BANGCOC NA TAILÂNDIA RECEBERÁ FINAIS DA VNL FEMININA 2024

Durante o período do Carnaval, a FIVB confirmou Bangcoc na Tailândia como sede das finais da Liga das Nações feminina 2024. O evento acontece entre os dias 20 e 23 de junho deste ano. As sete melhores colocadas da fase regular da competição, mais a Tailândia, disputam o título da temporada, em formato eliminatório, com quartas de final, semifinais e final. Será a primeira vez na história que Bangcoc receberá a fase final da Liga das Nações feminina. Anteriormente, a Tailândia foi sede de algumas etapas do torneio. Também recebeu jogos do Grand Prix, sendo sede das finais da competição em 2016. Os fãs da Tailândia são conhecidos pelo seu fanatismo pela modalidade e sua seleção. Ao escolher Bangcoc como sede das finais da VNL 24, a FIVB acerta em mais uma decisão na busca pelo engajamento dos torcedores.

O ginásio Huamark em Bangcoc na Tailândia/Divulgação/FIVB

OS ESTRANGEIROS DA SUPERLIGA MASCULINA 23/24

Assim como em sua versão feminina, a atual temporada da Superliga Masculina possui entre os seus destaques, alguns jogadores estrangeiros. A maioria deles são nossos vizinhos de continente. São da Argentina, Cuba e Estados Unidos. Também há uma exceção como em toda regra. Tem russo na Superliga Masculina. Porém, o mais curioso desta edição da competição é que quase 50% dos estrangeiros jogam na posição de oposto. E mais especificamente são de Cuba. Confira abaixo a relação de estrangeiros da Superliga Masculina 23/24.

OPOSTOS

Como dito acima, a maioria dos estrangeiros da atual temporada da Superliga jogam na posição de oposto. A maioria é de Cuba. A exceção é o oposto argentino Bruno Lima. Ele defende o Vôlei Renata/Campinas. Maior pontuador dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Bruno Lima também é o terceiro maior pontuador da Superliga Masculina 23/24, com 321 pontos. Entre os estrangeiros, é o destaque absoluto na posição.

Outro oposto que está atuando bem na competição é o cubano Escobar do Araguari. Com 302 pontos, ele é o quinto maior pontuador do torneio. Escobar é velho conhecido do voleibol brasileiro. Já defendeu o Minas em temporadas passadas. Sem sombra de dúvida, junto com o jovem Maicon, Escobar é um dos responsáveis pela boa campanha do Araguaia na Superliga Masculina 23/24.

Dois outros cubanos conhecidos dos brasileiros, também disputam a competição na posição de oposto. São eles: Bisset do Joinville e Sanchez do Minas. Com 253 pontos, Sanchez é décimo colocado no ranking de pontuadores. Já Bisset, vinha em ascensão com sua equipe, mas sofreu uma lesão no fim do 1º turno, desfalcando o Joinville.

O oposto argentino Bruno Lima já renovou seu contrato com o Vôlei Renata para próxima temporada/Divulgação/Vôlei Renata/Pedro Teixeira

LEVANTADORES

Se existe uma overdose de cubanos na posição de oposto na atual temporada da Superliga Masculina, o mesmo acontece, em menor escala, entre os levantadores. Também já conhecidos dos torcedores brasileiros, os argentinos Uriarte e Demian Gonzales defendem duas equipes grandes do torneio. Os dois são titulares de nada mais, nada menos que Cruzeiro e Vôlei Renata, respectivamente. Com jogo de cintura e cadência argentina, os dois são peças chaves dos sistemas táticos de Cruzeiro e Vôlei Renata.

O levantador argentino Uriarte está de saída do Cruzeiro/Divulgação/Agenciai7/Tempo

CENTRAIS

Nem sempre os estrangeiros conseguem adaptação ao nosso ritmo. Neste caso temos dois exemplos na atual temporada da Superliga Masculina. Os centrais de Minas e Araguari estão sendo pouco utilizados pelas comissões técnicas. O blog não conseguiu apurar os motivos. No caso de Austin Wilmot do Minas, em sua segunda temporada no clube, o norte-americano às vezes entra para cumprir função no serviço. Já o outro central estrangeiro da competição veio da Rússia. Pouco conhecido internacionalmente, Alexey Nalobin aparece em trigésimo lugar entre o bloqueadores, com 18 pontos diretos no fundamento. Seu números na média por set são melhores. Ele aparece em 8º lugar com 0,58 de média. Talvez, se estivesse sendo mais aproveitado, poderia ter números ainda melhores.

