OS CAMPEÕES ESTADUAIS NA CATEGORIA MASCULINA

Definidos os campeões estaduais de 2018 na categoria masculina. No Campeonato Paulista, o Funvic/Taubaté sagrou-se campeão, na última segunda-feira, após bater o Sesi/SP no golden set, por 25/20. Foi o quinto título consecutivo do Taubaté na competição. Pelo Campeonato Mineiro, o Sada/Cruzeiro foi campeão estadual pela nova vez seguida. Na final, disputada no ginásio do Riacho, em Contagem, no sábado passado, o Cruzeiro venceu o Fiat/Minas por 3×2, com parciais de 33/31, 20/25, 25/19, 23/25, 15/12. Já pelo Campeonato Carioca, em 22 de setembro, o Sesc/RJ havia sido campeão estadual em cima do Botafogo com vitória por 3×1. Foi o terceiro título em sequência da equipe no torneio.

OS CONFRONTOS DAS SEMIFINAIS DO MUNDIAL FEMININO

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Foram definidos os duelos das semifinais do Mundial Feminino. Depois de vencer a seleção italiana por 3×1, a Sérvia terminou a 3ª fase em 1º lugar do grupo G. Com o resultado, nas semifinais do Mundial, a Sérvia irá enfrentar a Holanda, que saiu derrotada pela China por 3×1, em partida que valia a liderança do grupo H. Dessa forma, na outra semifinal, a seleção chinesa joga contra a Itália, segunda colocada do grupo G. Os dois jogos acontecem na madrugada de quinta para sexta, com transmissão do SPORTV 2 e do canal da FIVB na internet. As seleções vencedoras disputam a grande final no sábado, 20 de outubro, a partir das 7h40 da manhã. As perdedoras jogam pelo 3º lugar.

AS FINAIS DO MUNDIAL FEMININO
19/10 1:40 Sérvia X Holanda SPORTV 2
19/10 4:10 China X Itália SPORTV 2
20/10 5:10 Disputa do 3º lugar SPORTV 2
20/10 7:40 GRANDE FINAL SPORTV 2

SELEÇÃO ITALIANA CLASSIFICADA PARA SEMIFINAL

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A Itália não cedeu à pressão do Japão, dono da casa, e conquistou uma vitória suada no tie-break, com parciais de 25/20, 22/25, 25/21, 19/25, 15/13, pelo Campeonato Mundial feminino de vôlei. Após o triunfo, as italianas garantiram classificação para a semifinal do Mundial 2018. A outra vaga do grupo G, ficou com a Sérvia, que havia batido o Japão por 3×0, na estreia da 3ª fase. Na próxima rodada, Itália e Sérvia duelam pela liderança da chave. O jogo irá definir posições para os confrontos das semifinais. O canal SPORTV transmite a partida, nessa madrugada, a partir das 4h. Pela internet, o jogo será exibido pelo canal da FIVB.

NÚMEROS
A oposta Paola Egonu foi a maior pontuadora do confronto, com 36 pontos. No lado japonês, a central Araki marcou 17 pontos. No entanto, no aproveitamento de ataque, a jogadora japonesa teve maior eficiência do que o destaque individual italiano. Isso se explica, pelo número de bolas recebidas por cada jogadora e pela posição de jogo, de cada uma delas. Enquanto Egonu recebeu 58 bolas e colocou 34 no chão, Araki definiu 14 bolas, em 23 tentativas.

Além disso, as japonesas conseguiram equilibrar o duelo com as italianas explorando a deficiência do adversário na recepção. Dessa forma, seu sistema defensivo funcionou melhor e provocou uma reparação de danos em relação aos ataques de Egonu. Contudo, não foi o suficiente. Mesmo errando menos, defendendo mais, tendo uma virada de bola mais eficiente, o Japão perdeu o jogo no bloqueio. A questão física pesou.

