O JOGO DA RODADA – Itambé/Minas conquista 14ª vitória consecutiva

Pela Superliga Feminina 2020/2021, em jogo válido pela 9ª rodada do returno, o Itambé/Minas derrotou o Sesc/Flamengo. Foi a 14ª vitória consecutiva da equipe mineira na competição. Jogando fora de casa, no Rio de Janeiro, no ginásio Hélio Maurício, o Minas bateu o rubro-negro, pelo placar máximo, com parciais de 25/16, 25/21, 25/23. Eleita a melhor em quadra por votação popular pela internet, a central Thaísa do Minas foi a maior pontuadora do confronto com 15 pontos. Ao final da partida, ela recebeu o troféu Viva Vôlei. Pelo Flamengo, a ponteira Ana Cristina foi o destaque na pontuação, com 12 pontos.

Com o resultado, o Itambé/Minas garantiu a liderança na fase regular da Superliga Feminina 2020/2021. Com 19 vitórias em 20 jogos, o Minas não pode ser mais alcançado pelo 2º colocado na tabela, o Osasco. Já o Flamengo corre o risco de perder a 5ª posição para o São Paulo/Barueri. Na próxima rodada, na sexta-feira, 26 de Fevereiro, o Minas enfrenta o Praia no clássico mineiro, na Arena Minas, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. Já o Flamengo recebe o São José dos Pinhais, no Rio, também na sexta-feira, 26 de Fevereiro, a partir das 19h30, com transmissão do Canal Vôlei Brasil.

SESC/FLAMENGO Fabíola (2), Lorenne (10), Ana Cristina (12), Amanda (10), Juciely (2), Valquíria (1), Camila Gomes (L). Entraram: Juma (0), Sabrina (2), Gabirú (0), Milka (1). Técnico: Bernardinho

ITAMBÉ/MINAS Macris (1), Cuttino (10), Pri Daroit (14), Hodge (13), Thaísa (15), Lara (5), Leia (L). Entraram: Pri Heldes (0), Kasiely (0), Camila Mesquita (0). Técnico: Nicola Negro

OUTROS RESULTADOS – 9ª rodada do returno

Brasília 0x3 Osasco 16/25, 17/25, 23/25

Praia Clube 2×3 Sesi/Bauru 25/21, 27/29, 25/20, 25/27, 13/15

São Caetano 0x3 São Paulo/Barueri 17/25, 14/25, 17/25

São José dos Pinhais 0x3 Curitiba 19/25, 20/25, 22/25

Pinheiros 2×3 Fluminense 22/25, 17/25, 25/21, 25/14, 10/15

A ponteira Pri Daroit do Minas no ataque/Divulgação Flamengo

O CENÁRIO DA PRÓXIMA TEMPORADA DA SUPERLIGA FEMININA

No fim de 2020, uma notícia publicada pelo blog Olhar Olímpico do UOL, anunciou a diminuição dos investimentos do Sesi/Bauru no voleibol feminino. De acordo com a informação, na próxima temporada, o Sesi/Bauru disputará a Superliga Feminina com prioridade para jovens promessas da modalidade. Diante do quadro de debilidade econômica, derivado do coronavírus, não chega a ser uma novidade o anúncio do Sesi/Bauru. No ano passado, o alvo de cortes de investimento foi a equipe masculina.

Para se ter uma ideia da gravidade dessa notícia para o nível de competitividade da Superliga Feminina é bom ter como exemplo a versão masculina atual da competição. Nela, após perda de investimento, o Sesi/SP briga para não ser rebaixado. Caso isso se aplique a próxima temporada do principal campeonato feminino do país, o quadro de forças atual da Superliga sofrerá alterações.

Na contramão do Sesi/Bauru aparece o São Paulo/Barueri de José Roberto Guimarães. Durante o mês de fevereiro, deste ano, o tricampeão olímpico finalmente anunciou um novo patrocinador para a sua equipe. A parceria com o clube de futebol pode ter facilitado o acesso ao novo patrocinador via lei de incentivo. O projeto vinha sendo bancado com recursos próprios do treinador. Dependendo do tamanho do investimento, o São Paulo/Barueri poderá sonhar com o título da Superliga, figurando entre os favoritos da competição.

