TURQUIA É FINALISTA DO EUROPEU PELA 2ª VEZ

Em jogo válido pelas semifinais do Campeonato Europeu feminino de vôlei 2019, jogando dentro de casa, em Ankara, a Turquia derrotou a Polônia e garantiu classificação para a final da competição contra a Sérvia. Está é a segunda vez na história que a seleção turca feminina chega a decisão do Europeu. Em 2003, também em Ankara, a Turquia perdeu o título para a Polônia e ficou com a medalha de prata.

Nos últimos anos, pelo Europeu, as turcas estiveram muito próximas das finais. Nas edições de 2015 e 2017, a seleção turca disputou o bronze por duas vezes consecutivas contra a Sérvia e o Azerbaijão, respectivamente. O saldo final foi o 4º lugar em 2015 e o 3º lugar em 2017. Em 2011, a Turquia também foi medalha de bronze, após derrotar a Itália no tie-break.

No jogo em que selou a passagem para a final, nesse sábado, a Turquia superou a Polônia por 3×1, com parciais de 25/17, 25/16, 14/25, 25/18. A central Eda Erdem foi a maior pontuadora do confronto com 19 pontos. Pelo lado polonês, a oposta Smarzek anotou 18 pontos.

A grande final do Europeu 2019 acontece neste domingo, 8 de setembro, a partir das 13h30. A disputa de bronze entre Itália e Polônia ocorre mais cedo, às 10h.

SÉRVIA BATE ITÁLIA E ESTÁ NA DECISÃO DO EUROPEU

A seleção feminina de vôlei da Sérvia conquistou a classificação para a decisão do título europeu de 2019. Esta é a segunda final consecutiva na competição. Em 2017, a Sérvia foi campeã derrotando a Holanda, em Baku, no Azerbaijão. Caso vença novamente, o time sérvio será tricampeão europeu. Além de 2017, a Sérvia foi campeã europeia em 2011.

No duelo em que avançou para a grande final do Europeu 2019, as servias bateram a Itália pelo placar de 3×1, com parciais de 25/22, 25/21, 21/25, 25/20, na reedição da final do Mundial 2018, no Japão. Na ocasião, a Sérvia foi campeã mundial pela primeira vez, após derrotar a seleção italiana no tie-break.

No jogo de hoje, disputado em Ankara, na Turquia, a italiana Paola Egonu foi a maior pontuadora do confronto com 26 pontos. Pelo lado sérvio, Boskovic anotou 22 pontos. Na grande final da competição, a Sérvia enfrenta a Turquia pelo título, neste domingo. Já a Itália joga com a Polônia valendo o bronze.

AS SEMIFINAIS DO EUROPEU FEMININO

Começa hoje a fase final do Campeonato Europeu de Vôlei Feminino 2019. Pela semifinal da competição, a atual campeã Sérvia enfrenta a seleção italiana, em Ankara, na Turquia. No outro confronto válido pela mesma etapa do torneio, as anfitriãs turcas duelam com a Polônia por uma vaga na decisão. Os dois jogos ocorrem nesse sábado, com transmissão da ESPN extra, a partir das 11h.

Para conquistar a classificação para essa fase, a Sérvia eliminou a Bulgária nas quartas-de-final por 3×0, com parciais de 25/19, 25/18, 28/26. A oposta Boskovic foi a maior pontuadora da partida com 22 pontos.

O adversário sérvio na semifinal, no caso a Itália, garantiu a vaga no confronto, após vitória de virada sobre a Rússia por 3×1, com parciais de 25/27, 25/22, 27/25, 25/21. Egonu foi o destaque individual. Ela marcou 28 pontos.

Uma das sedes do Europeu 2019, com o apoio da torcida, a Turquia passou de fase, ao vencer a Holanda pelo placar de 3×0, com parciais de 25/20, 25/22, 25/20. Baladin da Turquia e Sloetjes da Holanda empataram na pontuação total do jogo com 16 pontos.