MVP

Para encerrar a lista de estrangeiros da Superliga Masculina 23/24, o principal destaque individual da competição, o ponteiro cubano López do Cruzeiro. Para se ter uma ideia do seu desempenho acima da média, o blog perdeu a contas de quantas premiações de melhor jogador ele já ganhou. Dono de um serviço potente, além de um poder ofensivo sem igual, Lopez já está acertado com um clube japonês para próxima temporada. Sem pestanejar, é possível afirmar que ele é um dos grandes responsáveis pelos últimos títulos do Cruzeiro na modalidade. Com 1,90m de altura, López faz a diferença para o Cruzeiro, com muita velocidade no ataque. Até então desconhecido no mercado internacional, López fez seu nome no Cruzeiro. Provavelmente, deve emendar mais uma prêmio de melhor jogador da Superliga.

O ponteiro cubano López recebeu os últimos dois prêmios de melhor jogador da Superliga/Divulgação/Agênciai7/Cruzeiro

CRUZEIRO É OCTACAMPEÃO DA COPA BRASIL MASCULINA

O time do Cruzeiro, campeão da Copa Brasil 2024/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

O Cruzeiro venceu a Copa Brasil masculina de vôlei 2024. Foi o oitavo título do time celeste na história da competição. Anteriormente, o Cruzeiro ganhou o torneio em 2014, 2016, 2018, 2019, 2020, 2021, 2023. Neste ano, jogando contra o Vôlei Guarulhos na decisão, em São José, Santa Catarina, o Cruzeiro conquistou o título com mais uma atuação de gala. Sem dar chances ao adversário, alcançou uma vitória por 3×0, com parciais de 25/23, 25/18, 25/17. O ponteiro cubano López do Cruzeiro foi o maior pontuador da final com 17 pontos. O líbero Lukinhas do Cruzeiro foi eleito o melhor jogador da decisão. Com o resultado, o Cruzeiro manteve a marca de nunca ter perdido uma final de Copa Brasil.

O líbero Lukinhas do Cruzeiro/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

A CAMPANHA DO TÍTULO

1º turno da Superliga Masculina 23/24

2º lugar geral

Quartas de final

Cruzeiro 3×1 Joinville

Semifinais

Cruzeiro 3×0 Sesi/Bauru

Final

Cruzeiro 3×0 Vôlei Guarulhos

O time celeste com a taça da Copa Brasil masculina 2024/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

PELA OITAVA VEZ, CRUZEIRO É FINALISTA DA COPA BRASIL MASCULINA

O Cruzeiro é finalista da Copa Brasil masculina de vôlei 2024. Pela oitava vez na história da competição, o Cruzeiro chega na decisão do torneio. Anteriormente, o Cruzeiro foi finalista em 2014, 2016, 2018, 2019, 2020, 2021, 2023. Neste ano, para chegar na finalíssima, o Cruzeiro passou pelo Sesi/Bauru nas semifinais. O placar do confronto ficou em 3×0, a favor do Cruzeiro, com parciais de 25/16, 25/19, 25/21. O ponteiro Rodriguinho do Cruzeiro foi eleito melhor jogador em quadra. Mesmo com o revés, o oposto Darlan do Sesi/Bauru foi o maior pontuador da semifinal, com 14 pontos. Com a vitória, o Cruzeiro enfrenta o Vôlei Guarulhos na decisão da Copa Brasil masculina de vôlei 2024. O duelo pelo título acontece neste domingo, 10 de março, às 19h, com transmissão do SPORTV 2.