Em situação delicada está a parceria entre o Sesc de Bernardinho e o Flamengo. No fim do ano passado, também foi notícia na mídia, um mal-estar entre os parceiros. O motivo: quebra de acordo. Recursos obtidos com a TIM, de patrocínio para o voleibol, no valor de R$ 4 milhões, segundo a mídia, não foram repassados ao time de Bernardinho. Como retaliação, Bernardinho mandou alguns jogos de sua equipe, na atual temporada da Superliga Feminina, em Saquarema.

Após o ocorrido, ao que parece, a situação arrefeceu. Pelo menos, publicamente. Não se sabe ao certo quais serão as consequências do acontecido. Estaria a fusão entre os dois times em xeque? Depois dos cortes nos times do Sesi e do time masculino do Sesc, seria a equipe feminina de Bernardinho a bola da vez? Fato é que, até o momento quem saiu no lucro com essa história foi o Flamengo, que virou o jogo em relação ao seu rival Fluminense na Superliga Feminina. Se na temporada passada o rubro-negro lutava para não cair, quem corre esse risco de descenso hoje é o tricolor carioca.

Seleção brasileira

Não dá para não citar a seleção brasileira feminina para fechar essa equação. Caso haja o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio, José Roberto Guimarães poderá mudar de planos, estendendo a sua permanência como técnico do Brasil até o Mundial da Holanda e Polônia em 2022. Fatalmente, isso deve atrapalhar os planos de sucessão do técnico pela CBV. No auge da pandemia, em meados de 2020, o retorno de Bernardinho ao comando da seleção feminina foi ventilado na imprensa. Seria esse o fim do time do Sesc? O Flamengo manterá sua equipe de vôlei feminino caso perca o parceiro?

O RISCO DE DESCENSO DO FLUMINENSE

Um dos clubes mais tradicionais do voleibol brasileiro, no naipe feminino, na primeira metade da década de 1980, o Fluminense corre sério risco de rebaixamento na atual temporada da Superliga Feminina. Cinco anos depois do retorno à elite da modalidade, o tricolor carioca realiza a sua pior campanha na história da competição. Figurando sempre entre os 8 classificados para os playoffs, desde o seu retorno, na temporada 2016/2017, atualmente, o Fluminense ocupa o penúltimo lugar na tabela. O time ainda não venceu em 2021. Em 18 jogos, conquistou apenas 2 vitórias.

Sem patrocínios, o bicampeão brasileiro, em 1976 e 1981, foi a equipe mais prejudicada pela pandemia na pré-temporada do vôlei feminino, antes do começo da Superliga. Várias peças importantes do time nas temporadas anteriores deixaram o clube como: Paula Borgo, Thaisinha, Letícia Hage, entre outras. As peças de reposição chegaram com a temporada em andamento. Para complicar o quadro, o Fluminense ainda foi uma das equipes mais afetadas por um surto de coronavírus no elenco, no fim de 2020.

Sob o comando de Hylmer Dias, há cinco temporadas, o tricolor carioca não evoluiu tecnicamente na Superliga Feminina 2020/2021. Jogadoras de bom nível técnico, contratadas na última hora, rendem abaixo do esperado. Hylmer não conseguiu dar consistência e padrão de jogo para o time. Dentro de quadra, o Fluminense parece um “catadão” de jogadoras perdidas. Infelizmente, Hylmer não conseguiu sequer montar uma equipe competitiva para o nível da Superliga Feminina. Resultado: na última segunda, 15 de Fevereiro, o Fluminense anunciou a sua demissão. Em seu lugar, entra o seu assistente, Guilherme Schmitz, presente como treinador no banco, nas vitórias do time na competição contra São Caetano e Pinheiros.

Fato é que, a situação do Fluminense na conjuntura atual da Superliga é muito complicada. Para escapar de um provável rebaixamento, o tricolor precisa vencer três dos seus próximos quatro jogos. Entre eles, principalmente, o confronto direto contra São José dos Pinhais na última rodada da competição. Caso o Fluminense repita a campanha do 1º turno o rebaixamento será fato consumado. Ao que parece, a aposta na mescla de jovens jogadoras com outras mais experientes, deu errado pelo lado do clube das Laranjeiras.

