A 1ª RODADA DOS PLAYOFFS DA SUPERLIGA MASCULINA 23/24

No começo desta semana, teve início o mata-mata da Superliga Masculina 23/24. Os oito primeiros colocados da 1ª fase enfrentam-se, em melhor de três jogos, com 1º x 8º, 2º x 7º, 3º x 6º, 4º x 5º. Nesta primeira rodada dos playoffs, os quatro mandantes foram derrotados pelo visitantes. Confira abaixo, alguns detalhes da 1ª rodada dos playoffs da Superliga Masculina 23/24.

Playoffs

Abrindo a fase eliminatória da atual edição da Superliga Masculina, o Cruzeiro recebeu o Vôlei Renata, em Contagem, no ginásio do Riacho, pela primeira partida da série melhor de três, no domingo, 31 de março. O líder da fase regular foi surpreendido pelo time do interior paulista, dentro de casa. O Vôlei Renata fez uma partida impecável no serviço e bloqueio. Para completar, o levantador argentino Gonzales estava em um dia inspirado. Para se ter uma ideia, o Cruzeiro saiu zerado no fundamento bloqueio. No fim, com grande atuação coletiva, o Vôlei Renata bateu o Cruzeiro, por 3×0, com parciais de 25/19, 27/25, 25/22. O oposto argentino Bruno Lima do Vôlei Renata foi o maior pontuador do confronto com 22 pontos. O ponteiro campeão olímpico, Maurício Borges, ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogador em quadra.

O bloqueio cruzeirense não achou os atacantes do Vôlei Renata/Divulgação/Agênciai7

Também no domingo, 31 de março, aconteceu o confronto teoricamente mais equilibrado desta fase, entre o 4º e 5º colocado. O Vôlei Guarulhos jogou em casa, com apoio da torcida, contra o Minas. O técnico do time mineiro surpreendeu o Vôlei Guarulhos na escalação inicial da partida, com o seu levantador considerado reserva. Mesmo assim, o time da casa saiu na frente, mas acabou tomando uma virada. Com grande atuação do central Renan, com 8 pontos diretos no bloqueio, e do oposto Sanchez, com 26 pontos no duelo, o Minas ganhou o primeiro jogo da série, por 3×1, com parciais de 27/29, 25/23, 25/20, 32/30. O central Renan do Minas foi eleito o melhor jogador em quadra.

O central Renan recebendo o troféu Viva Vôlei/Divulgação/Duda Barros

Já na última segunda-feira, 1º de abril, foi a vez do Sesi/Bauru encarar o Araguari Vôlei, em Bauru, também pelo primeiro jogo da série melhor de três. Com muita aplicação tática, o Araguari abriu 2×0 no placar, mesmo com o oposto Darlan do Sesi/Bauru marcando 18 pontos somente na segunda parcial do jogo. Depois disso, com um número alto de erros no serviço das duas equipes, o Sesi/Bauru conseguiu empatar o confronto. No entanto, no tie-break, o Araguari confirmou a terceira vitória dos visitantes na 1ª rodada dos playoffs da competição, com parciais de 25/16, 35/33, 21/25, 17/25, 15/11. Mesmo com a derrota, Darlan bateu o recorde de pontos em uma única partida da Superliga Masculina, com 41 pontos. O ponteiro Bruno Temponi do Araguari ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogador em quadra.

Darlan teve grande atuação individual contra o Araguari, mas sua equipe acabou perdendo/Divulgação/Sesi/Felipe Wiira

Fechando a 1ª rodada das quartas de final da Superliga Masculina 23/24, São José e Joinville se enfrentaram no interior paulista. Como não poderia ser diferente, o time visitante surpreendeu um dos favoritos, com o quarto triunfo sobre os mandantes na rodada. Com inversões de 5×1 que deram certo nos momentos decisivos, o Joinville bateu o São José, no domínio adversário, por 3×1, com parciais de 25/20, 25/20, 17/25, 25/22. Mesmo com o revés, o oposto Felipe Roque do São José foi o maior pontuador do jogo, com 22 pontos. O central Michel do Joinville foi eleito o melhor jogador em quadra, ficando com o troféu Viva Vôlei.