ITÁLIA Malinov (2), Egonu (36), Danesi (13), Chirichella (11), Bosetti (7), Sylla (19), De Gennaro (0). Entraram: Cambi (0), Pietrini (1). Técnico: Davide Mazzanti

JAPÃO Tashiro (1), Shinnabe (15), Araki (17), Okumura (6), Kurogo (3), Koga (16), Kobata (0), Inoue (0). Entraram: Tominaga (0), Nagaoka (2), Ishii (15) Uchiseto (0). Técnico: Kumi Nakada

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A central japonesa Araki/Divulgação FIVB

HOLANDA ELIMINA ESTADOS UNIDOS

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A seleção holandesa de vôlei venceu os Estados Unidos no tie-break, em uma virada espetacular, pelo Campeonato Mundial feminino, em jogo válido pelo grupo H, do Final Six. Após estar perdendo por 2×0, as holandesas foram buscar um placar adverso, para vencer o jogo, com parciais de 30/32, 15/25, 25/22, 25/15, 15/9.

Com o resultado, a Holanda eliminou os Estados Unidos da competição e garantiu vaga nas semifinais do Mundial 2018. Na próxima rodada do grupo H, as holandesas jogam contra a China, em partida que irá decidir as posições da chave e a ordem dos confrontos das semifinais. O jogo é nesta terça-feira, 16 de outubro, a partir das 7 da manhã, com transmissão do SPORTV 2 e do canal da FIVB na internet.

ESTATÍSTICAS
A oposta holandesa Slöetjes marcou 38 pontos na partida, sendo 32 de ataque, 3 de bloqueio e 3 de saque. Seu aproveitamento de ataque foi de aproximadamente 45%. Sua atuação foi determinante para a vitória da Holanda. Em contraponto a sua eficiência, os Estados Unidos continuaram a sofrer com a titular na posição Murphy, que saiu zerada do jogo no 1º set, dando lugar a Lowe. Ela entrou bem e ajudou as americanas a virarem uma diferença de quase dez pontos no placar, na primeira parcial.

Porém, os Estados Unidos não contavam com a resiliência holandesa. Mesmo errando mais, a Holanda foi buscar a partida no serviço. Com um saque agressivo e as dificuldades americanas na virada de bola, a Holanda fez mais pontos no bloqueio que os Estados Unidos. Foram 11 pontos contra 7.

Ainda, logo no começo do jogo, com uma estratégia de saque consistente, a Holanda tirou da quadra a ponteira Kimberly Hill, melhor jogadora do Mundial 2014. Os Estados Unidos não deixaram barato. Pressionaram a ponteira holandesa Buijs na recepção e também a tiraram do jogo. Vieram do banco então, pelo lado holandês, Plak, e pelo lado americano, Bartsch. No entanto, quem se deu melhor foi a Holanda. Plak terminou o jogo com 50% de eficiência no ataque e Bartsch, 40%.

HOLANDA Dijkema (4), Slöetjes (38), Belien (10), Lohuis (3), Balkestein (6), Buijs (4), Knip (0). Entraram: Bongaerts (0), Luttikhuis (0), Plak (16), Schoot (0), Koolhaas (3). Técnico: Jamie Morrison

EUA Lloyd (1), Murphy (0), Akinradewo (12), Adams (13), Hill (2), Larson (11), Robinson (0). Entraram: Hancock (0), Lowe (15), Bartsch (17), Wilhite (0). Técnico: Karch Kirally

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A oposta holandesa Slöetjes à direita/Divulgação FIVB

CHINA VENCE EUA NOVAMENTE

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A seleção chinesa venceu os Estados Unidos novamente, pelo Campeonato Mundial feminino de vôlei. No jogo inaugural do Final Six, pelo grupo H, a China não quis saber do retrospecto na competição e mais uma vez bateu os Estados Unidos. Dessa vez, a vitória chinesa aconteceu no tie-break, de virada, após estar perdendo o jogo por 2×1, com parciais de 25/22, 19/25, 20/25, 25/23, 15/9. No jogo anterior, pela 2ª fase do Mundial, as chinesas ganharam das americanas por 3×0. Na próxima rodada do grupo H, os Estados Unidos jogam contra a Holanda, a partir das 4h da manhã, na madrugada de domingo para segunda, com transmissão do SPORTV e do canal na internet da FIVB.

NÚMEROS
A ponta chinesa Thing Zhu foi a maior pontuadora do confronto com os EUA, com 25 pontos. No lado americano, o destaque individual na pontuação foi a ponteira Kimberly Hill. Ela anotou 24 pontos. Chamou atenção ainda, no segundo duelo entre americanas e chinesas no Mundial 2018, a ineficiência das opostas das duas seleções. Tanto a chinesa Gong, quanto a americana Murphy, tiveram aproveitamento de ataque abaixo de 30%.

