AS ESTATÍSTICAS DA SUPERLIGA MASCULINA

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Encerrado o 1º turno da Superliga Masculina e os destaques individuais nas estatísticas da competição, em sua grande maioria, são compostos por atletas com passagens pela seleção brasileira. O maior pontuador do torneio é ninguém mais ninguém menos que, um dos melhores jogadores do mundo na sua posição, o oposto Wallace do Sesc/Rio. Ele marcou até aqui, 186 pontos, 4,86 de média por set.

No ataque, o central Flávio do Minas lidera no aproveitamento. O jogador, com passagens pela seleção de novos, possui 66% de eficiência. De 139 bolas, colocou 92 no chão. Em segundo lugar, aparece o central Luizinho do Vôlei Ribeirão, com 64%. Na sequência, dois nomes do Cruzeiro. O central Isac, na 3ª colocação, com 62%, e o americano Sander, em 4º, com 60% de aproveitamento.

Já no bloqueio, em números diretos de pontos no fundamento, em 1º lugar está o central Petrus do Vôlei Ribeirão, com 33 pontos. Na 2ª colocação, o central Flávio do Minas, com 29 pontos. Em 3º, Wennder do Itapetininga, com 28 pontos. Fecham a lista de bloqueadores: Gustavão do Sesi/SP, com 27 pontos e o francês Le Roux do Cruzeiro, com 26 pontos, em 4º e 5º lugares, respectivamente.

No serviço, por aproveitamento e em número de pontos, a liderança pertence ao central Éder do Sesi/SP. Ainda por aproveitamento, Lucarelli do Taubaté é o 2º colocado, com 0,46 de média. Em 3º lugar, o central Le Roux do Cruzeiro, com 0,45. Na 4ª posição, Lucão do Taubaté, com 0,39. Encerra a lista, dos cinco melhores sacadores, o ponta Gabriel do Vôlei Ribeirão.

Entre os melhores passadores, estão três jogadores dos mais experientes da competição. Em 1º lugar, o líbero do Maringá, campeão mundial em 2010, Mário Júnior, com 73% de aproveitamento. Na 2ª colocação, Renato do Sesi/SP, com 71%. Na sequência, na 3ª posição, o ponta Lipe, também do Sesi/SP, com 70%.

Infelizmente, a metodologia utilizada pelo sistema de estatísticas da CBV, não contempla dois fundamentos importantes que não pontuam. Tanto na defesa, quanto no levantamento, não há disponibilidade de dados. Dado que o levantamento engloba várias questões como precisão, eficiência e trabalho sem o passe na mão, a análise da CBV é incompleta.

PRÊMIO BRASIL OLÍMPICO 2018

Aconteceu, agora à noite, no Rio de Janeiro, o Prêmio Brasil Olímpico 2018. Em sua 20ª edição, a premiação consagrou os melhores atletas do ano, no Brasil, em cada modalidade. No caso específico do vôlei de quadra, o ponta Douglas Souza do EMS Funvic Taubaté foi escolhido o melhor atleta do esporte em 2018. Infelizmente, ele não conseguiu comparecer a premiação.

Também representaram o vôlei de quadra, na premiação, o técnico da seleção brasileira masculina Renan Dal Zotto e o levantador Bruninho. Renan foi eleito o melhor técnico de esportes coletivos em 2018. Pelo feito, recebeu do COB, pela primeira vez na história da premiação, o troféu Bebeto de Freitas. O nome do troféu é uma homenagem do comitê brasileiro a trajetória vencedora do ex-treinador de vôlei, falecido esse ano.

Já o campeão olímpico, com o vôlei masculino, na Rio 2016, Bruninho, concorria ao prêmio na categoria “Atleta da Galera”, com outros dez concorrentes. Entre eles, a dupla de vôlei de praia feminino Ághata e Duda, a pivô do handebol feminino Duda Amorim, o surfista Gabriel Medina e a jogadora de futebol feminino Marta. O vencedor, Henrique Avancini, ciclista de mountain bike, foi escolhido por votação exclusiva dos internautas na página do COB.

O JOGO DA RODADA – No clássico, Sesc/Rio não toma conhecimento de Osasco

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Em jogo válido pela 8ª rodada da Superliga Feminina 2018/2019, o Sesc/Rio derrotou a equipe do Osasco, no maior clássico da liga brasileira. O time de Bernardinho não tomou conhecimento das adversárias e conquistou uma vitória por 3×0, com parciais de 25/19, 25/23, 25/12. A ponteira russa Kosheleva, a central Juciely e a oposta Monique foram as maiores pontuadores do jogo, com 14 pontos cada. Monique ainda foi escolhida a melhor jogadora do confronto pelos telespectadores do SPORTV.