O levantador Cesinha do Joinville foi decisivo nas inversões de 5×1/Divulgação

PLAYOFFS – Praia elimina Sesi/Bauru

O Praia Clube conquistou a última vaga das semifinais da Superliga Feminina 23/24. Jogando em casa, em Uberlândia, o atual campeão da competição eliminou o Sesi/Bauru de Dani Lins. Em mais uma partida da série melhor de três decidida no tie-break, o Praia levou a melhor com parciais de 25/17, 25/16, 21/25, 24/26, 15/12. A central Adenízia do Praia foi um dos destaques individuais do jogo, com 14 pontos diretos de bloqueio. Ela foi eleita a melhor jogadora do confronto. A ponteira russa Kuznetsova do Praia foi a maior pontuadora da partida, com 30 pontos. Com a vitória, o Praia terá pela frente nas semifinais, o Sesc/Flamengo, líder da fase regular da Superliga Feminina 23/24. No outro confronto, Osasco e Minas se enfrentam. De acordo com o SPORTV, as semifinais do torneio estão previstas para começar no dia 8 de abril.

O bloqueio foi o fundamento decisivo do jogo 3 da série entre Praia e Sesi/Bauru/Divulgação/Praia/Eliezer Esportes

A 2ª RODADA DOS PLAYOFFS DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

No último final de semana, aconteceu a segunda rodada dos playoffs da Superliga Feminina 23/24, válido pelas quartas de final. Três equipes avançaram de fase. São elas: Flamengo, Osasco e Minas. Resta uma vaga nas semifinais, que será decidida entre Praia e Sesi/Bauru. Além disso, um confronto da próxima fase está definido: Osasco x Minas. Confira abaixo, os detalhes da 2ª rodada dos playoffs da Superliga Feminina 23/24.

Playoffs

Abrindo a 2ª rodada dos playoffs da Superliga Feminina 23/24, na sexta-feira, 29 de março, Sesi/Bauru e Praia se enfrentaram no interior paulista. Ainda em ritmo com a grande virada no primeiro jogo em Uberlândia, o Praia abriu 2×0, no segundo jogo da série melhor de três. Porém, não conseguiu fechar o duelo. O Sesi/Bauru perdia a terceira parcial por 23/20, no entanto, conquistou a virada no set e no jogo, devolvendo o revés da primeira partida da série. O placar final do confronto ficou em 3×2, a favor do Sesi/Bauru, com parciais de 21/25, 19/25, 25/23, 25/21, 15/9. A entrada da ponteira Milena foi crucial para virada do Sesi/Bauru. Ela ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. Ao final do jogo, Milena dividiu o prêmio com a oposta Edinara. Mesmo com a derrota, Kuznetsova foi a maior pontuadora do confronto, com 30 pontos. Pelo Sesi/Bauru, Edinara marcou 24 pontos.

A ponteira Milena com o troféu Viva Vôlei/Divulgação/Sesi/Marcelo Ferrazoli

Também na sexta-feira, 29 de março, o Fluminense recebeu o Minas, no ginásio do Hebraica, no Rio de Janeiro, pelo segundo jogo da série melhor de três. Duas das principais atacantes da atual temporada da Superliga Feminina 23/24 não entraram em quadra. A ponteira Uzelac do Fluminense sofreu uma lesão antes do jogo. Já oposta Kisy do Minas ficou em repouso, em BH, após pegar dengue. Em quadra, o Fluminense chegou a ficar na frente, na primeira parcial, mas não conseguiu aproveitar chances dadas pelo Minas. No fim, mais uma vitória do Minas, por 3×0, com parciais de 27/25, 25/20, 25/22. Jogando de oposta, Annie Mitchem foi um dos destaques do Minas, ao lado da levantadora Jenna Gray. Ela foi eleita melhor jogadora da partida, ficando com o troféu Viva Vôlei.

A ponteira Annie Mitchem com o troféu Viva Volei/Divulgação/Mailson Santana/FFC

No sábado, 30 de março, o Sesc/Flamengo jogou com o Barueri, no ginásio do Tijuca, no Rio de Janeiro, pelo segundo jogo da série melhor de três. A jovem equipe do Barueri não conseguiu fazer frente ao time de Bernardinho. Em mais uma atuação impecável, o Sesc/Flamengo bateu o Barueri, por 3×0, com parciais de 25/16, 25/19, 25/14. A ponteira norte-americana Roni foi a maior pontuadora do segundo jogo da série, com 14 pontos. Ela ainda foi eleita melhor jogadora do confronto, recebendo o troféu Viva Vôlei, ao final do jogo.

