OS GRUPOS DO MUNDIAL FEMININO

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O Campeonato Mundial Feminino de Vôlei inicia as competições neste sábado, 29 de setembro. Disputado no Japão, sede das Olimpíadas de 2020, o torneio acontece de quatro em quatro anos e é o principal campeonato de 2018 do calendário anual da FIVB. O Brasil está no grupo D ao lado de Sérvia, República Dominicana, Porto Rico, Cazaquistão e Quênia. A estreia é contra Porto Rico. Veja a seguir, uma análise de cada grupo do Mundial Feminino 2018.

GRUPO A JAPÃO HOLANDA ALEMANHA ARGENTINA CAMARÕES MÉXICO
O Japão é palco para o Campeonato Mundial, mais uma vez. Dentro de casa, a seleção japonesa costuma se fortalecer. Basta lembrar, a surpreendente medalha de bronze no Mundial 2010. O fator casa é a aposta do Japão para parelhar uma disputa com a Holanda, seleção mais forte do grupo, pela liderança da chave. No mesmo grupo, a seleção alemã será páreo duro. Renovada, a Alemanha pode dificultar a vida de japonesas e holandesas. Como os resultados são acumulativos, na disputa pela 3ª vaga no Final Six, os confrontos do grupo A devem ser decisivos. Isso porque, no caminho para a 2ª fase, Japão e Holanda terão pela frente, Brasil e Sérvia.

GRUPO B CHINA ITÁLIA TURQUIA BULGÁRIA CUBA CANADÁ
Atual campeã olímpica e vice-campeã mundial, a seleção chinesa é a grande favorita do grupo B. No entanto, as chinesas não terão vida fácil. Itália e Turquia já provaram ter alto nível técnico para bater de frente com seleção de Lang Ping. Por uma questão de sorte, ou melhor, azar da Bulgária, este grupo poderia ser ainda mais complicado. Com desfalques importantes, a 4ª força do grupo deverá jogar apenas para passar de fase. Sua briga será contra o Canadá. O cruzamento com o outro grupo na 2ª fase, será ainda mais difícil. São 3 vagas para no mínimo 5 postulantes. Quem sair derrotado na chave B, por mais de uma vez, poderá dizer adeus às chances de título.

GRUPO C EUA RÚSSIA CORÉIA DO SUL AZERBAIJÃO TAILÂNDIA TRINIDAD TOBAGO
O grupo C pode ser considerado o grupo da morte. Apesar da superioridade técnica dos Estados Unidos, atual campeão mundial e da Liga das Nações, não dá para descartar a força da Rússia e os destaques individuais de Coréia do Sul e Azerbaijão, capazes de decidirem jogos sozinhas. Nem mesmo a definição de quem vai a 2ª fase é certa. A Tailândia pode muito bem atrapalhar os planos de qualquer uma dessas seleções. No seu currículo, há vitórias até mesmo em cima da Rússia. Dessa forma, a disputa intensa do grupo, terá consequências na 2ª fase, quando este grupo irá cruzar com China, Itália e Turquia. Promessa de grandes jogos.

GRUPO D BRASIL SÉRVIA REP.DOMINICANA PORTO RICO CAZAQUISTÃO QUÊNIA
O duelo pela liderança do grupo D deve se restringir a Brasil e Sérvia. Claro que, dominicanas e porto-riquenhas podem complicar a situação. Porém, não deve ser nada diferente disso. Para brasileiras e sérvias é importante manter o alto nível de competição. Em caso de classificação para o Final Six, as adversárias estarão com um ritmo de jogo maior, dado o equilíbrio de seus grupos. Também é importante não tropeçar, para não ser surpreendido pelas perigosas seleções de Holanda, Japão e Alemanha na 2ª fase.

 

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