Na próxima rodada da Superliga, o Sesc/Rio emcerra a sua participação na competição, em 2018, contra o Minas, na sexta-feira dia 21 de dezembro, em Belo Horizonte, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. Já o Osasco, também enfrenta o Minas, no ginásio José Liberatti, em jogo atrasado da 7ª rodada, na terça-feira, 18 de dezembro, a partir das 19h30, com transmissão do globoesporte.com.

RESUMO
Sesc/Rio e Osasco iniciaram a partida com uma estratégia clara no serviço. O Rio sacava na principal atacante adversária, a peruana Angela Leyva, para neutralizá-la no ataque. Já o Osasco, explorava o sistema tático da equipe carioca, em virtude da deficiência da ponteira russa Kosheleva no passe. Com mais agressividade no fundamento, o Sesc executou melhor sua estratégia e não deixou Osasco jogar no 1º set. O time carioca chegou a ter 11 pontos de vantagem. O técnico Luizomar de Moura, do Osasco, trocou quase toda sua equipe, mas não obteve resultado. Ao final: 25/19 para o Sesc/Rio.

Na segunda parcial, os problemas de Osasco aumentaram. Depois de equilibrar o passe, o time apresentou dificuldades na virada de bola e cedeu muitos pontos em erros. Novamente, o Rio abriu larga diferença. Aos poucos, Osasco recolocou sua estratégia inicial em prática. Com um saque forçado, explorando as debilidades táticas adversárias, Osasco deixou o Rio em apuros. O jogo ficou parelho, como se esperava no início. No momento decisivo, o volume de jogo carioca fez a diferença no bloqueio e na defesa. 25/23 para o Sesc/Rio.

O 3º set foi dominado amplamente pelo Sesc/Rio. Taticamente perfeita, a equipe de Bernardinho tirou a levantadora Claudinha do Osasco da partida. Fazendo funcionar a relação bloqueio-defesa, com ainda mais eficiência, o Rio não deu chances ao ataque de Osasco. Com sucesso, o Rio conseguiu anular completamente a ponteira peruana Leyva e também tirá-la do jogo. Abatido, Osasco não teve forças para se recuperar. O time esteve abaixo de seu rendimento normal. No fim, 25/12 para o Sesc/Rio, 3×0 no jogo.

SESC/RIO Roberta (4), Monique (14), Mayhara (3), Juciely (14), Kosheleva (14), Peña (11), Gabirú (L). Entraram: Vitória (0), Carol Leite (0), Kasiely (0). Técnico: Bernardinho

OSASCO Claudinha (1), Hooker (6), Walewska (10), Nati Martins (13), Mari Paraíba (3), Leyva (7), Brait (L). Entraram: Carol Albuquerque (1), Lorenne (1), Paula Pequeno (3), Vivi Braun (1). Técnico: Luizomar de Moura

OUTROS RESULTADOS
Praia Clube 3×0 Barueri 25/22, 25/20, 25/22
Curitiba 3×0 Fluminense 25/21, 25/14, 34/32
Vôlei Camboriú 0x3 Minas 11/25, 12/25, 20/25
São Caetano 2×3 Sesi/Bauru 24/26, 25/15, 25/19, 14/25, 8/15

A INOXIDÁVEL ARLENE XAVIER

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A líbero Arlene Xavier, do Sesi/Bauru, foi homenageada durante essa semana pela CBV, antes de partida válida pela 7ª rodada da Superliga Feminina entre Bauru e Brasília. A experiente jogadora recebeu uma placa da CBV. A homenagem fez parte das comemorações dos 25 anos da competição. Aos 48 anos, Arlene participou de todas as edições da Superliga. Versátil, ao longo da carreira, jogou em quase todas as posições, com exceção do levantamento.

“Foi uma satisfação e uma emoção imensa ter recebido essa homenagem que eu nem imaginava que ocorreria. Fico ainda mais feliz por ter sido em Bauru, perto da nossa torcida. Confesso que na hora a perna estremeceu”, disse Arlene, que foi homenageada pelo Superintende de competições de quadra da CBV, Renato D’Ávila.

Atleta mais velha em atividade no Brasil, pelos clubes, Arlene conquistou a Superliga três vezes com as camisas do Flamengo e do Osasco, respectivamente, nas temporadas 2000/2001, 2002/2003, 2004/2005. Foi eleita melhor defesa da competição por 4 vezes, jogando na posição de líbero. Como central, foi o melhor bloqueio da Superliga, na temporada 1996/1997, pelo Pinheiros.

