BRASIL MANTÉM HEGEMONIA NO CONTINENTE

A seleção brasileira masculina de vôlei manteve a hegemonia no Campeonato Sul-Americano. Jogando em Santiago, no Chile, o Brasil conquistou o 32º título da competição. Na decisão, a seleção masculina derrotou a Argentina, no tie-break, após reverter uma desvantagem de 2×0 no placar. A única vez em que os brasileiros não foram campeões sul-americanos foi em 1964, quando não participaram do torneio por problemas políticos. O oposto do Brasil Alan foi eleito MVP do campeonato. Completou o pódio do Sul-Americano 2019, na 3ª posição, a seleção chilena, depois de bater a Venezuela por 3×0, na disputa do bronze.

Ao fim do jogo, o ponteiro Douglas Souza, responsável pelo ponto do título, conversou com a assessoria da CBV sobre a conquista. “Sabíamos que seria um jogo difícil, uma final do Sul-Americano sempre é difícil e muito importante para o nosso time, quanto mais contra a Argentina. Para o nosso time, que é muito novo, foi importante adquirir essa grande experiência e saímos com mais energia ainda para os próximos desafios”.

SELEÇÃO DO SUL-AMERICANO 2019

A seleção do Campeonato Sul-Americano 2019 foi composta pelo levantador argentino Sánchez, o oposto argentino Lima, os central chileno Araya e o central brasileiro Flávio, o ponteiro Leal do Brasil e o ponteiro Bonacic do Chile, e o líbero argentino Danani.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Fase de grupos

10/09 Brasil 3×0 Equador 25/10, 25/16, 25/14

11/09 Brasil 3×0 Colômbia 25/15, 25/10, 25/17

12/09 Brasil 3×1 Argentina 25/23, 25/21, 18/25, 25/21

Semifinal

13/09 Brasil 3×0 Chile 25/16, 25/17, 25/21

Final

14/09 Brasil 3×2 Argentina 24/26, 22/25, 31/29, 25/20, 15/13

A comemoração do título/Maurício Palma/Fevochi

RESUMO DA COPA – dia 1

Teve início nesse sábado, 14 de setembro, a edição de 2019 da Copa do Mundo de vôlei, na categoria feminina, no Japão. Doze seleções disputam o título da competição no formato round robin. O país com maior número de vitórias será declarado campeão. O torneio vale pontos para o ranking internacional e nessa edição irá distribuir premiação recorde. No entanto, pela primeira vez desde 1989, a Copa do Mundo não dará classificação olímpica aos vencedores.

Rodada

Na abertura da Copa, na cidade de Hamamatsu, os Estados Unidos, atual bicampeão da Liga das Nações, venceu o Quênia pelo placar máximo, com parciais de 25/14, 25/20, 25/14, sem muitas dificuldades. A oposta americana Drews foi a maior pontuadora do confronto com 14 pontos.

Na outra sede, na cidade de Yokohama, a seleção da Rússia também não teve muita resistência para derrotar o outro país africano da Copa, no caso Camarões. Com parciais de 25/14, 25/15, 25/10, as russas saíram de quadra com o triunfo pelo placar máximo. Koroleva e Voronkova marcaram 13 pontos cada, sendo o destaque da partida na pontuação.

No terceiro jogo do dia, a seleção holandesa que não disputava a Copa do Mundo desde 1995, há 24 anos, bateu a Argentina por 3×0, com parciais de 25/16, 25/17, 25/19. O técnico da Holanda, Jamie Morrison, demonstrou confiança no desempenho de seu time, em coletiva de imprensa dada para a FIVB depois do jogo.

“Primeiro, isso é um começo. Eu acredito que podemos melhorar um pouco mais. Acho que deixamos espaço no bloqueio e a qualidade do sistema defensivo não estava bem esta noite. Nós iremos melhorar a medida que o torneio avançar”.

Já a China, atual campeã da Copa do Mundo e medalha de ouro nos Jogos do Rio 2016, também passou sem sustos sobre uma de suas principais rivais no continente asiático, a Coréia do Sul. A vitória ocorreu por 3×0, com parciais de 25/21, 25/15, 25/14. Como não poderia ser diferente, a chinesa Ting Zhu foi a maior pontuadora da partida com 22 pontos.

