conquistou o título do Sul-Americano feminino de vôlei 2021. Foi a primeira conquista do time de Uberlândia na história da competição. Anteriormente, a melhor colocação do Praia no torneio havia sido o vice-campeonato. Neste ano, jogando em Brasília, no ginásio do Sesi, em partida válida pela 5ª rodada da competição, o Praia bateu o Minas, por 3×2, com parciais de 25/17, 21/25, 25/17, 19/25, 15/7. Com o resultado, o Praia foi campeão sul-americano invicto. Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a equipe do Brasília Vôlei.

DENTIL/PRAIA CLUBE Claudinha, Martínez, Carol, J. Martínez, Kasiely, Anna Buijs, Suelen (L). Entraram: Vanessa Janke, Lyara, Ariane e Tainara. Técnico: Paulo Coco

ITAMBÉ/MINAS Macris, Cuttino, Gattaz, Thaísa, Pri Daroit, Ozsoy, Leia (L). Entraram: Kissy, Pri Souza e Pri Heldes. Técnico: Nicola Negro.

SELEÇÃO DO SUL-AMERICANO 2021

A seleção do Sul-Americano feminino 2021 foi composta pela levantadora Ana Cristina do Brasília, a oposta dominicana Martínez do Praia, as centrais Carol Gattaz e Thaísa do Minas, as ponteiras do Praia Anna Buijs e Kasiely, e a líbero Leia do Minas. A levantadora Claudinha do Praia foi eleita MVP – melhor jogadora da competição.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Round robin

21/10 Praia 3×0 Club Olímpia 25/10, 25/11, 25/8

22/10 Praia 3×0 Brasília Vôlei 25/19, 25/18, 34/32

23/10 Praia 3×0 San Martin 25/12, 25/10, 25/12

25/10 Praia 3×2 Minas 25/17, 21/25, 25/17, 19/25, 15/7

O time do Praia Clube durante comemoração de ponto, na partida decisiva/Divulgação CSV

A 1ª RODADA DA SUPERLIGA MASCULINA 2021/2022

Teve início a temporada 2021/2022 da Superliga Masculina. A rodada inaugural da competição aconteceu no último final de semana, com 4 jogos. O jogo entre Montes Claros/América e Brasilia foi adiado devido a uma tempestade na cidade do interior de Minas. O complemento da rodada acontece em 10 de Novembro, com outra partida adiada, entre Guarulhos e Fiat/Minas.

1ª Rodada

No sábado, 23 de Outubro, em Contagem, no ginásio do Riacho, o Sada/Cruzeiro recebeu o Farma Conde/São José, no primeiro jogo da temporada. Algoz do time celeste na temporada passada, o São José dos Campos não conseguiu sustentar seu jogo contra o Cruzeiro, nas duas primeiras parciais da partida, após o vigésimo ponto. Com 2×0 no placar, o Cruzeiro dominou a terceira parcial e fechou o jogo em 3×0, com parciais de 25/20, 25/20, 25/21.

O time do Cruzeiro venceu a primeira partida na competição/Divulgação Agência i7

Ainda no sábado, 23 de Outubro, o Vôlei Renata/Campinas, atual bicampeão paulista, enfrentou o Sesi/SP, em casa, no ginásio do Taquaral. Em partida equilibrada, com três viradas, o Sesi/SP deu o troco no rival, após eliminação nas semifinais do Campeonato Paulista no Golden Set para o Campinas. O placar final do confronto ficou em 3×2, com parciais de 23/25, 25/22, 23/25, 27/25, 15/12, a favor do Sesi/Sp. O ponteiro Guiga do Sesi/Sp foi eleito o melhor em quadra, em votação popular na internet.

O ponteiro Bruno Temponi do Campinas saiu do jogo contundido/Divulgação Vôlei Renata/Pedro Teixeira

No domingo, em Santa Catarina, foi a vez de Apan/Blumenau e Uberlândia/Gabarito entrarem em quadra. Jogando em casa, o Apan/Blumenau fez valer o mando de quadra, superando o time do Triângulo Mineiro, pelo placar de 3×1, com parciais de 25/17, 25/17, 17/25, 25/22. Renan Bonora do Blumenau foi eleito o melhor jogador em quadra.

