BRASIL ESTREIA COM VITÓRIA NA VNL 22

A seleção brasileira feminina de vôlei estreou com vitória na Liga das Nações 2022. Jogando contra a Alemanha, nos Estados Unidos, as brasileiras saíram de quadra com um triunfo por 3×1, com parciais de 29/27, 23/25, 27/25, 25/21. A ponteira brasileira Júlia Bergmann foi a maior pontuadora do jogo, com 19 pontos. Pela seleção alemã, as ponteiras Orthmann e Janiska marcaram 15 pontos cada. O bloqueio brasileiro fez a diferença na partida com 13 pontos no total. Já o serviço alemão equilibrou o confronto com 5 pontos diretos no fundamento. Na próxima rodada da competição, o Brasil enfrenta a Polônia, às 16h, na quinta-feira, 2 de Junho, com transmissão do SPORTV 2. Já a Alemanha joga contra o Japão.

A jovem ponteira brasileira Júlia Bergmann em ação de ataque/Volleyball World/Divulgação FIVB

A LIGA DAS NAÇÕES 2022

Começa amanhã, 31 de Maio, a Liga das Nações 2022, no naipe feminino. A versão masculina da competição se inicia na semana que vem. O Brasil vem repleto de caras novas, tanto entre as mulheres, quanto entre os homens. Com um ciclo olímpico mais curto, em virtude da pandemia de COVID-19, todas as seleções devem utilizar o torneio como preparação para o Mundial 2022, que acontece no segundo semestre.

Além disso, a temporada de clubes na Europa se encerrou recentemente, com isso, os principais atletas do mundo devem entrar na competição com ela em andamento. Um detalhe importante é que com o novo ranking da FIVB e a mudança no qualificatório olímpico, todo jogo da VNL 2022 é importante, valorizando o torneio.

Favoritos

Na disputa feminina da VNL 2022, os Estados Unidos, atual campeão olímpico, defendem o tricampeonato da competição. Mesmo com algumas baixas do time medalha de ouro em Tóquio, os Estados Unidos continuam como grande favorito ao título do torneio. Brigam no mesmo patamar com os Estados Unidos, as seleções da Itália e da Turquia.

As italianas, pela 1ª vez, irão competir a VNL com força máxima, mesmo com revezamento de atletas. O técnico Davide Mazzanti parece ter aprendido a lição na temporada passada, quando a falta de ritmo prejudicou sua seleção na Olimpíada. Já a Turquia, por sediar as finais, tem grandes chances de finalmente beliscar um título internacional.

Outras seleções correm por fora. A China com novo comando técnico e sem Zhú é uma delas. O Brasil é outro. Em processo de renovação, a seleção brasileira feminina pode surpreender. Também estão nesse segundo pelotão três seleções europeias: Sérvia, Holanda e Polônia. Japão e República Dominicana completam o grupo.

Masculino

Já na disputa masculina da VNL 2022, o Brasil terá o desafio de defender o título. Também em processo de renovação, como no naipe feminino, mas em menor escala, a seleção brasileira masculina não terá caminho fácil. Ao seu lado, no primeiro pelotão de favoritos estão a França, atual campeã olímpica, a Polônia, atual bicampeã mundial, e a Itália, sede das finais. Todas elas em processo de renovação mais avançado que o Brasil.

Assim como no feminino, outras seleções correm por fora. Mas diferentemente, este grupo tem mais condições de surpreender, dado o equilíbrio do voleibol masculino. São as seguintes seleções: Eslovênia, Argentina, Japão, Estados Unidos, Canadá, Sérvia e Irã.

O Brasil está em busca do bicampeonato da VNL/Divulgação FIVB

A MAIOR SURPRESA DA HISTÓRIA DO GRAND PRIX

A Holanda conquistou o Grand Prix 2007/Divulgação FIVB/China Daily

Há 15 anos atrás, o mundo do voleibol feminino foi surpreendido! Quem havia ficado assustado com a conquista italiana do Mundial 2002, não esperava por outra competição fora do script tão cedo. Para espanto geral, sob o comando da oposta Manon Flier, a Holanda venceu o Grand Prix 2007. Até então, em uma competição dominada pelo Brasil, nunca uma seleção considerada do segundo escalão havia conquistado o Grand Prix. Para se ter uma ideia do ineditismo deste resultado, até os dias de hoje, após a vitória da Holanda em 2007, Brasil e Estados Unidos se revezam no lugar mais alto do pódio desse torneio. Claro, se considerarmos a Liga das Nações como substituta natural dessa competição.

