O MUNDIAL DE CLUBES MASCULINO

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O Sada/Cruzeiro estreou hoje no Mundial de clubes masculino de vôlei, disputado na Polônia, com derrota. O time mineiro, atual campeão sul-americano, único representante brasileiro na competição, perdeu para a equipe polonesa do Resovia, dona da casa, por 3×2, com parciais de 23/25, 25/18, 25/23, 24/26, 17/15.

Com o resultado, o Cruzeiro viu suas chances de avançar às semifinais diminuírem. Os mineiros precisam vencer seus dois próximos jogos pelo grupo B do Mundial, de preferência por 3×0 ou 3×1, contra o time iraniano do Khatam Arkadan, atual campeão asiático e o Trentino da Itália, um dos melhores times do mundo. Não será tarefa fácil.

Na outra chave, considerada o grupo da morte do Mundial, o Civitanova da Itália venceu o Belchatow da Polônia por 3×1, com parciais de 25/21, 22/25, 25/21, 27/25. Em outra partida do grupo, o time do Zenit Kazan, atual campeão mundial, enfrentou a equipe do Fakel, no clássico russo, e perdeu por 3×2 na estreia, com parciais de 25/23, 26/28, 21/25, 25/22, 15/11.

Na próxima rodada, o Cruzeiro joga a sua sobrevivência no Mundial de clubes contra o Trentino, na quarta-feira, 28 de novembro, a partir das 14h30, com transmissão do SPORTV 2. Caso seja derrotado, poderá ser eliminado precocemente da competição. No outro jogo do grupo, o Resovia enfrenta o time iraniano do Khatam. Pelo grupo A, o Zenit Kazan joga com o Civitanova em busca de recuperação. Se perder, também corre risco de eliminação. Já o Fakel enfrenta o Belchatow. Os jogos ocorrem na terça.

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A torcida polonesa do Resovia/Divulgação FIVB

O JOGO DA RODADA – Fora de casa, Minas derrota Sesi/Bauru pela Superliga Feminina

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O Minas Tênis conquistou a sua terceira vitória consecutiva pela Superliga Feminina. Fora de casa, no ginásio Panela de Pressão, em Bauru, a equipe mineira derrotou o Sesi/Bauru por 3×1, com parciais de 25/15, 25/18, 15/25, 25/22, em jogo válido pela terceira rodada. A oposta italiana Diouf foi a maior pontuadora do confronto com 16 pontos. A central Carol Gattaz foi escolhida pelos telespectadores como a melhor do jogo. Ela recebeu o trofeú Viva Vôlei e ainda marcou 14 pontos, sendo a maior pontuadora do Minas na partida.

Com o resultado, o time mineiro assumiu a vice-liderança da competição com 9 pontos e está invicto. O Bauru está fora da zona de classificação, em 9° lugar, com 3 pontos. Na próxima rodada, o Sesi/Bauru viaja ao Rio de Janeiro para enfrentar o Sesc/RJ, na terça-feira, 27 de novembro, com transmissão do SPORTV 2, a partir das 21h30. Já o Minas joga contra o Pinheiros, no ginásio Henrique Villaboin, também na terça-feira, às 19h.

RESUMO

O Minas realizou uma partida taticamente perfeita nas duas primeiras parciais. Com um nível de saque excelente, a equipe mineira dificultou o trabalho da linha de passe do Bauru e cometeu poucos erros. O time paulista sofreu na recepção. Aproveitando quase todos os contra-ataques, o Minas fez 2×0 com facilidade. No 3° set, o panorama do jogo inverteu-se. O Bauru sacou melhor e a levantadora do Minas, Macris perdeu-se na distribuição. O técnico italiano minas-tenista Lavarini tentou correr atrás do prejuízo, mas o Bauru fechou a parcial em 25/15. O 4° set foi o mais equilibrado do confronto. O set seguiu parelho até o 20° ponto. Na reta final, o Minas recuperou a consistência de seu jogo e fechou a partida em 3×1, impondo seu ritmo na virada de bola e nos contra-ataques.