O Sesc/Flamengo teve duas grandes atuações na série contra o Barueri/Divulgação/CRF/Adriano Fontes

Fechando a 2ª rodada dos playoffs da Superliga Feminina 23/24, também no sábado, 30 de março, o Pinheiros encarou o Osasco, em seus domínios, na capital paulista. O Osasco abriu uma grande margem no placar, na primeira parcial, mas acabou perdendo o set, por 25/22, graças à inversão de 5×1 do Pinheiros, com Sonaly de oposta. Nas parciais seguintes, mais ajustado, o Osasco virou o jogo, com 25/20 e 25/15. Na quarta parcial, após uma nova inversão de 5×1, com Bruna Moraes de oposta, deu Pinheiros, com 25/15. No tie-break, mais concentrado, o Osasco fechou a série em 2×0, com 15/13. Tifanny do Osasco foi a maior pontuadora com 23 pontos. Pelo Pinheiros, Valdez anotou 17 pontos. A levantadora Giovana do Osasco ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora do confronto.

O Osasco eliminou o Pinheiros nas quartas de final pela segunda temporada consecutiva/Divulgação/X/CBV

OS PLAYOFFS DA SUPERLIGA MASCULINA 23/24

Neste domingo, 31 de março, começam os playoffs da Superliga Masculina 23/24. O líder da 1ª fase, Sada/Cruzeiro, enfrenta o Vôlei Renata/Campinas, 8º colocado. O vice-líder, São José dos Campos, terá pela frente o Joinville, 7º colocado. O Sesi/Bauru, 3º colocado, joga com o Araguari, 6º colocado. Fechando os confrontos de quartas de final, o Vôlei Guarulhos, 4º colocado, pega o Minas, 5º colocado. Confira abaixo, alguns detalhes das quartas de final da Superliga Masculina 2023/2024.

Cruzeiro x Vôlei Renata

Após terminar o 1º turno da competição na vice-liderança, o Cruzeiro emendou uma sequência de vitórias impressionante, recuperando o 1º lugar geral da fase classificatória. A julgar por essa campanha, o Cruzeiro seria favorito absoluto no confronto de quartas de final com o 8º colocado, mas do outro lado está o Vôlei Renata de Bruno Lima, maior pontuador dos Jogos Olímpicos de Tóquio. O time de Campinas fez uma campanha na 1ª fase abaixo das expectativas. Porém na Copa Brasil 2024 conseguiu eliminar o São José dos Campos, até então líder da Superliga. Tal resultado deve servir de alerta para o Cruzeiro. Caso o Vôlei Renata consiga eliminar o Cruzeiro, não será a primeira vez na história que o 8º colocado avança de fase sobre o 1º lugar. Durante a pandemia, o mesmo Cruzeiro foi surpreendido pelo Itapetininga, dentro de casa, em Contagem, na temporada 2020/2021.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

31/3 18:30 Cruzeiro x Vôlei Renata

4/4 18:30 Vôlei Renata x Cruzeiro

3º JOGO SE NECESSÁRIO

9/4 18:30 Cruzeiro x Vôlei Renata

Bruno Lima é o principal atacante do Vôlei Renata/Divulgação/Pedro Teixeira

São José x Joinville

Como citado acima, o São José dos Campos foi eliminado pelo Vôlei Renata na Copa Brasil 2024, tendo a melhor campanha do turno da Superliga Masculina. Além disso o time do interior paulista teve uma queda de rendimento no returno da competição e perdeu a liderança para o Cruzeiro. No entanto, na temporada, foi o único que conseguiu bater o Cruzeiro por duas vezes. Uma na Supercopa e outra no turno da Superliga Masculina. Dito isso, está claro que o São José é favorito contra o Joinville, mas o time de Santa Catarina, uma das novidades desta temporada, é uma das surpresas do torneio. Portanto, assim como o Cruzeiro, o São José deve ficar com alerta ligado.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

1/4 21:00 São José x Joinville

5/4 21:00 Joinville x São José

3º JOGO SE NECESSÁRIO

10/4 21:00 São José x Joinville

O São José dos Campos terá a vantagem de decidir em casa, caso seja necessário o 3º jogo na série com o Joinville/Divulgação/PMSJC

Sesi/Bauru x Araguari

Com Darlan em ótima fase, o Sesi/Bauru conseguiu superar o Vôlei Guarulhos na disputa pelo 3º lugar da fase classificatória. Mas assim como o Sesi/Bauru, o Araguari, seu adversário nas quartas de final, possuiu um grande atacante na saída de rede, o cubano Escobar. Velho conhecido do torcedor brasileiro, Escobar não deixa nada a dever em comparação com o jovem Darlan. Portanto, está claro que o Araguari, o estranho no ninho entre os oitos classificados desta fase, pode muito bem complicar a vida do Sesi/Bauru nas quartas de final, apesar de certo favoritismo do time paulista.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