ANTECEDENTES

A Holanda sempre foi uma seleção que deu trabalho para as potências da modalidade. Entretanto, nunca havia conquistado um título mundial no naipe feminino. Seu melhor resultado, havia sido a vitória no Europeu de 1995, dentro de casa. Naquele ano de 2007, a seleção holandesa vinha de uma boa campanha no Mundial 2006. Apesar do 8º lugar, fez um jogo duro contra o Brasil na 1ª fase, além de bater a China, campeã olímpica em 2004, por 3×2, na 2ª fase.

1ª FASE DO GRAND PRIX 2007

Na 1ª fase do Grand Prix 2007, as holandesas começaram muito mal na competição. Na primeira semana, em Verona na Itália, foram presas fáceis para italianas e brasileiras, com duas derrotas por 3×0. Na segunda semana, novo revés para o Brasil, por 3×0, além de uma vitória suada sobre o Japão, em Tóquio, por 3×2. Quem viu os jogos da Holanda contra o Brasil na 1ª fase, jamais poderia imaginar que a Holanda ganharia a competição, duas semanas depois. Nesse link você pode acessar a partida da segunda semana entre Brasil x Holanda, em Tóquio.

Na sequência do torneio, a Holanda encaixou o seu time, com uma mudança de levantadoras. A jovem Kim Staelens assumiu a posição no lugar da veterana Riette Fledderus. A mudança deu tão certo, que a seleção do técnico Avital Selinger, vice-campeão olímpico como jogador, conquistou 5 vitórias consecutivas, desbancando Estados Unidos e Cuba da fase final.

FINAIS

As finais do Grand Prix 2007 foram disputadas em Ningbo, na China. A Holanda iniciou a fase final, em grande estilo, com uma vitória sobre as chinesas, por 3×2. Foi um recado para as outras seleções! No segundo dos jogos das finais, mesmo contra a Itália liderada pela cubana Aguero, a Holanda devolveu a derrota de Verona na 1ª fase, com um triunfo por 3×1.

O caminho para o título ficou aberto após o terceiro jogo das finais. Diante do Brasil, a Holanda bateu o atual tricampeão consecutivo do Grand Prix (2004, 2005, 2006), no tie-break. Foi a primeira vitória da Holanda contra o Brasil na história, em jogos oficiais! Com os resultados daquela rodada, as holandesas lideravam a fase final com três vitórias, seguidas de perto pela China, com duas vitórias.

A confirmação da arrancada histórica holandesa no Grand Prix, veio contra Polônia e Rússia. Primeiro, no jogo teoricamente mais tranquilo das finais, a Holanda bateu a Polônia, por 3×0, pela 4ª rodada. Já o jogo do título contra a atual campeã mundial Rússia (2006) poderia colocar tudo a perder, em caso de derrota. Mas, sem ficar intimidada, a Holanda bateu as gigantes russas por 3×2, com parciais de 21/25, 25/18, 25/13, 20/25, 15/8. No link abaixo, você pode acessar esse jogo histórico para o voleibol feminino holandês.

A MULHER VOADORA

A oposta holandesa Manon Flier

A conquista surpreendente da Holanda não seria possível sem a performance da oposta Manon Flier. Eleita a MVP – melhor jogadora do Grand Prix 2007, Flier subiu o nível de sua seleção. Após o título, a Holanda passou a ser mais respeitada por outros países. Além disso, sempre há um certo receio e expectativa de repetição de uma nova arrancada, como quase ocorreu nos Jogos do Rio 2016.

