OS FINALISTAS DA VNL FEMININA

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Foram definidas as seis seleções classificadas para a fase final da Liga das Nações Feminina. Além da China, país sede, garantiram vaga para as finais, os seguintes países, pela ordem: Estados Unidos, Brasil, Itália, Turquia e Polônia.

Verdade seja dita, um dos destaques da 1ª fase da VNL feminina foi a China. Já classificada para as finais, as chinesas realizaram a melhor campanha da Liga das Nações, até o momento, mesmo utilizando um time alternativo, em vários jogos.

É válido apontar também que todas as seleções usaram a competição para testes. Algumas exceções, como o jovem time polonês, presente nas finais, são um caso a parte. O próprio Brasil não apresentou força máxima, resguardando-se para o Pré-Olímpico, como a maioria.

Aliás, pelo nível de jogo, em dado momento, a classificação das brasileiras para a fase final era incerta. O Brasil fez um excelente jogo na 1ª fase, na vitória contra os Estados Unidos, mas foi beneficiado ao enfrentar adversários fortes, como a China, desfalcados.

Já os Estados Unidos foi a seleção com maior variação no plantel. Ao contrário de seus oponentes, seu elenco manteve o alto nível de jogo, mesmo com um grande número de jovens jogadoras, diga-se de passagem, jovens promissoras.

Itália e Turquia, classificadas para as finais da VNL com folga, também possuem boas opções no elenco. No entanto, ao contrário das americanas, em menor quantidade. Porém, está claro que, o trabalho de seus treinadores e o alto investimento em suas ligas nacionais explicam esse sucesso.

A semana brasileira na VNL feminina

BRASIL 3×0 ITÁLIA 25/21, 25/20, 25/23
A Itália entrou em quadra contra o Brasil já classificada. O técnico italiano escalou um time reserva. O Brasil também já estava garantido nas finais, com a vitória da Polônia sobre o Japão. Dadas as circunstâncias, a partida começou em um clima amistoso. A jovem ponteira italiana Pietrini foi caçada pelas brasileiras no saque. O bloqueio brasileiro foi decisivo para o triunfo. As centrais brasileiras foram os destaques individuais do jogo. Errando pouco, o Brasil foi superior quase todo o jogo. A Itália ainda tentou uma inversão de rede, com algumas titulares, mas não deu certo. Vitória brasileira, 3×0.

BÉLGICA 0x3 BRASIL 23/25, 15/25, 18/25
Contra o Brasil, a Bélgica jogava as suas últimas fichas para a classificação. O saque de ambas seleções era agressivo. A primeira parcial foi extremamente equilibrada. A definição dos contra-ataques fazia a diferença no jogo. Mais uma vez, o bloqueio brasileiro foi o fator preponderante para a vitória. Apesar das dificuldades do começo, o Brasil impôs seu ritmo de jogo. No entanto, a linha de passe brasileira apresentou instabilidade. A inversão de rede funcionou quando solicitada. O Brasil eliminou a Bélgica de forma incontestável.

TURQUIA 3×2 BRASIL 25/23, 24/26, 25/20, 23/25, 16/14
O técnico Giovanni Guidetti da Turquia surpreendeu ao utilizar opostas na função de ponteira durante o jogo contra o Brasil. Nos momentos decisivos das duas primeiras parciais, ele inverteu a rede e com isso, sua ponteira improvisada tornou-se oposta. Em um jogo com grande números de erros, foram 54 no total, a Turquia poderia ter aplicado 3×0 no Brasil. O jogo foi decidido no bloqueio. Melhor no sistema defensivo, as turcas conseguiram neutralizar o ataque brasileiro. Apesar disso, o Brasil foi mais eficiente na virada de bola. No entanto, o saque turco era superior. Tanto é que, o match point da partida foi um ponto direto do serviço turco.

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