Última seleção a avançar para as semifinais, a Polônia derrotou a Alemanha no tie-break. Jogando em casa, na cidade de Lodz, a seleção polonesa venceu de virada com parciais de 22/25, 25/16, 25/19, 17/25, 15/11. A ponteira Stysiak anotou 22 pontos, sendo uma das responsáveis pela classificação polonesa.

OS AMISTOSOS DA SELEÇÃO MASCULINA

No último final de semana, a seleção brasileira masculina de vôlei encerrou uma série de amistosos contra os argentinos, com vistas à disputa do Sul-Americano e da Copa do Mundo. Foram 4 jogos, dois em cada país. No saldo final da maratona de jogos, o Brasil venceu três partidas e a Argentina venceu uma. As duas seleções utilizaram os confrontos para testar formações e dar rodagem aos jogadores mais jovens dos times. Não participaram de nenhum jogo dos amistosos, pela seleção brasileira, o central Lucão e o oposto Wallace. Pela seleção argentina, o ponteiro Conte, o levantador De Secco e o central Solé também ficaram de fora.

JOGO 1

No primeiro do duelo dos amistosos contra a Argentina, na província de El Calafate, em Santa Cruz, na sexta-feira, 23 de Agosto, o Brasil foi derrotado por 3×1, com parciais de 25/22, 25/27, 25/19, 25/21. O time brasileiro não contou com suas principais peças e foi comandando pelo técnico Giuliano Ribas, o Juba. Iniciaram o jogo pelo Brasil: o levantador Thiaguinho, o oposto Filipe Roque, os ponteiros Douglas Souza e Kadu, os centrais Flávio e Matheus Bispo, e o líbero Maique. Os argentinos mesclaram sua equipe, com metade do elenco medalha de ouro no Pan de Lima e metade do time que conquistou a classificação para os Jogos de Tóquio 2020 no Pré-Olímpico.

JOGO 2

No segundo jogo da série de amistosos, também em território adversário, no sábado 24 de Agosto, o Brasil deu o troco nos argentinos. Os brasileiros chegaram a abrir uma vantagem de 2×0 no placar, desperdiçando vários match-points na terceira parcial, permitindo o empate da Argentina na disputa. No fim, vitória brasileira por 3×2, com parciais de 25/23, 25/22, 28/30, 20/25, 15/10. Em relação à equipe do dia anterior, o técnico Juba fez duas alterações. O ponteiro Victor Birigui entrou no lugar de Kadu e o levantador Rendrick no lugar de Thiaguinho. O oposto Filipe Roque foi o maior pontuador do Brasil com 22 pontos. Ao final da partida, o técnico Juba comentou sobre a vitória.

“Hoje, nosso estudo em cima do adversário foi mais em organizar o nosso sistema. Rodamos bastante o time, colocamos atletas para testes, hoje fizemos algumas mudanças e tivemos respostas positivas. O objetivo foi cumprido, já que viemos para cá para levar esses meninos de volta para o Brasil amadurecidos”, disse Juba.

JOGO 3

Na terceira partida dos amistosos, jogando em Campinas, São Paulo, no ginásio do Taquaral, na sexta-feira, 30 de Agosto, a seleção brasileira não deu chances para os argentinos. Triunfo incontestável por 3×0, com parciais de 25/13, 25/19, 25/20. O time brasileiro contou com a atuação do levantador Bruninho e dos ponteiros Leal e Lucarelli. O técnico Renan Dal Zotto dirigiu a equipe pela primeira vez na série de jogos contra a Argentina. Ele comentou sobre o desempenho da seleção, na segunda vitória contra os argentinos.

“Foi um bom jogo. Jogamos bem, pressionando o tempo todo no saque e as coisas fluíram. Foi uma boa apresentação, acho que a torcida curtiu bastante e a nossa equipe não baixou a guarda em nenhum momento. Depois de um set tranquilo, como foi o primeiro, a tendência é dar uma baixada na guarda, mas isso não aconteceu. Ficamos foçados o tempo todo e o time está de parabéns”, falou Renan.