Particularmente sobre a oposta Manon Flier, ficou uma lembrança sobre a conquista do Grand Prix 2007. Ela ganhou o apelido carinhoso da torcida holandesa e da imprensa de “Mulher Voadora”, em uma alusão ao seu nome. Na pronúncia, o nome de Flier remete ao verbo to fly no infinitivo do inglês, que significa voar. Vem daí, o apelido de “Mulher Voadora”. Quando será que veremos o próximo voo da seleção holandesa?

Manon Flier aposentou-se da sua seleção às vésperas dos Jogos do Rio 2016

BERNARDINHO E FERNANDA VENTURINI SÃO INDICADOS AO HALL DA FAMA

O técnico Bernardinho e a ex-levantadora Fernanda Venturini foram indicados ao Hall da Fama do voleibol. Os dois fazem parte da turma eleita para o ano de 2022. A cerimônia de condecoração está marcada para o dia 22 de Outubro, na cidade de Holyoke, no estado de Massachusetts, Estados Unidos. Além dos dois brasileiros, fazem parte da indicação da turma de 2022, o ex-ponteiro italiano Samuelle Papi, a norte-americana Kerri Walsh (vôlei de praia), e os holandeses Pieter Joon (vôlei sentado) e Peter Murphy (dirigente).

Em 2021, o Hall da Fama do voleibol teve três brasileiros inclusos: o ex-ponteiro Giovane Gávio, o líbero Sérgio Escadinha, e o jogador de vôlei de praia Ricardo. Ao todo, mais de 150 membros de 25 países da comunidade internacional do voleibol fazem parte da instituição. Com a nomeação de 2022, serão 161 membros no total.

Tanto Bernardinho, quanto Fernanda Venturini eram nomes aguardados para indicação ao Hall da Fama do voleibol. Com um currículo que coleciona títulos mundiais e medalhas olímpicas, Bernardinho era um nome certo para ingressar na instituição há muito anos. Já sua ex-esposa, a medalhista de bronze em Atlanta 1996, Fernanda Venturini, também era esperada no Hall da Fama, por ser considerada uma das melhores levantadoras da história do voleibol mundial.

A levantadora brasileira Fernanda Venturini colecionou prêmios individuais e títulos durante a carreira

TANDARA É SUSPENSA POR QUATRO ANOS

Na noite da última segunda-feira, 23 de Maio, a oposta Tandara foi suspensa das quadras por 4 anos. Em julgamento de mais de oito horas, no Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem, Tandara foi condenada por unanimidade. Flagrada no exame de doping, por uso de ostarina, durante o Jogos de Tóquio, Tandara poderá recorrer da sentença em segunda instância e no CAS – Corte Arbitral do Esporte. Nas redes sociais, Tandara contestou a decisão. Em resumo, segundo ela, a suspensão de 4 anos foi injusta. Ela reiterou que irá recorrer da decisão. Seja como for, de acordo com fontes da imprensa, Tandara pretende concorrer ao cargo de deputada federal, nas eleições de 2022, pelo partido MDB.

A oposta Tandara pretende entrar para a política/Divulgação COB

BRASIL FARÁ AMISTOSOS CONTRA O JAPÃO

Na última sexta-feira, 20 de Maio, a CBV anunciou no Twitter, que a seleção brasileira masculina fará dois amistosos contra o Japão. As partidas estão previstas para os dias 2 e 5 de Junho, às 21h30 e 10h da manhã, respectivamente. Os confrontos contra os asiáticos acontecem em Brasília, capital federal, no ginásio do Sesi Taquatinga. Ainda não foi anunciada a transmissão das partidas pela TV. Os ingressos já começaram a ser vendidos. Os jogos fazem parte da preparação do Brasil para a Liga das Nações 2022. Os brasileiros estreiam na VNL 2022, contra os australianos, no dia 7 de Junho, também em Brasília, mas desta vez, no ginásio Nilson Nelson.

