BRASIL NÃO CONSEGUE VENCER OS ESTADOS UNIDOS

A seleção brasileira feminina de vôlei realizou uma série de amistosos com os Estados Unidos durante essa semana. Ao todo, foram 4 jogos, com 4 derrotas para as americanas. Basicamente, o Brasil apresentou falta de ritmo de jogo e repetiu as falhas da fase final da Liga das Nações.

Um dos maiores problemas brasileiros foi a recepção. Além disso, as atacantes demonstraram dificuldade em confirmar os pontos nos contra-ataques. Entre os aspectos positivos, boas sequências no saque e um aproveitamento de bloqueio na média.

Em termos individuais, o retorno da levantadora campeã olímpica Dani Lins foi comprometido pelo mau desempenho da linha de passe brasileira. Com a oposta Tandara pouco inspirada, o Brasil também teve problemas na virada de bola em algumas passagens. Será difícil para o Brasil se livrar da dependência da jogadora, sem o passe na mão, mesmo com a volta de Natália e Fernanda Garay.

Uma boa notícia foi a recuperação do aproveitamento de ataque da ponta Rosamaria. Ela foi um dos destaques brasileiros na série de amistosos contra as americanas. Saiu do banco de reservas no 1º jogo, para ser uma das maiores pontuadoras dos jogos com os EUA. Mesmo com dificuldades na recepção, ela se tornou uma opção viável para o técnico brasileiro no lugar de Amanda.

Há 40 dias do Mundial, a série de amistosos com os Estados Unidos não solucionou os problemas do técnico José Roberto Guimarães. O Brasil está sem padrão de jogo, com jogadoras recém-recuperadas de contusão, com falta de ritmo, além da indefinição dos cortes na equipe que irá representar o país no Japão. Sem dúvida nenhuma, a preparação está sendo prejudicada pelo excesso de atletas lesionadas, mas nada justifica o mau rendimento contra o time B dos Estados Unidos.

BRASIL PERDE 1º JOGO COM OS ESTADOS UNIDOS

A seleção brasileira feminina de vôlei perdeu o primeiro jogo, de uma série de 4 jogos, com os EUA, em Brasília, por 3×1, com parciais de 25/19, 25/18, 26/28, 25/16. O Brasil cedeu muitos pontos em erros de ataque, em virtude da pressão do bloqueio americano. Era visível a falta de ritmo de jogo das brasileiras. O destaque individual da partida foi a central americana Gibbemeyer. Pelo lado brasileiro, a entrada de Rosamaria recolocou o Brasil no jogo, porém não foi o suficiente para a conquista da vitória.

RESUMO 

O Brasil começou o jogo com um excelente nível de saque. As americanas equilibraram as ações com pressão no bloqueio. As brasileiras perderam a paciência no ataque e cederam muitos erros no fundamento. José Roberto sacou Tandara da partida, com Thaísa de oposta na inversão da rede. Os Estados Unidos tinham o domínio do jogo. Com grande eficiência no saque e bloqueio, as americanas venceram os dois primeiros sets com certa facilidade.

José Roberto colocou Rosamaria no lugar de Amanda. O Brasil ganhou em aproveitamento de ataque. As brasileiras diminuíram o número de erros e venceram o 3° set na margem mínima. Na parcial seguinte, o volume de jogo das duas seleções cresceu. A diferença estava no aproveitamento dos contra-ataques. Enquanto as americanas confirmavam os pontos, as brasileiras eram neutralizadas pelo sistema defensivo dos Estados Unidos.

BRASIL Roberta, Tandara, Amanda, Gabi, Bia, Adenízia, Gabiru. Entraram: Dani Lins, Thaísa, Rosamaria. Técnico: José Roberto Guimarães

EUA Hancock, Lowe, Bartsch, Parson, Gibbemeyer, Adams, Courtney. Entraram: Carlini, Drews. Técnico: Karch Kirally

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A central Gibbemeyer no ataque/DivulgaçãoCBV

BRASIL REALIZA AMISTOSOS COM VISTAS AO MUNDIAL

O Brasil realiza a partir dessa semana, uma série de amistosos, no masculino e feminino, como parte da preparação para o Campeonato Mundial. Na categoria feminina, o Brasil enfrenta os Estados Unidos, em 4 jogos, nas cidades de Brasília, Uberaba, Uberlândia e Rio de Janeiro. No masculino, os brasileiros duelam contra os holandeses, em 3 jogos, nas cidades de Brasília, Manaus e Belém.

Os amistosos da seleção feminina contra os Estados Unidos, iniciam a partir de domingo, 12 de agosto, em Brasília, com transmissão da TV Globo, às 10h da manhã. Na sequência, as duas seleções jogam em Uberaba, na terça-feira, 14 de agosto, às 19h, com transmissão do SPORTV. Depois, novamente Uberaba recebe brasileiras e americanas para o confronto do dia 16 de agosto, quinta-feira, às 20h, com transmissão do SPORTV. Para encerrar a série de amistosos, o Brasil enfrenta as americanas, no Rio de Janeiro, dia 18 de agosto, sábado, às 19h30, com transmissão do SPORTV.