1/4 18:30 Sesi x Araguari

5/4 18:30 Araguari x Sesi

3º JOGO SE NECESSÁRIO

10/4 18:30 Sesi x Araguari

O time do Araguari fez uma ótima campanha na 1ª fase da Superliga Masculina 23/24/Divulgação/Marcelo Ferrazoli

Vôlei Guarulhos x Minas

Antes de começar a temporada, Vôlei Guarulhos e Minas fizeram uma troca de técnicos recíproca. Guilherme Novaes, até então treinador do Guarulhos veio para o Minas, e Nery Tambeiro até então treinador do Minas foi para o Guarulhos. Após algumas conquistas e resultados na temporada, muitos torcedores e a imprensa questionaram a troca realizada pelos dois clubes. Ao que parece, até o momento, o Vôlei Guarulhos teria feito um melhor negócio. Porém este confronto das quartas de final entre as duas equipes, pode ser a chance do Minas provar que estava certo ao fazer troca. Como aperitivo, no retrospecto entre os dois times nos playoffs recentemente, o Minas eliminou o Vôlei Guarulhos, com duas vitórias, por 3×0 e 3×1, pelas semifinais da temporada 2021/2022.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

31/3 21:00 Vôlei Guarulhos x Minas

4/4 21:00 Minas x Vôlei Guarulhos

3º JOGO SE NECESSÁRIO

9/4 21:00 Vôlei Guarulhos x Minas

O técnico do Minas, Guilherme Novaes/Divulgação/MTC/Orlando Bento

A 1ª RODADA DOS PLAYOFFS DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

Teve início a fase eliminatória da Superliga Feminina 2023/2024. Pelas quartas de final da competição, em melhor de três jogos, os oito primeiros colocados da 1ª fase se enfrentaram, durante esta semana. Nesta primeira rodada dos playoffs, os times com melhor campanha na 1ª fase ganharam os seus jogos. Confira abaixo, alguns detalhes das quartas de final da Superliga Feminina 2023/2024.

PLAYOFFS

Abrindo o mata-mata da temporada, na terça-feira, 26 de março, Praia e Sesi/Bauru fizeram o jogo mais disputado desta fase, até o momento, em Uberlândia. O Sesi/Bauru abriu 2×0 no placar, mas permitiu a reação do atual campeão da Superliga Feminina. Depois de perder suas duas principais levantadoras por lesão, o Praia conseguiu virar o jogo com a entrada da jovem levantadora Milla. O placar final do confronto ficou em 3×2, a favor do Praia, com parciais de 16/25, 18/25, 25/23, 25/19, 15/11. A russa Kuznetsova do Praia foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos. Pelo Sesi/Bauru, Edinara marcou 20 pontos. A levantadora Milla ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra.

A oposta Edinara do Sesi/Bauru em ação no ataque/Divulgação/Praia/Eliezer Esportes

Também na terça-feira, 26 de março, Minas e Fluminense entraram em quadra, em Belo Horizonte, pelo primeiro jogo da série melhor de três. O Minas fez uma das suas melhores atuações na competição até agora. Não deixou o Fluminense respirar nas duas primeiras parciais do confronto. Com problemas internos, Uzelac começou o jogo no banco de reservas do Fluminense. Muito bem marcada, não conseguiu render o esperado. No fim, vitória do Minas, por 3×0, com parciais de 25/15, 25/17, 28/26. A líbero Nyeme do Minas foi eleita melhor jogadora em quadra. Ela recebeu o troféu Viva Vôlei como premiação, ao final do confronto.

A líbero Nyeme do Minas com o troféu Viva Vôlei/Divulgação/MTC/Hedgard Moraes

Na quarta-feira, 27 de março, o líder da fase regular, Sesc/Flamengo, fez o primeiro jogo da série melhor de três contra o Barueri, fora de casa. Sem tomar conhecimento do adversário, abriu 2×0 no placar com facilidade. Na terceira parcial, permitiu a reação do time da casa, após relaxar na partida. Na quarta parcial, retomou a consistência das duas primeiras parciais, fechando o jogo em 3×1, com parciais de 25/15, 25/20, 20/25, 25/17. A oposta Sabrina do Flamengo foi a maior pontuadora do jogo, com 21 pontos. A levantadora canadense Brie King do Flamengo ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra.

