A LIGA DAS NAÇÕES 2021

Começa amanhã na bolha de Rimini na Itália, a Liga das Nações 2021. Após ser cancelada no ano passado, por causa da pandemia do coronavírus, a principal competição anual da FIVB está de volta. O retorno da VNL está cercado de regras e restrições para preservar a saúde dos atletas. Para se ter uma ideia, na semana passada, a FIVB divulgou para a imprensa, um caderno de encargos com todas as normas estabelecidas para a realização do evento.

Infelizmente, isso não impediu algumas baixas na competição. Após um surto de contaminação do vírus da COVID-19, a seleção masculina da China desistiu de disputar o torneio. Em seu lugar, entrou a Holanda. No naipe feminino, a Tailândia enfrentou o mesmo problema do time masculino da China, chegando ao ponto de também anunciar uma desistência. Mas, uma reviravolta, com uma nova lista de jogadoras, entre elas, grandes nomes do vôlei tailandês, reverteu o caso.

Falando em desistências, algumas seleções preferiram priorizar a Olimpíada de Tóquio e inscrever atletas mais jovens ou inexperientes para dar rodagem. No feminino: China, Itália e Sérvia. No masculino: Itália. Na opinião do blog, uma aposta arriscada. Depois de um ano sem competições entre seleções, a Liga das Nações é a oportunidade certa para dar ritmo de jogo e entrosar os atletas novamente. Apesar da Olimpíada ser a competição mais importante da temporada, descartar a Liga das Nações é um risco, dado a imprevisibilidade da temporada, devido ao coronavírus.

Sobre favoritismo, como foi dito acima, é uma temporada imprevisível. Em termos de comparação, durante as ligas europeias de clubes, foi comum acontecerem desistências ou derrotas por W.O., por culpa do vírus. Além disso, após mais de um ano de paralisação da temporada de seleções, o panorama técnico poderá sofrer alterações.

Na versão feminina da VNL, o blog aponta 7 seleções que brigam por 4 vagas nas finais. São elas: Estados Unidos, Turquia, Brasil, Rússia, Japão, Polônia e República Dominicana. No masculino, o quadro técnico não deve mudar tanto como no feminino. Estados Unidos, Brasil, Rússia, Polônia, França e Sérvia brigam por vagas nas finais. As demais seleções correm por fora.

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