SESI/BAURU Fabíola (3), Diouf (16), Valquíria (10), Andressa Picussa (10), Palácio (12), Vanessa Janke (7), Tássia (0). Entraram: Arlene Xavier (1), Tifanny (3), Gabriela Cândido (0). Técnico: Anderson Rodrigues

MINAS TÊNIS CLUBE Macris (2), Bruna Honório (11), Carol Gattaz (14), Mara (10), Gabi (13), Natália (12), Léia (0). Entraram: Geórgia (1), Lana Conceição (3), Malú (0), Mayany (0), Ciça (0). Técnico: Stefano Lavarini

OUTROS RESULTADOS

Osasco 2×3 Pinheiros 25/21, 22/25, 25/18, 18/25, 9/15

Curitiba Vôlei 3×0 Camboriú 25/19, 25/22, 25/20

Brasília 0x3 Praia Clube 17/25, 13/25, 18/25

São Caetano 0x3 Sesc/RJ 21/25, 17/25, 22/25

Fluminense 2×3 Barueri 25/20 25/22, 17/25, 18/25, 9/15

FIVB ATUALIZA RANKING INTERNACIONAL

A Federação Internacional de vôlei atualizou seu ranking na última semana. O Brasil manteve as posições nos dois naipes. No masculino, a seleção brasileira continua em 1° lugar após o vice-campeonato no Mundial 2018. O Brasil é líder do ranking masculino há 17 anos. Já entre as mulheres, mesmo com a má campanha no Mundial, o Brasil terminou em 7° lugar na competição, as brasileiras seguem na quarta colocação.

As principais alterações nas posições do ranking internacional ocorreram no feminino. Depois do inédito título mundial, a seleção da Sérvia passou do 3° lugar para a liderança geral. Na sequência, aparecem respectivamente, China e Estados Unidos, na segunda e terceira colocação. As demais posições, até 8° lugar, mantiveram seus postos. Pela ordem: Brasil, Rússia, Japão, Holanda e Itália.

No masculino, mesmo com o tricampeonato mundial, a Polônia perdeu uma posição no ranking e está em 4° lugar. Isso porque, a Itália, terceira colocada, realizou uma campanha melhor no Mundial do que em 2014. A diferença entre as duas seleções é de 4 pontos. Já a Rússia, perdeu uma posição e está no 5° lugar. Os Estados Unidos estão na vice-liderança. Canadá, Argentina, Irã, França e Sérvia completam o rol dos dez primeiros colocados ocupando do 6° ao 10° lugar, respectivamente.

No link abaixo, você acessa o ranking em detalhes.

http://www.fivb.org/en/volleyball/Rankings.asp

TÓQUIO 2020

O anúncio da atualização do ranking pela FIVB foi importante porque o processo qualificatório para os Jogos Olímpicos de Tóquio será realizado a partir dele. As 24 seleções melhores colocadas, com exceção do Japão, sede dos Jogos, serão divididas em 6 grupos, com 4 países cada. A distribuição dos grupos acontecerá no formato serpentina, de acordo com as posições no ranking. O melhor de cada grupo garante vaga nos Jogos de Tóquio. Restarão 5 vagas a serem distribuídas nos pré-olímpicos continentais.

Dada a composição atual do ranking, hoje, o Brasil disputa uma vaga nas Olimpíadas, no masculino com: Bulgária, Egito e Porto Rico. No feminino, a seleção brasileira está ao lado de: República Dominicana, Camarões e Azerbaijão. A previsão de data para os torneios pré-olímpicos é agosto de 2019.

As sedes desses eventos pré-olímpicos serão decididas prioritariamente aos países melhores colocados no ranking. Na versão masculina, pela ordem, são eles: Brasil, Estados Unidos, Itália, Polônia, Rússia e Canadá. Na categoria feminina: Sérvia, China, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Holanda. Caso algum desses países descarte sediar os pré-olímpicos, a FIVB dará prioridade ao segundo melhor colocado do grupo, no ranking, para receber os eventos.

A PRIMEIRA RODADA DA SUPERLIGA FEMININA

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Teve início na última terça-feira a vigésima quinta temporada da Superliga Feminina. Na abertura da competição, o atual campeão, Praia Clube de Uberlândia bateu o Pinheiros, em São Paulo, por 3×0, com parciais de 31/29, 26/24, 26/24. A ponteira Rosamaria foi eleita a melhor do jogo e recebeu o troféu Viva Vôlei.

