O 1º TURNO DA SUPERLIGA FEMININA 22/23

Faltando o jogo entre Sesi/Bauru e Minas, para encerrar o 1º turno da Superliga Feminina 22/23, já é possível estabelecer um resumo sobre o que foi a primeira parte da competição. Apesar de ter ido mal no Mundial de clubes, pelo segundo ano consecutivo, o Praia sobrou no turno do torneio. Venceu todos os jogos. Com exceção da estreia contra o Brasília e do clássico com o Minas, quando precisou do tie-break para vencer, o Praia não encontrou resistência para triunfar. Resta saber, como será o final da história. Na temporada passada, o Praia também dominou a fase regular da Superliga e acabou perdendo o título nas finais.

Enquanto isso, o rival Minas faz uma campanha irregular na competição. Para se ter uma ideia, o Minas já foi superado três vezes no torneio. As derrotas do atual campeão da Superliga Feminina aconteceram para o Praia, Osasco, Pinheiros, e ainda resta o jogo com o Bauru. O Minas encontra dificuldades para entrosar sua levantadora com as centrais, além de problemas na linha de passe. Para piorar, uma crise foi instalada no time, após a central Carol Gattaz ser barrada da equipe titular, pelo técnico Nicola Negro.

A central Carol Gattaz do Minas está no banco, por opção do técnico Nicola Negro/Divulgação/FIVB/Volleyball World

SURPRESAS

Como dito pelo blog, antes do começo da Superliga Feminina 22/23, Fluminense e Pinheiros deram trabalho aos favoritos no turno da competição. O Pinheiros conseguiu bater o Minas em BH e o Sesi/Bauru em casa. Apesar disso, é o time do Fluminense que apresenta um trabalho mais consistente. Depois da boa temporada passada, o Fluminense se reforçou com a chegada da levantadora Juma e da ponteira argentina Elina Rodriguez. O resultado pode ser visto em quadra. A pergunta que fica é: qual das duas equipes chegará mais longe, Fluminense ou Pinheiros? Façam suas apostas!

O técnico do Fluminense, Guilherme Schmitz, teve o trabalho reconhecido, ganhando o cargo de técnico da seleção brasileira feminina sub-19/Divulgação FFC

IRREGULARIDADE

Como afirmado acima, apenas o Praia conseguiu manter uma regularidade no turno da Superliga Feminina 22/23. Apesar das surpresas, Fluminense e Pinheiros incluídos, o resto foi um eterno perde e ganha no torneio. O Flamengo de Bernardinho terminou o turno com 5 derrotas. O poderoso elenco de Osasco teve dificuldades para bater o São Caetano. Já o Barueri do tricampeão olímpico José Roberto Guimarães quase ficou de fora do G8 e da Copa do Brasil, com 7 derrotas. Tudo isso, demonstra a queda do nível técnico da Superliga Feminina, em comparação com temporadas anteriores. Vamos aguardar uma evolução das equipes no returno, torcendo para um voleibol de alto nível.

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