JOGO 4

No quarto e último jogo dos amistosos com a seleção Argentina, no sábado, 31 de Agosto, também em Campinas, o Brasil encerrou a série com a terceira vitória contra os argentinos. O resultado positivo foi de virada, pelo placar de 3×1, com parciais de 23/25, 25/17, 25/23, 27/25. O Brasil entrou em quadra com modificações na equipe, em relação à partida do dia anterior, assim como a Argentina. O técnico Renan Dal Zotto manteve o oposto Alan e o central Maurício Souza como titulares. Entraram no time: o levantador Cachopa, o central Isac, os ponteiros Douglas Souza e Maurício Borges, além do líbero Maique. Pela Argentina, entraram o levantador Sanchéz e o ponteiro Martínez, reforços do Sesc/Rio para a temporada 2019/2020 da Superliga Masculina.

Ao fim do jogo, o aniversariante do dia, o ponteiro Leal falou sobre a vitória e a sua entrada no jogo, no 4º set. “Estava esperando poder jogar e estou muito feliz. Tive a oportunidade de fechar um jogo importante para o nosso time. Esse é o primeiro aniversário com a camisa da seleção brasileira e agora é só comemorar”.

Fonte: CBV

SELEÇÃO FEMININA CONQUISTA 21º TÍTULO SUL-AMERICANO

A seleção brasileira feminina de vôlei conquistou o 21º título do Campeonato Sul-Americano. O troféu foi o décimo terceiro consecutivo do Brasil na história da competição. Jogando em Cajamarca, no Peru, na decisão, a seleção feminina derrotou a Colômbia pelo placar máximo, com parciais de 25/22, 25/23, 25/20. A oposta brasileira Lorenne foi a maior pontuadora da final com 15 pontos. Ela ainda foi eleita MVP do Sul-Americano 2019. Completou o pódio do torneio, na 3ª colocação, a seleção peruana, depois de bater a Argentina no tie-break, na disputa do bronze.

Ao fim do jogo, a melhor jogadora do Sul-Americano, falou sobre a vitória brasileira com a assessoria da CBV. “Fico muito feliz de termos conquistado o Sul-Americano. Tenho aprendido muito a cada campeonato com a seleção adulta. Só tenho a agradecer o apoio do Zé Roberto, das jogadoras e de toda a comissão técnica por terem confiado no meu trabalho. Acredito que ainda tenho muito a evoluir e crescer a cada dia”, disse Lorenne.

SELEÇÃO DO SUL-AMERICANO 2019

A seleção do Campeonato Sul-Americano 2019 foi composta pela levantadora colombiana Maria Alejandra, a oposta argentina Piccolo, as centrais brasileiras Bia e Mara, as ponteiras Coneo da Colômbia e Ortiz do Peru, e a líbero colombiana Juliana Toro.

A CAMPANHA DO TÍTULO

Fase de grupos

28/08 Brasil 3×0 Equador

29/08 Brasil 3×0 Venezuela

30/08 Brasil 3×1 Argentina

Semifinal

31/08 Brasil 3×0 Peru

Final

01/09 Brasil 3×0 Colômbia

A FASE PRELIMINAR DO EUROPEU FEMININO

Foi encerrada a fase preliminar do Campeonato Europeu Feminino de vôlei 2019. Disputado em 4 sedes, na Turquia, Polônia, Eslováquia e Hungria, a competição reúne 24 seleções do continente, divididas em 4 grupos, com 6 países cada. As quatro primeiras colocadas de cada chave avançaram para a fase eliminatória do torneio.

Os confrontos definidos das oitavas-de-final foram os seguintes: Sérvia x Romênia, Azerbaijão x Bulgária, Itália x Eslováquia, Rússia x Bélgica, Holanda x Grécia, Turquia x Croácia, Polônia x Espanha, Alemanha x Eslovênia. Os jogos acontecem nesse domingo, 1º de setembro. Os vencedores dessas partidas estarão classificados para as quartas-de-final.