Encerrando a rodada, depois do triunfo brasileiro sobre a Sérvia no tie-break, na sede de Hamamatsu, o Japão não deu chances para a República Dominicana, na cidade de Yokohama. Mesmo com o relaxamento no 3º set, as japonesas provaram serem uma das candidatas ao pódio da Copa, após bateram as dominicanas por 3×1, com parciais de 25/21, 25/11, 24/26, 25/14.

NA ESTREIA DA COPA, BRASIL SUPERA SÉRVIA

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória na Copa do Mundo 2019. Diante de um time alternativo da Sérvia e desfalcadas de Natália e Tandara, as brasileiras derrotaram as atuais campeãs mundiais por 3×2, com parciais de 25/20, 23/25, 25/18, 22/25, 15/12. A oposta da Sérvia Ana Bjelica foi a maior pontuadora do confronto com 24 pontos. Pelo Brasil, o destaque individual na pontuação foi a oposta Lorenne. Ela anotou 23 pontos. Na próxima rodada da competição, o Brasil enfrenta a Argentina, no domingo, às 5h, com transmissão do SPORTV 2. Já a Sérvia encara os Estados Unidos, a partir das 2h da madrugada.

Ao final do jogo, Lorenne comentou sobre o triunfo contra a Sérvia com a assessoria da CBV. “Foi um bom começo de competição. Tivemos algumas oscilações na partida, mas o importante foi termos conseguido a vitória. A Sérvia está em um momento muito bom e é a atual campeã mundial. Gostei da forma como o grupo se comportou em todo o confronto. Agora já temos que pensar na Argentina que evoluiu bastante nessa temporada”.

RESUMO

Brasil e Sérvia fizeram uma partida com disputas intensas por cada ponto. O bom volume de jogo das duas seleções propiciou inúmeros contra-ataques, nem sempre aproveitados. A diferença do jogo esteve no bloqueio. Muitas vezes durante o duelo, a maioria dos rallys foi decidido por pontos diretos no fundamento e rebotes. Em muitos momentos, a virada de bola de Brasil e Sérvia foi ineficiente, graças ao sistema defensivo das duas seleções. No momento crucial, no tie-break, com a excelente distribuição da levantadora Macris, brilhou a estrela da oposta brasileira Lorenne. Ela foi responsável por quase 50% dos pontos brasileiros no 5º set.

SÉRVIA Mirkovic (5), Bjelica (24), Aleksic (6), Savic (8), Busa (19), Lazovic (15), Pusic (L). Entraram: Blagojevic (0), Lozo (0), Milenkovic (0). Técnico: Aleksandar Vladisavljev

BRASIL Macris (0), Lorenne (23), Fabiana (16), Bia (9), Gabi (17), Drussyla (14), Leia (0). Entraram: Roberta (0), Sheilla (4), Amanda (0). Técnico: José Roberto Guimarães

Lorenne no serviço, destaque do jogo/Divulgação FIVB

A COPA DO MUNDO FEMININA 2019

A temporada de seleções no ano de 2019 no voleibol se encerra com a disputa da Copa do Mundo. A competição no naipe feminino começa nesse final de semana indo até o fim do mês de Setembro. Na categoria masculina o torneio acontece nos primeiros quinze dias de Outubro. Doze seleções se enfrentam no formato todos contra todos, com 11 jogos, em 15 dias. O país que somar o maior número de vitórias será declarado vencedor.

Participam da Copa do Mundo 2019, o país sede, o atual campeão mundial e as duas melhores seleções ranqueadas de cada continente, somando ao todo, 12 equipes nos dois naipes. Especificamente, no feminino, as seguintes seleções competem: Japão, Sérvia, Rússia, Holanda, Estados Unidos, República Dominicana, China, Coréia do Sul, Brasil, Argentina, Quênia e Camarões.

Em virtude da sede dos Jogos Olímpicos ser a capital do Japão, no caso Tóquio, excepcionalmente, a Copa do Mundo não irá distribuir vagas para as Olimpíadas de 2020. Para atrair o interesse das seleções para a competição e diminuir o impacto do esvaziamento causado pelo fato de não conceder classificação olímpica, a Federação Internacional de Vôlei aumentou a premiação da Copa do Mundo dada aos vencedores.