Pela seleção brasileira, disputou os Jogos Olímpicos de Atenas em 2004. Foi campeã do Grand Prix 2004 e 2006. Vice-campeã da Copa do Mundo de 2003 e campeã da Copa Pan-Americana 2007. Nessas competições defendendo o Brasil, recebeu premiações individuais como melhor líbero nos anos de 2003, 2006 e 2007.

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A experiente Arlene recebendo a homenagem/Marcelo Ferrazoli/Sesi Vôlei Bauru

AS ESTATÍSTICAS DA SUPERLIGA FEMININA

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Após 7 rodadas da Superliga Feminina 2018/2019, ao que parece, o investimento em jogadoras estrangeiras feito pelos clubes correspondeu às expectativas, em alguns casos. Vejamos: entre os destaques individuais da competição, no quesito pontuação, 3 das cinco melhores colocadas são estrangeiras.

A polonesa Skowronska é maior pontuadora da Superliga, até aqui, com 132 pontos. A segunda maior pontuadora também é estrangeira. A cubana Herrera aparece na vice-liderança com 113 pontos. Para encerrar a lista de destaques internacionais, a outra estrangeira bem colocada no quesito pontuação é a italiana Diouf com 104 pontos, 4º lugar geral.

Na eficiência de ataque, por enquanto, apenas brasileiras aparecem entre as cinco primeiras. Por terem jogado menos partidas, em virtude do Mundial de clubes, a ponteira Lana e a central Carol Gattaz, ambas do Minas, lideram a lista em 1º e 2º lugar, respectivamente, com menos dados que as concorrentes. Em seguida, na 3ª e 4ª colocação, estão as centrais Andressa Picussa do Bauru e Juciely do Sesc/Rio. Encerra a lista em 5º, outra central, Lara Nobre do Fluminense.

No bloqueio, a liderança é da central Mayhara do Sesc/Rio, com 22 pontos diretos no fundamento. Em 2º lugar, com 18 pontos, a central Lara Nobre do Fluminense. Na 3ª colocação, Juciely do Sesc/Rio. Em 4º, Walewska do Osasco. Fecha a lista, Adriani Vilvert do Camboriú, com 17 pontos de bloqueio.

No fundamento saque, em 1º, está a ponteira Neneca do Brasilia com 0,71 de aproveitamento e cinco pontos diretos no serviço. Na 2ª colocação, a oposta americana do Praia, Nicole Fawcett. Em 3º lugar, a ponteira Natália do Minas. Fecham a lista, no 4º e 5º lugares, Paula do Camboriú e Francynne do Praia, respectivamente.

No fundo de quadra, o destaque fica por conta do Minas. Aparecem em 2º e 3º lugares, duas atletas do clube, com mais de 70% de aproveitamento na recepção. São elas: a ponteira Gabi e a líbero Leia. A ponta Mari Casemiro, do Pinheiros, lidera com 75%. Também estão bem colocadas no fundamento as líberos do Bauru e do Osasco. No 4º lugar, Tássia, com 72%. Em 5º, Camila Brait, com 71%.

Infelizmente, a metodologia utilizada pelo sistema de estatísticas da CBV não contempla dois fundamentos importantes que não pontuam. Tanto na defesa, quanto no levantamento, não há disponibilidade de dados. Dado que o levantamento engloba várias questões como precisão, eficiência e trabalho sem o passe na mão, a análise estatística da CBV fica incompleta.

VAKIFBANK É TRICAMPEÃO MUNDIAL

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O time turco Vakifbank derrotou o Minas, nesse domingo, na grande final do Mundial de clubes feminino 2018, disputado em Shaoxing, na China, e sagrou-se tricampeão da competição. Na decisão, o time de Istambul venceu o Minas por 3×0, com parciais de 25/23, 25/21, 25/19. A ponteira chinesa Zhu do Vafikbank foi a maior pontuadora da final com 21 pontos. Ela ainda foi eleita MVP, melhor jogadora do Mundial.

Na disputa do 3º lugar, o outro time turco, o Eczacibasi bateu o Praia Clube de Uberlândia também por 3×0, com parciais de 25/16, 25/18, 25/19. A oposta turca Yilmaz foi o destaque individual do duelo com 17 pontos. Pelo lado brasileiro, as centrais Carol e Fabiana anotaram 8 pontos cada.

