ITÁLIA É BICAMPEÃ DO TORNEIO DE MONTREUX

No último final de semana, a seleção italiana feminina de vôlei consagrou-se campeã do Torneio de Montreux. Foi o segundo título italiano na competição. Em 2004, as italianas foram campeãs vencendo os Estados Unidos na decisão. Ontem, contra a Rússia, a Itália dominou o adversário e abriu 2×0 no placar. Na terceira parcial, jogando atrás boa parte do tempo, a Itália demonstrou poder de reação, virou o set e fechou o jogo em 3×0, com parciais de 25/21, 30/28, 26/24. A oposta italiana Paola Egonu teve uma atuação de gala, anotou 26 pontos, sendo a maior pontuadora da grande final. Ela ainda foi escolhida a MVP da competição.

SELEÇÃO BRASILEIRA
Mais uma vez, nesta temporada, o Brasil ficou de fora do pódio. Após a decepcionante campanha na fase final da Liga das Nações e a derrota para o Canadá na disputa do bronze da Copa Pan-Americana, com o time de novas, a seleção feminina perdeu novamente a chance de subir ao pódio, em 2018. Contra a Turquia, as brasileiras saíram atrás no placar, conseguiram levar o jogo para o tie-break, mas foram derrotadas por 3×2, com parciais de 25/16, 25/18, 23/25, 20/25, 15/13.

As brasileiras continuam apresentando um alto nível de irregularidade. Mesmo com os desfalques de Tandara, Natália (praticamente não jogou) e Bia, ou seja, o time que entrou em quadra no Torneio de Montreux não será o do Mundial, o Brasil não evoluiu o nível de seu jogo. Pelo contrário, com a entrada da levantadora Dani Lins a situação piorou. O principal motivo foi a falta de entrosamento com as atacantes e a já conhecida instabilidade na recepção.

Porém, nem tudo para o Brasil nessa competição, deve ser desperdiçado. O retorno de Fernanda Garay foi extremamente positivo. No âmbito geral, ela teve uma boa performance. Está plenamente pronta para o Mundial. A julgar pelo período em que ficou parada, está em excelente forma. Outro bom retorno, dessa vez de contusão, foi o da ponteira Drussyla. Ela é uma ótima opção para o banco.

No momento, o maior problema para o Brasil é a recuperação física de atletas importantes. O técnico José Roberto Guimarães terá pouco tempo, antes do Mundial, para devolver ao time, o padrão de jogo que o Brasil acostumou-se a apresentar no cenário internacional.

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A oposta Paola Egonu, MVP do Torneio de Montreux/Divulgação FIVB

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