No entanto, mesmo com os apelos da FIVB, a Sérvia, atual campeã mundial, bicampeã europeia e vice-olímpica, irá poupar suas principais jogadoras e mesclar o seu time com uma seleção alternativa. Já as chinesas, também adeptas da tática, atuais campeãs da Copa do Mundo e campeãs olímpicas na Rio 2016, terão força máxima. Segundo alguns, a decisão da China em levar o que há de melhor, se deu por uma questão geopolítica.

Em se tratando de favoritos, na opinião do blog, a disputa deve se restringir aos Estados Unidos e a China. As duas seleções estarão completas e devem duelar a cada ponto pelo título da Copa do Mundo 2019. As chinesas vão em busca do pentacampeonato da competição. As americanas nunca venceram o torneio. Correm por fora, com alguma chance de vitória no campeonato, a seleção do Japão, além de Rússia, Holanda e Brasil. Também é bom ficar de olho na República Dominicana e na Coréia do Sul. Em termos de surpresa, se tiver, uma dessas duas seleções podem aprontar.

Seleção feminina

A seleção brasileira feminina de vôlei contará na Copa do Mundo 2019 com o retorno das bicampeãs olímpicas Sheilla e Fabiana. Além delas, foram reintegradas ao grupo a ponteira Drussyla e a líbero Camila Brait. A ponteira Gabi, poupada do Sul-Americano, também estará em quadra. As grandes ausências da seleção, depois de uma temporada complicada, serão a ponteira Natália e a oposta Tandara. Com muitos problemas de contusão, o técnico José Roberto Guimarães irá poupar Natália da Copa do Mundo. Já Tandara pediu dispensa para tratar de assuntos particulares.

O Brasil estreia na competição, no sábado, 14 de setembro, logo cedo, às 5h da manhã contra o time B da Sérvia, na cidade de Hamamatsu. Na sequência, no dia seguinte, 15 de setembro, enfrenta a Argentina, no mesmo horário. Para encerrar a semana, nessa primeira sede, as brasileiras jogam com a Holanda, na segunda, 16 de setembro, também às 5h.

Para o Brasil, a competição servirá de grande teste para os Jogos de Tóquio, em 2020. Um pouco abaixo tecnicamente das seleções favoritas a medalhas nas Olimpíadas, a seleção feminina deve entender a Copa do Mundo como parâmetro para elevar o seu nível de jogo. Mesmo sendo uma incógnita, o time que entrará em quadra no ano que vem, as brasileiras precisam compreender o atual estágio técnico da seleção para voltar ao topo.

O SUL-AMERICANO MASCULINO

Começa hoje no Chile, nas cidades de Santiago e Temuco, o Sul-Americano Masculino de vôlei. O Brasil defende uma hegemonia histórica na competição. Em toda às vezes que disputou o torneio, a seleção brasileira masculina nunca perdeu o campeonato. Foram 31 títulos, em 32 edições. A exceção se deu em 1964, quando o Brasil não participou do Sul-Americano por problemas políticos. Naquele ano, a seleção da Argentina foi a campeã do continente, em Buenos Aires.

2019

Participam do Campeonato Sul-Americano 2019, oito seleções divididas em dois grupos. O Brasil está no grupo A, ao lado de Equador, Colômbia e Argentina. O outro grupo é formado por Chile, Venezuela, Peru e Bolívia. Os dois primeiros de cada chave avançam de fase. A estreia brasileira acontece nessa terça-feira, 10 de Setembro, às 22h, hora de Brasília, contra o Equador.

O técnico Renan Dal Zotto poupou do Sul-Americano alguns de seus principais jogadores. Entre eles: Bruninho, Lucarelli, Maurício Souza, Maurício Borges e Lucão. Todos eles ficaram em Saquarema treinando para a Copa do Mundo. O oposto Wallace já havia pedido dispensa para cuidar da família e não joga mais esse ano pelo Brasil. O objetivo da medida é dar rodagem e testar jovens promessas.

Foram convocados para o Sul-Americano 2019, por Renan Dal Zotto, os seguintes atletas: os levantadores Cachopa e Carísio, os opostos Alan e Filipe Roque, os centrais Flávio, Isac, Matheus Bispo e Cledenilson, os ponteiros Leal, Douglas Souza, Hugo e Victor Birigui, e os líberos Thales e Maique.