SELEÇÃO DO MUNDIAL

Terminado o campeonato, a FIVB anunciou a escolha da seleção do Mundial juntamente com a MVP, já citada acima. O time eleito foi formado por:

Levantadora: Macris do Minas
Oposta: Boskovic do Eczacibasi
Centrais: Rasic do VakifBank e Mayany do Minas
Ponteiras: Gabi do Minas e Zhu do VakifBank
Líbero: Gizem Orge do VakifBank

GRANDE FINAL

No jogo do título, o Minas não conseguiu manter o nível de recepção para o trabalho da levantadora Macris, eleita a melhor do Mundial. Além disso, o saque minas-tenista ficou abaixo do serviço do time turco. Sem eficiência no saque, a equipe mineira deu chance ao forte ataque do VakifBank. O time turco deu um show na virada de bola. Ao todo, foram 55 pontos no ataque contra 41 do Minas. A líbero turca fez a diferença no fundo de quadra. Mesmo marcando mais pontos no bloqueio, o Minas não conseguiu parar a ponteira chinesa Zhu. Ela saiu de quadra com quase 60% de aproveitamento ofensivo.

A CAMPANHA DO TÍTULO

1ª FASE Grupo A
04/12 Zhejiang 0x3 VakifBank 20/25, 13/25, 13/25
05/12 VakifBank 3×0 Volero Le Cannet 25/21, 25/15, 25/17
07/12 VakifBank 3×0 Minas Tênis Clube 25/23, 30/28, 25/18
Semifinal
08/12 VakifBank 3×1 Praia Clube 25/21, 25/21, 22/25, 25/18
Final
09/12 Minas Tênis Clube 0x3 VakifBank 23/25, 21/25, 19/25

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A capitã turca Melis levanta a taça do Mundial/Divulgação FIVB

PRAIA CLUBE NÃO RESISTE AO VAKIFBANK

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O Praia Clube não resistiu ao VakifBank da Turquia e perdeu a chance de disputar a final do Mundial de clubes feminino de vôlei com o Minas. No jogo decisivo, válido pela semifinal da competição, a equipe mineira não conseguiu parar o ataque do time turco. Mesmo terminando a partida com mais pontos de bloqueio e errando menos, o Praia demorou para realizar a leitura do jogo e perdeu por 3×1, com parciais de 25/21, 25/21, 22/25, 25/18. Para se ter uma ideia, foram 73 pontos de ataque do VakifBank contra apenas 44 do time de Uberlândia. Mérito da defesa turca. Com o resultado, logo mais, o Praia enfrenta o Eczacibasi também da Turquia pela medalha de bronze, às 7h da manhã, com transmissão do SPORTV 2 e do canal da FIVB na internet.

VAKIFBANK Osbay (1), Slöetjes (18), Rasic (15), Gunes (11), Zhu (20), Robinson (13), Orge (0). Entraram: Aykac (0), Gulubay (0), Karakurt (10). Técnico: Giovanni Guidetti

PRAIA CLUBE Lloyd (1), Fawcett (12), Fabiana (6), Carol (9), Garay (18), Michelle (2) Suelen (0). Entraram: Ananda (0), Ellen (1), Rosamaria (12). Técnico: Paulo Coco

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A ponteira chinesa Zhu no ataque/Divulgação FIVB

REDE TURCA SOFRE PANE E MINAS É FINALISTA DO MUNDIAL

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O Minas surpreendeu o Eczacibasi da Turquia e é finalista do Mundial de clubes feminino 2018. No confronto de hoje, pela semifinal da competição, a equipe mineira saiu atrás no placar, e de uma situação adversa na segunda parcial, quando o time turco não confirmou seis set points e perdeu o set para o Minas. Dali em diante, o time ganhou confiança no jogo e minou o poderoso ataque turco, com uma excelente postura defensiva.

Ao final, vitória minas-tenista, no tie-break, com parciais de 22/25, 26/24, 25/13, 23/25, 15/12. A ponteira Natália marcou 31 pontos e foi a maior pontuadora da partida. Amanhã, o Minas joga a final do Mundial contra outra equipe turca, o VakifBank, a partir das 10h, com transmissão do SPORTV 2 e do canal da FIVB na internet.