Campeã olímpica

Um dos reforços do Fluminense, a campeã olímpica pelo Brasil, em Pequim 2008, Mari, ainda não conseguiu retribuir as expectativas da torcida com relação a sua contratação. Mari demorou para ganhar ritmo de jogo e ainda sofreu com algumas contusões. Contratada com a Superliga em andamento, Mari também demorou para estrear na competição. Com o time em má fase, ela é uma das esperanças do Fluminense na luta contra o rebaixamento.

Até o momento, Mari marcou 43 pontos na Superliga Feminina com a camisa tricolor. Em 17 sets disputados na competição, Mari possui média de 2,53 pontos por parcial. Com esses números, ela ocupa a posição quadragésima nas estatísticas gerais de média por pontos. Na pontuação geral, atuando como ponta ou oposta, jogando apenas o returno da Superliga, Mari ocupa a 79ª colocação geral. Sua eficiência é de pouco mais de 30%. Em 118 bolas recebidas, Mari colocou 36 no chão. Com esses números, ela ocupa a 66ª posição no ranking de aproveitamento de ataque da competição.

Fonte: CBV

A campeã olímpica Mari Steinbrecher/Divulgação Fluminense/Maílson Santana

SADA/CRUZEIRO CONQUISTA O SEXTO TÍTULO DA COPA DO BRASIL

O Sada comemora o hexacampeonato da Copa do Brasil/Divulgação CBV/Inovafoto/William Lucas

O Sada/Cruzeiro conquistou a Copa do Brasil masculina de vôlei 2021. Foi o sexto título do time celeste na história do torneio, o quarto consecutivo. Anteriormente, os cruzeirenses foram campeões da competição em 2014, 2016, 2018, 2019, 2020. Neste ano, na decisão contra o Taubaté, jogando no CDV, em Saquarema, no Rio de Janeiro, o Cruzeiro conquistou o título com uma vitória no tie-break, com parciais de 25/23, 31/29, 18/25, 27/29, 15/13.

O oposto Alan do Cruzeiro, um dos destaques da final, conversou com a assessoria da CBV sobre a conquista do título. “Nosso time cresceu muito nesse período. O fato de termos ganho essa partida e ficado com o título só mostra a evolução do grupo. Foi um jogo muito difícil. Nós começamos jogando muito bem a partida e eles conseguiram virar os placares no terceiro e no quarto sets. Conseguimos manter a calma no quinto set e foi uma vitória excelente para dar moral par ao time”.

Já o técnico do Cruzeiro, Marcelo Mendez, comemorou o título e a evolução de jovens atletas de sua equipe. “Foi um jogo de alto nível. Os dois times jogaram muito bem, taticamente muito bem, um bom voleibol e fico muito feliz. Além disso, seja com o placar acima ou abaixo, o meu time sempre continuou jogando o máximo e deu o melhor deles e isso é importante para mim. Ver o crescimento desses garotos também é muito importante para mim”.

Com a conquista do título, o Cruzeiro garantiu vaga no Sul-Americano e na próxima Supercopa, competição que abre a temporada nacional de clubes no Brasil.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Quartas-de-final

20/01/21

Cruzeiro 3×0 América

25/16, 25/19, 25/21

Semifinais

11/02/21

Cruzeiro 3×0 Fiat/Minas

25/19, 25/18, 25/23

Final

12/02/21

Cruzeiro 3×2 Taubaté

25/23, 31/29, 18/25, 27/29, 15/13.

PELA 7ª VEZ, SADA/CRUZEIRO É FINALISTA DA COPA DO BRASIL

O Sada/Cruzeiro é finalista da Copa do Brasil masculina de vôlei pela sétima vez. Neste ano, para chegar na finalíssima, o time celeste superou o rival Minas, pelas semifinais da competição. Jogando no Centro de Desenvolvimento do Vôlei (CDV), em Saquarema, no Rio de Janeiro, a equipe mineira saiu de quadra com um triunfo por 3×0, com parciais de 25/19, 25/18, 25/23.