Competição

A cada nova edição do Sul-Americano de vôlei masculino cresce a ameaça ao predomínio brasileiro na competição. Em 2017, a esperada final com a Argentina não ocorreu. Isso mostra que o nível do voleibol jogado no continente aumenta paulatinamente. Não são apenas os argentinos que podem nos oferecer resistência. Venezuela e Chile já estão no radar.

A julgar pelo fato de Brasil e Argentina pouparem seus principais jogadores da competição, tudo pode acontecer. Claro, as duas seleções são as principais favoritas. No entanto, a Venezuela de Rodriguez e o Chile dos irmãos Parraguirre estão evoluindo. E é bom lembrar que Venezuela ou Chile estarão nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, pois brasileiros e argentinos já estão classificados.

Dada a conjuntura, o que se espera do Brasil no Sul-Americano é a afirmação de jovens promessas como Victor Birigui, um ganho maior de entrosamento de Leal com a seleção, além da manutenção da hegemonia histórica no continente.

A tabela do Sul-Americano 2019

10/09 Grupo A 22:00 Brasil x Equador

11/09 Grupo A 22:00 Brasil x Colômbia

12/09 Grupo A 16:00 Brasil x Argentina

13/09 Semifinal 1 19:30

13/09 Semifinal 2 21:30

14/09 Final 21:30

APÓS 8 ANOS, CUBA VENCE CAMPEONATO CONTINENTAL

No último final de semana, em Winnipeg, no Canadá, a seleção cubana masculina de vôlei sagrou-se campeã continental da região da Norceca. Foi o primeiro título de Cuba na competição do continente após um jejum de 8 anos. Ainda em 2019, no mês de Agosto, os cubanos conquistaram a Norceca Champions Cup e levaram a medalha de prata no Pan de Lima.

Na decisão do campeonato continental da Norceca, contando com o reforço do central Simon, reintegrado ao país, Cuba derrotou o time B dos Estados Unidos por 3×1, com parciais de 25/18, 21/25, 25/20, 25/20. Foi uma revanche do revés da 1ª fase, quando os americanos venceram por 3×0. O ponteiro cubano López foi eleito MVP da competição.

Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção canadense. Jogando em casa, com o time considerado titular, o Canadá bateu o México, na disputa do bronze, pelo placar máximo, com parciais de 25/14, 25/18, 25/12.

SÉRVIA É TRICAMPEàEUROPEIA

A seleção feminina de vôlei da Sérvia conquistou o título do Campeonato Europeu 2019. Pela terceira vez na história, a Sérvia ganhou a medalha de ouro na competição, a segunda de forma consecutiva. Anteriormente, a atual campeã mundial da modalidade, foi campeã europeia em 2011 e 2017. Completou o pódio do torneio, na 3ª posição, a seleção italiana que venceu a Polônia na disputa do bronze.

GRANDE FINAL

Jogando em Ankara, na Turquia, na grande final de 2019, a seleção da Sérvia derrotou a seleção turca de virada, no tie-break, com parciais de 21/25, 25/21, 25/21, 22/25, 15/13. A oposta Boskovic da Sérvia foi a maior pontuadora da decisão com 23 pontos. Ela ainda foi eleita MVP do Europeu 2019. Foi a segunda premiação consecutiva dela no campeonato. Em 2017, Boskovic também foi escolhida como melhor jogadora da competição.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Fase de grupos

23/08 Sérvia 3×0 Finlândia 25/17, 25/15, 25/17

25/08 Bulgária 1×3 Sérvia 25/16, 21/25, 20/25, 16/25

26/08 França 1×3 Sérvia 19/25, 13/25, 25/17, 23/25

28/08 Sérvia 3×0 Grécia 25/21, 25/17, 25/21

29/08 Turquia 1×3 Sérvia 25/23, 19/25, 22/25, 22/25

Oitavas-de-final

01/09 Sérvia 3×0 Romênia 25/20, 25/17, 25/23

Quartas-de-final

04/09 Sérvia 3×0 Bulgária 25/19, 25/18, 28/26

Semifinal

07/09 Sérvia 3×1 Itália 25/22, 25/21, 21/25, 25/20

Final

08/09 Sérvia 3×2 Turquia 21/25, 25/21, 25/21, 22/25, 15/13

TURQUIA É FINALISTA DO EUROPEU PELA 2ª VEZ

Em jogo válido pelas semifinais do Campeonato Europeu feminino de vôlei 2019, jogando dentro de casa, em Ankara, a Turquia derrotou a Polônia e garantiu classificação para a final da competição contra a Sérvia. Está é a segunda vez na história que a seleção turca feminina chega a decisão do Europeu. Em 2003, também em Ankara, a Turquia perdeu o título para a Polônia e ficou com a medalha de prata.