Na categoria masculina, os confrontos contra a Holanda ocorrem a partir do sábado, 18 de agosto, em Brasília, às 21h45. Depois, na segunda-feira, 20 de agosto, em Manaus, às 21h30. Para finalizar, o último jogo com os holandeses, acontece na quarta-feira, 22 de agosto, às 19h, em Belém. Todos os amistosos da seleção masculina serão transmitidos pelo SPORTV.

CAMPEONATO MUNDIAL
O Campeonato Mundial de Voleibol é a principal competição do esporte no calendário de 2018. O torneio masculino acontece na Itália e Bulgária, entre os dias 9 e 30 de setembro. O Brasil está no grupo B ao lado de França, Holanda, China, Egito e Canadá. A versão feminina será no Japão, entre os dias 29 de setembro e 20 de outubro. As brasileiras estão no grupo D composto ainda por: Sérvia, República Dominicana, Porto Rico, Cazaquistão e Quênia.

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JAQUELINE ANUNCIA APOSENTADORIA DA SELEÇÃO

A bicampeã olímpica Jaqueline anunciou aposentadoria da seleção feminina de vôlei, há duas semanas. Ela foi convocada pelo técnico José Roberto Guimarães para a temporada 2018 na função de líbero. Pouco aproveitada, Jaqueline jogou a fase final da Liga das Nações como ponteira, em virtude de contusões de outras jogadoras.

Ao longo da carreira na seleção, a pernambucana revelada pelo Osasco demonstrou versatilidade. No começo, devido a dificuldade de renovação do Brasil foi aproveitada como oposta, com sucesso. Porém, após cirurgia para tratar lesão, Jaqueline perdeu potência de ataque e foi deslocada para a ponta.

Com a chegada de José Roberto Guimarães à seleção brasileira e a temporada de clubes no Rexona, sob o comando do técnico Bernardinho, Jaqueline evoluiu no fundamento passe. No entanto, pega no exame anti-doping, depois de usar creme com substâncias proibidas, ela perdeu a titularidade na seleção.

Um ano depois, mesmo com o retorno, Jaqueline assistiu do banco de reservas, a primeira medalha de ouro olímpica do Brasil, no vôlei feminino, em Pequim, no ano de 2008.

Com o passar dos anos, Jaqueline reconquistou a condição de titular na seleção, sendo um dos destaques individuais da final olímpica de Londres 2012. Ela saiu de quadra como a maior pontuadora do jogo com 18 pontos, em uma das suas partidas mais memoráveis com a camisa do Brasil.

Na temporada 2018 do Brasil, Jaqueline gerou expectativa ao ser convocada para a posição de líbero. Tal fato deveu-se ao desempenho da jogadora na recepção. Ela foi apontada por Bernadinho como referência internacional no fundamento. Sua aposentadoria da seleção, frustra todos aqueles que apostavam nela como substituta da vitoriosa líbero Fabi.

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Jaqueline em Londres 2012/Divulgação FIVB

RICARDINHO SE DESPEDE DAS QUADRAS

O ex-levantador da seleção brasileira de vôlei, campeão olímpico em Atenas e bicampeão mundial, Ricardinho, anunciou a aposentadoria das quadras, na semana passada, aos 42 anos. Durante sua passagem pela seleção, ele destacou-se pela combinação de ousadia com velocidade, imprimindo um novo padrão de jogo ao vôlei masculino. Ultimamente, ele dividia-se entre a gerência do clube Maringá e atuação nas quadras defendendo sua equipe.

TRAJETÓRIA NA SELEÇÃO
O começo na seleção não foi fácil. No período de transição dos Jogos Olímpicos de Atlanta e na renovação do time, sob o comando técnico de Radamés Lattari, Ricardinho foi contestado e incompreendido. Apenas com a chegada de Bernardinho à seleção, ele conseguiu firmar-se e atingir o potencial do seu jogo. Foram vários os títulos no período. Entre as principais conquistas, a medalha de ouro em Atenas, o pentacampeonato consecutivo da Liga Mundial, o bicampeonato mundial, em 2002 e 2006, a Copa do Mundo e o título de melhor jogador da Liga Mundial 2007.

No entanto, nem tudo eram flores. Às vésperas do Pan do Rio, em 2007, Ricardinho envolveu-se em uma polêmica com a comissão técnica brasileira e foi cortado da seleção. Segundo consta, ele reivindicava da confederação, melhores instalações para os jogadores e questionava a divisão de prêmios entre o grupo. Ricardinho afastou-se da seleção e dos jogadores. Lançou um biografia onde retratava o episódio. Em 2012, reconciliou-se com o grupo, especialmente com o técnico Bernardinho, foi reconvocado e conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres.