Na sequência do torneio, outras equipes entraram em quadra pela primeira rodada da Superliga Feminina. Em Bauru, um dos confrontos mais parelhos da rodada. O time da casa recebeu a equipe do técnico da seleção brasileira feminina, José Roberto Guimarães. Dentro de seus domínios, o Sesi/Bauru não deu chances ao adversário e venceu o Hinode/Barueri, por 3×0, com parciais de 27/25, 25/22, 25/15. A oposta italiana Diouf foi a maior pontuadora do jogo com 16 pontos.

Na capital paulista, em outro jogo equilibrado, o Pinheiros enfrentou o Fluminense. O tradicional clube de São Paulo derrotou a equipe carioca, de virada, por 3×1, com parciais de 19/25, 25/22, 26/24, 25/21. Para vencer, o Pinheiros conseguiu anular a ponteira Thaisinha do Fluminense. Ela saiu do jogo com apenas 3 pontos. Mesmo com uma atuação acima da média da oposta Joycinha, ela marcou 24 pontos na partida, o Fluminense não conseguiu superar o Pinheiros.

Ainda em São Paulo, mais precisamente em São Caetano, o Osasco estreou com vitória na Superliga. Fora de casa, o time saiu atrás no placar e teve dificuldade para fechar o jogo, também por virada, por 3×1, com parciais de 20/25, 25/21, 25/15, 28/26. A ponteira peruana Leyva foi o destaque individual do Osasco, com 21 pontos. Pelo lado do São Caetano, Fernanda Thomé foi a maior pontuadora. Ela anotou 14 pontos.

Em Brasília, o Minas, um dos favoritos ao título nesta temporada, foi surpreendido pelo time da casa, no 1° set. Jogando atrás, o Minas venceu, em mais uma virada na rodada, por 3×1, com parciais de 21/25, 25/12, 25/14, 25/23. A ponteira Natália foi eleita a melhor em quadra.

Já em Camboriú, o Praia não encontrou resistência no recém-chegado time do Vôlei Camboriú à primeira divisão da Superliga. Vitória tranquila, por 3×0, com parciais de 25/14, 25/18, 25/16. A central Fabiana foi a maior pontuadora do confronto com 12 pontos. Esta foi a segunda vitória do time de Uberlândia na competição. Com o resultado, o Praia lidera a Superliga Feminina com 6 pontos.

Encerrando a primeira rodada, com transmissão do SPORTV, o Sesc/RJ enfrentou o Curitiba Vôlei, no Ginásio da Tijuca. O time do técnico Bernardinho sofreu na linha de passe e encontrou dificuldades para impor seu ritmo de jogo nas duas primeiras parciais. O Curitiba Vôlei teve um excelente volume de jogo, mas não conseguiu sustentar a virada de bola. No fim, triunfo carioca por 3×0, com parciais de 25/21, 25/20, 25/11. A dominicana Peña do Sesc/RJ, foi eleita a melhor do jogo pelos telespectadores e recebeu o troféu Viva Vôlei.

SEGUNDA RODADA

Na próxima rodada, o Praia Clube defende a liderança da competição contra o Curitiba Vôlei, na terça-feira, em Uberlândia. O Sesc/RJ recebe o Brasília, no Ginásio do Tijuca, também na terça. Ainda na capital carioca, no mesmo dia, o Fluminense enfrenta o Vôlei Camboriú, no Ginásio do Hebraica. Em Belo Horizonte, o Minas faz o seu primeiro jogo em casa contra o São Caetano. Já em Barueri, com transmissão do canal da CBV na internet, o Hinode recebe o Pinheiros. Fechando a rodada, com transmissão do SPORTV, na reedição da final do último Campeonato Paulista, o Osasco joga com o Sesi/Bauru.

 

FIVB DEFINE PROCESSO QUALIFICATÓRIO PARA TÓQUIO 2020

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A Federação Internacional de Vôlei lançou recentemente em sua página na internet, licitação do processo qualificatório para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. No documento, constam as regras para a escolha das sedes dos eventos. Nesse momento, a iniciativa da FIVB serve como uma carta de intenção das federações em receber os torneios pré-olímpicos.