O japonês Nishida em foco, é um dos destaques da seleção asiática/Volleyball World/Divulgação FIVB

A CONVOCAÇÃO DE RENAN DAL ZOTTO

O técnico Renan Dal Zotto fez uma aposta na renovação da seleção brasileira/Divulgação CBV

Encerrada a temporada da Superliga Masculina 2021/2022, o técnico Renan Dal Zotto ainda não finalizou a lista de convocados para competir na Liga das Nações 2022. Na lista até agora, apenas nomes de jogadores que participaram da temporada no Brasil, além daqueles que já foram eliminados das finais da temporada europeia. Restam os nomes envolvidos nas decisões dos principais torneios do velho continente, como Lucarelli. Além disso, foram chamados 4 atletas como convidados.

Assim como entre as mulheres, ao longo do último mês de Abril, em comemoração aos 30 anos do ouro olímpico em Barcelona, a CBV convidou atletas campeões naquela Olimpíada para o anúncio dos convocados. Nomes como Paulão,Tande, entre outros, participaram da homenagem. Veja abaixo, a lista completa dos atletas convocados para a VNL 2022.

Levantadores

Bruninho

Cachopa

Matheus Brasília

Opostos

Alan

Darlan

Felipe Roque

Franco

Ponteiros

Adriano

Vaccari

Honorato

João Rafael

Rodriguinho

Birigüi

Leal

Centrais

Flávio

Isac

Lucão

Matheus Pinta

Léo

Líberos

Alê

Maique

Thales

Convidados

Felipe Brito (central)

João Franck (ponteiro)

Maicon (ponteiro)

Pedro Henrique (levantador)

A CONVOCAÇÃO DE JOSÉ ROBERTO GUIMARÃES

O tricampeão olímpico José Roberto Guimarães convocou a seleção brasileira feminina, cheia de caras novas/Divulgação CBV

Encerrado o Sul-Americano feminino de clubes, o técnico José Roberto Guimarães finalizou a lista de convocadas para competição na Liga das Nações 2022. Ao longo do último mês de Abril, em comemoração ao dez anos do ouro olímpico em Londres, a CBV convidou atletas campeãs naquela Olimpíada para o anúncio das convocadas. Nomes como Sheilla, Adenízia e Fernanda Garay participaram da homenagem.

Na lista até agora, duas ausências foram sentidas por quem acompanha a seleção brasileira feminina de vôlei. A ponteira Gabi irá se apresentar mais tarde, em virtude da temporada europeia de clubes. Já a central Bia, vice-campeã olímpica, não foi relacionada para VNL 2022. Além disso, duas atletas convocadas pediram dispensa. As ponteiras Gabi Cândido e Maira. Veja a lista completa das atletas convocadas para a VNL 2022.

Levantadoras

Macris

Roberta

Kenya

Opostas

Lorenne

Lorrayana

Kisy

Ponteiras/Opostas

Rosamaria

Tainara

Ponteiras

Ana Cristina

Júlia Bergmann

Karina

Pri Daroit

Centrais

Carol

Diana

Júlia Kudiess

Lorena

Mayany

Líberos

Natinha

Nyeme

*Errata O blog publicou que a central Bia será relacionada para o Mundial 2022. Na verdade, ela ficou de fora da lista de convocadas para a VNL 2022.

O BALANÇO DA SUPERLIGA 2021/2022

Terminou a temporada 2021/2022 da Superliga! Cruzeiro, entre os homens, e Minas, entre as mulheres, foram os grandes campeões da temporada. Além disso, um fato curioso marcou a última edição da competição. Pela 1ª vez, em muitos anos, os melhores atletas do torneio foram estrangeiros. No feminino, a norte-americana Reed, a dominicana Pena do Flamengo e a turca Ozsoy encabeçaram a seleção da competição. Já no masculino, o cubano López do Cruzeiro foi eleito MVP. Dada a grande dificuldade dos clubes em repor suas peças, apenas com brasileiros, a contratação de estrangeiros é um caminho sem volta, apesar do valor atual do dólar.

López foi eleito o melhor jogador da Superliga Masculina/Eliezer Esportes/Agência i7/Divulgação CBV

TEMPORADA QUASE PERFEITA

Após a conquista do Sul-Americano e do Mundial de Clubes, o Cruzeiro reconquistou a joia da coroa. Na estreia do ex-ponteiro Filipe Ferraz, como técnico, o Cruzeiro venceu a Superliga Masculina, após três temporadas de jejum. A surpreendente eliminação para o Vôlei Itapetininga na edição anterior da competição, serviu como lição. Reformulado, o Cruzeiro quase teve uma temporada perfeita, não fosse a perca da Copa do Brasil 2022, vencida pelo Minas.