ECZACIBASI Alikaya (0), Boskovic (27), Gibbemeyer (7), Bürsa (3), Kim (20), Larson (20), Akoz (0). Entraram: Gözde (1), Dilik (0), Ismailoglu (2), Beyza (2). Técnico: Marco Aurélio Motta

MINAS TÊNIS CLUBE Macris (2), Bruna (17), Gattaz (15), Mara (1), Gabi (19), Natália (31), Leia (0). Entraram: Mayany (11), Malú (2), Bruninha (0), Georgia (0). Técnico: Stefano Lavarini

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O time turco incrédulo na quadra/Divulgação FIVB

AS SEMIFINAIS DO MUNDIAL DE CLUBES FEMININO

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Encerrada a 1ª fase do Mundial de clubes feminino de vôlei 2018. Com uma vitória sobre o Minas, pelo grupo A da competição, o VakifBank da Turquia avançou às semifinais em 1º lugar da chave. A equipe mineira esteve muito perto de arrancar o 1º set do clube turco no torneio. No fim, triunfo do atual campeão mundial de clubes, por 3×0, com parciais de 25/23, 30/28, 25/18.

Na outra chave do Mundial, o Praia Clube de Uberlândia provocou a primeira perda de set, na temporada, de outro time turco. O Eczacibazi foi surpreendido e derrotado na primeira parcial, pela equipe mineira, por 27/25. Com a vitória no 1º set, o técnico Paulo Coco do Praia resolveu dar a rodagem as suas jogadoras e poupou algumas titulares durante a partida. Resultado: o Eczacibasi virou o jogo e ganhou por 3×1.

Dessa forma, foram definidos os confrontos das semifinais do Mundial. Como 2º colocado do grupo A, o Minas enfrenta o Eczacibasi, 1º colocado do grupo B, a partir das 7h da manhã de sábado, 8 de dezembro. Logo depois, o Praia 2º lugar da chave B joga com o VakifBank, 1º da chave A, às 10h da manhã, também de sábado, 8 de dezembro.

MUNDIAL DE CLUBES NA TV
08/12 7:00 Eczacibasi (TUR) X Minas Tênis Clube (BRA) SPORTV 2
08/12 10:00 VakifBank (TUR) X Praia Clube (BRA) SPORTV 2

MINAS E PRAIA NAS SEMIFINAIS DO MUNDIAL

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As equipes mineiras do Praia Clube e do Minas, representantes brasileiras no Mundial de clubes de vôlei feminino 2018, garantiram vagas nas semifinais da competição após vitórias na 2ª rodada do torneio. A classificação antecipada das duas equipes aconteceu depois de uma combinação de vitórias dos clubes turcos.

Em jogo válido pelo grupo A, o Minas derrotou o time chinês Zhejiang, dono da casa, por 3×1, com parciais de 25/12, 21/25, 25/10, 25/17. A ponteira Gabi do Minas foi o destaque individual do confronto. Ela marcou 28 pontos. Pelo lado do time chinês, Liu Yanhan foi a maior pontuadora, com 11 pontos.

No outro jogo do grupo A, o VakifBank da Turquia, atual campeão mundial, não teve dificuldades para vencer o Volero Le Cannet da França por 3×0, com parciais de 25/21, 25/15, 25/17. A ponteira chinesa Zhu do time turco foi a maior pontuadora do jogo, com 23 pontos. Já entre as adversárias, a servia Bjelica foi o destaque, com 15 pontos.

Pelo grupo B, o Praia Clube de Uberlândia ganhou do Altay Volleyball do Cazaquistão por 3×0, sem sustos, com parciais de 25/14, 25/16, 25/17. A oposta americana do Praia, Nicole Fawcett anotou 19 pontos e foi o destaque individual da partida. No time cazaque, a ponta Anarkulova foi a maior pontuadora, com 11 pontos.

Ainda pelo mesmo grupo, o Eczazibazi da Turquia conquistou a segunda vitória no Mundial contra o tailandês Chonburi. Em pouco mais de uma hora, o clube turco derrotou o time da Tailândia por 3×0, com parciais de 25/15, 25/11, 25/17. A oposta servia Boskovic do Eczazibazi marcou 16 pontos, sendo o destaque do duelo.

Com os resultados, na próxima rodada, os times brasileiros enfrentam os clubes turcos para definir as posições nas chaves e a ordem dos confrontos nas semifinais. Pelo grupo A, na madrugada de quinta para sexta, dia 7 dezembro, a partir das 4h da manhã, o Praia joga contra o Eczazibazi. Logo depois, às 7 da manhã, o Minas decide as posições no grupo B, com o VakifBank.

MUNDIAL DE CLUBES NA TV
07/12 04:00 Praia Clube (BRA) X Eczazibazi (TUR) SPORTV 2
07/12 07:00 VakifBank (TUR) X Minas Tênis Clube (BRA) SPORTV 2