A SUPREMACIA BRASILEIRA NO GRAND PRIX

Disputado entre 1993 e 2017, o Grand Prix foi a principal competição anual da FIVB durante esse período no naipe feminino. Em sua história, o Brasil foi o maior campeão da competição. Em 25 edições, a seleção brasileira feminina levantou o caneco do Grand Prix por 12 vezes. Quase 50% de aproveitamento. O Brasil venceu o torneio em: 1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013, 2014, 2016 e 2017. Sob o comando de Bernardinho, foram três títulos. Sob o comando de José Roberto Guimarães, foram 9 títulos.

Os Estados Unidos são o segundo maior vencedor do Grand Prix, com seis títulos. A Rússia conquistou a competição por três vezes, em 1997, 1999 e 2002. A grande geração cubana também venceu o Grand Prix, por duas vezes, sendo a primeira seleção campeã em 1993. Completa o rol de campeãs do Grand Prix as seleções da China e da Holanda. Aliás, desde a vitória holandesa em 2007, Brasil e Estados Unidos foram os únicos campeões do torneio, com 6 títulos para as brasileiras e 4 para as americanas.

A levantadora Fernanda Venturini, primeira atleta brasileira eleita MVP do Grand Prix

Além dos títulos, a supremacia brasileira no Grand Prix também está presente nas premiações individuais. Ao todo, as jogadoras brasileiras receberam 47 premiações. Além disso, por 11 vezes, uma atleta do Brasil foi eleita MVP – melhor jogadora de uma edição da competição. A primeira delas foi a levantadora Fernanda Venturini, em 1994. Leila, Sheilla e Natália são as recordistas nesta categoria de premiação. Elas ganharam o principal prêmio individual por duas vezes, em 1996, 1998, 2006, 2009, 2016 e 2017, respectivamente. Completam o rol de atletas brasileiras eleitas MVP, as seguintes jogadoras: Virna (1999), Paula Pequeno (2005), Mari (2008), Thaísa (2013).

Consta na história, que um dos motivos para a rivalidade entre brasileiras e cubanas eram as premiações em dinheiro do Grand Prix. Com o domínio brasileiro na competição, nas primeiras edições, no período entre 1994-2000, as jogadoras cubanas perderam a chance de faturar alguns dólares para o seu país, em meio ao embargo econômico norte-americano. Outro dado curioso, é que o Grand Prix sempre foi visto como uma competição menor, principalmente, antes da conquista do ouro olímpico pela seleção brasileira feminina, em 2008 e 2012.

Em 2018, a FIVB e o vôlei mundial entraram em uma nova era. O Grand Prix e a Liga Mundial foram substituídos por uma versão turbinada, em um novo formato: a Liga das Nações. Até o momento, os Estados Unidos venceram as duas primeiras edições, em 2018 e 2019, no naipe feminino. No link abaixo, você acessa a última final do Grand Prix, disputada em 2017, entre Brasil e Itália.

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