Ao final do confronto, o oposto Alan do Cruzeiro destacou a preparação da equipe em conversa com a assessoria da CBV. “Eu consegui sacar bem porque a gente treinou bastante. A gente sabia que nosso saque hoje ia ser muito importante, então todo mundo estava bem concentrado para isso. O time está de parabéns porque antes do nosso jogo, Taubaté x Campinas demorou muito, mas a gente entrou em quadra bem concentrado. E isso em uma semifinal é extremamente importante, ainda mais contra o Minas, que é um adversário que sempre enfrentamos e é sempre um jogo difícil”.

Já o libero Maique do Minas, após a derrota, abordou o crescimento de sua equipe. “Temos trabalhado bastante e sabíamos que seria uma partida muito difícil. São duas equipes que se conhecem muito bem e entramos em quadra dar o nosso melhor, mas hoje o time deles foi melhor. Temos que continuar trabalhando porque teremos jogos decisivos na Superliga e temos que seguir buscando o nosso crescimento, além de acreditar na nossa equipe”.

Com o resultado, a decisão da Copa do Brasil 2021 será disputada entre os dois primeiros colocados da atual temporada da Superliga Masculina. A grande final entre Cruzeiro e Taubaté acontece nesta sexta-feira, 12 de Fevereiro, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. O Cruzeiro vai em busca do sexto título, o quarto consecutivo. O Taubaté tenta o tricampeonato da competição.

Fonte: CBV

A equipe cruzeirense comemora ponto/Divulgação CBV/InovaFoto/William Lucas

TAUBATÉ É O PRIMEIRO FINALISTA DA COPA DO BRASIL MASCULINA 2021

O EMS/Funvic/Taubaté é o primeiro finalista da Copa do Brasil masculina 2021. Em jogo válido pelas semifinais da competição, disputado em Saquarema (RJ), no Centro de Desenvolvimento do Vôlei (CDV), o vice-líder da Superliga Masculina 2020/2021 derrotou o Vôlei Renata/Campinas, por 3×2, com parciais de 26/24, 25/21, 21/25, 26/28, 15/12. O ponteiros Maurício Borges e Vaccari do Taubaté e Campinas, respectivamente, foram os maiores pontuadores da partida. Com o resultado, a equipe do Vale do Paraíba aguarda o vencedor do confronto entre Fiat/Minas e Sada/Cruzeiro para a disputa do título. A grande final está marcada para amanhã, 12 de Fevereiro, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2.

AS SEMIFINAIS DA COPA DO BRASIL MASCULINA

Começa amanhã a fase final da Copa do Brasil masculina 2021. Cruzeiro, Taubaté, Minas e Campinas disputam as semifinais da competição no CDV – Centro de Desenvolvimento do Vôlei, em Saquarema, no Rio de Janeiro. Na preliminar do dia, o Taubaté joga contra o Campinas, às 19h, com transmissão do SPORTV 2. No jogo de fundo, na outra partida de semifinal, Cruzeiro e Minas se enfrentam no clássico mineiro, também com transmissão do SPORTV 2, às 21h30. Os vencedores desses confrontos lutam pelo título da Copa do Brasil 2021, na sexta-feira, 12 de Fevereiro, às 21h30.

Em depoimento para a assessoria da CBV, o levantador Bruninho do Taubaté, campeão olímpico, apostou na determinação do elenco para chegar na final. “Sem dúvida tem um equilíbrio muito grande, já nos enfrentamos algumas vezes nesta temporada, todas sempre muito equilibradas. A outra semifinal também tem grandes equipes. São as quatro equipes que mereceram estar aqui, as mais bem preparadas. A gente está vindo de um momento um pouco difícil, mas isso não é desculpa. Nesse momento, acho que a vontade e a determinação têm que suprir toda falta de ritmo dos jogadores que acabaram tendo COVID-19. Temos que tentar fazer nosso melhor para chegar à final, ganhar esse primeiro jogo, e depois conquistar o título”.