Para o sistema tático americano, conseguir jogar sem a eficiência na virada de bola e dos contra-ataques na posição de oposta é um suplício. A saída para a levantadora Lloyd foi sobrecarregar de bolas as ponteiras Hill e Larson. Juntas elas receberam quase 100 bolas, o que descaracterizou o jogo americano. A prova disso é que a eficiência de ataque das duas jogadoras juntas ficou em menos de 40%.

Em situação semelhante, a China foi buscar no banco de reservas, a saída para a virada de bola. A jovem ponteira chinesa Yingying Li saiu de quadra como a atacante mais eficiente de sua seleção, com quase 50% de aproveitamento. Ela entrou na partida, em um momento adverso chinês e foi a solução encontrada pela técnica Lang Ping para virar o jogo.

CHINA Ding (1), Gong (7), Yuan (10), Ni Yan (13), Zhu (25), Zhang (12), Wang (0). Entraram: Hu (0), Di Yao (0), Zeng Chunlei (6), Yingying Li (12). Técnica: Lang Ping

EUA Lloyd (4), Murphy (4), Akinradewo (18), Adams (15), Hill (24), Larson (17), Robinson (0). Entraram: Hancock (0), Lowe (3), Wilhite (0), Bartsch (0). Técnico: Karch Kirally

OUTROS RESULTADOS
Grupo G Japão 0x3 Sérvia 19/25, 18/25, 23/25

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A ponteira Yingying Li ao fundo, comemora ponto chinês/Divulgação FIVB

O FINAL SIX DO MUNDIAL FEMININO

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Diante do desempenho no Mundial de vôlei até a 2ª fase, a seleção feminina italiana desponta como a grande favorita ao título. Após sorteio realizado pela FIVB, ficou definido que as italianas estão ao lado da Sérvia e do Japão no grupo G. No outro grupo, o H, estão Holanda, China e Estados Unidos. Juntamente com a Itália, a Sérvia é a outra favorita do grupo G, para estar entre as quatro melhores seleções do mundo, nas semifinais. O Japão é o azarão, mesmo jogando em casa.

No grupo H, aparentemente, China e Estados Unidos são as seleções candidatas a avançar de fase. Porém, a irregularidade americana na competição aumenta as chances das holandesas provocarem uma grande zebra. Até mesmo as chinesas não estão garantidas.

Após vencer a Rússia, na última rodada da 2ª fase, a China classificou os Estados Unidos para o Final Six. Contra as americanas, teremos a prova se a ética chinesa irá render frutos. Ainda, historicamente, seu jogo não encaixa com a Holanda. Por isso, apesar do favoritismo no grupo H pender aos Estados Unidos e a China, não dá para descartar as holandesas.

SEMIFINAIS
O cruzamento olímpico, para as semifinais, entre os grupos, será mais difícil para as seleções do grupo H. Tanto chinesas, quanto americanas ou holandesas terão problemas. Ficar em segundo ou enfrentar a Itália será páreo duro. No momento, jogar contra os Estados Unidos é o caminho mais fácil. Apesar disso, o título está em aberto. No entanto, pelo que vem jogando, a Itália é a seleção com mais chances de ser campeã.

OS DESTAQUES INDIVIDUAIS DO MUNDIAL FEMININO NAS ESTATÍSTICAS

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Única invicta no Campeonato Mundial de vôlei, com 9 vitórias, em 9 jogos, a seleção italiana feminina também é destaque nas estatísticas da competição. Em praticamente todos os fundamentos, as atletas da Itália estão posicionadas entre as cinco primeiras colocadas de todo o Mundial. A exceção está na recepção. A jogadora italiana melhor posicionada neste quesito é a líbero De Gennaro, em 7º lugar. Depois dela, a atleta da Itália melhor colocada é a ponteira Lúcia Bosseti na 29ª posição. Nos outros fundamentos, o domínio italiano é geral.

Maior pontuadora do Mundial, até aqui, com 182 pontos, a oposta italiana Paola Egonu é a 5ª melhor sacadora da competição, com 15 pontos de saque. Seu aproveitamento no ataque é de 49%, o que lhe posiciona no 7º lugar geral. Sua companheira de seleção, a ponteira Sylla, é a 2ª colocada em eficiência de ataque, com quase 55% de aproveitamento. Ela está atrás apenas da oposta da Sérvia, Boskovic, uma das melhores jogadoras do mundo. O fenômeno sérvio lidera as estatísticas de ataque, com 57% de bolas confirmadas em pontos.