Nos últimos anos, pelo Europeu, as turcas estiveram muito próximas das finais. Nas edições de 2015 e 2017, a seleção turca disputou o bronze por duas vezes consecutivas contra a Sérvia e o Azerbaijão, respectivamente. O saldo final foi o 4º lugar em 2015 e o 3º lugar em 2017. Em 2011, a Turquia também foi medalha de bronze, após derrotar a Itália no tie-break.

No jogo em que selou a passagem para a final, nesse sábado, a Turquia superou a Polônia por 3×1, com parciais de 25/17, 25/16, 14/25, 25/18. A central Eda Erdem foi a maior pontuadora do confronto com 19 pontos. Pelo lado polonês, a oposta Smarzek anotou 18 pontos.

A grande final do Europeu 2019 acontece neste domingo, 8 de setembro, a partir das 13h30. A disputa de bronze entre Itália e Polônia ocorre mais cedo, às 10h.

SÉRVIA BATE ITÁLIA E ESTÁ NA DECISÃO DO EUROPEU

A seleção feminina de vôlei da Sérvia conquistou a classificação para a decisão do título europeu de 2019. Esta é a segunda final consecutiva na competição. Em 2017, a Sérvia foi campeã derrotando a Holanda, em Baku, no Azerbaijão. Caso vença novamente, o time sérvio será tricampeão europeu. Além de 2017, a Sérvia foi campeã europeia em 2011.

No duelo em que avançou para a grande final do Europeu 2019, as servias bateram a Itália pelo placar de 3×1, com parciais de 25/22, 25/21, 21/25, 25/20, na reedição da final do Mundial 2018, no Japão. Na ocasião, a Sérvia foi campeã mundial pela primeira vez, após derrotar a seleção italiana no tie-break.

No jogo de hoje, disputado em Ankara, na Turquia, a italiana Paola Egonu foi a maior pontuadora do confronto com 26 pontos. Pelo lado sérvio, Boskovic anotou 22 pontos. Na grande final da competição, a Sérvia enfrenta a Turquia pelo título, neste domingo. Já a Itália joga com a Polônia valendo o bronze.

AS SEMIFINAIS DO EUROPEU FEMININO

Começa hoje a fase final do Campeonato Europeu de Vôlei Feminino 2019. Pela semifinal da competição, a atual campeã Sérvia enfrenta a seleção italiana, em Ankara, na Turquia. No outro confronto válido pela mesma etapa do torneio, as anfitriãs turcas duelam com a Polônia por uma vaga na decisão. Os dois jogos ocorrem nesse sábado, com transmissão da ESPN extra, a partir das 11h.

Para conquistar a classificação para essa fase, a Sérvia eliminou a Bulgária nas quartas-de-final por 3×0, com parciais de 25/19, 25/18, 28/26. A oposta Boskovic foi a maior pontuadora da partida com 22 pontos.

O adversário sérvio na semifinal, no caso a Itália, garantiu a vaga no confronto, após vitória de virada sobre a Rússia por 3×1, com parciais de 25/27, 25/22, 27/25, 25/21. Egonu foi o destaque individual. Ela marcou 28 pontos.

Uma das sedes do Europeu 2019, com o apoio da torcida, a Turquia passou de fase, ao vencer a Holanda pelo placar de 3×0, com parciais de 25/20, 25/22, 25/20. Baladin da Turquia e Sloetjes da Holanda empataram na pontuação total do jogo com 16 pontos.

Última seleção a avançar para as semifinais, a Polônia derrotou a Alemanha no tie-break. Jogando em casa, na cidade de Lodz, a seleção polonesa venceu de virada com parciais de 22/25, 25/16, 25/19, 17/25, 15/11. A ponteira Stysiak anotou 22 pontos, sendo uma das responsáveis pela classificação polonesa.