O Cruzeiro pode ser octacampeão da Copa Brasil masculina de vôlei/Divulgação/Agência i7/Sada/Cruzeiro

VÔLEI GUARULHOS É O PRIMEIRO FINALISTA DA COPA BRASIL MASCULINA 24

O Vôlei Guarulhos é o primeiro finalista da Copa Brasil masculina de vôlei 2024. É a primeira vez na história da competição que o time da região metropolitana de São Paulo é finalista do torneio. Para chegar na decisão da Copa Brasil 2024, o Vôlei Guarulhos superou o Vôlei Renata nas semifinais. Em partida de recuperação, o Vôlei Guarulhos virou o jogo para 3×2, após estar perdendo por 2×0 no placar para o Vôlei Renata. O ponteiro Celestino do Vôlei Guarulhos foi eleito o melhor jogador em quadra. Já o maior pontuador do confronto foi o oposto Franco do Vôlei Guarulhos, com 29 pontos. Com a vitória, o Vôlei Guarulhos aguarda o vencedor da semifinal entre Cruzeiro e Sesi/Bauru para conhecer o seu adversário na final da Copa Brasil 2024.

O Vôlei Guarulhos conseguiu uma virada espetacular contra o Vôlei Renata/Divulgação/CBV

AS ESTRANGEIRAS DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

Nos 30 anos da Superliga Feminina, o torcedor brasileiro ganhou um grande presente. Uma verdadeira invasão estrangeira tomou conta da principal competição do país. Tem gringa em tudo quanto é time. Até mesmo do Japão. Tudo isso só foi possível com aumento do número de estrangeiras permitidas no torneio em cada clube. Ao todo são três. Não é exagero, a legião estrangeira da Superliga Feminina 2023/2024 é uma verdadeira seleção internacional.

LEVANTADORAS

Todo mundo sabe que o voleibol de alto nível atualmente demanda velocidade no ataque. É exatamente isso que não falta nas levantadoras estrangeiras da atual Superliga Feminina. Ao todos elas são 4. Brie King do Flamengo já é velha conhecida dos torcedores. Em sua segunda temporada no Brasil, a canadense é um dos destaques da campanha do Flamengo na competição. Quem também está chamando atenção no quesito velocidade é a japonesa Tamaki do Maringá e a norte-americana Jenna Gray do Minas. No caso da última, com contrato renovado para a próxima temporada. Completando o rol de levantadoras estrangeiras da Superliga Feminina 23/24, a argentina Castiglione do Pinheiros. Ela chegou com a temporada em andamento, para compor o elenco, ajudando o Pinheiros na busca pelo G8.

A levantadora do Flamengo, Brie King/Divulgação/Gabriela Sena

OPOSTA

Ao que parece, nesta posição os clubes brasileiros estão bem servidos. Apenas uma estrangeira faz essa função na competição. No caso, a argentina Elina Rodriguez do Fluminense. Na verdade, ela também atua na posição de ponteira. Mas no Fluminense, na atual temporada, vem sendo utilizada pelo técnico Guilherme Schmitz nas inversões de 5×1. Jogadora olímpica, Elina Rodrigues está em sua segunda temporada pelo Fluminense. No Brasil, ela também já foi treinada pelo técnico José Roberto Guimarães defendendo o Barueri.

CENTRAIS

As centrais dos Estados Unidos estão bem na fita da Superliga Feminina 23/24. Todas as estrangeiras da competição nesta posição são da América. Duas delas estão arrasando no Osasco. Talvez uma das principais estrangeiras da competição, a central Butler está entre as 15 maiores bloqueadoras do torneio com 40 pontos diretos no fundamento. Quem também não fica atrás, é a sua compatriota Callie, também Osasco, com 38 pontos diretos de bloqueio. Completa o rol de centrais da Superliga Feminina 23/24, a central Claire Félix do Fluminense. Ela já jogou no Brasil em outras temporadas, pelo Curitiba Vôlei. Em 2023/2024, Claire Félix veio para substituir a central Lara que se recuperou de uma lesão. No entanto, atualmente, Claire Félix foi dispensada pelo Fluminense, após o retorno de Lara. O blog não conseguiu obter informações sobre o motivo da dispensa.

A central Butler do Osasco defendeu os Estados Unidos na última Liga das Nações/Reprodução/X

PONTEIRAS

Tem ponteira para todo gosto na Superliga Feminina 23/24. De força, de composição… Sem dúvida nenhuma, o principal destaque é a sérvia Uzelac do Fluminense. Os seus números na competição são um fenômeno, como já apontado pelo blog. Mas apesar dessa performance, não dá para negar que o desemprenho da norte-americana Roni do Flamengo é um dos principais motivos do sucesso do time de Bernardinho na competição. Além dessas duas, outra estrangeira decisiva é a ponteira russa Kuznetsova do Praia. Na hora do sufoco, é Kuznetsova quem salva o Praia.