A levantadora Brie King em ação no levantamento/Divulgação/Vitória Antunes

Fechando a 1ª rodada dos playoffs da Superliga Feminina 23/24, também na quarta-feira, 27 de março, Osasco e Pinheiros jogaram no ginásio José Liberatti, pelo primeiro jogo da série melhor de três. O Osasco fez uma excelente primeira parcial, não dando chances ao Pinheiros, com 25/16. Na segunda parcial, o Pinheiros abriu uma boa vantagem no placar, mas não conseguiu fechar o set, 26/24 para o Osasco. Na terceira parcial, Osasco manteve o bom rendimento do começo do jogo, fechando o duelo em 3×0, com 25/21. A central norte-americana Butler do Osasco ficou com o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. A oposta Lorenne do Osasco foi a maior pontuadora com 17 pontos. Pelo Pinheiros, Valdez marcou 16 pontos.

A levantadora Giovanna do Osasco em disputa na rede com a central Mara do Pinheiros/Divulgação/Osasco/Carol fotografias

A ÚLTIMA RODADA DA SUPERLIGA MASCULINA 23/24

Nesta terça-feira, 26 de março, chega ao final, a fase classificatória da Superliga Masculina 23/24. Serão seis jogos realizados, no mesmo horário. Algumas definições da 1ª fase estão em jogo. O líder da fase regular, Sada/Cruzeiro, viaja até Blumenau, para enfrentar o Apan. São José dos Campos joga contra Joinville, em casa. Vôlei Guarulhos pega o Araguari, no domínio adversário. O Sesi/Bauru recebe o Monte Carmelo. O Suzano pega o América, em casa. Fechando os jogos da rodada, acontece o confronto entre Vôlei Renata e Minas, em Campinas. Todos os jogos começam às 21h.

LIDERANÇA

Apesar de algumas indefinições, a Superliga Masculina 23/24 já conhece o líder da fase regular, Sada/Cruzeiro. Atual campeão da competição, o time de celeste emendou 11 vitórias consecutivas na competição, após revés para o São José no turno, garantindo o 1º lugar da 1ª fase do torneio. Quem também já está com posição garantida é o São José dos Campos. O time de interior paulista teve uma queda de rendimento no returno da Superliga, mas conseguiu fechar a fase regular em 2º lugar, com 4 derrotas em 21 jogos.

3º LUGAR

Vôlei Guarulhos e Sesi/Bauru estão brigando cabeça a cabeça pelo 3º lugar. O time de Guarulhos leva vantagem no número de vitórias. Portanto, para ficar com o 3º lugar, o Sesi/Bauru precisa vencer o Monte Carmelo e torcer por uma derrota do Vôlei Guarulhos para o Araguari. Em caso de vitória do Vôlei Guarulhos sobre o Araguari por 3×2, o Sesi/Bauru precisa ganhar do Monte Carmelo por 3×0 ou 3×1. Se os dois times perderem, o Vôlei Guarulhos fica com o 3º lugar se fizer um ponto contra o Araguari.

O oposto Darlan é um dos destaques do Sesi/Bauru/Divulgação/Marcelo Ferrazoli/Sesi/Bauru

5º LUGAR

A disputa pelo 5º lugar na tabela de classificação da Superliga Masculina 23/24 está ainda mais embolada do que outras pendências da última rodada. Três equipes estão no páreo: Joinville, Minas e Araguari. O time de Santa Catarina tem uma missão complicada pela frente. Para garantir o 5º lugar, precisa vencer o vice-líder, São José dos Campos, no domínio adversário. Se perder por 3×0 ou 3×1, precisa torcer para o Minas não ganhar do Vôlei Renata por 3×0 ou 3×1. Se fizer um ponto contra o São José, deve contar com uma vitória do Minas para o Vôlei Renata, por no máximo, 3×2. Já o Minas, para ficar com o 5º lugar, precisa ganhar do Vôlei Renata por qualquer placar, alem de torcer por uma derrota do Joinville para o São José, por 3×0 ou 3×1. Correndo por fora, o Araguari fica com o 5º lugar se ganhar do Vôlei Guarulhos por 3×0 ou 3×1, além de uma derrota de Joinville para o São José por 3×0 ou 3×1 e um revés do Minas para o Vôlei Renata por qualquer placar.

G8

Vôlei Renata e Suzano estão na luta pela última vaga na fase mata-mata da Superliga Masculina 23/24. Com 27 pontos, o Vôlei Renata precisar ganhar duas parciais contra o Minas, para garantir classificação, já que possui maior número de vitórias do que seu concorrente direto. Já o Suzano, além de vencer o América, em casa, por 3×0 ou 3×1, precisa torcer por uma vitória do Minas sobre o Vôlei Renata pelos mesmos placares.