Sobre a 1ª fase, um dos destaques até agora na competição é a campanha da Holanda. A laranja mecânica terminou em 1º lugar do grupo C, vencendo todos os jogos, sem ceder uma parcial sequer aos adversários. Foram 5 triunfos contra Romênia, Azerbaijão, Croácia, Estônia e Hungria, respectivamente.

Além das holandesas, um resultado da fase classificatória, também foi destaque, a ponto de bagunçar os confrontos das fases seguintes. Em jogo válido pelo grupo D, a Alemanha bateu a Rússia por 3×2, com parciais de 18/25, 25/21, 25/23, 14/25, 15/11. Com o resultado, a seleção alemã avançou em 1º do grupo e a Rússia ficou em 2º.

Ainda no terreno do inesperado, pelo grupo B, na Polônia, a favorita Itália sofreu um revés, na última rodada das preliminares, para a dona da casa, por 3×2. Tal resultado só não ameaçou a liderança das italianas na chave porque, um dia antes, a Polônia perdeu para a Bélgica, em outra surpresa do Europeu.

Já pelo grupo A, quem até o momento ficou abaixo das expectativas foi a Bulgária. Logo na estreia, a seleção búlgara foi derrotada pelas francesas, no tie-break. Detalhe: a França já foi eliminada da competição. Na sequência, duas derrotas e rendimento ruim contra as favoritas Sérvia e Turquia. Por fim, classificação garantida com vitórias sobre Grécia e Finlândia.

Pela liderança da chave, a Sérvia venceu a seleção da Turquia, em solo adversário, por 3×1, com parciais de 23/25, 25/19, 25/22, 25/22. Ao final do jogo, a levantadora da Sérvia, Maja Ognjenovic, comentou sobre a vitória contra a Turquia, com a assessoria da Confederação Europeia de Voleibol.

“Nós estamos muito felizes porque nós sabíamos que a Turquia é um bom time e esse jogo era muito importante. Os torcedores turcos são extremamente apaixonados e isso é bom para ver o jogo de casa cheia. Eu estou orgulhosa do meu time. Nós tivemos alguns altos e baixos, especialmente na terceira e quarta parcial, mas eu estou feliz que depois de perder alguns pontos, conseguimos voltar a jogar bem”.

A levantadora Maja em ação/Divulgação CEV A levantadora Maja em ação/Divulgação CEV

O SUL-AMERICANO FEMININO

Começa hoje no Peru, na cidade de Cajamarca, o Sul-Americano Feminino de vôlei. O Brasil defende uma hegemonia de 26 anos na competição. A última vez que a seleção feminina não venceu o Sul-Americano foi em 1993. Em 2019, as brasileiras disputam o torneio em busca do 21° título.

Participam do Campeonato Sul-Americano 2019, oito seleções divididas em dois grupos. O Brasil está no grupo A, ao lado de Equador, Argentina e Venezuela. O outro grupo é formado por Peru, Colômbia, Uruguai e Bolívia. Os dois melhores de cada chave avançam de fase. Os vencedores das semifinais decidem o título.

O técnico José Roberto Guimarães poupou do Sul-Americano as ponteiras Gabi e Natália. O Brasil também não irá contar com a oposta Tandara. Segundo fontes da imprensa, ela pediu dispensa por problemas particulares. Além das três jogadoras, a líbero Camila Brait também não disputa a competição.

Foram convocadas para o Sul-Americano 2019, pelo técnico José Roberto Guimarães: as levantadoras Macris e Roberta, as opostas Lorenne e Sheilla, as ponteiras Drussyla, Amanda, Gabi Cândido e Maira, as centrais Fabiana, Carol, Mara e Bia, e as líberos Léia e Suelen.

