A TEMPORADA 2019/2020 DA SUPERLIGA

Teve início, nesse final de semana, a temporada 2019/2020 da Superliga, no naipe masculino. Na abertura, o Vôlei Ribeirão recebeu o Sada/Cruzeiro, no último sábado. Nessa edição, a Superliga será decidida em play-off melhor de três jogos, nas duas categorias. Em ambas, são doze participantes no total. Na fase regular, todos enfrentam todos, em turno e returno. Os oito melhores avançam às quartas-de-final, também decidida em melhor de três jogos, assim como nas semifinais e nas finais.

Em relação ao ano passado, o cenário de competição não se modificou. Taubaté, Sesi, Cruzeiro e Sesc formam o pelotão de favoritos ao título da temporada. Dificilmente o campeão não sairá desse grupo. Com alguma condição de surpreender está o Vôlei Renata/Campinas. Em menor escala, o Fiat/Minas também pode, em alguma circunstância, estragar a festa dos quatro favoritos. Aos demais, resta a disputa por uma vaga nos play-offs. Nesse grupo, estão: Maringá, Vôlei Ribeirão, América, Blumenau, Caramuru e Itapetininga.

A nota triste do começo de Superliga Masculina, fica por conta da desistência do Botafogo em participar da competição, por problemas financeiros. A ausência do alvinegro carioca é uma péssima notícia para o certame. Sem a sua participação, a Superliga perde em mídia e nível técnico. Além disso, a falta de clareza da CBV na solução da situação é um duro golpe a credibilidade da competição.

Feminino

A disputa da versão feminina da Superliga começa na próxima terça-feira, 12 de novembro. Ao contrário da edição passada, quando o número recorde de estrangeiras trouxe mais equilíbrio para a disputa, nessa temporada, um número menor de concorrentes disputa o título, de fato. Nada muito diferente dos últimos anos. Ao invés de 6 favoritos, 5 times possuem chances de ser campeão. São eles: Praia Clube, Osasco, Minas, Sesi/Bauru e Sesc/RJ. Corre por fora, com alguma condição de surpreender, o Barueri/São Paulo.

Os outros seis participantes da competição brigam por vaga nos play-offs e também contra o rebaixamento. São eles: Fluminense, Flamengo, Pinheiros, Curitiba Vôlei, São Caetano e Valinhos. Entre eles, não dá para cravar quais serão os classificados para o mata-mata e quais serão rebaixados. Além disso, apesar do favoritismo das equipes maiores, esses times possuem condições de aprontar contra os adversários mais fortes, em alguns jogos. Dadas as circunstâncias, a Superliga Feminina promete um maior equilíbrio do que a sua versão masculina.