O Vôlei Renata decide sua vida na Superliga Masculina 23/24 jogando em casa, no ginásio do Taquaral/Photo e Grafia

OS PLAYOFFS DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

Nesta terça-feira, 26 de março, começam os playoffs da Superliga Feminina 2023/2024. O líder da fase regular, Sesc/Flamengo, enfrenta o Barueri, 8º colocado. O vice-líder, Osasco, terá pela frente o Pinheiros, 7º colocado. O Minas, 3º colocado, joga contra o Fluminense, 6º colocado. Fechando os confrontos de quartas de final, o Praia, 4º colocado, pega o Sesi/Bauru, 5º colocado. Confira abaixo, alguns detalhes desses duelos dos playoffs da Superliga Feminina 2023/2024.

Sesc/Flamengo x Barueri

Em sua estreia na temporada, o Flamengo sofreu para vencer o Barueri, dentro de casa. Vitória no tie-break. Desde então, o time de Bernardinho engrenou uma sequência de vitórias na competição impressionante, assumindo a liderança da fase regular. Dito isso, será muito difícil para o Barueri repetir o desempenho dessa partida de estreia. Uma pista do que esperar para o confronto entre essas duas equipes, foi o jogo de quartas de final da Copa Brasil 2024. Vitória do Flamengo por 3×0. É improvável que o Barueri consiga eliminar o Flamengo da Superliga Feminina, mas é bom lembrar que no retrospecto entre as duas equipes, o Barueri costuma dar trabalho ao time de Bernardinho.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

27/3 18:30 Barueri x Sesc/Flamengo

30/3 19:00 Sesc/Flamengo x Barueri

3º JOGO SE NECESSÁRIO

3/4 18:30 Sesc/Flamengo x Barueri

Bernardinho levou o Flamengo ao 1º lugar da fase regular da Superliga Feminina 23/24/Divulgação/CRF/Gilvan de Souza

Osasco x Pinheiros

Osasco e Pinheiros repetem o confronto da temporada passada nesta mesma fase da Superliga Feminina. No ano passado, o Pinheiros conseguiu ganhar o primeiro jogo em casa, por 3×2. Na atual temporada, o Pinheiros apresentou uma queda de rendimento, tendo frequentando a zona de rebaixamento durante algumas rodadas. Já o Osasco fez o caminho oposto. Melhorou em relação ao ano anterior. Muito provavelmente, o Osasco não deve encontrar dificuldades neste confronto, mas nunca é bom descartar uma equipe tradicional como o Pinheiros.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

27/3 21:00 Osasco x Pinheiros

30/3 21:30 Pinheiros x Osasco

3º JOGO SE NECESSÁRIO

3/4 21:00 Osasco x Pinheiros

A torcida de Osasco costuma transformar o ginásio José Liberatti em um caldeirão/Divulgação/Prefeitura de Osasco

Minas x Fluminense

Entre os grandes destaques individuais da 1ª fase da Superliga Feminina 23/24, a ponteira da Sérvia, Uzelac, foi uma das responsáveis pela boa campanha do Fluminense na competição. No entanto, nas últimas semanas, a jovem jogadora se envolveu em polêmicas com o clube, devido à falta de segurança no Rio de Janeiro. Uzelac foi assaltada duas vezes, em curto espaço de tempo. Ela chegou a pedir rescisão de contrato, mas o Fluminense não abriu mão da multa pela quebra de contrato. Dito isso, com sua principal jogadora abalada por problemas extra-quadra, conseguirá o Fluminense vencer o seu primeiro jogo na história dos playoffs da Superliga?

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

26/3 21:00 Minas x Fluminense

29/3 21:00 Fluminense x Minas

3º JOGO SE NECESSÁRIO

2/4 21:00 Minas x Fluminense

O Fluminense esteve ameaçado de perder a ponteira Uzelac durante a disputa da competição/Divulgação

Praia x Sesi/Bauru

Na temporada passada, em que sagrou-se campeão, o Praia escondeu o jogo até a fase eliminatória. Utilizou a ponteira holandesa, Anne Buijs, como oposta, nas finais. Neste ano, com uma renovação total do elenco, o Praia fez vários testes, com formações diferentes, com a 1ª fase da Superliga em andamento. Obviamente, o time sofreu, mas ao que parece encontrou a formação ideal. Contra o Sesi/Bauru, nas quartas de final, o Praia é o favorito, mas é bom ficar atento. O Sesi/Bauru tem jogado melhor dentro de casa, com apoio da torcida. Uma prova disso, foi a vitória sobre o Praia no turno, por 3×0. Ainda que o Praia ainda não fosse o que é atualmente, é bom a equipe de Uberlândia não subestimar o time de Dani Lins.