Competição

Pela primeira vez em anos, o Sul-Americano terá um nível de resistência maior ao predomínio brasileiro na competição. Peru, Colômbia e Argentina são os países com pequenas chances de ameaçar a hegemonia brasileira no torneio. As três seleções estão em franca evolução, ainda que, em condições normais, as brasileiras sejam favoritas absolutas.

O Pan de Lima foi a prova de que o Brasil, precisa estar atento ao crescimento técnico de seus vizinhos, na América do Sul. Durante a disputa do Pan, a equipe B brasileira teve muitas dificuldades na virada de bola contra Argentina e Colômbia, adversárias do torneio continental.

Para o Sul-Americano, o que se espera é que, a seleção brasileira responda a tudo isso, com atuações convincentes. Sem dúvida, esta edição da competição será a mais difícil de todos os tempos. Nada como um bom resultado para resgatar a confiança e calar os críticos.

Tabela do Sul-Americano

28/08 Grupo A 17:00 Brasil x Equador

29/08 Grupo A 17:00 Brasil x Venezuela

30/08 Grupo A 17:00 Brasil x Argentina

JAPÃO É CAMPEÃO ASIÁTICO

No último domingo, em Seul, na Coreia do Sul, a seleção feminina japonesa de vôlei sagrou-se campeã do Campeonato Asiático. Foi o quinto título japonês na competição, em toda a história. Anteriormente, o Japão foi campeão continental em 1975, 1983, 2007, 2017.

Jogando com uma equipe sub-20, campeã mundial em 2019 da categoria, na decisão do título, o Japão bateu a Tailândia por 3×1, com parciais de 25/22, 18/25, 25/18, 25/23. A ponteira japonesa Mayu Ishikawa foi eleita MVP da competição. Ela também já havia sido escolhida a melhor jogadora do Mundial sub-20.

Em seus domínios, dirigida pelo técnico italiano Stefano Lavarini, campeão da Superliga 2018/2019 com o Minas, a seleção coreana completou o pódio do torneio. Na disputa de bronze, a Coreia do Sul derrotou o time B da China por 3×0, com parciais de 25/21, 25/20, 25/22.

Divulgação CAV

OS AMISTOSOS DA SELEÇÃO FEMININA

A seleção brasileira feminina de vôlei realizou amistosos contra a seleção da Argentina, nessa semana, com vistas para o Campeonato Sul-Americano e a Copa do Mundo. Foram dois jogos na Arena Suzano, no estado de São Paulo, com dois resultados positivos, pelo placar de 3×0. No entanto, o selecionado argentino escalado para as duas partidas, era composto por um time B, de jogadoras juvenis. Dessa forma, as duas vitórias contra as argentinas não podem servir de parâmetro para o Brasil.

Ao técnico José Roberto Guimarães restou dar rodagem e ritmo de jogo para algumas atletas, que não estiveram com a seleção, de forma permanente, em outras competições, ao longo de 2019. São o caso da ponteira Drussyla e da central Carol. As ponteiras Gabi e Natália foram poupadas após uma temporada desgastante. Já a oposta Tandara teve uma nova contusão, não participando dos confrontos com a Argentina.

A série de amistosos também foi marcada pelo retorno às quadras da bicampeã olímpica Sheilla Castro. Ela estava parada desde os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Seu desempenho contra a Argentina foi regular. Além de Sheilla, a central Fabiana e a líbero Camila Brait também voltaram a defender a camisa da seleção brasileira. Porém, para Fabiana o destaque dos amistosos foi negativo. Ela saiu da partida, logo no comecinho do primeiro jogo, com uma fascite plantar.

De maneira objetiva, analisando o saldo final dos amistosos contra a Argentina, chega-se à conclusão que eles foram improdutivos. Não serviram nem mesmo para apagar o vexame do Pan de Lima, quando a seleção feminina perdeu por duas vezes para a mesma Argentina, por 3×0. Ficou a impressão para os torcedores que, a série de amistosos ocorreu para preencher o calendário, atendendo uma demanda dos patrocinadores e da televisão. Portanto, na verdade, as partidas tratavam-se de um produto caça-níquel.