GIBA É INDICADO AO HALL DA FAMA

O campeão olímpico Giba, em Atenas 2004, e tricampeão mundial (2002, 2006, 2010), foi indicado ao Hall da Fama do Vôlei. Eleito melhor jogador do mundo, em 2004, 2006 e 2007, o ex-ponteiro da seleção brasileira irá entrar para o seleto grupo de estrelas do voleibol, em cerimônia de gala, a ser realizada no dia 10 de novembro, em Holyoke, Massachusetts, nos Estados Unidos.

Giba é o 14º brasileiro a fazer parte do Hall da Fama. Figuram na lista, do vôlei de quadra, nomes como: Ana Moser, Fofão, Nalbert, Maurício, Bernard Rajzman e Renan Dal Zotto. Também fazem parte do grupo de brasileiros no Hall da Fama, os jogadores de vôlei de praia: Emanuel, Adriana Behar, Shelda, Sandra Pires. Além de Jackie Silva, quadra e da areia, do técnico Bebeto de Freitas e do ex-dirigente Carlos Arthur Nuzman.

Entre os nomeados juntamente com Giba, para a cerimônia, também estão: a russa Evgenia Artamonova, o holandês Bas Van de Goor, o técnico neozelandês Hugh McCutcheon e o dirigente japonês Hiroshi Toyoda. Atualmente, Giba é presidente da Comissão de Atletas da Federação Internacional de Vôlei.

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O ex-jogador da seleção brasileira, Giba/Divulgação FIVB

 

O IMBRÓGLIO LUCARELLI

Na terça-feira passada, dia 17 de julho, a CBV desconvocou o ponteiro Lucarelli da seleção brasileira masculina que irá disputar o Campeonato Mundial, no mês de setembro. A atitude da confederação foi tomada em comum acordo entre CBV e dirigentes do Taubaté, clube em que Lucarelli joga. A desconvocação do atleta ocorreu porque, segundo os médicos do Taubaté, ele ainda não se recuperou completamente de uma contusão no tendão. O clube ameaçou o atleta com ruptura de contrato, caso ele se apresentasse à seleção brasileira para treinamento. De acordo com os médicos do clube, ele não está apto para jogar em alto nível. A previsão de retorno, sem consequências para o seu rendimento, é para o mês de outubro, data em que o Campeonato Mundial estará encerrado.

Com a ausência de Lucarelli, o técnico da seleção brasileira, Renan Dal Zotto, terá dificuldades na reposição. Isso porque, o Brasil já não conta com Maurício Borges, lesionado no joelho direito. Além disso, o ponteiro Lipe se recupera de contusão no cotovelo direito. Para substituir as peças, Renan possui bons valores, mas sem muita rodagem internacional. A sua disposição, entre os convocados, estão: Douglas Souza, Rodriguinho, Lucas Lóh, Vítor Birigui e Leozinho. Um desses jogadores deverá compor o time com Lipe. Qualquer que seja a decisão de Renan, para o Brasil conquistar o título do Campeonato Mundial, será um dos maiores desafios dos últimos tempos, capaz de calar seus críticos.

CBV DIVULGA LISTA DE CONVOCADOS PARA O MUNDIAL

A Confederação Brasileira de Voleibol anunciou na semana passada, a primeira lista de convocados para o Campeonato Mundial 2018. No masculino, foram chamados pelo técnico Renan Dal Zotto, 15 atletas e um convidado. São eles: os levantadores Bruno e William, os opostos Evandro e Wallace, os centrais Lucão, Éder, Maurício Souza e Isac, os ponteiros Lipe, Lucas Lóh, Lucarelli, Douglas Souza, Rodriguinho e Victor Birigui, e o líbero Thales. O grupo contará ainda, como convidado, com o ponteiro Kadu.

A apresentação dos convocados será dividida em dois grupos. O primeiro no dia 17 de julho e o segundo dia 23 de julho. A baixa na seleção, em relação ao time que disputou a Liga das Nações, ficou por conta do ponteiro Maurício Borges. Após lesão no joelho direito, na fase final da mesma competição, o jogador terá que operar e está fora do Campeonato Mundial.

No feminino, o técnico José Roberto Guimarães divulgou uma lista inicial com 11 convocadas. Nas próximas semanas, serão anunciados outros nomes. Fazem parte da lista, as atletas: a levantadora Roberta, a oposta Tandara, as centrais Adenízia, Carol e Bia, as ponteiras Gabi, Natália, Amanda, Drussyla e Rosamaria, e a líbero Gabiru. Elas se apresentaram no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), hoje, dia 16 de julho.