PLAYOFFS QUARTAS DE FINAL

26/3 19:00 Praia x Sesi/Bauru

29/3 18:30 Sesi/Bauru x Praia

3º JOGO SE NECESSÁRIO

2/4 18:30 Praia x Sesi/Bauru

A russa Kuznetsova foi um dos reforços do Praia para temporada/Divulgação/Praia/Eliezer Esportes

RECIFE SERÁ SEDE DAS FINAIS DA SUPERLIGA 23/24

A cidade de Recife, capital de Pernambuco, foi a escolhida pela CBV para receber a decisão da Superliga 23/24, nos dois naipes. O ginásio Geraldão que sediou o último Sul-Americano de seleções em 2023, será o palco da final da principal competição de voleibol de clubes do Brasil. A decisão do título da temporada da Superliga está prevista para o mês de abril. Entre as mulheres, mais precisamente no dia 21 de abril. Entre os homens, no dia 28 de abril. Será a primeira vez na história que a decisão da Superliga acontecerá em uma cidade do Nordeste do Brasil. Um acerto da CBV em difundir a modalidade pelo país.

O ginásio do Geraldão, em Recife/Divulgação

A ÚLTIMA RODADA DA SUPERLIGA FEMININA 23/24

Nesta sexta-feira, 22 de março, chega ao fim, a fase classificatória da Superliga Feminina 2023/2024. Serão seis jogos realizados, ao mesmo tempo. Algumas definições da 1ª fase estão em jogo. O líder da fase regular, Flamengo, viaja até Brasília, para enfrentar o time da casa. O Osasco joga contra o Bluvôlei, fora de casa. Praia e Minas fazem o clássico mineiro, em Uberlândia. O Sesi/Bauru duela com o Barueri, no domínio adversário. O Fluminense recebe o Maringá, no ginásio do Hebraica. Fechando a rodada, acontece o confronto entre São Caetano e Pinheiros.

LIDERANÇA

Apesar de algumas indefinições, a Superliga Feminina 2023/2024 já conhece o líder da fase regular. Trata-se do Flamengo de Bernardinho. Com 58 pontos, 19 vitórias e apenas duas derrotas, o rubro-negro garantiu a liderança na 1ª fase, com algumas rodadas de antecipação. O vice-líder também já está garantindo. O Osasco confirmou a posição na última rodada, mesmo sendo derrotado pelo Praia.

3º LUGAR

Em uma temporada irregular, pelo menos quando o assunto é Superliga, Praia e Minas chegam na última rodada disputando o 3º lugar. Cenário muito diferente do que o esperado antes da competição iniciar. Com 45 pontos para cada uma das equipes, quem vencer o confronto direto no clássico fica com a 3ª posição na tabela.

Minas e Praia brigam pelo 3º lugar na tabela de classificação/Divulgação/MTC

5º LUGAR

Também está em jogo nesta última rodada, a definição do 5º lugar. Sesi/Bauru e Fluminense estão no páreo. O Sesi/Bauru precisa de um ponto para garantir o 5º lugar. Portanto, vencendo duas parciais contra o Barueri, fica em 5º lugar na tabela. Já o Fluminense, precisa vencer o Maringá por 3×0 ou 3×1, além de torcer por uma derrota do Sesi/Bauru para o Barueri também por 3×0 ou 3×1.

G8

Barueri, Maringá, Pinheiros e Brasília estão na briga por classificação para o mata-mata. A tarefa menos complicada, por depender apenas de si, está com Barueri e Maringá. Barueri precisa de um ponto para conquistar a classificação. Se vencer duas parciais contra o Sesi/Bauru, se garante no mata-mata. Em caso de derrota por 3×0, precisa torcer uma derrota do Maringá por 3×0 ou 3×1 para o Fluminense. Já o Maringá, precisa ganhar do Fluminense, independentemente do placar. Se perder, o Maringá só garante classificação caso o revés seja por 3×2 e o Barueri seja derrotado pelo Sesi/Bauru por 3×0. Isso claro, se o Pinheiros confirmar a vitória contra o São Caetano. O time do ABC paulista não ganhou de ninguém até agora. Apesar disso, além de superar o São Caetano por 3×0 ou 3×1, o Pinheiros precisa da derrota de Barueri ou Maringá para conseguir a classificação. Correndo por fora, está o Brasília. Além de vencer o Flamengo, líder da competição, por 3×0 ou 3×1, o time da capital federal precisa de uma combinação de resultados. Maringá tem que perder para o Fluminense por 3×0 ou 3×1 e o Pinheiros tem que perder o seu jogo para o São Caetano, por qualquer placar.