VAGAS OLÍMPICAS 

Em virtude da participação do Japão como sede das Olimpíadas, toda a qualificação foi alterada. Diferentemente dos últimos ciclos, quando a Copa do Mundo distribuía vagas, a definição das seleções participantes dos Jogos de Tóquio 2020 será dividida em seis torneios, com sedes distintas, com seis cabeças de chave, tendo como critério para a distribuição dos grupos, o ranking internacional. As outras cinco vagas restantes serão definidas em pré-olímpicos continentais, depois de decididas as vagas nos pré-olímpicos mundiais.

 

GIBA É CONDECORADO AO HALL DA FAMA

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No último final de semana, em cerimônia realizada em Holyoke, Massachusetts, nos Estados Unidos, o campeão olímpico e tricampeão mundial Giba foi condecorado ao Hall da Fama. O ex-atleta não pôde comparecer ao evento e foi representado pelo seu melhor amigo. Ele é o 15º brasileiro a ser eternizado no vôlei mundial ao entrar para o seleto grupo.

Além do ex-jogador da seleção brasileira, também foram nomeados, na mesma cerimônia, a ex-ponteira da seleção russa Evgenia Artamonova, o ex-central holandês Bas Van de Goor, o técnico neozelandês Hugh McCutcheon e o dirigente japonês Hiroshi Toyoda.

Entre os brasileiros, fazem parte do Hall da Fama as seguintes personalidades do vôlei: Adriana Behar e Shelda, Nalbert, Bebeto de Freitas, Maurício Lima, José Loiola, Ana Moser, Carlos Arthur Nuzman, Sandra Pires, Fofão, Bernard, Emanuel, Jackie Silva e Renan Dal Zotto.

OS PROGNÓSTICOS PARA A SUPERLIGA FEMININA

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Começou ontem na capital paulista a temporada 2018/2019 da Superliga Feminina. A julgar pelo resultado da partida inaugural, entre Pinheiros e Praia Clube, as previsões de grande equilíbrio dos analistas, sobre essa edição da competição, irão se confirmar. Apesar do time de Uberlândia ter vencido o Pinheiros por 3×0, as parciais decididas na margem mínima 31/29, 26/24, 26/24, demonstraram a imprevisibilidade da 25ª Superliga Feminina.

Pesam a favor desse diagnóstico, a invasão estrangeira, a maior da história no torneio feminino, comparável à época do real valorizado ao dólar, no fim dos anos 90, o aumento do investimento dos clubes em tempos de crise, a dificuldade em apontar quais serão as oito equipes classificadas para os playoffs e a indefinição clara das posições entre os primeiros colocados.

Tal cenário só é parâmetro nos 25 anos da Superliga Feminina na temporada 2000/2001, quando Vasco e Flamengo decidiram o título em 4 jogos, no antigo ginásio do Maracanãzinho, completamente lotado. Diante desse quadro, pela primeira vez em sua história, a Superliga Feminina pode ser comparada a liga italiana em termos de competitividade. O prognóstico de perde e ganha é real. Para ser campeão será necessário muito suor. Qualquer resultado fora disso, é mérito próprio dos vencedores.

Dessa forma, as doze equipes que disputam a Superliga 2018/2019 foram separadas em quatro degraus. No primeiro degrau, estão as equipes com mais chances de título. São elas: Praia Clube, Sesc/RJ, Minas Tênis Clube e Osasco. No segundo degrau, com possibilidade de título estão os times do Sesi/Bauru e Hinode/Barueri. No terceiro, com boas chances de classificação para os playoffs e potencial para incomodar os adversários mais qualificados, estão o Fluminense e o Pinheiros. No último degrau, estão as equipes que irão lutar para ficar entre os oito primeiros e impedir o rebaixamento: São Caetano, Brasília, Curitiba Vôlei, Vôlei Balneário Camboriú.