A ponteira russa Kuznetsova do Praia foi eleita melhor jogadora da final da Copa Brasil 24/Divulgação/CBV

O naipe de ponteiras estrangeiras da atual edição da Superliga Feminina não tem fim. Vai de Bulgária, passa pela República Dominicana e chega novamente nos Estados Unidos. São elas: Rabadzhieva do Praia, Pena do Minas e Annie Mitchem também do Minas. Para completar, tem também a venezuelana Valdez que defende o Pinheiros.

LÍBERO

O fundo de quadra internacional também está representado na Superliga Feminina 23/24. A libera colombiana Juliana Toro do Maringá é quem defende a seleção de estrangeiras da Superliga Feminina 23/24. Pelo segunda temporada consecutiva joga a competição pela equipe do interior do Paraná. No país de Fabi e Camila Brait, a colombiana Juliana Toro não vem fazendo feio no fundo de quadra do torneio.

PRAIA É CAMPEÃO DA COPA BRASIL FEMININA 2024

O Praia Clube recebendo premiação da Copa Brasil feminina 2024/Divulgação/CBV/Arthur Moraes/Natan Schmitd

O Praia Clube conquistou a Copa Brasil feminina de vôlei 2024. Foi o primeiro título do time de Uberlândia na história da competição. Anteriormente, o Praia havia sido vice-campeão do torneio em 2016, 2018, 2019, 2020, 2021, 2023. Neste ano, jogando contra o Minas na decisão, em São José, Santa Catarina, o Praia ganhou a final por 3×2, com parciais de 25/23, 29/27, 22/25, 16/25, 16/14. Mesmo com a derrota, a oposta Kisy do Minas foi a maior pontuadora da finalíssima, com 38 pontos. Pelo Praia, a ponteira Kuznetsova marcou 26 pontos. Ela ainda foi eleita melhor jogadora da final da Copa do Brasil feminina 2024. Com a conquista, o Praia devolveu o revés para o Minas há duas semanas no Sul-Americano de clubes.

A ponteira russa Kuznetsova recebendo o troféu Viva Vôlei/Divulgação/CBV/Arthur Moraes/Natan Schimdt

A CAMPANHA DO TÍTULO

1º turno da Superliga Feminina 23/24

4º lugar

Quartas de final

Praia 3×2 Sesi/Bauru

Semifinais

Flamengo 0x3 Praia

Final

Minas 2×3 Praia

A levantadora Claudinha erguendo a taça da Copa Brasil feminina 2024/Divulgação/CBV/Arthur Moraes/Natan Schimdt

MINAS E PRAIA NA DECISÃO DA COPA BRASIL FEMININA 2024

A levantadora Claudinha do Praia, em destaque/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

Minas e Praia estão na decisão da Copa Brasil feminina de vôlei 2024. Pela quarta vez na história da competição, as duas equipes fazem a final do torneio. O Praia está em busca de um título inédito. Já o Minas pode ser tetracampeão da Copa Brasil. Para chegar na finalíssima de 2024, Minas e Praia eliminaram equipes cariocas. O Praia venceu o Flamengo, atual líder da temporada regular da Superliga Feminina 23/24, por 3×0, com parciais de 25/21, 25/21, 25/18. O time de Uberlândia apresentou um grande volume de jogo, não dando chances para equipe de Bernardinho. A líbero Natinha do Praia ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra.

A ponteira Kuznetsova do Praia foi a maior pontuadora da semifinal contra o Flamengo/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

Na outra semifinal, o Minas ganhou do Fluminense, por 3×1, com parciais de 25/20, 25/21, 17/25, 25/16. O Minas deu um show de bloqueio na partida. Também errou menos que o adversário. O Fluminense ameaçou uma reação na terceira parcial, mas no fim deu Minas. A líbero Nyeme do Minas ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. A decisão do título da Copa Brasil 2024 acontece neste domingo, 3 de março, às 18h30, com transmissão do SPORTV 2.