REBAIXAMENTO

A situação de rebaixamento na Superliga Feminina está em suspenso. Uma disputa no STJD pode mudar tudo. O Bluvôlei aguarda definição de uma irregularidade ocorrida no jogo com o Minas, em janeiro. Dito isso, data hoje, com atual classificação, para escapar do rebaixamento o Bluvôlei precisa vencer o Osasco por 3×0 ou 3×1, além de torcer por uma derrota do Brasília para o Flamengo também por 3×0 ou 3×1.

Bluvôlei está em situação complicada na última rodada da Superliga/Divulgação/Bluvôlei/Lucas Prudêncio

O HISTÓRICO DE LESÕES ANTES DAS OLIMPÍADAS

Recentemente, o central Lucão do Cruzeiro sofreu fratura no quarto metacarpo da mão direita no jogo contra o São José dos Campos, no começo de 2024, pelo turno da Superliga Masculina 23/24. Figura praticamente garantida nos Jogos de Paris 2024, Lucão já se recuperou da fratura. Na última rodada da Superliga Masculina, ele esteve em quadra durante toda partida contra o Suzano, na vitória do Cruzeiro por 3×2. Contusões às vésperas das Olimpíadas são comuns na história da seleção brasileira. O Brasil possui uma lista corrida no assunto. O blog relembra algumas dessas situações. Confira abaixo.

Jogos de Seul 1988

Um dos destaques do Brasil para os Jogos de Seul em 1988, Pelé do Vôlei sofreu uma lesão no tornozelo direito faltando 20 dias para o começo da competição. Ele não conseguiu a recuperação e acabou ficando de fora das Olimpíadas. O Brasil acabou fora do pódio. Perdeu o bronze para Argentina por 3×2. Não dá para cravar qual seria o resultado desse confronto, se Pele estivesse em quadra.

Jogos de Atlanta 1996

Há menos de um ano para os Jogos de Atlanta 1996, a ponteira Ana Moser sofreu uma lesão no joelho direito e acabou rompendo o ligamento cruzado. Em uma recuperação recorde para esses casos, Ana Moser conseguiu disputar os Jogos Olímpicos daquele ano. Foram quatro meses de luta. Para se ter uma ideia, Ana Moser recorreu até a uma cirurgia espiritual para estar nas Olimpíadas. Valeu a pena! Conquistou a primeira medalha olímpica do voleibol feminino na modalidade.

A ex-ponteira da seleção brasileira feminina, Ana Moser/Divulgação/AFP

Jogos de Atenas 2004

Quem passou por uma história parecida com a de Ana Moser, em 2004, foi o ponteiro Nalbert da seleção brasileira masculina. Às vésperas dos Jogos de Atenas, ele sofreu uma ruptura completa do tendão do ombro esquerdo. Passou por uma cirurgia relâmpago e também conseguiu uma recuperação recorde de 5 meses. Disputou os Jogos Olímpicos no sacrifício, mas a recompensa veio com a conquista da segunda medalha de ouro do Brasil no voleibol masculino.

O ponteiro Nalbert com a medalha de ouro/Divulgação/AFP

Jogos de Londres 2012

A seleção brasileira masculina passou por maus bocados nos Jogos de Londres 2012. De saída, deixou em suspenso a participação do ponteiro Giba na competição. Meses antes dos Jogos, ele sofreu uma lesão na tíbia que o deixou de fora da Superliga Masculina na época. Depois, já nos treinamentos passou por outros problemas físicos. Na imprensa, a especulação era de corte. No fim, Lucarelli ficou de fora dos Jogos. Porém, na decisão da medalha de ouro, o Brasil sofreu com uma série de problemas físicos dos seus principais jogadores, acarretando a derrota para Rússia, por 3×2.

Jogos do Rio 2016

Apesar da conquista do tricampeonato olímpico nos Jogos do Rio em 2016, o Brasil não conseguiu escapar da maldição de jogadores lesionados antes da competição. Primeiro, perdeu o central Sidão com uma lesão no ombro. Ele foi cortado, mas poderia ter disputado os Jogos do Rio. O problema é que o restante de sua carreira estava em risco. Depois, o Brasil perdeu um dos seus principais jogadores, o ponteiro Murilo, por uma lesão na panturrilha esquerda. Ele já acumulava problemas físicos e esse problema foi a gota d’água para o corte. Uma pena, porque os dois jogadores encerraram a carreira defendendo a seleção masculina sem a conquista do ouro olímpico.

Murilo foi eleito melhor jogador do mundo em 2010 e 2012/Reprodução/Instagram/Sport Life