Já o levantador Cachopa do Cruzeiro destacou a motivação de sua equipe na busca pelo sexto título da competição. “É uma competição que a gente gosta muito de jogar, acho que os resultados mostram isso. Também juntou o clássico, que nos dá uma motivação a mais para jogar. Os jogos contra o Minas sempre têm um lugar especial na história do clube. Então acho que vai ser uma disputa interessante. Acho que eles também vêm com esse sentimento de clássico, de querer vencer. Foi o único time que venceu a gente na Superliga até agora, então a gente fica com esse sentimento de querer dar mais um pouco. Mas acho que todo jogo a gente entra com esse sentimento de querer vencer, dar mais para ganhar, e acho que amanhã não vai ser diferente”.

Fonte: CBV

O cubano López tenta passar pelo bloqueio do cubano Escobar/Divulgação Sada/Cruzeiro

ITAMBÉ/MINAS É BICAMPEÃO DA COPA DO BRASIL

O Itambé/Minas sagrou-se bicampeão da Copa do Brasil. Na decisão de 2021, no sábado, 6 de Fevereiro, no clássico mineiro contra o Praia Clube de Uberlândia, jogando em Saquarema (RJ), no CDV, o Minas conquistou o título com uma vitória no tie-break, com parciais de 25/22, 27/29, 27/25, 25/27, 15/13. A oposta americana Cuttino foi o grande destaque individual do Minas na partida. Ela marcou 23 pontos. Porém, a maior pontuadora do confronto foi a ponteira Fernanda Garay do Praia. Ela marcou 29 pontos.

Após a final, Cuttino comemorou a conquista em conversa com a assessoria da CBV. “Estou muito feliz de estar no Brasil e no Itambé/Minas onde estou desenvolvendo meu voleibol. Ainda tenho muito o que evoluir como jogadora. Disputar essa final foi muito emocionante. Essa decisão foi disputada em um nível de intensidade muito alto e foi uma experiência que eu nunca tinha vivido como jogadora. Estou muito feliz que jogamos em alto nível e ficamos com o título”.

Pelo Praia, a experiente central Walewska lamentou a derrota na final, mas elogiou a postura do time contra o rival. “Esse alto nível é sempre decidido em pequenos detalhes. Foi o nosso melhor jogo contra o Itambé/Minas na temporada. Tivemos um crescimento e conseguimos equilibrar a partida. Hoje faltou pouco, mas saímos desse jogo mais fortes”.

Com a conquista do título, o Minas garantiu vaga no Sul-Americano e na próxima Supercopa, competição que abre a temporada nacional de clubes no Brasil.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Quartas-de-final

19/01 Minas 3×0 Pinheiros

25/14, 27/25, 25/16

Semifinais

05/02 Minas 3×1 Bauru

30/28, 14/25, 25/11, 25/22

Final

06/02 Minas 3×2 Praia Clube

25/22, 27/29, 27/25, 25/27, 15/13

A equipe bicampeã da Copa do Brasil/William Lucas/Inovafoto/CBV

PELA 5ª VEZ, PRAIA É FINALISTA DA COPA DO BRASIL

O Praia Clube de Uberlândia é finalista da Copa do Brasil pela 5ª vez. Neste ano, para chegar nas finais, a equipe do Triângulo Mineiro superou o Osasco, pelas semifinais da competição. Jogando no Centro de Desenvolvimento do Vôlei (CDV), em Saquarema, no Rio de Janeiro, o Praia saiu de quadra vitorioso pelo placar de 3×0, com parciais de 25/23, 25/23, 25/20. Com o resultado, a final da Copa do Brasil feminina 2021 será disputada por dois times do estado de Minas Gerais. A decisão da competição acontece neste sábado, 6 de Fevereiro, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2. O Praia Clube busca o título inédito.

ITAMBÉ/MINAS É O PRIMEIRO FINALISTA DA COPA DO BRASIL 2021

O Itambé/Minas é o primeiro finalista da Copa do Brasil feminina 2021. Em jogo válido pelas semifinais da competição, disputado em Saquarema (RJ), no Centro de Desenvolvimento do Vôlei (CDV), o líder da Superliga Feminina 2020/2021 derrotou o Sesi/Bauru, por 3×1, com parciais 30/28, 14/25, 25/11, 25/22. Com o resultado, a equipe mineira aguarda o vencedor do confronto entre Praia Clube e Osasco para a definição do título. A grande final está marcada para amanhã, 6 de Fevereiro, às 21h30, com transmissão do SPORTV 2.