No bloqueio, a central italiana Danesi é a primeira colocada. Ao todo, ela já marcou 27 pontos no fundamento. Além de 81 rebotes. Outra jogadora da Itália, da mesma posição, a central Chirichella está na 6ª posição com 23 pontos, quatro a menos que a líder. Eliminada do torneio, com uma escola tradicional de bloqueio, a Rússia possui duas jogadoras entre as três melhores, Fetisova e Koroleva, com 30 e 28 pontos cada, respectivamente.

No serviço, o destaque individual é a ponteira do Azerbaijão, Polina Rahimova. Ela lidera com 20 pontos de saque, em 9 jogos na competição. A ponteira mexicana, Bricio, está em 2º lugar no fundamento, com 19 pontos diretos. Na temporada de clubes, há anos, ela é uma das melhores sacadoras da Liga Italiana.

Os dados do levantamento são curiosos. Entre as seis finalistas do Mundial, apenas três seleções possuem levantadoras posicionadas nos dez primeiros lugares. São elas: Itália em 3º com Ofélia Malinov, China em 5º com Ding e Holanda em 8º com Dijkema. A líder no fundamento é a ousada levantadora de Porto Rico, Natália Valentin.

No fundo de quadra, a liderança na defesa também é de Porto Rico. A líbero Venegas, com passagens pelo Brasil, é a 1ª colocada, seguida pela dominicana Castillo, que também jogou a Superliga. Fecha a lista das três melhores defensoras, a líbero do Azerbaijão, Iuliia Karimova. Na recepção, a líbero Kobata do Japão lidera as estatísticas. Em 2º lugar aparece a ponteira alemã Geerties. Em terceiro, a líbero americana Robinson.

No âmbito geral, o maior destaque individual do Mundial 2018, até agora, é a oposta holandesa Slöetjes. Ela é terceira maior pontuadora do torneio, com 174 pontos, atrás da italiana Paola Egonu e da alemã Lippmann. Sua eficiência no ataque é de 52%. De 280 bolas, ela colocou no chão 146. Até a 2ª fase, ela é a terceira melhor atacante de todo o Mundial. No serviço, Slöetjes também é a terceira colocada, com 19 pontos diretos de saque.

SELEÇÃO BRASILEIRA
Eliminado da competição, o Brasil possui nomes, em alguns fundamentos, entre as melhores. A oposta Tandara é 4ª maior pontuadora com 165 pontos. Na eficiência de ataque, Tandara é a 10ª colocada, com 48% de aproveitamento, no arredondamento. No bloqueio, a central Bia aparece em 9º lugar, com 25 pontos e 60 rebotes. O Brasil não tem entre as dez melhores sacadoras nenhuma jogadora. Dani Lins é a 10ª no levantamento. Na recepção, Gabi é a 9ª colocada, com 34%. Na defesa, a líbero Suelen é o 9º lugar com apenas 4 faltas, em 125 ações.

Fonte: FIVB

BRASIL É ELIMINADO DO MUNDIAL FEMININO

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O Brasil não conseguiu vencer o Japão pelo placar máximo, ou seja, 3×0, e foi eliminado do Campeonato Mundial feminino de vôlei. Em jogo válido pela última rodada da 2ª fase, do grupo E, as brasileiras venceram as japonesas, por 3×2, de virada, com parciais de 23/25, 16/25, 28/26, 25/21, 15/11, no entanto, a vitória foi insuficiente. Com o resultado, a seleção brasileira encerrou sua participação na competição fora do grupo semifinalista, pela primeira vez, em 16 anos. A colocação final, 7º lugar, é a pior posição também em 16 anos.

No grupo E, ao lado do Japão, estão classificadas para a 3ª fase, Sérvia e Holanda. No grupo F, com a vitória chinesa em cima da Rússia por 3×1, os Estados Unidos ficaram com a última vaga do grupo, mesmo perdendo para a Itália, única invicta na competição e classificada para a 3ª fase. Completa o trio do grupo F, garantido no Final Six, a seleção da China.