O Cruzeiro conquistou o sétimo título da Superliga Masculina/Eliezer Esportes/Agência i7/Divulgação CBV

DECEPÇÃO

Ainda sobre o naipe masculino, sem dúvidas, a maior decepção da temporada foi o Vôlei Renata/Campinas. O time do interior paulista teve um começo ruim na competição, com 3 derrotas, nos três primeiros jogos. Para piorar, uma série de lesões acometeram o time, em um momento de recuperação. Nem a estrela do jovem ponteiro Adriano foi capaz de resolver os problemas da equipe. Além disso, algumas peças não renderam o esperado. A eliminação para o Sesi/SP nas quartas-de-final foi justa. Sabendo das dificuldades, o Vôlei Renata/Campinas anunciou o retorno do técnico Horácio Dileo para a próxima temporada.

O jovem ponteiro Adriano é uma das apostas da nova geração do vôlei brasileiro/Divulgação Vôlei Renata

ALTOS E BAIXOS

Já a temporada feminina, foi marcada pela irregularidade. O Minas teve um péssimo começo, com lesões e surto de COVID-19. Demorou para se recuperar. Durante quase toda temporada, viu o rival Praia levar três títulos. Porém, na hora da verdade, os valores individuais da equipe fizeram a diferença. O Minas conquistou o tetracampeonato da Superliga Feminina.

O Minas superou muitas dificuldades para conquistar a Superliga Feminina 2021/2022/Inovafoto/Divulgação CBV

Já o Praia, fez o caminho oposto. Começou a temporada ganhando tudo, terminando a fase regular da Superliga na liderança. Já no mata-mata do torneio, não correspondeu às expectativas, sendo quase eliminado pelo Flamengo. Fato é que sua principal atacante, a oposta dominicana Martínez, jogou no sacrifício. Mas, a queda de rendimento nas finais não pode ser apagada.

ITAMBÉ/MINAS CONQUISTA O SUL-AMERICANO 2022

O Minas conquistou o principal torneio do continente, pela 6ª vez na sua história/Eliezer Esportes/Divulgação CSV

O Itambé/Minas conquistou o título do Sul-Americano feminino de vôlei 2022. Foi o quarto título do Minas na história da competição. Anteriormente, o Minas foi campeão sul-americano feminino em 2018, 2019 e 2020. Além disso, o Minas possui dois títulos não reconhecidos pela FIVB, em 1999 e 2000.

Em 2022, jogando em Uberlândia, contra o Praia Clube, o Minas bateu o time da casa, sagrando-se campeão. O placar final da decisão ficou em 3×2, a favor do Minas, com parciais de 25/22, 20/25, 16/25, 25/21, 15/13. Com o resultado, o Minas garantiu presença no Mundial de Clubes 2022.

Completou o pódio da competição, na 3ª posição, o Sesi/Bauru, após vencer o Regatas Lima do Peru, por 3×0, na disputa do bronze.

SELEÇÃO DO SUL-AMERICANO 2022

As atletas do Minas com suas premiações individuais/Eliezer Esportes/Divulgação CSV

MVP – Kisy do Itambé/Minas

Levantadora – Macris do Itambé/Minas e Claudinha do Praia

Oposta – Kisy do Itambé/Minas

Ponteiras – Pri Daroit do Itambé/Minas e Anne Buijs do Praia

Centrais – Carol do Praia e Adenízia do Sesi/Bauru

Líbero – Léia do Itambé/Minas

Fonte: CSV

A CAMPANHA DO TÍTULO

1ª fase – Grupo B

06/05 – Minas 3×0 Club Boston

07/05 – Minas 3×0 Sesi/Bauru

Semifinais

09/05 – Minas 3×0 Regatas Lima

Final

10/05 – Praia 2×3 Minas

O Minas está garantido no Mundial 2022/Eliezer Esportes/Divulgação CSV