O Minas superou o Fluminense nesta semana, pela segunda vez consecutiva/Divulgação/CBV/Arthur Moraes

A RIVALIDADE ENTRE MINAS E CIMED/FLORIANÓPOLIS NA SUPERLIGA

O time do Cimed/Florianópolis formou a base da seleção brasileira nos Jogos do Rio 2016/Divulgação

Durante a década de 2000, Minas e Cimed/Florianópolis dominaram o cenário da Superliga Masculina. Na primeira metade dos anos 2000, o Minas conquistou dois títulos da competição. Na sequência do período, o Minas ainda foi finalista por cinco temporadas consecutivas, sendo campeão em 2006/2007. Por sinal, sua última conquista de Superliga Masculina. Foi justamente nessa época que o Minas começou a perder a supremacia na história da competição.

A partir da temporada de 2005/2006, o Minas ganhou um rival à altura no torneio. Um novo projeto surgiu no sul do Brasil, na esteira do fim das equipes patrocinadas por universidades da região. Sob o comando técnico de Renan Dal Zotto, o Cimed/Florianópolis chegou forte na disputa do título da Superliga Masculina, já na primeira temporada de sua história. O time de Santa Catarina conquistou 4 títulos da Superliga Masculina, sendo que em três deles, o Minas foi o seu rival na finalíssima da competição.

Em seu começo, o projeto do Florianópolis aproveitou o êxodo de jogadores da seleção brasileira para Europa, apostando em uma nova geração, que viria a ser campeã olímpica nos Jogos do Rio 2016. Foi nessa época, que o entrosamento entre Bruninho e Lucão atingiu a sintonia fina vista por todos na seleção brasileira. Com a crise econômica mundial de 2008, vários jogadores brasileiros retornaram do exterior, fortalecendo a Superliga. Mais uma vez, o Florianópolis soube aproveitar a oportunidade no mercado contratando grandes estrelas como Giba e Gustavo, mudando o perfil do seu projeto.

Enquanto isso, o Minas se apoiava muito no trio Ezinho, Roberto Minuzzi e Samuel. Os três atacantes defendiam a camisa do Minas como poucos. O desempenho deles na Superliga levou os três jogadores para seleção brasileira. Mas infelizmente, nenhum dos três conseguiu vingar com a camisa do Brasil. Ezinho pela baixa estatura, Roberto Minuzzi por problemas cardíacos e Samuel com lesão no ombro que praticamente o tirou da prática da modalidade em alto nível. Samuel ainda fez parte da delegação brasileira nos Jogos de Pequim 2008, sendo medalhista de prata, mas dali em diante, devido ao problema no ombro, nunca mais conseguiu recuperar o seu rendimento. Posteriormente, com o retorno de André Heller e André Nascimento, o Minas foi superado pela segunda vez consecutiva pelo Florianópolis na Superliga em uma decisão.

No fim das contas, o Florianópolis venceu o Minas nas finais da Superliga Masculina por três temporadas. O Minas, como dito acima, venceu uma vez. O Florianópolis ainda conquistou mais um título de Superliga, na temporada 2009/2010, contra o Montes Claros, encerrando o ciclo da década sob vantagem de títulos contra o seu principal rival, Minas, por 4×3. No link abaixo, você acessa a última final de Superliga Masculina entre Minas e Florianópolis na temporada 2008/2009.

O JOGO DA RODADA – Vôlei Renata volta ao G8 da Superliga Masculina 23/24

O Vôlei Renata conseguiu um importante resultado na luta pelo G8 da Superliga Masculina 23/24. Jogando contra o Apan/Blumenau, no domínio adversário, o Vôlei Renata saiu perdendo na partida, mas conquistou uma vitória de virada, por 3×1, com parciais de 21/25, 25/23, 25/21, 25/19. O time de Campinas começou pior no confronto, mas impôs o seu ritmo de jogo desde o final da segunda parcial. O ponteiro Adriano foi um dos grandes responsáveis por essa reação do Vôlei Renata. Ele foi eleito melhor jogador da partida, recebendo o troféu Viva Vôlei após o jogo. Com o resultado, o Vôlei Renata voltou ao G8 da Superliga Masculina 23/24, com 22 pontos. Na próxima rodada da competição, o Vôlei Renata enfrenta o Cruzeiro, líder da Superliga Masculina 23/24, em Campinas, na sexta-feira, 1º de março, às 21h. Já o Apan/Blumenau recebe o Araguari, em casa, no domingo, 3 de março, às 19h30.

O ponteiro Adriano do Vôlei Renata ficou com o troféu Viva Vôlei da partida/Divulgação/Pedro Teixeira/Vôlei Renata