SORTEIO
Definidas as seleções classificadas para o Final Six, logo em seguida, a FIVB realizou um sorteio para definir os grupos e os confrontos na 3ª fase. A seleção italiana, líder do grupo F, não poderia estar no mesmo grupo que a seleção holandesa, líder do grupo E. Dessa forma, a Itália foi sorteada para o grupo G e a Holanda para o grupo H.

O processo de definição dos grupos também se repetiu, no sorteio, para definir a posição das outras quatro seleções. Segundos e terceiros colocados na 2ª fase, nos grupos E e F, não poderiam cair na mesma chave. Sérvia e Japão se juntaram a Itália no grupo G. China e Estados Unidos foram para o grupo H com a Holanda.

TABELA FINAL SIX
Grupo H 14/10 04:10 China X EUA
Grupo G 14/10 07:20 Japão X Sérvia
Grupo H 15/10 04:10 Holanda X EUA
Grupo G 15/10 07:20 Itália X Japão
Grupo G 16/10 04:10 Itália X Sérvia
Grupo H 16/10 07:20 Holanda X China

ÚLTIMOS RESULTADOS
Grupo E México 1×3 Porto Rico 17/25, 19/25, 25/18, 19/25
Grupo E Alemanha 0x3 Rep. Dominicana 12/25, 19/25, 17/25
Grupo E Holanda 3×0 Sérvia 25/16, 25/12, 25/20
Grupo F Bulgária 3×0 Azerbaijão 25/19, 25/20, 25/20
Grupo F Turquia 3×1 Tailândia 22/25, 25/20, 25/22, 25/20
Grupo F Itália 3×1 EUA 25/16, 25/23, 20/25, 25/16
Grupo F China 3×1 Rússia 25/22, 21/25, 25/23, 25/15

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O choro de Gabi/Divulgação FIVB

EM JOGO DECISIVO, BRASIL VENCE HOLANDA EM 5 SETS

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A seleção brasileira feminina de vôlei sobreviveu no Campeonato Mundial com um vitória sobre a Holanda no tie-break. Em jogo válido pela penúltima rodada do Grupo E, o Brasil bateu as holandesas por 3×2, de virada, com parciais de 21/25, 25/18, 25/27, 25/19, 15/7. Com o resultado, as brasileiras mantiveram as chances de classificação para o Final Six. Para chegar a 3ª fase do Mundial, a seleção brasileira precisa vencer as japonesas, donas da casa, por 3×0. Qualquer resultado diferente desse placar elimina o Brasil. O jogo com o Japão, é amanhã, logo cedo, a partir das 7h20 da manhã, com transmissão do SPORTV 2.

ESTATÍSTICAS
Contra a Holanda, a oposta Tandara, mais uma vez no Mundial 2018, foi o destaque individual brasileiro, com 28 pontos. Seu aproveitamento de ataque, no entanto, ficou abaixo de 50%. De 50 tentativas, ela confirmou 22 ataques. Pelo lado holandês, a oposta Slöetjes marcou 25 pontos, sendo 24 no ataque e 1 de saque. A exemplo de Tandara, a oposta holandesa também recebeu muitas bolas no ataque e teve aproveitamento parecido de quase 50%.

No aspecto coletivo, o Brasil sobressaiu-se no fundamento bloqueio. Com 17 pontos contra 5 da Holanda. Ainda assim, o jogo foi decidido no tie-break. O volume de jogo das holandesas foi preponderante para equilibrar as ações. Em um momento adverso do jogo, no 3º set, com diferença no placar de 7 pontos, a Holanda conseguiu reverter a situação e vencer a parcial graças a sua postura na defesa. Algo até então, inesperado, em se tratando de Holanda.

Já o Brasil, nos momentos em que esteve a frente, principalmente nas parciais em que venceu, executou uma excelente estratégia de saque. O desempenho brasileiro no fundamento obrigou o técnico da Holanda a fazer algumas trocas, inclusive no levantamento, para surpreender o bloqueio do Brasil.