O Campeonato Mundial de Voleibol é disputado de 4 em 4 anos, sendo a principal competição do esporte no calendário de 2018. O torneio masculino acontece na Itália e Bulgária, entre os dias 9 e 30 de setembro. O Brasil está no grupo B ao lado de França, Holanda, China, Egito e Canadá. A versão feminina será no Japão, entre os dias 29 de setembro e 20 de outubro. As brasileiras estão no grupo D, composto ainda por: Sérvia, República Dominicana, Porto Rico, Cazaquistão e Quênia.

 

SELEÇÃO B TERMINA 1ª FASE CLASSIFICADA PARA O PAN

A seleção B feminina do Brasil disputa em Santo Domingo, na República Dominicana, desde o último domingo, 8 de julho, a Copa Pan-Americana. O torneio é classificatório para os Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019. Estão em jogo, 5 vagas para o Pan. O Brasil conseguiu três vitórias, em três jogos, na 1ª fase, contra México, Colômbia e Argentina, respectivamente, e conquistou vaga antecipada para o Pan, com a classificação para as semi-finais do torneio. As brasileiras aguardam o resultado de outros confrontos para definição do seu adversário nessa fase.

Apesar de ter alcançado o seu objetivo, o Brasil teve muita dificuldade para vencer seus jogos. Apenas na estreia, quando bateram as mexicanas por 3×0, com parciais de 25/21, 25/19, 25/17, as brasileiras não passaram sufoco. Diante de Colômbia e Argentina, o Brasil precisou do set desempate para sair de quadra com a vitória. O técnico Wagão foi obrigado a fazer trocas na equipe titular. Fernanda Thomé veio do banco para ser um dos destaques do Brasil. Além dela, a central Thaísa, ao que parece plenamente recuperada de lesão, e a levantadora Dani Lins, foram os pilares dessa seleção B nas vitórias, na 1ª fase.

RÚSSIA É CAMPEÃ DA LIGA DAS NAÇÕES MASCULINA

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A seleção russa campeã/Divulgação FIVB

A seleção russa masculina conquistou o primeiro título da Liga das Nações Masculina, disputado no último domingo, em Lille, na França. Na decisão, a Rússia venceu a França, por 3×0, com parciais de 25/22, 25/20, 25/23. O oposto russo Mikhaylov foi o maior pontuador da final, com 19 pontos. Ele ainda foi eleito o MVP da competição, melhor jogador do campeonato. A seleção da VNL, eleita pela FIVB, foi composta por:

Levantador: Toniutti (França)

Oposto: Anderson (Estados Unidos)

Centrais: Le Roux (França), Muserskiy (Rússia)

Ponteiros: Sander (Estados Unidos), Volkov (Rússia)

Líbero: Grebennikov (França)

MVP: Mikhaylov (Rússia)

Disputada em um novo formato, a VNL é a principal competição anual da FIVB. Ao criar o torneio, a iniciativa da federação foi incrementar e transformar suas ligas, tanto no masculino, quanto no feminino, em algo próximo do padrão das ligas profissionais do esporte americano.

A CAMPANHA DO TÍTULO

25/05/2018 Rússia 3×0 Canadá 26/24, 25/14, 25/19

26/05/2018 Polônia 3×0 Rússia 25/15, 25/23, 25/23

27/05/2018 Coréia do Sul 0x3 Rússia 26/28, 21/25, 15/25

01/06/2018 Austrália 1×3 Rússia 18/25, 19/25, 25/18, 22/25

02/06/2018 Rússia 2×3 Sérvia 25/20, 23/25, 23/25, 25/22, 12/15

03/06/2018 Bulgária 0x3 Rússia 17/25, 15/25, 21/25

08/06/2018 Rússia 1×3 Brasil 21/25, 20/25, 27/25, 18/25

09/06/2018 Rússia 3×0 China 25/23, 25/23, 31/29

10/06/2018 Rússia 3×1 Irã 28/30, 25/23, 27/25, 25/21

15/06/2018 Rússia 3×0 Argentina 25/20, 25/20, 26/24

16/06/2018 Rússia 3×0 Japão 25/16, 25/22, 25/23

17/06/2018 Alemanha 0x3 Rússia 18/25, 24/26, 18/25

22/06/2018 Itália 0x3 Rússia 21/25, 22/25, 20/25

23/06/2018 EUA 0x3 Rússia 23/25, 15/25, 23/25

24/06/2018 França 3×0 Rússia 25/20, 25/13, 25/18

FASE FINAL

Grupo B

04/07/2018 Rússia 3×1 Polônia 25/18, 25/23, 22/25, 25/17

06/07/2018 Rússia 3×0 EUA 25/22, 25/21, 25/21

Semi-final 

07/07/2018 Rússia 3×0 Brasil 25/17, 25/18, 25/14

Final

08/07/2018 França 0x3 Rússia 22/25, 20/25, 23/25