OS CAMPEÕES ESTADUAIS NA CATEGORIA FEMININA

O Sesc/RJ conquistou o seu 14º título do Campeonato Carioca feminino. Ontem, jogando no Ginásio da Tijuca, o time do técnico Bernardinho venceu o Fluminense na grande final do estadual. A vitória foi decidida apenas no tie-break, com parciais de 25/21, 23/25, 16/25, 25/19, 15/12. Anteriormente, na semana passada, o Sesi/Bauru foi campeão paulista feminino pela primeira vez em sua história, de forma invicta, após vencer a série final com duas vitórias por 3×2, quebrando uma hegemonia de seis anos do Osasco. Já em Minas Gerais, na última quarta-feira, o Minas Tênis Clube bateu o Praia Clube de Uberlândia, pelo Campeonato Mineiro feminino, na decisão do quadrangular, por 3×0, e foi bicampeão da competição.

PRAIA CLUBE É CAMPEÃO DA SUPERCOPA 2018

O Dentil/Praia Clube venceu ontem a equipe de Osasco, em Fortaleza, e sagrou-se campeão da Supercopa, pela primeira vez em sua história. A disputa do título da competição marcou o início da temporada nacional feminina de clubes. Em quadra, o atual campeão da Superliga Feminina, Praia Clube, contra o vencedor da Copa do Brasil 2018, Osasco/Audax. Diante de 4.500 torcedores, no Centro de Formação Olímpica, o time de Uberlândia venceu a grande final, por 3×1, de virada, com parciais de 27/29, 25/17, 25/21, 25/23.

Na sequência da temporada, o Praia estreia na Superliga contra o Pinheiros, em São Paulo, na próxima terça-feira. Já o Osasco, enfrenta o São Caetano, fora de casa, na sexta-feira, 16 de novembro. A ponteira Garay, do Praia, um dos destaques da final da Supercopa, comentou sobre as suas expectativas para a próxima temporada da Superliga, após o jogo. “Todas as equipes se reforçaram, vai ser uma competição com muitas estrangeiras e não espero nenhum tipo de facilidade para o nosso lado. Nós vencemos no ano passado, mas é uma nova temporada, um novo grupo e precisamos escrever novamente a nossa história”.

PRAIA CLUBE Lloyd, Fawcett, Fabiana, Carol, Rosamaria, Garay, Suelen. Entraram: Michelle, Ananda, Laís, Ellen. Técnico: Paulo Cocô

OSASCO Claudinha, Lorenne, Walewska, Nati Martins, Mari Paraíba, Leyva, Brait. Entraram: Vivi, Hooker, Natasha, Paula Pequeno. Técnico: Luizomar de Moura

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A capitã Fabiana recebendo a taça/DivulgaçãoCBV

A TEMPORADA DE CLUBES FEMININA

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A Confederação Brasileira de Voleibol, CBV, reuniu ontem em São Paulo, para o lançamento da temporada 2018/2019 da Superliga Feminina, representantes dos clubes que irão disputar a competição. Estiveram presentes participantes de quase todos os clubes, entre dirigentes, técnicos, atletas, além de comissão de arbitragem. O evento teve caráter especial por tratar-se da 25ª temporada da Superliga.

E para dar início à temporada nacional de clubes, na categoria feminina, o campeão da Copa do Brasil 2018, Osasco/Audax, enfrenta o atual vencedor da Superliga Feminina, o Praia Clube de Uberlândia, em jogo válido pelo título da Supercopa. A partida acontece no sábado, 10 de novembro, a partir das 21h30, em Fortaleza, no Centro de Formação Olímpica, com transmissão do SPORTV 2.

Na sequência, na terça-feira, 13 de novembro, ocorre a abertura da Superliga, com o jogo entre Pinheiros e Praia Clube, a partir das 21h, na capital paulista, em jogo antecipado da 6ª rodada, em virtude da participação da equipe de Uberlândia, no Mundial de Clubes, no mês de dezembro, na China.

Participam da temporada 2018/2019 da Superliga Feminina os seguintes clubes: Praia Clube, Sesc/RJ, Minas Tênis Clube, Osasco/Audax, Fluminense, Hinode/Barueri, Sesi/Bauru, Pinheiros, Brasília Vôlei, São Cristóvão Saúde/São Caetano, Curitiba Vôlei, Vôlei Balneário Camboriú. No link abaixo, você confere a tabela completa da 25ª temporada da Superliga Feminina.

Clique para acessar o tabela_feminino_18-19.pdf