BRASIL Roberta (3), Tandara (28), Bia (10), Adenízia (5), Gabi (13), Drussyla (4), Suelen (0). Entraram: Dani Lins (1), Natália (2), Garay (13), Thaísa (0), Carol (4). Técnico: José Roberto Guimarães

HOLANDA Dijkema (0), Slöetjes (25), Belien (9), Lohuis (9), Buijs (4), Balkestein (8), Knip (0). Entraram: Bongaerts (1), Plak (10), Jasper (1), Luttikhuis (0), Schoot (0). Técnico: Jamie Morrison

OUTROS RESULTADOS
Grupo E México 0x3 Rep.Dominicana 13/25, 18/25, 15/25
Grupo E Alemanha 3×1 Porto Rico 25/23, 25/27, 29/27, 25/22
Grupo E Japão 3×1 Sérvia 15/25, 25/23, 25/23, 25/23
Grupo F Turquia 3×1 Azerbaijão 26/24, 25/17, 22/25, 25/21
Grupo F Bulgária 3×2 Tailândia 25/18, 22/25, 18/25, 25/22, 19/17
Grupo F Itália 3×1 Rússia 22/25, 25/20, 25/18, 25/22
Grupo F China 3×0 EUA 25/17, 26/24, 25/18

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O bloqueio brasileiro na marcação da ponteira Balkestein/Divulgação FIVB

MÉXICO ASSUSTA O BRASIL

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Pelo Campeonato Mundial de Vôlei Feminino, o Brasil passou um susto com o México, mas venceu a partida de virada, por 3×1, com parciais de 23/25, 25/23, 25/13, 25/19, em jogo válido pelo Grupo E. A linha de recepção brasileira sofreu com o saque mexicano. A oposta brasileira Tandara foi a maior pontuadora do confronto, com 25 pontos. Pelo México, o destaque individual foi a oposta Rangel. Ela anotou 23 pontos. Na próxima rodada, o Brasil enfrenta a Holanda, em jogo decisivo, na madrugada de terça-feira para quarta-feira, a partir de 1h25, com transmissão do SPORTV 2. Já o México joga contra a República Dominicana.

RESUMO
Brasil e México iniciaram o jogo errando muito. O México apostava tudo no saque. O Brasil era disperso. Sem o peso do favoritismo, as mexicanas eram franca-atiradoras. As brasileiras sentiam a pressão pela vitória, dada a sua situação na competição. O Brasil parecia preso e o México, com seu time quase juvenil, era leve. Aproveitando-se da irregularidade brasileira, as mexicanas venceram a primeira parcial, por 25/23.

Com a derrota no 1º set, o jogo ficou difícil para o Brasil. O México ganhou confiança. O técnico brasileiro José Roberto Guimarães confirmou Drussyla em quadra, como na primeira parcial, no lugar de Natália. Aos poucos o sistema defensivo do Brasil pressionou o ataque mexicano. O bloqueio começou a tocar nas bolas e as brasileiras entraram no jogo. No sufoco, o Brasil venceu o set, 25/23.

No 3º set, o Brasil teve o controle quase total das ações. A virada de bola aumentou a eficiência com a melhora da recepção. O México não confirmava os ataques. A distribuição da levantadora Roberta era superior a de Dani Lins, que saiu do jogo para não voltar mais. Resultado: Brasil 25/13.

Na quarta parcial, o Brasil manteve o ritmo de seu jogo. O México já não surpreendia e sentia as suas carências. O Brasil explorava as deficiências mexicanas e mantinha o controle do jogo. Sem fazer muito esforço, o Brasil fechou o confronto, 25/19.

BRASIL Dani Lins (0), Tandara (25), Bia (8), Adenízia (10), Gabi (15), Natália (0), Suelen (0). Entraram: Roberta (0), Drussyla (14), Thaísa (1). Técnico: José Roberto Guimarães

MÉXICO Sashiko (2), Rangel (23), Moreno (6), Valle (4), Parra (17), Bricio (9), Lopez (0). Entraram: Valdez (0). Técnico: Naranjo de Jesus

OUTROS RESULTADOS
Grupo E Alemanha 0x3 Sérvia 14/25, 20/25, 20/25
Grupo E Holanda 3×0 Rep. Dominicana 25/19, 25/16, 25/14
Grupo E Japão 3×0 Porto Rico 25/22, 25/14, 25/18
Grupo F Bulgária 1×3 Rússia 21/25, 20/25, 25/23, 19/25
Grupo F Turquia 0x3 EUA 21/25, 17/25, 18/25
Grupo F China 3×0 Azerbaijão 25/17, 25/16, 25/17
Grupo F Itália 3×0 Tailândia 25/15, 25/12, 25/15

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A levantadora Roberta/Divulgação FIVB