POLÔNIA É TRICAMPEàMUNDIAL

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No último domingo, a seleção polonesa de vôlei sagrou-se campeã do Campeonato Mundial Masculino, disputado em Turim, na Itália. Na decisão, a Polônia venceu o Brasil por 3×0, com parciais de 28/26, 25/20, 25/23 e tornou-se tricampeã mundial (1974, 2014, 2018). O oposto polonês Kurek foi a maior pontuador da final, com 24 pontos. Ele também foi eleito MVP, melhor jogador do campeonato.

A seleção do Campeonato Mundial Masculino, escolhida pela FIVB, foi composta ainda pelo levantador Christenson (EUA), o oposto Anderson (EUA), os centrais Lucão (Brasil) e Nowakoswski (Polônia), os ponteiros Douglas Souza (Brasil) e Kubiak (Polônia) e o líbero Bartosz (Polônia).

GRANDE FINAL
No jogo do título, o desempenho do bloqueio polonês foi decisivo. Foram 10 pontos contra 4 do Brasil. Mesmo com o número elevado de erros de saque, a Polônia também foi superior nesse fundamento, com 4 pontos diretos contra 2 do Brasil. Além disso, a principal diferença na grande final, entre poloneses e brasileiros, foi o número de contra-ataques confirmados em pontos, propiciados pelo sistema defensivo das duas seleções.

Com um bloqueio inexistente, o Brasil quase não criou chances de contra-atacar. Dada a agressividade da Polônia no serviço, os brasileiros saíram de quadra com mais pontos de ataque do que a Polônia, em virtude da eficiência da virada de bola. Vale destacar ainda, o desempenho do oposto polonês Kurek. Ele carregou a Polônia no ataque, com quase 70% de eficiência no fundamento.

BRASIL
O Brasil fez uma partida abaixo do esperado na grande final. A fraqueza no bloqueio comprometeu o sistema defensivo. Algo já esperado, dado o restrospecto na competição. Apenas contra as favoritas seleções russa e francesa, o desempenho no fundamento teve um nível excelente.

No entanto, o Brasil foi além das expectativas e o vice-campeonato é bem-vindo. Claro que é frustrante chegar na decisão e perder. Ainda mais, pela segunda vez consecutiva, para o mesmo adversário de 4 anos atrás. Porém, diante dos problemas de contusão e dos desfalques do Brasil, o resultado final pode ser considerado satisfatório.

A CAMPANHA DO TÍTULO
1ª FASE
Cuba 1×3 Polônia 18/25, 19/25, 25/21, 14/25
Porto Rico 0x3 Polônia 14/25, 12/25, 15/25
Polônia 3×1 Finlândia 25/20, 26/28, 25/16, 25/15
Irã 0x3 Polônia 21/25, 20/25, 22/25
Bulgária 1×3 Polônia 14/25, 25/23, 22/25, 23/25
2ª FASE
Polônia 2×3 Argentina 25/16, 19/25, 23/25, 25/23, 14/16
Polônia 1×3 França 15/25, 18/25, 25/23, 18/25
Polônia 3×0 Sérvia 25/17, 25/16, 25/14
FINAL SIX
Polônia 3×0 Sérvia 28/26, 28/26, 25/22
Itália 3×2 Polônia 14/25, 25/21, 18/25, 25/17, 15/11
SEMI-FINAL
Polônia 3×2 EUA 25/22, 20/25, 23/25, 25/20, 15/11
FINAL
Brasil 0x3 Polônia 26/28, 20/25, 23/25

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O oposto Kurek e o central Nowakowski em comemoração do título/Divulgação FIVB

 

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