Encerrando a rodada, no Domingo, 24 de Outubro, à noite, o Funvic/Natal jogou contra o Goiás, em Natal, no ginásio Nélio Dias. Foi a estreia das duas equipes na elite da competição. Impondo o seu jogo no serviço, o Funvic/Natal superou o Goiás sem dificuldades, pelo placar de 3×0, com parciais de 25/14, 25/19, 25/15. O oposto Krauchuk do Natal foi o destaque individual da partida, recebendo o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra.

O oposto Krauchuck do Natal/Divulgação

SESC/FLAMENGO É CAMPEÃO CARIOCA 2021

O Sesc/Flamengo conquistou o Campeonato Carioca feminino de vôlei 2021. Foi o segundo título estadual da parceria do técnico Bernardinho com o Flamengo. No ano passado, o rubro-negro havia sido campeão carioca, após jejum de 36 anos. Como Rio de Janeiro, o projeto de Bernardinho foi campeão carioca pela 17ª vez.

Neste ano, na decisão do título, contra o Fluminense, o Flamengo perdeu o jogo 2 da série final, por 3×1, com parciais de 25/18, 22/25, 25/21, 27/25. O bloqueio do Fluminense foi decisivo para este resultado, com 20 pontos diretos no fundamento. Como o Flamengo venceu o jogo 1 da série pelo placar de 3×0, o título do estadual foi decidido no Golden Set.

Sem a sua principal atacante, a oposta Bruna Moraes, que sentiu câimbras, o Fluminense não conseguiu manter a performance na virada de bola. Já o Flamengo, finalmente encontrou seu jogo, com boa atuação de Milena, sendo campeão estadual, com 25/15 no Golden Set.

SESC RJ/FLAMENGO: Juma, Monique, Juciely, Valquíria, Peña, Maira e Natinha (líbero). Entraram: Gabiru, Milena, Geovana, Ariele e Milka. Técnico: Bernardinho.

FLUMINENSE: Bruninha, Bruna Moraes, Lays, Lara, Mayara, Gabi Cândido e Lelê (líbero). Entraram: Paula, Kimberly, Fran. Técnico: Guilherme Schmitz

O pôster do Sesc/Flamengo campeão carioca 2021

SUPERLIGA MASCULINA 2021/2022

Começa no próximo sábado, 23 de Outubro, a Superliga Masculina 2021/2022. Cinco jogos estão programados para a 1ª rodada da competição. Além disso, na terça-feira, 26 de Outubro, acontece a disputa da Supercopa. O atual campeão da Copa do Brasil, Sada/Cruzeiro, enfrenta o atual campeão da Superliga, ex-Funvic/Taubaté, agora Funvic/Natal, em Várzea Grande, Mato Grosso, às 19h30, com transmissão do SPORTV 2.

Competição

Como foi dito acima, o fim da equipe de Taubaté, reorganizou o jogo de forças da Superliga Masculina. Nesta edição, o Fiat/Minas aparece com boas chances de título. Após o surpreendente vice-campeonato na temporada passada, o Minas se reforçou, aumentando as possibilidades de conquista da competição. Algo que não acontece há muito tempo. O jejum já dura 15 anos.

Um dos principais concorrentes do Minas na Superliga/Masculina 2021/2022 é o Sada/Cruzeiro. A equipe multicampeã é a grande favorita ao título da temporada. Porém, como Minas, enfrenta um jejum. Há três anos, o Cruzeiro não chega sequer nas finais da competição. Com a queda de Taubaté, seu principal rival, o time celeste pode engatar uma nova sequência de títulos. Para esta temporada, a principal novidade do Cruzeiro está no banco. O ponteiro Filipe se aposentou e virou técnico do time.

Quem pode estragar a festa dos mineiros é o Vôlei Renata/Campinas. Bicampeão paulista, reforçado com o central Lucão e o ponteiro Adriano, e agora comandado por Marcos Pacheco, o Vôlei Renata é o principal empecilho para uma inédita final mineira na Superliga Masculina. A julgar pelos últimos resultados e desempenho do Campinas, Minas e Cruzeiro terão muitas dificuldades para chegar na decisão da Superliga Masculina juntos.

4ª Força

Além do protagonismo dos favoritos ao título, outra disputa deve ser destaque na Superliga Masculina 2021/2022. O G4 da competição está em aberto. A briga pelo 4º lugar na fase regular será ferrenha. Pelo menos seis equipes tem chances de alcançar essa posição na tabela. Quem conseguir finalizar a fase de classificação nessa posição, terá vantagem na fase eliminatória seguinte, além de aumentar as chances de presença nas semifinais, contra os favoritos ao título.